Defloramento Anal Incestuoso

Téo estava com quase dezesseis anos e já media um metro e oitenta e cinco. Fazia parte da equipe de natação no colégio e apesar de muito popular, principalmente com as gatinhas, ele era de temperamento discreto, o próprio come-quieto. Sua vida sexual começou por acaso aos doze anos e desde então não passava dois dias sem que ele “papasse” qualquer gatona.

Ele não se importava com idade ou etnia. Bastava que fossem bonitas e gostosonas.
O único problema com Téo é que ele ficava de pau duro só vendo as curvas acentuadas por baixo do vestido até de Nossa senhora.

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As experiencias de Felicia

O Mercedes se aproxima da guarita e o vigilante acena pra Felicia ao mesmo tempo que ela faz um gesto com a cabeça e um sorriso de agradecimento conforme o portão vai abrindo.
Já com o portão da garagem fechado da mansão, Téo sai da parte de trás onde estivera agachado coberto com uma manta preta.

Ali mesmo, antes que Téo se aprume direito, Felicia se agacha e com a boca salivando vai arriando zíper da calça e solta um gritinho quando a latejante rola dele bate de leve em seu rosto.
Como uma esfomeada, ela abocanha a cabeçorra murmurando não sabe o quê. Em segundos o top está molhado da baba que lhe escorre da boca e cai nos seios. Ela passa a cheirar e a cafungar em volta do saco. O odor viril vai lhe excitando cada vez mais.

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Meu marido nem imagina que cheguei a chorar com o pau do seu Gabriel dentro do meu cuzinho

Olá meu nome é Fernanda. Tenho 26 anos, cabelos loiros, olhos verdes, 1.68m, 60kg, seios médios, cintura fina, quadris largos, bumbum um pouco acima da média, mas não muito grande, alias meu bumbum é a parte do meu corpo que tanto eu como meu marido mais gostamos.

Não sou nenhuma beldade, mas me considero uma mulher bonita, pois sempre cuidei do meu corpo.

Vim aqui porque quero dividir com vocês essa história que aconteceu comigo recentemente

Tudo começou a mais ou menos um ano atrás.

Sou casada há seis anos com Rafael, e só tive um namorado antes dele, na verdade meu marido foi o primeiro homem a quem me entreguei. Hoje temos uma filhinha linda de quatro aninhos.

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Vendo meu pai enrabar minha mulher II

Cátia, minha fiel esposa tinha me traído. E com meu pai!
Eu agora sabia que ela participava também de orgias e swing, como aconteceu nesta noite em que me fingi de bêbado e fui deixado dormindo na nossa suíte enquanto, lá embaixo na sala, ocorreu um tremendo swing, onde meu pai usou minha esposa em troca da irmã do meu chefe!!

Rafer,vice-presidente da empresa em que trabalho era amante da própria irmã Raquel!!
Esta noite havia sido cheia de surpresas. Mais ainda quando descobri, pela primeira vez, há uma semana, minha mulher engolindo a rola de meu pai!!

Agora Cátia está tomando banho, lavando todo sinal de luxuria que exauria de seu corpo. Ela limpa cuidadosamente a vagina e se demora um pouco mais no anus. Eu a vejo através da porta semi aberta do box. Meu tezão é tão grande que chega a doer!!

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Esposinha salvando o emprego do marido

Algo extremamente inolvidável está acontecendo com Lúcia. Já ouvira falar de sexo anal, de dar o cuzinho e outros termos, porém nunca fora induzida a experimentar por Valter e agora, alí, nas mãos de um estranho que tem os dois mais grossos dedos inseridos em seu cuzinho, ela a caminhar pelo caminho sem volta da sodomia. Um novo e estranho prazer, seu subconsciente vai gravando as ondas luxuriosas como faíscas que lhe comandam os neuronios a aceitar a intrusão de um penis em seu canal anal.
O desejo vai se tornando incontrolável ao ponto de Lúcia se odiar por se forçar a não pedir que o sr. Rafer a possua. Esta angustia de querer a satisfação imperiosa do desejo, mas não querer demonstrar, faz Lúcia arfar alto enquanto duas lágrimas saem de seus olhos.

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O preço de ser incestuosa

Meu marido Gil está com sua rola entre meus volumosos seios e empurrando minha cabeça pra baixo no sentido de eu chupar a cabeça de seu pau.

Logo após eu ter ganho um concurso de Miss nós nos conhecemos e casamos. Eu era toda cheia de “não me toques” e até certo ponto arrogante. A minha beleza começou aparecer desde meus treze anos e devido a ela, fui muito mimada e todos queriam me agradar.

Como miss, eu viajava bastante e os homens e algumas mulheres caiam aos meus pés. Gil, um playboy famoso, se aproximou de mim como um príncipe encantado e com toda pressão da mídia acabamos casando depois que eu transferi a coroa.

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Finalmente corno

Tudo começou quando me separei da minha ex mulher.
Eu procurava formas de me distrair, e em um desses momentos eu acabava entrando em alguns sites pornos, e acabei descobrindo os sites de contos eróticos, aquilo pra mim era tudo novo, diversas histórias malucas. Em um desses contos um me intrigou em particular já pelo título, que dizia “descobrir ser corno e gostei”. Como minha curiosidade é grande eu acabei abrindo pra ler aquilo, e fiquei surpreso com tamanha loucura, só que aquilo ficou na minha cabeça, porém segui minha vida normalmente, até pq estava solteiro. Ficava com uma mulher aqui, outra ali, mas nada que chamasse muito minha atenção. Só que aquilo ficava martelando na minha cabeça e eu sempre pensava “será se um dia eu teria essa coragem e muita doideira”.

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Um exemplo de mulher

Sou carlinha e vou lhes relatar agora nosso primeiro contato, a primeira vez que tom teve que ser amansado e levou chifre pela primeira vez! Como nos conhecemos muito cedo, tinha apenas 16 anos quando acabamos tirando a virgindade um do outro, ganhamos experiências juntos, gozávamos juntinhos, era 69 todo dia, sempre dizia que não sabia o motivo, mas gostava mais do sexo oral do que a penetracao, isso aos meus 18 aninhos o que com o tempo eu só conseguia gozar com a cara dele enfiada no meio das minhas pernas, a ponto de estarmos transando e eu estava com tanta vontade de gozar, mas me continha e pedia de forma bem manhosa pra ele me chupar um pouquinho que eu amava mais do que tudo gozar na boca dele. Vê meu amor ali, ajoelhado ou de quatro com a cara na minha boceta me dava um tesao tão grande que eu não conseguia nem explicar, estremecia e gozava, sempre abria um pouquinho

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