Finalmente realizei o sonho de ser corno

Estou casado com a Cláudia à 7 anos e amo-a muito. No entanto excita-me quando outros homens olham para ela. Fico com tesão imaginando ela a se entregar a outros homens. Já falei com ela sobre um dia experimentarmos uma casa de swing, mas ela recusou sempre a ideia.

Naquela noite tinhamos combinado irmos a um bar na baixa da cidade, mas antes eu precisava visitar um cliente, pelo que nos encontraríamos lá, por volta das 22.

Quando lá cheguei, ela estava numa mesa a um canto da sala falando com um cara. De vez em quando beijavam-se na boca, com se fossem namorados. Fiquei cheio de raiva, mas também de tesão. Sentei-me no balcão a beber uma cerveja, enquanto ia espreitando aquele cara a abusar da minha esposa.

Nisto recebo uma mensagem no celular. Era a minha esposa: “Oi amor, não fica bravo comigo, estou só curtindo um pouco com um cara que conheci. A sua mulherzinha está fazendo o que você tanto pediu, né?”

Estava bravo sim, mas cheio de tesão. Enviei então uma mensagem para ela, pedindo para ela ir ao banheiro tirar as cuequinhas. Quando ela regressou do banheiro, percebi que tinha feito o que eu tinha pedido. O vestido justo, entrava para dentro da bunda dela.

Pouco tempo depois, eles foram dançar para a pista. O cara passava as mãos nas ancas da Cláudia e depois apalpava a bunda dela, empurrando o seu corpo contra o dele. Noutras mesas, alguns homens iam observando aquele cara a colocar as mãos no corpo da minha esposa, a lamber-lhe o pescoço, a beija-la, a abusar dela, sem que ela oferecesse qualquer resistência. Sim, a minha esposa estava a portar-se como uma vadia e eu estava gostando.

Ao fim de algumas musicas os dois regressaram à mesa e conversaram um pouco. Depois ela veio ter comigo ao balcão, disse-me que o cara a tinha convidado para irem para um motel e pedia-me por favor, para eu deixar. Disse-lhe que sim, com a condição de eu também ir. Ela ficou radiante, me abraçou e me beijou eufórica, dizendo que me amava muito.

O cara deu-me os parabéns por ter uma mulher tão gostosa. Disse-me que não se importava que eu assistisse, disse-me também que eu não devia ter ciúmes, pois ele não tinha intenções de fazer amor com a minha esposa, mas apenas de dar uma trepada nela, de a foder de a comer. Depois, disse-me que já não fodia á uns meses e estava de sacos cheios e olhando com cara de safado, me disse que só queria esvaziar os sacos na minha mulher. Pedi-lhe apenas para não se vir dentro da buceta dela para ela não engravidar. Ele sorrio.

Mal entramos no quarto do motel, os dois começaram a beijar-se e a despir-se numa sofreguidão e rapidez descontrolada. Ela já nua deixou-se cair de costas na cama e abriu as pernas, deixando o cara cair de língua na buceta dela. Enquanto o cara passava a língua no clitóris dela, enfiava um dedo na buceta, ela gemia olhando para mim. Ele continuava a judiar nela, enfiando depois dois dedos e por fim três dedos, levando-a a fazer cara de dor, mas gemendo de prazer. Depois com os dedos abria a buceta dela e cuspia lá para dentro. Virando-se para mim, a Claudia me dizia: “Aí amor, está sendo tão gostoso”.

Ao fim de algum tempo, ele colocou-lhe o pau na boca e disse-lhe: “agora é a tua vez”. Acho que a Claudia estava excitada com o tamanho da pica do cara. Deu umas lambidelas no pau, depois chupou a sua cabeça e olhando para mim, me disse que era muito gostoso e me deu um beijo na boca. Senti o gosto do pau, do homem que ia comer a minha esposa. Estranho, né? Ela continuou a mamar no pau do cara durante algum tempo, passando também a língua pelos enormes sacos do cara. Depois o cara, pediu-lhe para se colocar de gatas em cima de uma cadeira, que estava num canto do quarto. Por trás, penetrou-a, e começou a fode-lá como os cães fazem com as cadelas, com força, uma força e velocidade descomunal, só se ouviam as bolas dele a bater nela e a respiração ofegante do cara e os gemidos da Claudia. Acho que ela gozou um orgasmo, enquanto o cara continuava fodendo-a. Eu com o celular filmava tudo, especialmente quando ele enterrou aquele enorme pau no cuzinho da Claudia. Aí ela gemeu de dor, mas ele não se importava e continuou fodendo o cuzinho dela. Ela gemia e eu dizia-lhe, “vai Claudia, aguenta amor, que a filmagem está ficando ótima”.

Finalmente o cara se veio, dentro da buceta da Claudia, pouco se importando com o que eu lhe tinha pedido. Ele nem queria saber se ela engravidava ou não.

Depois daquela noite, nunca mais vimos o cara. A nossa relação saiu fortalecida e percebemos que podemos amar-nos e ao mesmo tempo sermos um casal liberal.

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