Eu e minha esposa sempre tivemos vontade de fazer sexo com alguém nos observando. Fazemos isso poucas vezes por ano e, normalmente, sou eu quem procura, escolhe e organiza tudo. Ela é extremamente tímida: leva meses para criar coragem e só consegue participar se beber antes.
Pela primeira vez pedi que ela tentasse procurar sozinha. Criou um Tinder e, depois de semanas de esforço, me mandou dois perfis. Não gostei muito de nenhum dos dois, mas, para não desanimá-la, aceitei conversar com o que eu menos tinha curtido: um rapaz de 27 anos, recém-divorciado, pai amoroso e fã de futebol. O outro era um psicólogo de 25 anos, mais “experiente” no assunto.
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