Esposa Acolhedora

Somos um casal de Florianópolis, ela natural daqui e eu do Rio Grande do Sul. Temos um bom nível cultural e financeiro. Devido à área de estudo dela, sempre teve contato com estrangeiros, em especial, imigrantes e refugiados. Começou participando de grupos de acolhimento e dando aulas para haitianos e senegaleses. Desde essa época, eu já imaginava ela com alguém, mas não necessariamente um negro. Eu achava que ela não desconfiava da minha fantasia, até porque eu não falava nada a respeito. Mas foi depois de algumas ações voluntárias junto à comunidades de imigrantes haitianos, que comecei a perceber um envolvimento maior dela com essas pessoas. Ela sempre admirou a luta e a força de vontade deles, e eu nunca imaginava que isso pudesse estar despertando outros interesses nela. Pra preservar o nome e nossa intimidade, chamarei ela de Flávia. As coisas começaram a mudar quando um

dia, indo pegar ela no curso de português que dava aulas para os imigrantes, ela perguntou se poderíamos dar carona para J., pois chovia barbaridades. Achei uma situacao meio diferente, pois apesar de todo o envolvimento, nunca aconteceu dela pedir esse tipo de coisa, mas concordei. O rapaz morava no bairro da Trindade, em um apartamento que dividia com outros haitianos. Deixamos J. na casa dele e seguimos rumo a nossa. No caminho, eu comentei com ela que não me importava em sair da rota, pois não custava nada e realmente o tempo estava muito ruim, apesar de ser verão, mas que nem sempre poderia fazer isso. Ela disse que tudo bem e começou a falar do rapaz. Relatou sua historia de vida, a dificuldade de chegar até o Brasil e depois vir para Florianópolis. Ele havia deixado esposa e filha no Haiti e buscou no Brasil uma opção de sobrevivência. Percebi que ela falava com admiração sobre J. Não sei

porque, depois desse dia tudo mudou. Eu já fantasiava ela com outro, mas tinha coragem de comentar nada, nem na hora da transa. Mas passei a imaginar ela primeiro com aquele rapaz, depois com outros rapazes que ela ajudava. Todos negros. Imaginar a minha esposa linda, loira, de cabelos lisos, olhos fascinantes e corpo magro com aquele negro, me fazia dar gozadas homéricas. Certa vez, com muito tesao vendo ela tomar banho, fiquei esperando deitado na cama já de pau duro e assim que ela chegou no quarto, disse que queria fazer uma surpresa para ela. Ela me olhou curiosa e eu pedi para fechar os olhos. Coloquei uma venda preta nela e abri seu roupão…comecei a beijar aqueles seios perfeitos, barriga até parar na sua bucetinha pequena e rosada. Me punhetava enquanto lambia a buceta dela,

num tesao louco. Ela me perguntou o porque da venda…e eu me ajoelhei na cama ao lado dela, dando meu pau para ela mamar, enquanto continuava masturbando ela com a mão. Enquanto ela mamava, pousei minha mao de leve na cabeça dela e numa atitude que até hoje não sei como, comecei a fazer perguntas para ela. Perguntei se ela estava gostando de mamar…e ela respondia que sim com a cabeça…perguntei se em vez do meu pau, fosse outro, se ela iria gostar, ela não falou nada…apenas continuou mamando…insisti na pergunta segurando-a pela cabeça e ela então balançou dizendo que sim…entao perguntei…se em vez do meu…aquele pau fosse preto…ela deu uma meia parada mas direcionei a cabeça novamente para o meu pau e ela continuou…perguntei novamente…se ela já imaginou mamando um pau negro…e ela disse com a cabeça que sim, nessa hora não aguentei e comecei a encher a boca da minha esposa de porra, num delirio louco e intenso, chegando ainda na gozar em parte do rosto dela. A buceta dela

pingava de tesao na minha mao e voltei a chupar ela…toda melada…babada…nao demorou muito, comecei a sentir as contrações do corpo dela na minha boca, até ela me puxar pelos cabelos e gozar freneticamente na minha boca. Foi uma das melhores sensacoes que tive em todos esses anos de casado. Ela nunca havia gozado dessa forma, nem nas nossas melhores transas. Eu ainda estava com o pau duro e melado e fui para cima dela, meter com todo tesao que ainda tinha. Enquanto fodia a buceta dela, perguntava no seu ouvido: “pode me falar se você pensou em alguém conhecido quando gozou?”…ela não respondeu, apenas gemia de olhos fechados. Comecei a bombar forte na

bucetinha dela, e reiterei a pergunta…”em quem você pensou?”….ela não respondia nada, estava em transe…entao, tomei coragem e perguntei….”foi no J.?”…ela gozou na minha pica sem que eu menos esperasse…me arranhando as costas, totalmente molhada de suor. Eu gozei novamente dentro da buceta dela, com o resto de porra que ainda tinha e caí para o lado…ficamos ofegantes por um tempo, sem falar nada um com outro…Passado um tempo, começamos a conversar baixinho…ela de olhos fechados…como se estivesse envergonhada por algo que não fez. …dessa conversa é que surgiu tudo que voltarei a contar na sequencia….

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