Os contatinhos de Georgia – Capítulo I

Este é o primeiro conto erotico sobre as minhas aventuras sexuais. Aconselho que leia todos na ordem.

Antes de tudo, deixe-me apresentar.

Me chamo Georgia (Gege para os íntimos. Comente nos comentários o que você achou do conto para se tornar mais próximo de mim), acabei de fazer 19 aninhos, sou carioca da gema e curso o quarto semestre de história. Tenho pele clara, cabelos castanho avermelhados, médios, levemente ondulados e olhos cor de mel. Meço 1, 62 e peso 54kg. Dizem que pareço um pouco a Jennifer Lawrence. Meus seios e bumbum são médios e redondinhos. Quem experimentou, adorou rs.

Irei relatar neste espaço minhas aventuras sexuais, que são muitas. Adoro curtir a vida.

Sempre fui muito safadinha. Desde pequena eu olhava para os meninos com malícia e colocava as minhas barbies pra namorar com o único Ken que eu tinha(deve ser por isso que eu adoro um gangbang kkk mas essa história deixaremos pra outro dia). Depois que descobri como é gostoso gozar, piorou tudo. Virei praticamente uma ninfo.

Infelizmente esse meu interesse exagerado por sexo me fez ir muito mal no ensino médio. Eu só queria saber de pegar os boys gostosos e de preferência mais velhos(adoro um sugar daddy). Sendo assim, eu repeti um ano e não passei no Enem. Papai ficou muito bravo, mas acabou aceitando me matricular em uma faculdade particular, e para seu alívio, a filhinha querida está tirando notas muito boas… Ah, me referi apenas a papai porque minha mãe faleceu no parto do meu irmão caçula (16 anos). Hoje em dia papai está divorciado. Três anos após a morte de mamãe ele se casou com a vaca da Adriana, uma piranha interesseira. Graças a Deus a vadia não conseguiu dar o golpe da barriga porque é estéril. Em outro capítulo eu conto o porquê papai se separou dessa periguete (se quiser saber, comenta nos comentários). Os anos convividos com a madrasta do capeta foram um verdadeiro inferno, mas quando eu tinha 11 anos ela foi embora e tudo melhorou. Eu, meu pai e meu irmão Otávio vivemos em harmonia. Não somos ricos, mas temos uma boa situação financeira. Papai sempre nos deu de tudo e supriu a carência materna que nós tínhamos.

Agora que já contei brevemente um pouco da minha história, podemos ir ao capítulo de hoje.

Eu estava com 18 aninhos e era o meu primeiro dia de aula, o primeiro semestre da faculdade. Muitas expectativas dentro da minha cabecinha linda. O despertador tocou bem cedinho, eram 6 horas de uma linda e quente manhã de verão carioca. Levantei da cama rapidamente e me despi. Fiquei toda peladinha e me observei em frente ao espelho. Minha pepeca toda lisinha, me deu um tesão quando vi. Não resisti e acabei sentando na minha cama que fica em frente ao meu espelho. Abri as pernas e me senti toda molhada. Fui enfiando delicadamente dois dedos na minha buceta e toquei siririca observando meu reflexo no espelho. Foi muito gostoso e meu grelinho ficou todo inchadinho. Esfreguei-o e rebolei na cama. Não resisti e acabei gozando. Tive que sair correndo para o banho porque percebi que me atrasei. Lavei bem direitinho a minha buceta que ficou muito babada após a siririca gostosa. Abri meu armário e pensei no que vestir para o meu primeiro dia de aula. Optei por uma blusa branca cropped, que delineava muito bem os meus seios empinadinhos. Vesti um short jeans todo detonado, calcei um tênis adidas branco. Deixei meus cabelos soltos, passei um gloss nos lábios e uma máscara nos meus cílios. Estava pronta para arrasar e paquerar muuuito. Peguei minha mochila e fui direto para a cozinha. Papai estava preparando o café e meu irmão estava sentado com cara de sono. Dei um selinho nos dois e papai elogiou meu look, dizendo que eu estava linda. Tomei um gole de suco de laranja e peguei um uber. Nem preciso dizer que ele me comeu com os olhos. Ficou puxando papo o caminho todo. Se fosse gatinho eu pegava, estava com um tesão enorme naquele dia.

Cheguei finalmente na faculdade e já fui logo observando o movimento. As pessoas olhavam para mim, eu estava chamando atenção. Notei alguns alunos gostosos e uns homens com cara de mais velhos transitando no local. Pegaria vários, nossa! Amei! Se aquilo fosse um tinder eu daria match com todos. Eu, que não sou boba, logo parei um professor alto, moreno, de barba. Parecia o professor de La Casa de Papel. Com meu jeitinho meigo, pedi informação. Queria saber aonde era a minha sala de aula. O prof gostoso me deu boas vindas ao polo e indicou a direção. Que delícia de homem, eu pegaria demais.

Entrei no prédio e subi até o segundo andar. Percorri o longo corredor cheio de alunos e entrei em minha sala. Já havia alguns alunos sentados. Fiquei muito decepcionada ao perceber que a maioria era mulher, mas tudo bem. Ainda iriam chegar mais pessoas e talvez a minha sorte mudasse.

Aos poucos a sala foi se enchendo. Todos não se conheciam e o ambiente estava meio tenso. Todos mexendo no celular, olhando pela janela, se ignorando. Eu já estava de saco cheio. Era pra aula ter começado há 5 minutos e nada do professor chegar. Parecia que todo mundo daquela turma era sem graça. Só eu que salvava ali. Nenhum crush. Que lixo de primeiro dia de aula. Do nada entrou uma mulher feia e coroa. Ah, não! A primeira matéria era com uma professora, e não com um professor gostoso. Pqp! Aí eu não aguentei, cara. Deu vontade de fugir, e foi isso que eu fiz. Matar a primeira aula não ia dar em nada. Depois eu pegava a matéria com alguém e tá tudo bem.

Fui para o pátio que era bem bonito e arborizado. Sentei em um banco sozinha. Peguei meu celular e fui checar minhas mensagens. Ainda era cedo, mas sempre tinha um contatinho online. Naquele momento eu tinha exatos 8 contatinhos. E foi o 3 que me respondeu. Era o meu sugar daddy Paulo. Era casado e a gente saía às vezes. O conheci em um site para amantes. Fizemos um facetime e ele notou a minha carinha de decepção. Paulo estava sozinho no escritório e pediu para eu falar umas putarias bem gostosas pra ele bater uma punheta. Eu estava em um local público, mas não me importei. Achei a ideia excitante. Coloquei meu fone de ouvido e começou a putaria. Falei tudinho que ele gosta de fazer. Paulo tem um pau delicioso, 18cm, grosso, com a cabeça toda vermelhinha. Fiquei babando só de olhar aquela pica deliciosa. Tive que me sentar mais afastada, no muro, pra ter certeza que não tinha ninguém atrás me olhando. Paulo batia uma punheta bem forte, deixando o pau todo melado. E a minha buceta também. Melei a calcinha toda com aquela putaria. Fiquei fazendo cara de putinha pra ele, que gozou um jato forte de porra. Depois nos despedimos e encerramos a chamada. Minha buceta não parava de piscar.

Quando eu estava tentando me recompor, me levantei e coloquei o celular no meu bolso. Mas logo o retirei porque senti vibrar. Era uma mensagem.

“Putinha. Nunca use wifi aberto quando for fazer as suas putarias, safada. Se não quiser que esse vídeo chamada não seja vazada pra todo mundo ver, me encontre agora na sala 502.”

PQP!!

(Se quiser saber o que aconteceu comigo, peça pra eu postar o segundo capítulo. Preciso do feedback de vocês).

CONTINUAÇÃO

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