Priminha Fernanda

Estou, eu Edu, morando em SP há alguns anos. Fui criado com a Fernanda, minha prima, pois morávamos em casas no mesmo terreno. Na adolescência tivemos muitos encontros sexuais enquanto nossos pais trabalhavam. Fernanda e eu íamos pro quarto para bater punheta e tocar siririca completamente nus, um para o outro.
Agora, Fê precisa de mim. Vem pra SP para tentar nova vida.
Desistiu do marido que achava ela uma puta de tanto sexo que ela queria.
Ela veio num sábado com suas malas. Tivemos que correr no comércio providenciar uma cama, armário e outras coisas.

Passamos o dia trabalhando na organização do apê.
Já no final da noite saímos para comer pizza e tomar umas cervejas.
Voltamos e tomamos o maior banho, de portas abertas, sem a menor vergonha.
Com o calor que fazia fomos para a cama pelados.
Fernanda adormeceu logo e eu, olhando a escultura do seu corpo, comecei a me esfregar no colchão para jorrar a maior punheta desse mundo.

Fernanda percebeu o ranger da cama e acordou. Levantou e se dirigiu a mim agarrando meu pênis muito duro e passando ele nos peitos, na buceta e no cu. Passou a chupar ele com todo gosto.
Virou se e colocou sua bunda deliciosa sobre minha boca e eu pude chupar seu grelo ainda cheiroso de sabonete, seu cuzinho rosado e a bunda todinha depilada.
Enquanto eu chupava seu cuzinho, Fê pediu para eu arreganhar as pernas para trás. Meu cu ficou exposto e ela passou a socar ele com a ponta da língua e cuspir nele.
Molhou os dedos na boca… enfiou um dedo inteiro. Depois, dois dedos massageando minha próstata.
Urrei de dor e de gozo. O cu é muito sensível e mulher que sabe meter os dedos e massagear a próstata merece um prêmio.

Finalmente gozamos um na boca do outro.
Muito gostosa minha Fê.
Obrigado por me fazer gozar tanto.
Prometo te fazer gozar infinitamente.
Fê arrumou emprego e continuou morando comigo, dividindo o apartamento e fazemos sexo todas as noites.

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