Ele me pediu pra ser corno

Faz alguns meses que comecei um namoro com homem mais velho. Charmoso, gentleman, bom de cama. Mas por mais tudo de bom que ele seja, não conseguia dar conta totalmente do quanto sou fogosa. Não que ele seja frouxo. Conversando com outras mulheres, descobri que sou eu a exagerada.

Ciente disso e justamente por ser experiente, ele insinuou durante uma transa a presença de um outro homem. O descreveu participando de forma tão viril, que acabei gozando aos berros me imaginando sendo possuída por um segundo macho. Desse dia em diante, era comum fodermos falando dessa tara e até um dildo ele me trouxe para deixarmos a fantasia mais real.

Eis que um dia ele finalmente me pergunta se eu queria mesmo outro na cama. Ao responder que sim, ele disse que topava, mas fazia três exigências: que o pau do outro fosse bem grosso, que eu fizesse o que quisesse menos beijasse sua boca e que (isso foi o mais surpreendente) o chamasse de “corno” durante a foda.

Foi assim que passamos juntos a procurar um ‘estranho’ nos chats de sacanagem. Até que achamos um que me deixou molhada só de ver uma live: um preto magro, bem jovem, musculoso, com uma rola da grossura de um pulso e que se apresentava “insaciável”. Combinamos já na mesma semana. Eu não conseguia conter a ansiedade.

Na noite do encontro coloquei meu melhor conjunto de lingerie e permaneci no closet, tremendo de tesão e curiosidade. Meu namorado o levou até a suíte e pediu pra que ele ficasse bem à vontade. Quando entrei no quarto, o vi na cama, já completamente nu, com as costas apoiadas na cabeceira.

Mal me aproximei e aquele preto com corpo de atleta se levantou. Ergueu meu braço e me fez dar uma volta em torno de mim mesma. “Linda!” – ele disse. Terminei o giro de frente pra ele. Seus braços me envolveram. Seus lábios vieram de encontro ao meu pescoço. Senti na minha barriga seu pau endurecendo rapidamente, até ficar tão ereto que ultrapassava meu umbigo. Suas mãos, grandes, apertaram minha bunda, abrindo minhas nádegas. Logo ali mesmo eu já comecei a gemer.

Pouco a pouco fui ficando de costas, ainda de pé, pra ele. Senti então sua piroca grande e rija se agasalhar entre minhas coxas. Suas mãos agora subiam do meu joelho até meus seios, beliscando meus mamilos. Sua boca explorava minha nuca. Vez em quando seus dedos iam de encontro a minha bucetinha, toda encharcada e quente.

Só nesse momento que notei meu namorado sentado na cama, se masturbando levemente. Fechei novamente os olhos e continuei curtindo aquele preto safado se roçando todo e já simulando estocadas. Juro: na hora me arrependi de ter acordado que não beijaria outro homem, pois minha vontade era sugar a saliva daquele macho.

Na impossibilidade do boca-a-boca, resolvi então apelar para o boca-a-rola. Dei a volta, sentei-me ao lado do meu namorado, levantei o saco preto do convidado e passei a lambê-lo. Agora, era ele quem gemia. Fiquei um bom tempo sarrando suas bolas até, finalmente, iniciar um furioso boquete. Nesse momento, senti meu namorado tentar me bolinar. Afastei a piroca dos lábios e lhe dei uma sonora bronca: “Hoje, você é corninho obediente. Vai fazer somente o que eu mandar, entendeu?” Ele me olhou meio que assustado e sorridente. Fez que sim com a cabeça e se afastou.

Continuei a mamar aquele pintão que mal dava pra agasalhar na boca de tão grosso. Tive que esgarçar o maxilar ao máximo pra boquetar tudo aquilo. Suas mãos acarinhavam meus cabelos.

“E você – falei agora para o preto musculoso – vai chupar minha buceta!”

O empurrei à cama. Abri minhas pernas e enterrei a xoxota em sua cara. Uma língua bem molhada percorria toda minha virilha e cona até ser empurrada pra dentro da minha racha. Passei então a esfregar a buceta com força em todo seu rosto. “Chupa, caralho! Me bebe, seu filho da puta!”, virando para meu namorado: “Olha só! Tem um estranho lambendo meu grelo, seu corno!”

Dei uma volta rápida sem tirar a buceta da sua cara. Inclinei-me e passei novamente a mamar aquele mastro roliço. Foi nessa que senti sua língua beliscar meu anelzinho, que triscou na hora e começou a piscar feito uma seta de automóvel. Dei gritinho, não agüentei. E voltei a sentir meu rabo todo chupado. Sua língua ia do meu ventre até o final do rego, sempre estacionando, demorada, no olho do meu cu.

Fiquei naquela até sentir meu cu todo babado e pré dilatado, minha buceta toda escorrida e pegando fogo, e meu maxilar quase dando câimbra de tanto boquetar. Encapei seu pauzão com uma gulosa.

Segurei aquele cacetão com pose triunfal, admirando-o. Que rolão grosso do caralho! Minha vontade era me sentir rasgada por tudo aquilo, mas me contive para não correr risco de me machucar. Segurei aquela tora preta num ângulo de 90 graus e fui sentando aos poucos. Gente, que diferença sentir um cacete bem grosso! No começo parece uma invasão. Depois tudo vai ficando mais macio. No fim, eu me sentia toda preenchida, com uma sensação, não incômoda e sim deliciosa, de acomodar algo pesado, largo. Um prazer me irradiava em toda pele.

Passei a rebolar e a gemer já meio sem controle. Pouco a pouco, o parceiro começou a bombar indo de encontro aos movimentos das minhas ancas. Momentos depois, eu já quicava feito puta carente e ele metia com força, tirando quase tudo e enfiando novamente rápido e bem fundo. “Vai, fode sem dóóóóóó. Sem dó….aí que rola imensa!” Fodemos muito naquela posição.

“Corninho – chamei meu namorado – vem cá!” Ele veio com a rola dura em direção à minha cara. Levou outro fora. “Eu pedi pra chupar seu pau? Vai lá atrás e mete essa pica no meu cu! Você vai lacear meu rabo pra pica preta que tá socando minha buceta foder minha bunda também!”

Demos um curto tempo, eu e meu convidado. Fiquei paradinha sentindo pouco a pouco a rola do meu namorado, que não é pequena, tipo 20 centímetros, ir penetrando a raba. Não foi difícil porque dou o cu pra ele quase todo dia e estou bem acostumada. Minutos depois, iniciamos os três um vai-e-vem pra lá de alucinante.

Naquela dp, acabei dando minha terceira gozada. Eu gritava, os dois machos gemiam e me xingavam. Eu pedia tapas na bunda, tapas na cara e mais palavrões ainda.

“Agora, corninho, saí daí e abre minha bunda pra você ver essa picona sumir dentro de mim!”

Fiquei de quatro, bem empinada. Sentia a buceta toda arreganhada. Estava até vermelha. Eu ardia de tesão. Meu namorado empurrou minhas nádegas, uma pra cada lado, expondo meu cu, já todo fodido, em plenitude. De repente, algo bem grosso começou a roçar meu rego. Na primeira empurrada, dei um salto pra frente. Não desistindo, mas me acostumando com a idéia de que ficaria toda arrombada, no mínimo.

“Pega na gaveta o lubrificante. Vou precisar que essa rola gigante fique toda lisinha!”

Meu namorado obedeceu no ato. Todavia, quando entregou a bisnaga para nosso ‘amigo’, tomou outra bronca: “É você que vai passar o gel na piroca dele, seu corno! Sem pressa. Lambuza todo esse cacetão!”

Meio sem graça, meu namorado obedeceu novamente. Começou da cabeça para a base.

“Agora punheta ele, corninho. Sente só a grossura do caralho que vai rasgar sua mulher!” Ele passou a punhetá-lo de forma delicada.

“A rola dele tá bem dura, corno?”

“Sim. Está!”

“A sua também, né? Vai negar que está gostando?”

“Estou. Puta pau grosso da porra!”

“É. Mas ele é só meu. Abre minha raba agora e assista a bunda da sua mulher engolir essa jeba!”

Ele abriu. Bem lentamente a cabeça foi entrando. Eu fazia muita força como se estivesse no banheiro para forçar ainda mais a dilatação retal. Quando a verga começou a penetrar-me, dava quase uma sensação de sufocamento. Cheguei a pensar em pedir pra tirar um pouco, mas resolvi ir em frente, sem vacilar.

Quando metade da verga estava dentro, dei uma de louca: empurrei a bunda com tudo pra trás. Me senti rasgada por um instante. Um arrepio veio da nuca até a espinha. Gritei para ele segurar minha cintura e não me deixar escapar.

Meu namorado soltou minhas nádegas e enfiou a cabeça por debaixo de mim. “Amor, entrou tudo! Parabéns!”

Passei então a fazer breves movimentos circulares com a bunda. Suavemente, o macho passou a mexer no mesmo ritmo. Pouco a pouco toda impressão de incômodo ou medo foi dando lugar somente ao prazer. Um prazer completo. Inteiro. Viril. Fui aumentando a cadência da rebolada. Minutos depois já pedia pra ser socada com força: “Enfia forte, fode bem fundo! Me rasga toda com essa rola gigante!”

O convidado metia o mais forte que podia. Começou a me puxar pelos cabelos e bombar com uma velocidade incrível. Meu namorado chupava meu grelo. Eu já não tinha nem mais forças para continuar gozando, mas ainda assim sentia contrações deliciosas no útero.

“É pra foder sem dó mesmo?” – me perguntou aquele preto másculo

“Vai. Eu não devo ter mais pregas mesmo! Me arrebenta!” – gritei.

A sequência veio mais forte ainda. Tão forte que o saco dele passou a bater no rosto do meu namorado que lambia minha buceta, ganhando algumas linguadas por tabela. Eu chorava de tesão! Não dá pra descrever.

Perdemos a noção. Me lembro de ter feito meu namorado ficar abrindo novamente minha bunda com as mãos para conferir a circunferência feita. Meu cu ficou da largura de um fundo de copo.

Fiz Dps de várias formas e revezamentos. Quando era meu homem que comia meu rabo eu nem sentia o atrito de tão largo que meu reto estava.

E assim foram mais posições. Dominei ainda mais meu namorado. Cheguei ao cúmulo de fazê-lo chupar o cu daquele preto enquanto ele me comia de tudo quanto era jeito. Quando a madrugada já findava, mandei meu corno gozar na minha boca. Eu ainda queria mais porra, e pedi pro preto me dar seu pau, após gozar em cima da minha bunda, pra eu sugar as últimas gotas de gala que sobraram depois de uma mega esporrada. Não satisfeita, ainda obriguei meu homem a lamber minha bunda lambuzada de sêmen e suor e me beijar depois. Foi um beijo longo e com muita saliva trocada.

Meu prazer só não foi maior do que a exaustão que senti depois. Dormi profundamente e nem me despedi daquele preto do pau grosso. Assim que acordei, comecei me imaginar fazendo uma DP anal.

Lamentei apenas não ter feito algumas foooootenhos da putaria.

Quem gostou comenta! Me dá muito tesão e me estimula a escrever mais.

Beijos da Gaby.

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