Era uma noite de sábado que começou como qualquer outra na balada mais quente da cidade, luzes estroboscópicas batendo no rosto, música eletrônica fazendo o chão pulsar e meu corpo todo arrepiado de tesão. Eu, Ana, 25 anos, morena de cabelo cacheado solto nas costas, saia curta colada na bunda empinada e uma blusinha justa que mal segurava os peitos, estava dançando sozinha no meio da pista quando ele apareceu.