Zélia e a nora Ana estão no deque de um glamoroso restaurante, entretidas com os respectivos celulares. Cronologicamente Zelia poderia ser mãe de Ana, mas a exuberante figura de Zélia aparentava ser uma irmã um pouco mais velha. Ambas tinham a mesma altura e ambas tinham como característica as polpudas nádegas e cintura esbelta.
Zélia tornou-se loira devido ao aparecimento dos primeiros cabelos grisalhos. Ana tinha cabelos escuros, olhos azuis e seios médios. Em comum, ambas eram adúlteras.
Voltando ao momento em elas se entretém com os celulares, um leve sorriso se forma nos lábios de Zélia. Ela baixa os ósculos escuros encara o belo homem grisalho sentado a alguns metros a sua frente. Ele corresponde ao olhar batendo levemente o celular na fronte, como uma continência.