Como me transformei de motorista da rodada em corno da rodada: história verídica de um casal apaixonado

Primeiramente gostaria de informar que esta história é totalmente verídica, contada nos seus mais íntimos detalhes. Apenas os nomes das pessoas serão trocados…ou não.
Me chamo Marcelo, 40 anos, realmente muito bem casado com a Fernanda, 36 anos. Namoramos desde a adolescência e agora, depois de 7 anos de namoro 14 anos de casado, resolvemos, de comum acordo, “quebrar” a rotina. Sou realmente apaixonado pela Fernanda, uma mulher linda, loira de olhos azuis, 1,68 mt, 52 kg, bunda redondinha e arrebitada (me apaixonei primeiramente pela bunda perfeita), cintura fina, seios perfeitamente redondos, durinhos, de porte médio para grande e atualmente, siliconados. Minha esposa é realmente uma mulher

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A Primeira vez de um corno

A primeira vez de um corno Eu e minha mulher, uma loira alta de seios pequenos e boa bunda, começamos a fantasiar o fetiche de corno. Começamos vendo vídeos e decidimos experimentar. Bolamos um plano ousado: ela convidou um amigo para ficar em casa e ali tentaria alguma coisa. O final de semana corria normalmente, até que ela avisou que tomaria um banho. Eu não imaginava que aconteceria assim, mas ela foi surpreendente e saiu pelada do banho. Quando passou de frente ao cara, que estava sentado no sofá, ele tomou um susto e ficou sem reação. Até que ela sentou ao seu lado e disse:

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Arrombada pelos amigos do meu pai

Oi amores,
Meu nome é Rubia e vou contar para vocês quando virei lanchinho dos amigos do meu pai aqui em casa, desde nova eu sou beeeem safadinha, sou loira, peitos médios, bunda grande que puxei da minha mãe e sou toda rosinha!
Vamos ao conto!
Minha familia sempre foi muito receptiva, vivíamos fazendo churrasco em casa para amigos e familiares.
No aniversário do meu pai de 42 anos não foi diferente, os preparativos estavam a mil para a festa, mas nas vésperas minha avó passou mal para não desmarcarem o aniversário, minha mãe se ofereceu para ficar com ela no hospital enquanto eu e meu pai poderíamos curtir a festa sem preocupações, meu namorado na época estava viajando. Tinha

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Depois de me Chantagear, meu irmão queria minha bunda o tempo todo

Meu irmão ficou mesmo viciado em meu cu. Essa foto foi feita com câmera escondida, em forma de despertador, para ele não desconfiar. Foi a dica de uma amiga, para livrar-me das chantagens dele. Mas confesso que nem precisei, pois viciei também nisso. Clareei a foto por ter sido a noite e não ficou tão legal. Vou contar tudo. Tenho 19 anos e meu irmão tem 18. Ele tem a fama entre os amigos e na família por ser viciado em sexo. É o tempo todo sendo flagrado em sites adultos, revistas esse metendo em bronca por foder com gatas comprometidas. O tempo todo. Para a minha família, sou uma virgem recatada e comportada. Mas tenho um namorado e já transamos. Não pela buceta.

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Ensinando a mãezinha os encantos da sodomia I

Meu pai era do tipo ciumento e vivia controlando minha mãe. Sempre que ela colocava uma roupa mais ousada, ele já dizia que ela estava procurando homem. Às vezes, até acusava ela de ter amante. Tudo porque ela gostava de frequentar a academia e manter um corpo sarado, mais por questão de saúde do que por vaidade.

Mas ela ficava muito sensual dentro de uma malha de ginástica, mesmo tendo 42 anos. Acho que era isso que meu pai tinha ciúmes, enquanto ele mesmo não se cuidava e tinha uma barriga de chopp.

Minha mãe era uma mulher muito atraente, loira e dona de um corpo escultural, coxas bem torneadas, bunda firminha e bem redondinha e arrebitada. Seus seios eram médios e ainda firmes e ela era bem simpática com todos. E isso acabava mexendo com a libido dos homens.

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Traição sem culpa

Eu a esposa fiel, deitada nua, nem senti vergonha com ele olhando e admirando meus seios, minha barriguinha, os pêlos pubianos, minhas coxas, pernas.
Ele começou beijando minhas pernas, meus joelhos, minhas coxas, pouco a pouco foi afastando uma coxa da outra, com todo carinho.
Começou a lamber as laterais de minhas coxas até chegar aos lábios vaginais, a pele entre a vagina e o ânus, fazendo eu gemer e estremecer, até que em certo momento abriu minhas pernas, arregaçando minhas nádegas.
Senti uma coisa umida passando por todo rasgo da xaninha e depois penetrando o orifício vaginal. Era a língua dele.

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Minha putinha num drive-in

Eu e minha mulher sempre fomos muito quentes na cama. Já tínhamos feito de tudo em relação a sexo a dois, quando decidimos juntar outras pessoas na cama. Primeiro foram as mulheres, mas essas eu conto depois. Hoje vou contar como a exibi num drive-in. Ela tem 1,70m, 52 kg, loira natural, olhos azuis, seios médios e uma bunda que é uma delícia. É muito gostosa mesmo. Um dia fomos a um drive-in e eu disse a ela que iríamos fazer amor com a “cortina” do drive-in aberta. No início ela relutou, disse que não e só consegui abrir um pouco. Começamos a nos beijar e a tirar nossas roupas. Eu tirei sua calça e a deixei só de calcinha e uma blusinha e suas snadálias. Nisso olhei pra fora e vi q se formava uma platéia perto da recepção. Continuei a beijá-la e arranquei sua blusa. Dois caras e uma

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Dra. Diana e o estagiário negro

Cinco minutos depois Diana não se conteve e com seu modo peculiar e discreto saiu da mansão e se dirigiu para a casa do caseiro que estava vazia.
Bene pediu licença da roda em que conversava e se dirigiu ao lavabo. Este estava ocupado. Luis o viu em pé esperando sua vez e lhe indicou então o banheiro na casa do caseiro.
Ele caminhava descalço sem fazer barulho. A porta estava encostada. Bene a abriu e viu uma ampla sala com alguns móveis, a esquerda a cozinha. A direita o quarto, onde banheiro deveria ser lá. Bene fechou a porta atrás de si e foi retirando a rolona pra fora ao se dirigir para o banheiro quando escutou soluços vindo da cozinha!

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