Minhas aventuras com Cibele – Parte I

Sempre tive uma vida confortável financeiramente, nunca precisei me preocupar com dinheiro, porém jamais descuidei dos estudos. A minha família tem grandes negócios no Brasil, mas nenhum deles mora aqui. Eu sou o único que ficou no Brasil e fui incumbido de cuidar desses negócios, sendo esse o motivo de ter apenas estudado ao longo dos meus 30 anos.


Agora que sou mestre em direito decidi aproveitar todo o dinheiro e bens que possuo com o máximo de mulheres que puder. Foi com este pensamento que acabei baixando um desses aplicativos de relacionamento, comprei todas as extensões para ter o maior leque de possibilidades, e assim comecei a curtir todas, independente de idade, cor ou peso, só precisava estar perto de mim. Como usei as minhas melhores fotos, dentro de bons carros, nos lounges dos melhores hotéis sabia que não demoraria para dar “matchs”.

Foi assim, dentre as dezenas de mulheres que deu match estava a encantadora Cibele. Pelas fotos do seu perfil não aparentava mais que 20 anos, e foi seus cabelos negros cacheados que me chamaram a atenção. Suas fotos aparentavam ser de uma menina magra, pele bem clara, mas não dava para ver como era seus seios e bumbum.
Mandei para ela um simples “oi”, acreditando que demoraria para receber sua resposta, porém em menos de 5 min venho um “oieee” longo que me fez abrir um sorriso. Desta forma começamos a conversar, tentei ser o mais simpático possível, sem demostrar nenhuma segunda intenção. A conversa foi divertida, e pude tirar algumas informações preciosas, ela não tinha 20 como imaginei, mas 18, estava no primeiro semestre de psicologia e não tinha namorado.
Depois de uns dias conversando pelo aplicativo pedi seu whatsapp, com a desculpa de ser melhor para conversar, o que me foi passado prontamente. Apesar de estar louco para pedir fotos me contive, pois não queria assustar a menina e não complicar para o meu lado. Foram quase 3 semanas de conversa até eu sugerir um encontro, e para o meu espanto ela me falou que estava doida por esse encontro. Marcamos no shopping da cidade, na praça de alimentação. Cheguei 1h antes para ter certeza que não estava sendo enrolado, mas uns 10min antes do combinado ela chegou, estava deslumbrante, uma menina de uns 1,60m, não mais do que isso, magra, com o corpo bem desenhado, de calça jeans skinny e usava uma camisa azul justa deixando a sua cintura de menina bem contornado, foi difícil, mas a abracei sem com que ela percebesse a minha excitação. Lanchamos e após ficamos conversando, durante essa conversa coloquei a minha mão sobre a dela fazendo carinho bem de leve, pude perceber o seu tom de voz mudando com esse carinho, depois de alguns minutos sugeri que já estava tarde e que precisávamos ir, antes que seus pais percebessem sua ausência, porém ela me disse que ainda teria tempo, já que disse estar na casa de uma amiga e que voltaria tarde de Uber. Era tudo que queria, agora estava livre para perguntar se gostaria de dar uma volta de carro ou ir até a minha casa para ficarmos mais à vontade, e para a minha excitação ela quis ir até em casa.
A minha casa fica no máximo a 5min do shopping, mas pareceu que viajei 100km. Quando chegamos tentei ser o mais natural possível, mostrei a casa, levei até a piscina, disse que poderia nadar quando quisesse, além de poder trazer algumas amigas (o que de fato aconteceu, mas ficará para outro conto). Desta forma, fomos para a sala, lá sentamos no sofá e continuamos a conversar, ficamos de frente, na mesma hora pedi sua mão para segurar e acariciar, o que ela me deu prontamente, dizendo que estava muito gostoso quando estávamos no shopping. Assim fiquei, então comecei a ajeitar o cabelo dela, o que a deixava tímida, deixando suas bochechinhas vermelhas e desviasse o olhar, essa atitude de menininha me deixava louco, queria pular em cima dela naquele momento, mas me contive. Fui chegando cada vez mais próximo dela, sem que ela parasse de falar um minuto, então com uma mão ficava acariciando sua mão e com a outra comecei a acariciar sua coxa, primeiro por fora e como ela não demonstrava nenhuma resistência fui para a parte interna da sua coxa, conforme a minha mão ia subindo pela sua coxa seus olhos fechavam e ela suspirava, com esse meu “abuso” ela ficou em silêncio, esse silêncio tomou a sala, ficou só a minha mão na dela e a outra mão na sua coxa, esse carinho na sua coxa já estava próximo a virilha, não suportando mais levo a minha mão que estava acariciando a mão dela para o seu rosto e segurando seu queixo e passando o polegar nos seu lábio inferior digo:
– Eu não estou aguentando mais olhar para o teu rosto tão doce e não te beijar.
Cibele me responde, suspirando:
– Me beija, por favor!
Assim, aperto firme sua coxa, próximo a sua virilha e com a outra mão a trago até a minha boca segurando pelo pescoço. Nos beijamos, aquela língua juvenil, notoriamente com pouca experiencia eleva o meu tesão a um nível que desconhecia.
O tesão é de uma forma tão grande que começo a apertar sua cintura enquanto nos beijamos, ela vem para o mais próximo de mim, assim a coloco no meu colo, eu sentado no sofá e ela de pernas abertas sentada de frente para mim, fico apertando aquele corpo magro, de menina, pele macia de um jeito que nunca havia sentido. Passo a desabotoar sua camisa deixando seu torso a mostra, apenas o sutiã de menina, aqueles que um pouco de bojo para dar uma aumentada. Tiro sua camisa, ela em nenhum momento resiste, apenas me beija ofegante. Fico apertando aquela corpo, meu braço dava a volta completa pela sua cintura, aperto e acaricio o máximo que meu tesão permite, até que tiro seu sutiã, revelando seios em formação, pequenos, com os bicos bem rosinhas, já durinhos, e nenhum momento ela demostra timidez, percebo nos seus olhos que Cibele está tomada pelo tesão. Tiro a minha camiseta, e quando seus seios com biquinhos durinhos tocam o meu corpo me arrepio, nunca imaginei que uma menina de 18 anos poderia proporcionar tamanho prazer. Continuo beijando sua boca e então passo a descer, beijando seu pescoço, ombros, peito, seios e chego aos biquinhos, quando beijo o bico do seio esquerdo percebo ela dar uma gemina, olho e a vejo de olhos fechados, em transe. Passo a lamber, beijar, apertar com as pontas dos dentes os bicos dos seios, ela apenas geme, e geme alto, completamente entregue. Está com o caminho totalmente aberto, foi assim que tive coragem de desabotoar sua calça jeans, sempre me espantado ela se afasta um pouco de mim para que seja mais fácil eu abrir seu jeans e baixar o zíper. A todo momento ela está de olhos fechados, apenas sentido o tesão fluir pelo seu corpo. Coloco uma mão por dentro de sua calça, por cima da sua calcinha, calcinha essa que quase me faz ter um orgasmo neste instante, era de algodão, rosa bem claro, bem cavada, sem desenhos, típico de menina novinha. Tocando o seu púbis, já que a calça skinny não permitia descer a minha mão até a sua vulva, pude sentir que tinha os pelos aparados, fiquei sabendo depois que ela nunca havia se depilado, apenas aparava os pelos com tesoura, sozinha. Tentava de tudo colocar a minha mão o mais para dentro de suas calças, mas não conseguia, foi então que a tirei do meu colo, a coloquei deitada sobre o sofá, sem camisa, com os seios à mostra, calça aberta, e a pontinha da calcinha a mostra. Cibele me olhava fixa, sem falar nada, ela era totalmente minha. Assim fui tirando a sua calça, fui puxando e ela me ajudando, depois que tirei sua calça e joguei longe pude contemplar aquele corpo, magrinho, seios pequenos, mas bem desenhados, a cintura bem marcada, as coxas lindas, proporcionais ao corpo, bem desenhada, e aquela calcinha rosinha, cavada, que permitia ver seus pelinhos rasos na virilha me matavam de tesão. Pego sua perna direita a levanto e começo a beijar desde a batata da perna até bem próximo da sua virilha, só escuto ela puxando o ar, gemendo, estava entregue, em outra dimensão. Repito na perna esquerda. Então vou para seu púbis, beijos por sobre a calcinha, sinto o cheiro do tecido misturando com o cheiro da Cibele, inconfundível. Vou beijando até chegar a sua boca, colocando o meu peso sobre o seu corpo. Ela passa seus braços pela minha cintura e me beijando até chegar no o ouvido me fala bem baixinho:
– Eu sou virgem, mas estou tão molhada que parece que fiz xixi na calcinha, quero ser sua.
Decido que aquela não era a hora ainda de tirar a sua virgindade, queria manter por mais tempo. Assim, me deito ao seu lado, ela esticada no sofá e com meu corpo colado ao dela, porém de lado, passo um braço por baixo do seu pescoço, e com a outra vou para seu ventre, colocando dentro da sua calcinha, sinto seus pelos bem ralos, desço até sentir seu clitóris, o qual está bem inchado, desço um pouco mais, até sua vulva, na qual não está molhada, mas encharcada, lambuzo o máximo que posso meus dedos na entrada de sua vagina, então levo meus dedos completamente molhados até a boca, sinto o seu gosto, gosto esse que não tenho como descrever com palavras. Deixo meus dedos bem molhados com a minha saliva, levo até sua vulva novamente, quando Cibele sente meus dedos molhados no seu clitóris ela treme, como numa convulsão, leva sua mão até a minha que está na sua cabeça. Começo, então, a fazer movimentos circulares no seu clitóris, ela involuntariamente abre suas pernas, fico em movimentos ritmados, sem diminuir ou aumentar, fico a masturbando, ela apenas parta seus olhos, de boca aberta, fazendo expressões como se tivesse dor, mas não, estava próximo de um orgasmo. A sua mão que está segurando a minha está apertando com toda a força, quase me machucando, e a outra está serrada, sua respiração está muito rápida, sua boca totalmente aberta e seus olhos fechados, bem apertados. Assim ela levanta a cabeça e começa a tremer, sua voz não sai, e não altero o ritmo, quero que tenha o orgasmo mais forte possível. Não aguentando mais ela explode em um orgasmo, joga sua cabeça contra o sofá, sua pernas estão totalmente esticadas, duras, seu corpo treme, começa a balançar a cabeça, e em nenhum momento emite som, apenas fica de boca aberta e olhos serrados, enquanto ela tem seu merecido orgasmo sua respiração para, fica apenas de boca aberta, até que começa a voltar ao normal, desfalecida, com o corpo molhe, leva sua mão até a minha, que está dentro da sua calcinha, tira em um ato involuntário, seu clitóris está sensível, e assim, a trago colada a mim, fico fazendo um cafuné nos seus cabelos até se recuperar.
Depois de voltar a si, ela apenas diz um “uau”, dizendo que já havia se masturbado e gozado, mas nunca daquele jeito. A ajudo se vesti, ficamos um pouco mais em silêncio, apenas tocando nos seus cabelos. A levo para casa, na corona de volta conversamos sobre trivialidades. A deixo na sua casa, como seu fosse um Uber, nos despedimos com um selinho.
Assim começa as minhas aventuras com Cibele. Tenho muito mais para contar, como a primeira vez que transamos e quando suas amigas vieram aqui tomar banho de piscina.
Peço perdão pelo longo conto, mas queria deixar todos os detalhes registrados, nos próximos serei mais breve, isso se gostarem deste, claro.

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