Levei a namoradinha pra casa de swing pela primeira vez

Me chamo Higor, tenho 20 anos, e o que vou contar agora aconteceu comigo ontem.
Eu estava em casa entediado, e resolvi ligar para Larissa, (Larissa é a minha namoradinha, não é daqueles namoros sérios, até porque não sou um cara de sentimentos amorosos, eu gosto é de putaria, e ela também! E por isso estamos juntos)
Liguei e pedi pra que ela se arrumasse em 30 minutos que eu passaria em sua casa para buscá-la pra sairmos pra comer alguma coisa e passar o tempo (claro que eu já estava planejando foder ela a noite toda kkkk), quando cheguei em frente a sua casa ela saiu no portão com uma blusinha branca com decote e uma saia jeans(ela tem uns 1,70 m,

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Saindo da seca

Iai galera aki é o Lucas estou eu aqui para mais um conto, nesse vou relatar o dia que minha que voltei a transar com minha namorada após quase um mês sem poder come-la.
Era uma sexta- feira, e eu acordo bem cedo para ir trabalhar, assim que acordei tinha uma mensagem dela
“amor olha como acordei hoje”, e embaixo um videozinho dela mexendo na buceta mostrando o quanto tava molhada, quase pingando, e em baixo mais alguma fotos dela de lingerie.
Eu infelizmente acordei atrasado e por isso não tive tempo de bater uma punheta pra aliviar antes de ir trabalhar, o que me fez ir trabalhar totalmente louco de tesão afinal já fazia quase 30 dias que eu estava sem nada.

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A transformação de Nathália – Parte 2

Nathália não acreditou no que leu em seu celular… Nem sequer havia se recuperado do golpe que sofrera na noite anterior ( saiba mais em “A transformação de Nathália – Parte 1” ), acordou com uma mensagem em seu telefone que soava mais como uma ordem : “Vá trabalhar com uma saia de seda… não use calcinha”.
Vou parecer uma oferecida – ela pensou consigo mesma…

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Putaria na casa de Swing

Já fazia quase um ano que estava convivendo com Célio e Sandra, quase não dependia mais deles para nada e até já tinha meu próprio círculo de amigos no meio liberal. Continuávamos realizando nossos menages eventualmente mas agora com uma frequência bem menor, eu ainda estava cheio de energia e cada vez mais queria novidades, entretanto, para eles tudo era repetição. Em um dos finais de semana que ficamos, fui apresentado a uma amiga do Célio da época da faculdade. Uma mulher madura e de aparência bem discreta que chamarei de Lúcia (Não lembro o nome dela!), divorciada e na época trabalhava na Bolsa de Valores de São Paulo. Pelas roupas que usava

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