Sogro encobrindo a nora infiel I

Parece que eu atraio somente homens canalhas, exceto meu marido, é claro.
O curioso é que eles me subjugam no começo, obrigando que eu faça coisas que eu acho nojentas, mas que depois me acostumo e passo a gostar. Foi assim com meus dois amantes e acreditem, são pai e filho.

O lado psicológico é que é um pouco confuso. Não me lembro direito da transição de uma mulher que só conhecia sexo vaginal e raramente sexo oral, para uma insaciável que só fica satisfeita em ser submetida a toda perversão sexual, com muita sodomia e dupla penetração.

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A Amiga da Esposa

Em algum momento eu sabia que isso iria acontecer. Os olhares, os sorrisos, os toques com sentido de malícia… tudo isso me levava a crer que uma hora as coisas sairiam de controle.

Trabalho numa empresa comercial e por conta do trabalho viajo sempre para vários destinos do estado, atendendo clientes, promovendo cursos e palestras. Minha esposa também trabalha na área e como ela está no ramo a mais tempo que eu, a rede de colegas de profissão que ela tem é bem maior que a minha. Na verdade, ela foi a pessoa que trouxe pro ramo.

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Clara e o aluno incestuoso

Clara, apesar do nome, era uma belíssima mulata. Aos quinze anos tinha dado a luz a um robusto bebê. O pai tinha 19 anos quando foi morto numa troca de tiros na favela onde moravam. Uma ONG francesa acolheu Clara e o bebê.
Ela tornou-se bailarina e voltando ao Brasil entrou no corpo de ballet do Teatro Municipal. Seu filho, Artur, formou-se em administrador e em pedagogia. Ele era o diretor de uma conceituada escola há três anos.
Clara tornou-se tutora do corpo de ballet, dando aulas para adolescentes amparados pela mesma ONG francesa.

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Quero engravidar minha tia II

O pai de Francisco era um eminente presidente da congregação evangélica. Sua mãe Liana era a vice-presidente e sócia de seu irmão Mauro na empresa de administração de shopping-centers.

O interessante é que Kiko, apesar de estar no fim da adolescência, era sexualmente experiente e ousado. Embora houvesse um clima opressivo de obediência e moralidade dentro de casa, ele e sua turma do colégio costumavam protagonizar homéricas orgias.
Qualquer menininha dessa turma tinha muito mais experiência sexual do que sua mãe Liana, conforme ele descobriu logo depois.

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O Corno cooperativo I

Leticia e o marido Tony chegam a mansão do pai dele, Sr. Luigi. A cobertura duplex do casal estava com infiltração e decidiram fazer uma reforma geral.
– É claro que voces são e serão sempre benvindos aqui! Mas, Tony, não dá mais pra protelar aquele pepino! Voce tem que ir lá hoje!
– Eu sei, eu sei papai! Já to com a passagem de avião e estou saindo agora!
– Calma! Calma ! Tome um drinque primeiro!
– Não pai, não dá! A Leticia vai arrumar nossas coisas e lhe fará companhia.Tchau! O Castro vai me levar pro aeroporto!

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Amo meu marido e meus machos II

O belo luar do Caribe iluminava o jardim-varanda de nossa suíte onde eu e Tony estávamos sentados, e abraçada por ele. Conversávamos banalidades, mas Tony ainda estava cabreiro com o que aconteceu naquela tarde. Eu fingia escutar, mas estava matutando onde Bento, meu amante viril de quase cinquenta anos, estaria naquele momento.
Tony não sabia explicar o desencontro entre ele e Bento, que teriam que se encontrar no cais para irem a pesca de peixe-espada, acontecido naquela tarde.

Bento tinha combinado com o capitão que assim que Tony pisasse na lancha, que zarpasse imediatamente. Assim aconteceu e eu passei a tarde inteira sendo divinamente sodomizada por Bento, que tinha me seguido até ali, na ilha San Maarten, onde estávamos em Lua de Mel.

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Sodomizada pelo amante da tia

Sacha estava com quatorze aninhos quando foi plenamente deflorada sexualmente. Ela era excepcionalmente bela pelo exotismo de sua alvíssima pele e sardenta, cabelos ruivos como cobre e cintilantes olhos azul-esverdeados. Seus seios ainda não estavam desenvolvidos de todo, mas seus mamilos estavam saborosos sendo chupados pela boca de um jovem professor que conhecera apenas meia-hora antes!

Sacha nascera no Brasil, de pais brasileiros mas de origem portuguesa. Com cinco anos, sua mãe e seu pai foram morar em Paris, na França. Agora eles tinham voltado ao Brasil devido a morte de sua avó, de forte presença matriarcal na família.

Ela entendia perfeitamente o português, mas o falava com um forte sotaque luso-franco que a fazia perder a paciência, pois os brasileiros pouco a entendia.

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Meu sogro me enlouquece

Meu marido Hanz não tolerou a indiscrição de meu amante Ezequiel. Ele foi reclamar seu direito a criança de quem eu daria luz dentro de sete meses. Zeke era nosso funcionário e meu amante, com a sutil permissão de meu marido, que só foi saber que era ele por ocasião da indiscrição já citada.
Hanz fez chantagem usando um suposto passado sombrio de Zeke. Foi acertado uma transferência e carta de recomendação para um novo emprego no Rio de Janeiro.
Hanz tinha quase dois metros de altura e estava acima do peso e além disso tudo tinha o pênis pequeninho e ejaculação precoce. Ele era o pastor luterano de toda congregação ao sul do Brasil.

 

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Presente de casamento

Bom, meu nome e “Sr A” sou casado a um ano com a “Sra A”.Tenho 31 anos 1.70 de altura, minha rola tem 19 x 5 cm.Ela tem 28 anos, peitos fartos e uma bundinha tamanho médio.
Desde de antes de casarmos eu vivia querendo comer seu cuzinho gostoso, mas ela falava que só ia liberar após o casamento.Mesmo depois de casarmos ela vivia me enrolando e não liberava o cuzinho.
Fizemos um ano de casado, e resolvermos ir comemorar em uma pousada, somente ela e eu.E ela novamente me prometeu que iria liberar o cuzinho na pousada, como presente de aniversário de casamento.
Pois bem, chegamos na pousada na sexta-feira a tarde, e já fomos tomar um banho de banheira e fazermos sexo, e eu tentando comer aquele cuzinho, mas ela ainda estava negando.Transamos duas vezes na sexta feira.

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Fazendo à Casada e Evangélica se transformar em Submissa!!!

Sou casado há vários anos, um casamento feliz em todos os sentidos, eu e minha esposa sempre nos entendemos muito bem, e sempre fui uma pessoa caseira, recatada e muito discreta, do tipo da pessoa que mora a muito tempo num local e nem conhece o vizinho do lado.

Tudo começou a mudar quando conheci Débora, uma moça muito bonita de 20 anos, cabelos pretos, lisos e longos, rosto angelical, seios médios, nem magra, nem gorda, na medida, recém-casada, evangélica, tímida e meiga e para completar descobri que havia se mudado para um apartamento que ficava dois andares abaixo do meu, moro no 6º andar.

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Defloramento Anal Incestuoso

Téo estava com quase dezesseis anos e já media um metro e oitenta e cinco. Fazia parte da equipe de natação no colégio e apesar de muito popular, principalmente com as gatinhas, ele era de temperamento discreto, o próprio come-quieto. Sua vida sexual começou por acaso aos doze anos e desde então não passava dois dias sem que ele “papasse” qualquer gatona.

Ele não se importava com idade ou etnia. Bastava que fossem bonitas e gostosonas.
O único problema com Téo é que ele ficava de pau duro só vendo as curvas acentuadas por baixo do vestido até de Nossa senhora.

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As experiencias de Felicia

O Mercedes se aproxima da guarita e o vigilante acena pra Felicia ao mesmo tempo que ela faz um gesto com a cabeça e um sorriso de agradecimento conforme o portão vai abrindo.
Já com o portão da garagem fechado da mansão, Téo sai da parte de trás onde estivera agachado coberto com uma manta preta.

Ali mesmo, antes que Téo se aprume direito, Felicia se agacha e com a boca salivando vai arriando zíper da calça e solta um gritinho quando a latejante rola dele bate de leve em seu rosto.
Como uma esfomeada, ela abocanha a cabeçorra murmurando não sabe o quê. Em segundos o top está molhado da baba que lhe escorre da boca e cai nos seios. Ela passa a cheirar e a cafungar em volta do saco. O odor viril vai lhe excitando cada vez mais.

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