A tarde em Brasília estava quente pra caralho, daqueles dias em que o ar parece grudar na pele. Eu, com meus 30 anos, tinha ido até a casa da Lúcia só pra bater papo e tomar umas cervejas.
Ela, minha prima de 36 anos, casada com o Paulo, era uma mulher que sempre me deixava com o pau meio inquieto só de olhar, em algumas ocasiões quando a queria provocar, eu a chamava de Frouxa. Cabelos pretos longos, corpo cheio de curvas, bundinha empinada e uns peitos que pareciam pedir pra serem chupados. A gente sempre foi amigo, mas nunca rolou nada. Até aquele dia.