Depravações de um casamento II

Leilane vai casar amanhã, domingo. Hoje será a “despedida de solteira” dela no Chez Ju, um clube só pra mulheres. Seu noivo, Afonso vai fazer sua “despedida” num bar temático ao estilo do Wild West.

Uma das madrinhas de Leilane é Ylena, uma formosíssima jovem de dezenove aninhos, filha de um russo com uma mulata cubana. Ela herdou da mãe o corpo escultural e nádegas avantajadas e seios que não cabem por inteiro na mão de um homem.

Do pai, ela herdou os olhos azuis e as feições nórdicas. Os cabelos são lisos, curtos e negros. Sua pele parece que está sempre bronzeada da cor de pêssego maduro.
– Quem é aquela ali? Ela é bonita, tem um belo corpo… mas que roupas são aquelas!?? E que porra de penteado mais feio!

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Troca-troca incestuoso

Embora ele fosse trinta e cinco anos mais velho, Leilane tinha uma compulsão desvairada pelo imenso e grosso penis que ela tenta engolir todinho, mas sem sucesso. Jardel é o dono dessa esplendida monstruosidade que se aloja dentro da boquinha da belíssima ninfeta de corpo escultural nos seus dezoito aninhos.
Leillane está noiva do jovem prefeito daquela pequena mas próspera cidade do sul de Minas.

A quilômetros dali, outro cinqüentão arfa e grune de intensa tesão, tentando penetrar mais um centímetro de sua língua no cusinho de Ylena. Ela está com dezenove anos e está noiva também.
– Aaaaiiimm! Mete agora, mete! Va…vam vamos fazer… pele com pele!

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Priminha Fernanda

Estou, eu Edu, morando em SP há alguns anos. Fui criado com a Fernanda, minha prima, pois morávamos em casas no mesmo terreno. Na adolescência tivemos muitos encontros sexuais enquanto nossos pais trabalhavam. Fernanda e eu íamos pro quarto para bater punheta e tocar siririca completamente nus, um para o outro.
Agora, Fê precisa de mim. Vem pra SP para tentar nova vida.
Desistiu do marido que achava ela uma puta de tanto sexo que ela queria.
Ela veio num sábado com suas malas. Tivemos que correr no comércio providenciar uma cama, armário e outras coisas.

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Meu filho se tornou meu macho e da minha nora!

Meu filho se tornou meu macho e da minha nora! Agora somos um trio amoroso e vivemos como casal a três.
Me chamo Marcia, tenho 51 anos. Tenho 1,65 de altura. Branca dos cabelos longos e negros, tenho o corpo lindo pois faço academia e me cuido muito. Meu filho fala que sou uma verdadeira cavala! Kkkkk.
Meu filho se chama Rodrigo, tem 21 anos, olhos castanhos, pele branco dos cabelos negros como eu só que curto e faz academia também e tem 1,80 de altura.

Aqui em casa costumamos a andar bem a vontade! Sou carioca e quando meu marido morreu a 10 anos atrás eu vim para Florianópolis, graças a situação financeira que temos que é muito boa. Já tem uns dois anos que não tenho namorado e o pior é que sou uma mulher fogosa cheia de tesão. Gosto de ler contos, sempre compro brinquedinhos sexuais para me satisfazer pois não encontrei um macho que desse conta de apagar meu fogo. Ai tenho que me satisfazer com meus brinquedinhos.

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A devassidão da jovem viúva IV

Por todos esses anos, mesmo morando na Europa, Lea se recusava a escutar ou ver filmes ou fotos dessas perversões sexuais que começaram a se tornar permissivas nas sociedades, a partir da década de setenta.
Suas mãos tremem ao virar a próxima página. Ela sente nojo da própria curiosidade e pede aos santos que lhe ajudem a largar o álbum fotográfico. Mas, seu pensamento está tomada pela luxuria de ver aquela voluptuosa mulher, parecendo ter a mesma idade que ela, sendo possuída por aqueles jovens caralhos que numa foto lhe jorram esperma por todo o rosto, busto e nádegas!

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A devassidão da jovem viúva III

A bela bunda de Lea toma toda a visão. Ela está de quatro com o busto apoiado na beira da hidromassagem. Uma das mãos acaricia freneticamente o clitóris e tem dois dedos da outra mão enfiados no anus!
Lea pressente alguém as suas costas e vira o rosto por cima do ombro. Com o susto, ela retira rapidamente os dedos do cusinho e Daniel tem a libidinosa imagem de ver o anelzinho rosado se contraindo aos poucos.
Ele se aproxima com toda a majestade de sua ereção e pára na borda da pequena piscina. Sua túrgida rola solta pequenas gotículas pela boquinha como se fossem lágrimas de alegria!

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A devassidão da jovem viúva II

Devido a um acidente, meu marido ficou paraplégico. Ele era vinte anos mais velho que eu e estávamos casados há catorze anos. O acidente aconteceu dois anos atrás e tinha esperança de que ele voltasse a andar. Assim, continuamente ele tinha um fisioterapeuta e recentemente nós contratamos um jovem atlético para ajudar com os exercícios aquáticos. Meu enteado, Ivan, a quem eu considerava como meu próprio filho, foi fruto do primeiro casamento de Ivo, meu marido e estava com casamento marcado para dentro de um mês.
Daniel, o jovem atlético, nos foi recomendado por nossa nora Valéria, que estudava na mesma universidade que ele. Eu nunca imaginaria que eles fossem amantes também!

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A devassidão da jovem viúva I

Lea, que só diferenciava de Helga por ser uma loira genuína, estava sentada diante de Daniel esperando que justificasse porque a ultima hora ele lhe dissera que era impossível de irem visitar sua mãe.
Foi quando ela remexeu na mochila dele e pegando o álbum, atirou no rosto dele.
– É por isso? Ela mora lá, não é? E você não quer ser visto comigo, não é, seu fedelho safado!
– Não! Não… não é bem isso. É que eu… eu… não sei, não sei… não posso falar… é muito estranho! Você não vai entender e talvez queira me deixar! E aí eu terei que te chantagear novamente! Eu não quero que nossa relação seja assim!

 

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