Primeiro encontro com Mari

*Jess:* Eu adoro essas maneiras de imaginar algo com a pessoa sem a conhecer. Me deixa com mais vontade sempre, você tbm?
*Mariana:* sim, muito muito.
*Mariana:* eu sempre fico molhada pra porra
*Jess:* Vamos contar um nosso fato real vai…
*Jess:* Eu começo e você continua
*Jess:* E assim vai
*Mariana:* Como assim? Me ensina


*Jess:* Imagina a cena:
Primeira vez, digamos nosso date, Eu e tu marcamos de nos encontrar na minha cidade, no meu ap, no meu cafofo (no caso eu moraria sozinha).
Ao nos encontrarmos, repentinamente nos abraçamos e já sentimos uma energia muito boa de ambas. Ficamos um pouco com vergonha, sem jeito pois é a primeira vez que estamos nos vendo, nos sentindo e tudo mais.
Pegamos o elevador, e já te lasco um beijo, te agarro bem coladinho a meu corpo, onde podemos nos sentir um pouco mais… te agarrei pq já estava no ápice da vontade de te sentir, sentir sua pele, sua boca, seu cheiro.
No caso eu estava com um vestido preto soltinho (sem calcinha mermoooo), você já reparou que eu estava nu assim que te abracei, pois passou a mão na minha bunda e nas minhas costas, me olhou, e me acariciou dentro do elevador mesmo (pois gostamos do público/perigoso não é mesmo), a nossa vontade foi mais forte do que esperarmos para conversar, fazer a classe..
Ao chegarmos no corredor, nós já estávamos muito molhada, e com muito tesão uma na outra, onde já sentimos nossas pernas amolecerem, e o maior calor tomando conta dentro de nós.
Entramos no ap, arranco sua roupa toda, te puxo pela cintura e te viro de costas na parede enquanto beijo seu pescoço e te sinto ainda mais, úmida, bem gostosinha, arrepiada e me olhando pelas costas, com cara de safada, e com o maior tesão transparecendo em nossas caras…
Continue agora mari..
*Mariana:* (CARALHO EU TO QUASE GOZANDO APENAS LENDO ISSO)
*Mariana:* te olho com cara de safada, mas troco imediatamente de papel! saio da parede pra te jogar em um sofá próximo… MANDO você ficar quietinha, tiro meu turbante e prendo suas mãos. Sussurro no seu ouvido “quietinha, eu que mando, vai ser minha puta” começo a passar a ponta da língua no seu pescoço e vou descendo até chegar na sua barriga. Te arranho. Você geme alto. Dou um tapa na tua cara e te coloco de quatro, com o vestido levantado
*Jess:* (Intenção sempre)
*Jess:* Com o vestido levantado, você vai tirando até que ele esteja totalmente fora de mim, e eu com a mão presa pelo seus turbantes, sua língua passando meu pela minha barriga, você me sente ainda mais arrepiada, meus gemidos suaves de fascinavam, te deixavam ainda mais louca, agressiva, e com o maior tesão, querendo me foder, mas ainda não me fodendo. Apenas me observado, me sentindo, enquanto eu estava presa, mexendo minhas pernas, meu quadril para um lado e para outro, enquanto você estava com sua linha na minha barriga, beijando, mordendo, descendo até a virilha, e fazendo toda essa mistificação, enquanto eu estava louca para te sentir dentro de mim.
*Mariana:* Eu faço você implorar pra ser fodida. Repito inúmeras vezes que você é minha! E que faz exatamente o que eu mandar (pra tirar essa liberdade e desapego todo) e começo morder devagar sua virilha até chegar nos seus lábios, sugo eles bem devagar, te sentindo gemer de dor (dor boa) e começo a passar meu dedo no seu clitóris, te masturbando, mexendo de um jeito que te faça querer ser penetrada. Coloco minha língua no clitóris e passo em 8 alternando entre rápido e devagar. Você ta quase gozando. Te penetro com força e fundo, sem você esperar.
*Jess:*: To sem forças pra continuar, meu deus..
*Mariana:* Quero parar de me tocar pensando em você dentro de mim
*Jess:* Não para
*Mariana:*: Me fode com cinta
*Mariana:* De quatro
*Mariana:* Quero ouvir o barulho de você metendo
*Mariana:* Me sentindo apertada pra porra
*Jess:* Pra tirar essa liberdade e desapego todo, provavelmente seria isso.
Você me sugando, me mordendo, me prendendo, me deixando com vontade de você me penetrando, e me satisfazendo por inteira, me sentindo literalmente dominada por você.
Eu presa sentia uma dor gostosa entre os braços, mas o tesão que sentia na hora era mais forte, e assim sentia a misturas de sentimentos e sensações, querendo tudo ao mesmo tempo.
Eu te pedia e desejava pra me foder, enquanto me masturbava, queria gozar, queria que você sentisse meu gosto, e te deixar presa a mim.
até que você parou, subiu com seu corpo bem locado ao meu, me olhou nos olhos fixamente, e disse

*Mariana:* disse que por mais que seja uma delícia te dominar, eu queria que você acabasse comigo. fiquei deitada te olhando, respiração ofegante, comecei a me masturbar olhando pra você! aquilo te dava um ódio fodido, pq só você podia me tocar naquele momento. Me deu um tapa na cara, tirou minha mão molhada da minha buceta e chupou meus dedos pra sentir o gosto. Colocou minha perna no teu ombro e meteu a língua lá dentro enquanto eu rebolava igual uma vagabunda. A marca da sua mão na minha bunda de tanto apertar e bater. Eu falo pra você parar

*Jess:* e eu não parava, não parava mesmo, era mais forte que eu, e estava exatamente onde queria. Pois dias conversando com você pelo celular me deixava maluca, e com muita vontade de você. Então, estar ali era muito satisfatório e prazeroso.
Te sentir com a boca, você me lambuzando minha cara toda com à vontade que eu estava, era sensacional, era uma energia que transcorria pelo meu corpo, era uma vontade, um tesão que eu só queria você rebolando, mexendo seu quadril enquanto eu te chupava.
beijava seu clitóris lentamente, revezava com movimentos sequentes com a língua de um lado p o outro e movimentos circulares.
Ouvir você gemer, na hora era um combo que estava me deixando loca de tesão e com muita

*Mariana:* tinha uma cinta caralho no seu apartamento, você vestiu, cuspiu na mão e passou pela cabeça do consolo. Me colocou de quatro, e penetrou lá atrás, revezando com movimentos de vai e vem, sentia que estava cada vez mais difícil de me comer pelo fato de estar extremamente contraído e apertado
*Jess:* Mas você foi relaxando, e entrando na minha onda.
Nada nos parava, o interfone tocava, pois, os gemidos e os móveis se mexendo estava atrapalhando os vizinhos, porém não ligávamos, estávamos em nosso mundo, nossa vibe, nada nos fazia parar.
Enquanto eu te fodia muito, te masturbava lentamente com dois dedos que te faziam delirar, assim com a outra mão, tentava colocar na sua boca para amenizar o som do seu gemido, porém sentíamos muito tesão uma na outra com toda a situação, e nada nos amenizava.
Ate que você não aguentou, e rolou um squirt, onde me lambuzou inteira e assim fiquei mais maluca em você, pois sonha te vendo gozar assim. Logo após você relaxou, de quatro que estava deitou no sofá de bruços e me olhou com uma carinha de “gozei”, eu mordi os lábios lentamente, te olhando com ainda mais desejo
*Mariana:* menina do céu
*Mariana:* não tenho mais forças pra continuar
*Mariana:* eu quero você demais
*Mariana:* me fode pfv
*Mariana:* eu to esgotada, não consigo controlar meu corpo em estado de tremor após você me fazer gozar! levanto pra tomar uma água e recebo um tapa na bunda e uma frase “putinha do caralho” seguro teu pescoço, te enforco, e encosto minha buceta encharcada na sua, fico tempos esfregando uma na outra. seu celular não para de tocar, é algum macho idiota querendo te foder, mas não deixo você atender, pq naquele momento você é minha, e ninguém te daria mais prazer do que eu. coloco dois dedos na parte da frente e um na parte de trás, você geme de dor! Dor é a palavra chave pro ato em si, dor e prazer, você não sabe o que gritar ou pensar ao me sentir te fodendo de todas as formas. Você goza, pede pra parar, a pressão cai, eu não paro! Faço você gozar novamente, dessa vez na minha boca, com minha língua presa lá dentro
*Jess:* com sua língua presa a mim, tentei de tirar devagar, com a sensação de fique aqui, porém nos precisávamos parar, pois já estávamos nessa há 2 horas e meia, por nos ficaríamos mais, óbvio, porem já estava tarde para fazemos tanto barulho quanto estava no momento. Os vizinhos urravammm.
Falei para você esperar, precisávamos respirar.
te dei um beijo lentamente como despedida, porém sabíamos que não era até então.
Paramos, fomos tomar banho, e eu te levei, você me lavou.
Colocamos duas camisetas grandes que no meu guarda roupa estava, ficamos de camisetão uma calcinha de renda preta. A minha era aquela que fica meio fio dental. A sua você me fala como gosta…
Ficamos refrescadas, porém te olhar daquela maneira ainda me deixava com tesão. Queria mais, porém me “reservei”, tentei me conter por hora.
Abri um vinho, e fomos na varanda olhar o céu que estava todo estrelado, e um vendo fresco batendo em nossos rostos.
Olhando uma para a outra, coloquei meu braço entre seu ombro direito como se fosse um abraço, você deitou sua cabeça em meu ombro direito, e lá ficamos horas conversando, bebendo vinho e olhando o céu.
Seu cheirinho de banho estava maravilhoso, sua cara me fascinava. Porém não queria demonstrar que estava tão na sua assim. Um jogo digamos que essa leonina é.

*Mariana:* você realmente não queria demonstrar que estava na minha, fingia total desapego e desinteresse frisando que foi apenas uma foda, falava isso constantemente. eu te olhava fixamente, e deslizava a ponta dos meus dedos pelo seu rosto e cabelo. você ficava nervosa, não sabia como agir. meu carinho se tornava quase devastador, principalmente quando uma música começava a tocar de fundo (você escolhe) começo a te beijar lentamente, o beijo se encaixa perfeitamente, e enquanto te beijo seguro firme sua cintura (não podemos transar novamente, o horário não permite mais haha pois sabemos que vamos fazer estrago, nosso corpo está exausto) o vinho começa a nos embriagar, enquanto te beijo você pensa em como seria massa fazer isso diariamente, por aí, em uma viagem no meio do mato, com cachoeira e sexo. Mas não faz o convite, é desapegada demais pra isso! Eu durmo nos seus braços, você
*Mariana:* eu com 1.61 dormindo nos seus braços td
você consegue ver meus seios pq a blusa ta mt larga
consegue perceber o quanto deixou de marca pelo meu corpo
Ahahahaahhaaahahahahhaaghahaagahaga você é um tesão de pessoa!
*Jess:* fiquei a noite inteira sem conseguir dormir, só te observando e pensando, ”será que é isso mesmo que está acontecendo?”
mas tudo bem, pensei em deixar rolar e fluir toda a situação, meio com receio, pois era a primeira vez que nos vimos e foi tudo muito, muito intenso mesmo.

Ao amanhecer, levantei tomar meu banho como de costume e fazer nosso café da manhã. Confesso que te ver naquela cama, dormindo, com aquela camiseta larga, sua linda bunda a mostra, e as marcas que deixei pelo seu corpo, me surpreendia cada minuto. Sendo assim, Não me aguentei. Fui até a cama devagarzinho para que não te acordasse com barulho, me aproximei do seu corpo e comecei beijando suas pernas, sua bunda, suas costas, desci para as pernas novamente, te toquei, já te senti molhada mesmo dormindo. Me toquei também, e me encontrava molhadíssima também, assim comecei me masturbando enquanto te observa e pensava na noite anterior.
Com toda a situação te prazer, e meus gemidos naquela manhã, você acordou já me puxando para a cama, começamos a nos pegar, te chupei inteira naquela manhã. Você gozou apenas com meu oral, e eu com seus mágicos e deliciosos dedos.

Repentinamente paramos de nos pegar pois o cheiro de queimado exalava no apartamento. Levantamos, me aproximei da cozinha, desliguei o fogo, pois a água que estava fervendo para o café, acabou se expirando totalmente, pelo fato de estar alguns bons minutos no fogo, e começou a queimar a leiteira que no fogo estava.

Com tudo, fizemos outro café, rindo e conversando de toda a situação conseguimos chegar a um consenso. Apesar de TODA a diferença e o oposto que realmente éramos, quando estávamos próximas, quando tirávamos as roupas, éramos totalmente iguais, cheia das energias, e a vontade uma da outra que nunca tinha um fim.

Ficamos felizes demais em nos conhecer, e ter tido aquela noite a e manhã inteira para nós. Você infelizmente tinha que ir embora, pois felizmente ia ser a estreia da sua peça no teatro principal do RJ, e seria avaliada pelo maior diretor mundialmente tanto falado, pois você já é muito conhecida por aqui, e ele gostaria de explorar seu talento, esse prodígio de mulher ao redor do mundo, pois você merecia muito mais que o brasil.

Te levei até o aeroporto mais próximo da minha cidade para que você pegasse seu voo até o Rio de janeiro, nos despedimos com um abraço, e olhares muito fixos uma na outra.

Você se foi, eu fui para meu ap. Seguimos vida normal, apenas conversando pelo WhatsApp, pois a madame não havia nenhuma rede social. Isso era assustador nos dias atuais, porém, ela era toda diferentona e apaixonante ao mesmo tempo.

E assim foi a primeira parte da história da Jess e Mari

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