O corno não sabia que a esposa era safada

Sou um cinquentão, casado com a Amanda, uma quarentona bem gostosa pra idade dela. Tímida, discreta, pele bem branquinha, cabelos negros, olhos claros, tipo mulherão. Bundão, peitão, tudo ão. Sempre fui um marido fiel e achava que minha esposa era uma santa. Além da minha esposa, são personagens deste conto a Carla, o Danilo e o João (vigilante), todos colegas de trabalho dela.

Carla é uma mulher na faixa dos 40 anos, casada, extrovertida, não é muito bonita, mas aquele tipo de mulher cativante, sensual e atraente. Danilo, também na faixa dos 40 anos, casado, simpático com todo mundo, adora fazer favores, boa pinta e com fama de pegador. João um negão, bonito, alto, malhado, discreto, do tipo come-quieto.

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Amigos como esse até minha esposa gosta

Sempre amei nesse mundo,duas pessoas ao maximo do conceito de admiração. Uma delas era a mulher que me casei. Eu a amo tanto, que domado pela sua beleza causticante, fiz de tudo pra estar a seu lado, e me submeto a todo capricho dela, faço tudo que ela exige.

A outra pessoa a quem devo na mesma proporção, igual admiração é aquela que fiz de tudo pra ser meu melhor amigo, embora ele seja mais velho, eu cuido dele desde criança. Sinto alegria em suas brincadeiras mesmo quando um tanto exageradas, até pra as demais pessoas que assistem, porque eu o amo de tal maneira, que faço tudo pra ve lo feliz, dou a ele tudo que ele quer ao ponto que me sujeito a todos os seus caprichos também.

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Por dinheiro e por amor, aceitei ser corno (1ª parte)

Todo homem e toda mulher tem seu preço? Ao ler ou ouvir isso muitos batem no peito e dizem “Eu não me vendo por valor nenhum!”, outros, mais realistas pensam: “Depende do que é para fazer e do quanto irão pagar”. No meu caso, não hesito em dizer que aceitei ser comprado, por um bom valor e isso me trouxe benefícios e malefícios depois. Para entender bem essa história, preciso voltar à metade dos anos 90, quando eu então com 24 anos estava galgando alguns passos dentro de uma empresa milionária que administrava todos os negócios referentes aos frigoríficos e também às fazendas do senhor Antônio Vasquez.

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Minha esposa com meu primo

Olá sou Téo, tenho 24 anos este conto foi real e aconteceu a 2 anos atrás.
Minha esposa tem a mesma idade que eu e baixa um corpinho magra e uma bunda não muito grande mais tem um volume gostosinho como uma mulata tem direito.

*Vamos ao relato!

Aconteceu num aniversário da minha vó que era feita no quintal da casa dela. Minha esposa estava amamentando meu filho então ela estava com um peito grande, pois estava chamando atenção de todos que estava lá principalmente do meu primo que já estava meio alcoolizado ele fica meio taradinho quando está com álcool no corpo.

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O dia que fodi a futura esposa do meu amigo

Olá , vou me identificar como Joaquim tenho 24 anos alto e moreno de 1,84 magro , isso vai fazer uns 5 anos que aconteceu , tenho um amigo de infância que somos amigos até hoje e ele começou a namorar com um menina mais nova que ele que se chama (Joana) nome fictício, morena tinha 19 anos 1,60 mais ou menos peitos grandes bundas grandes mas até aí tudo tranquilo nunca tive maldade com ela porque eu considero muito ele , nós saímos bastante para tabacaria e bebíamos bastante até que teve um dia que nós saímos eu ele e a namorada dele e ele teve que sair pra buscar um amigo dele e eu ela ficamos fumando e bebendo tequila e foi se soltando até que nós dos fumando ela começou a pedir pra nós trocarmos fumaça do narguilé com a boca eu estranhei bastante mas no calor do momento topei e acabamos tocando lábios um do outro e um beijo fiquei muito abismado com isso porque ela sempre foi

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A Visita do Amigo do Meu Marido

Ola amados, tudo bem?, espero que sim!. Estou novamente aqui para contar
sobre uma das visitas que o Paulo me fez, amigo do meu marido, na verdade o
melhor amigo dele e meu agora kkkk. Na verdade ele se tornou meu comedor, já
contei como ele acabou se tornando. Meu marido nem sonha com isso, mas eu sei
que ele me dá essa liberdade, porém não falo para ele que usufruo dessa liberdade.

Tudo aconteceu em uma tarde de domingo, meu esposo e o meu filho nesse
dia, tinham que ir a um aniversário de um outro colega de serviço dele, como eu sei
que essas festinhas são mais para os funcionários e para eles curtirem a festa a
vontade e resolvi não ir. Chegando a hora marcada eles foram.

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Foda com a colega de trabalho crente

Me chamo Alberto, tenho 23 anos e moro no interior de Minas Gerais.
Trabalho em uma empresa com atendimento ao público a uns 3 anos…
Desde que entrei, tem uma mulher que se chama Livia, ela tem muita cara de safada, 27 anos, é muito bonita e não aparenta a idade que tem… O pessoal fala que ela tem no máximo 24.
Os clientes da loja ficam doidos nela, tanto na beleza quanto no corpo, uma bunda gostosa, redondinha.
Como ela é casada e evangélica daquelas bem conservadoras, nunca tentei nada, por eu namorar e respeito a ela e o marido.

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Trair não me fez mal!

Sempre fui o chão do meu marido, cuidava com todo carinho, atenção e íamos para a igreja juntinhos. Mais um dia descobri toda a verdade. Aquele homem maravilhoso passou a ser o meu pesadelo.
Então, em um dia corriqueiro de trabalho conheci Rafael, um jovem 20 anos mais novo, com uma boca linda, um olhar apetitoso e envolvente. Não pensei duas vezes, trocamos telefones e em uma tarde de segunda nos encontramos. E entre uma conversa e troca de olhares, enfim nos beijamos, o beijo aqueceu meu corpo e perdi toda a maturidade e fidelidade no casamento. Sugeri irmos para um local mas discreto.

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Transei com o marceneiro

Essa relação que vivi já tem quase 01 ano, mas foi muito marcante e gostaria de compartilhar com vocês.
Sinto muita saudades deste dia e relatando a todos é um meio de recordar, este momento ímpar de minha vida. Atualmente tenho 48 anos, me chamo Cristina (nome Fictício), casada, meço 1,60 de altura, loira de cabelos um pouco abaixo do ombro, olhos esverdeado, e seios ainda bem durinho. Comentei com o meu esposo que o armário da cozinha estava com as gavetas estragadas pois não parava fechada, e ele (Roberto nome fictício) respondeu:
– vou então pedir ao marceneiro Ivo (nove fictício) para vir aqui consertar.

E foi agendado para sexta feira a vinda do marceneiro Ivo vir consertar as gavetas. Ivo um rapaz novo de mais ou menos 1,75 de altura branco, de cabelos e olhos castanhos, corpo malhado, um rapaz bonito; na sexta feira bem cedo o Ivo apareceu, eu havia acabado de tomar um banho estava perfumada com sempre após o banho, vesti uma saia não muito curta, camiseta curta e estava sem o sutiã, onde deixava meus seios bem livres e marcando a roupa (com os faróis aceso) e modesta parte ainda estão bem durinhos, percebi o olhar do Ivo quase me devorando, levei a

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