Minha primeira enrabada

Meu nome é Carol e o que vou contar aconteceu a mais de 20 anos atrás, naquela época eu era noiva (vamos chamá-lo de Otávio) e fomos passar uns dias na casa de uma tia dele no interior do Paraná.

Chegando lá fomos muitos bem recebidos pela tia dele e pelo tio e com o tempo conheci toda sua família.

Depois de uns dias a tia de Otávio adoeceu e tivemos que levá-la para um hospital onde ela ficou internada, o tio de Otávio ficou com ela.

Na noite seguinte Otávio se propôs a ficar no hospital com a tia, e o tio veio para casa, era um senhor muito agradável de uns 56 ou 57 anos. Chegou pelo começo da noite, eu tinha preparado um jantar e depois ficamos na sala conversando. Lá pelas tantas ele me falou que eu estaria tendo um bom partido casando com Otávio, que era um rapaz direito e de muita boa vontade. Que ele não puxaria nada nem os tios nem o pai dele. Aquilo me aguçou a curiosidade e quis saber o que ele quis disser. Ele meio sem jeito quis mudar de assunto, mas insisti. Ele me contou

que antigamente era normal os rapazes se iniciarem com putas na zona, mas que Otávio se iniciará comigo, que era moça direita e que não faria ele ficar sempre procurando as putas depois de casado como o resto dos homens da família. Eu não acreditei e perguntei se ele também fazia isso, ele disse que fez muito, mas que agora, não mais não dava mais no coro como antigamente e que era jogar dinheiro fora. Na hora até ri, mas depois fiquei séria, quis saber se a sua esposa sabia e ele disse que sim, pois na família as mulheres pareciam não gostar muito de trepar. Como quis saber e ele me disse que as mulheres, a dele e o resto só trepava para ter filhos, por isso ele tinha quatro homens e uma menina. E que ela sempre reclamara que doía muito. Estranhei e quis saber porque, ele disse que tinha um

membro um pouco grande como todos os homens da família. Aí eu estranhei, pois de Otávio era normal, nada de muito avantajado e nem de pequeno. Ele disse que nos bons tempos que ele chegava a ter 25 cm. Aí eu disse que era brincadeira dele e ele meio encabulado novamente quis mudar de assunto, mas eu insisti, agora estava realmente curiosa ele por várias vezes tentou fugir do assunto, mas eu estava além de curiosa, um pouco excitada. Depois de muito insistir ele contou tudo, foram mais umas duas horas de história da família, e eu fiquei excitada mesmo com elas.

O tio de Otávio parece ter percebido e se encheu de coragem e disse que se eu não acreditava nele que ele podia mostrar, deu no ponto, então quis ver. Ele levantou e tirou um membro flácido para fora da calça, mesmo mole pareceu-me de bom tamanho, mas não acreditei que aquilo se chega a 25 cm, no máximo a 20 cm lhe disse. Minha resposta pareceu ofender o velho tio, que começo a se masturbar, na tentativa de levantar o falecido. Depois de um tempo vi que não daria em nada, então me aproximei e sentei-me na mesinha na frente dele e peguei no bicho mole e comecei a masturbá-lo, mas nada.

Nisso o velho já mais à vontade disse que seu desse uma chupadinha quem sabe, ai não acreditei, disse para ele que se aquela coisa ficasse em pé eu dava o cu para ele. E comecei a chupar a benga mole. A coisa começou a crescer na minha boca e que delicia ficou como ele disse que ficaria, enorme. Foi demais chupei com gosto, lambia a cabeça, chupava e chupava sem parar. De repente ele tirou o pau da minha boca e falou que promessa era divida, ai de mim, nunca tinha dado o rabo e seria iniciada logo por uma tora.

Mas fazer o que promessa é promessa. Tirei a calça e a calcinha e fiquei de quatro no sofá apoiada no encosto, ele pelo menos parecia saber o que ia fazer, ficou um tempão lambendo e massageando meu rabo, até que não agüentando mais pedi para ser enrabada. Ele colocou a cabeçona vermelha na entradinha e foi empurrando com muito jeito, logo ela entrou e eu senti bastante dor, que depois foi se transformando em prazer. Logo estava com toda aquela tora enfiada no rabo, e ele socando sem dó, eu gemia e rebolava, fala para ele comer a vontade, dizia se estava gostando, que para mim estava divino. E ele só socando sem dizer nada. As vezes ele quase tirava tudo, então começa a enfiar levemente, me levando as nuvens. Depois de um tempo ele gozou enchendo meu rabo de porra quente e abundante.

Ele saiu de mim, já meio mole e foi para o quarto dele sem dizer nada, eu dei um tempo, depois fui ao banheiro me lavar. Estava ardida e feliz. Dei muito para ele e para outros tios de Otávio a partir daí, mas são outras histórias, que talvez eu conte um dia.

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