Deixando o amigo do meu filho me dominar totalmente

Sou Vanessa, separada há nove anos e vivo com meu filho. Morena, cabelos lisos e curtos, no estilo Chanel, 1,70m, 59 kgs. sem muito esforço, apesar de quarentona.

Meio magra, mas a mãe natureza deu carnes onde se faz necessário. Nos seios ainda firmes e bumbum roliço, pernas bem torneadas. Coroa com rosto de menina. Muitos leitores viram minhas fotos e podem confirmar (ou desmentir) nos comentários. Rs.

Beto, meu filho, é meio nerd e ao invés de esportes ao ar livre, prefere atividades indoor. Desde adolescente pratica xadrez e há muito tempo, está ranqueado a nível estadual. Volta e meia, seus amigos do clube de xadrez frequenta nossa casa.

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Fazendo o meu marido comer minha amiga

Meu nome é Mallú. Sou uma coroa safada e gostosa, com 1,72m, 66kg, cabelos escuros e lisos. Tenho um bumbum exaltado e cobiçado. O rostinho é sucesso no Badoo e Facebook.

Não tive filhos. Talvez por isso os seios são firmes e os biquinhos rosados. Dizem que tenho a xaninha apertada, mesmo quando toda melada.

Sou casada com Moacir. Mais de uma década de amor recíproco. Hoje ele é meu amante predileto. Mas não foi sempre assim. Até dois anos atrás ele era bem quadrado em matéria de sexo. E eu, uma esposinha fiel e insatisfeita.

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Enrabando a minha mulher com ela dando pra outro

Sou casado com uma nissei, filha de japoneses, quarentona, sem filhos, 1,59m, 60 kg, cabelos negros e lisos, bonita de rosto. Onde vamos, sempre tem um marmanjo se abrindo para ela.

Quem leu meus outros relatos, sabe que moramos no Japão há mais de vinte anos. Quem não leu, é só clicar em ¨Coroa Casado¨ aí em cima que acha. Fui o primeiro e durante muito tempo o único homem na vida dela.

Com o tempo, para apimentar nossa relação, passamos a assistir filmes pornôs, tirar fotos dela nua e outras experiências excitantes, tais como praticar exibicionismo, transar em beira de estrada e coisas parecidas.

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Comendo a casada com o marido assistindo

Meu nome é Carlos. Entrei no Ashley Madison, olhando os perfis das chinas. A maioria eram casadas. A indiada cai de pau e elas são muito disputadas. Assim, mandei um montão de mensagem simples ¨- Olá, se quiser um amigo pra conversar, estou aqui¨. É melhor ir devagar. Esse negócio de ir todo afoito nunca dá um quilo.

Só recebi uma resposta. Seu nome era Géssica, 33 anos, casada há onze e com um filho de dez. Começamos a charlar e fiquei sabendo um monte de coisas. Aos poucos, enquanto trovava, fui abrindo cancha pra falar de intimidades.

Dava pra ver que ela andava insatisfeita com o marido. Na cama o negócio estava monótono, rapidinhas na base do papai e mamãe. Nem anal ele fazia mais. Não era só isso. Chorava as pitangas, porque o esposo era infiel, saindo com outras. O danado tinha comido até a mulher de um tio.

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Adoro Meter e dar para homens casados

Olá, eu sou Marcela, cabelos e olhos castanhos. Tenho 22 anos, já fui magra com cinturinha e ultimamente, estou mais para falsa magra.

Perdi a virgindade com um namorado. Tirando a dor, não senti praticamente nada. Foi num dia em que ficamos sós em casa. Estávamos no meio de beijos e outras carícias mais safadas. Eu o masturbava há tempos. Depois ele esfregava o pinto na xoxota, gozando nas coxas.

Eu gostava da brincadeira. Só que naquela vez, ele começou a pressionar, tentando enfiar a coisa dura dentro. Foi meio forçado e acabou entrando. Doeu um pouco. Na hora de gozar, ele tirou, ejaculando na minha barriga.

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A primeira vez que liberei o cuzinho virgem

Eeu sempre tive vontade de tentar fazer anal. Meu lado feminista, claro, me fazia negar: sexo anal só dá prazer para o homem, e que era um absurdo e aquela bobagem toda. Durante um tempo eu consegui me convencer disso, e sempre dava um chega para lá para os caras que tentavam alguma coisa, mesmo que fosse só um dedo mais animado. Mas como tinha que ser, essa vontade foi crescendo dentro de mim, e a é ideia de ser pega, dominada e comida por trás me excitava cada dia mais. Com o tempo minha crise feminista foi sendo sufocada pela tesão, e fui aceitando que a submissão do sexo anal me fascinava. Se só de pensar eu já ficava molhada, talvez no fim das contas fosse bom mesmo.

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No rabo também é gostoso

Tudo aconteceu na casa de uma amiga, havíamos combinado de nos encontrar na sua casa, sai do trabalho e fui direto para a sua casa iria chegar antes dela, porém a sua mãe já iria estar lá quando eu chegasse, como eu ainda não tenho veículo, costumo utilizar transporte público para ir e voltar do trabalho, assim que desci do ponto de ônibus próximo a casa da minha amiga, começou a chover e não havia lugar para me abrigar da chuva e eu não tinha um guarda-chuva comigo, como eu estava levando roupa para me trocar na casa da minha amiga, pensei que me molhar não seria problema, chegando lá eu tomaria um banho e iria me arrumando enquanto aguardava minha amiga chegar, e assim eu fiz. Logo que cheguei a mãe da minha amiga que me trata como da família me falou para eu ir direto para o banho, ela falou que precisava sair para ir no mercado e fazer mais algumas coisas e que voltava assim que possível, mas que era para eu ficar a vontade.

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Vovô Tarado Fodendo Neta Safada

Minha filha separou do seu marido e depois de tudo acertado entre eles acabou ficando só em sua casa e com o tempo acabou conhecendo um rapaz mais velho o que acabaram por ficar juntos, neste rapaz que aqui vou chama-lo de Renato tinha uma filha do primeiro casamento, a garota estava com seus 15 anos e por minha filha ser muito comunicativa acabou cativando a garota e com isto se tornando boas amigas, como somos uma família que não temos preconceito dotamos a menina como nossa neta e a mesma nos chamava de avós, notei que a garota sempre que vinha em nossa casa ficava me olhando e me medindo dos pés a cabeça, pois apesar da minha idade sempre adorei andar mais a vontade em casa, sempre de bermuda e camiseta, como tenho um espírito jovem, também gosto de usar roupas adequadas para minha idade mais na moda.

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Fazer Sexo Anal é Simplesmente Delicioso

Tenho 24 anos e gostaria de contar para vocês minha experiência com o sexo anal. Um dia, conheci Pablo na academia que frequento à noite. Durante o dia trabalho em um hospital da grande Porto Alegre (sou enfermeira). Pablo é um gato de 1m81 e 94 quilos de muito músculo. É um tipo de homão pra ninguém botar defeito, de cabelos e olhos castanhos, também claros.

A gente começou a namorar e como moro sozinha, dormíamos juntos e trepávamos desde o primeiro mês de namoro. Sempre foram transas normais, tipo sexo oral como preliminar e muito coito vaginal. Mas Pablo sempre gostou de passar o dedo na minha bundinha enquanto me comia de quatro ou em posições que permitissem o acesso a essa parte do meu corpo, que sempre reneguei prazer por achar que iria doer e, principalmente, por medo de uma infecção vaginal (no caso de o parceiro colocar o pênis na vagina após esse tipo de coito sem trocar o preservativo ou limpá-lo bem).

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