Pela primeira vez chamei um rapaz para pegar minha amada esposinha, ela queria uma surpresa no Dia dos Namorados, eu queria muito ver ela com um negro, nada melhor que pagar a um garoto de programa para pegar ela na minha frente.
Pela primeira vez chamei um rapaz para pegar minha amada esposinha, ela queria uma surpresa no Dia dos Namorados, eu queria muito ver ela com um negro, nada melhor que pagar a um garoto de programa para pegar ela na minha frente.
Conversava pelo whats com a Lya, minha prima, de quarenta e seis anos, muito bonita, separada como eu, que mora com o filho Breno, de vinte e três anos de idade, por sinal muito bonito, alto, olhos claros, moreno claro, que é meu afilhado. Ela me falava que a situação estava complicando porque mesmo com a sua boa pensão que recebia do ex-marido, as coisas estavam difíceis.
Meu nome é Caio , minha esposa Helena .
Ela é linda 36 anos loira peitos de silicone coxas grossas de academia muito puritana até de mais . Moramos aqui em Sampa , nunca tive vontade de ver minha mulher com outro mas isso aconteceu !
Era uma quinta feira quando o primo dela Pedrao me liga : Caio to indo aí pra Sampa comprar um carro vai eu e minha esposa tem como passar a noite aí ?
Eu e minha esposa casamos com ambos 23 anos , no começo da relação era incrível transávamos sempre que podíamos , sem nenhuma frescura , com passar dos anos filhos , ela se envolveu mais na vida religiosa acabamos que caímos na rotina , transávamos uma vez no mês e olha lá !
Já não me chupava , mau deixava eu chupa-la , anal ? Nem o dedo deixava !
Há uns 8 anos atrás, o marido da minha melhor amiga foi viajar e para ela não ficar sozinha, veio dormir na minha casa. Nós sempre falávamos muito de sexo por que o marido dela nunca foi ativo, comia ela 1 ou 2x no mes. E ela sempre se queixava para mim. Em alguns momentos eu chegava a brincar com ela dizendo que ia emprestar meu marido pra ela experimentar um homem de verdade.
Sandro é meu nome, 20 anos, 1.70 m., branco com cabelos negros e 13 cm de pau quando bem duro.
Sempre fui um garoto tímido na adolescência e só quando estava com a turma de futebol do colégio é que conseguia me soltar mais.
Me chamo Isadora, sou baixa, magrinha, cabelos pretos e cacheados, peitos pequenos mas compenso em quadril, eu e meu namorado já tínhamos um relacionamento aberto, unilateral no caso, eu podia transar com outros caras, mas claro, se ele olhasse pra outra mulher, eu ficava um mês sem dar para ele, mas eu sempre avisava-o antes de sair com outro, para poder se preparar quando eu chegasse em casa tarde ou cansada. Dessa vez foi diferente.
A feira da indústria estava lotada. O som dos expositores, as conversas sobre tecnologia e mercado criavam uma mistura curiosa de formalidade e improviso. Rafael percorria os corredores com o crachá pendurado, observando produtos, ideias, rostos. Procurava as melhores oportunidades, até que um rosto, em particular, prendeu sua atenção.
Segunda feira, levantei às 8:30 nua, esposo tinha ido trabalhar, peguei as roupas e toalha sujas e fui botar na máquina para lavar. Quando de repente a máquina parou, olhei tinha energia.
Então liguei pro Gil. Amor a máquina parou de funcionar.