Adoro Meter e dar para homens casados

Olá, eu sou Marcela, cabelos e olhos castanhos. Tenho 22 anos, já fui magra com cinturinha e ultimamente, estou mais para falsa magra.

Perdi a virgindade com um namorado. Tirando a dor, não senti praticamente nada. Foi num dia em que ficamos sós em casa. Estávamos no meio de beijos e outras carícias mais safadas. Eu o masturbava há tempos. Depois ele esfregava o pinto na xoxota, gozando nas coxas.

Eu gostava da brincadeira. Só que naquela vez, ele começou a pressionar, tentando enfiar a coisa dura dentro. Foi meio forçado e acabou entrando. Doeu um pouco. Na hora de gozar, ele tirou, ejaculando na minha barriga.

Sangrou um pouco. Para mim foi uma decepção. Esperava ver as tais estrelinhas e tudo mais. Nas vezes seguintes a mesma coisa. O máximo que acontecia era eu ficar com a xoxota úmida. Nada mais.

Com outro namorado desde o início ele queria me levar para a cama. Acabei deixando. A transa foi parecida. Dava uma certa sensação gostosa e só. Achava que sexo era assim mesmo.

Na firma que eu trabalhava, tinha um carinha que as meninas eram doidas por ele. Esse colega tinha quedinha por mim. Era até gatinho e acabei saindo com ele, mais por ser legal e divertido. Foi o terceiro e igual aos outros dois. De diferente apenas seu cacete, bem mais grosso que só aumentou o desconforto na transa.

Visitava sites de encontros por pura diversão. Até que conheci um coroa bem divertido. Só tinha um problema. Ele era casado e eu nunca quis nada com carinhas comprometidos. Como ele parecia bem legal, fomos teclando. Quando passamos a conversar pela cam, vi que ele parecia mais velho do que dizia. E nem era bonito.

Dizem que eu sou bonita. Ele também me encheu de elogios. Louco pra encontrar comigo. Morava perto, em São Gonçalo dos Campos. Por ser cidade pequena, vou chamá-lo de Binho. Eu sou meio saitica, mas nunca tinha ido ao encontro de um desconhecido.

Marcamos de nos encontrar no Shopping Boulevard, em Feira de Santana. Preocupado em encontrar conhecidos, ele sugeriu que a gente fosse dar uma volta de carro. Quando vi, o safado estava me levando para um motel. Pelo menos pegou a melhor suite.

Homens casados geralmente não tem muito tempo. Sempre precisam arrumar alibis para dar uma escapada. O Binho tinha falado para a esposa que ia assistir o jogo do Feirense.

A suite do motel tinha até piscina com cachoeira na área externa. Assim que chegamos, ele já foi tirando a roupa. Fiz o mesmo, pois sabia que não poderiamos usufruir aqueles momentos por muito tempo.

Ele que até então tinha sido muito gentil e atencioso, ficou mais ativo e não conseguia esconder sua excitação. Me deu um beijo de língua, deixando as mãos passearem pelo meu corpo. Me preparei para ser penetrada.

Diferente dos outros, Binho veio descendo a boca, primeiro pelo pescoço, demorando nos seios, passando pela barriga e chegando no meu ventre. Eu estava ficando cada vez mais excitada.

Foi quando a boca chegou na boceta. A lingua tocou no grelho, provocando um choque que eu nunca havia sentido. A sensação era intensa e para mim desconhecida. A ponto de mexer o quadril involuntariamente. Hum… delicia…

Quando abriu minhas pernas e deu uma chupada voraz, senti meu grelo tremular e estalar entre seus lábios. Senti arrepios, parecia uma virgem sonsa.

Sua boca trabalhava sem parar na xoxota cada vez mais encharcada. Mordiscava e sugava meu clitóris, lambia a vulva, enfiava a língua no buraco, repetindo várias vezes. Fiquei gemendo, contorcendo o corpo de prazer.

Foi quando tive um orgasmo de verdade. O primeiro. Nossa, que coisa mais louca! O corpo retesado amoleceu por completo. Nesse delírio, soltei gritos antes de quase desfalecer.

Não aguentava mais e comecei a implorar pela penetração. A xaninha latejante de desejo. Binho tinha despertado em mim a puta adormecida. Nem me reconhecia naquela fêmea parecendo um animal no cio. Uma desvairada querendo ser fodida.

Minha voz soava ora de súplicas, ora imperativa.

– Mete, mete logo!

Sua demora em colocar a camisinha foi torturante. Ficou pincelando o cacete na entrada. Eu ofegava alucinada, já quase berrando. Algo que nunca havia feito. Sei lá se na hora falei até palavrões. Finalmente ele colocou minhas pernas em seus ombros e começou a penetrar-me.

Aquele porrete duro entrou macio dentro de mim. Com estocadas firmes e fortes, foi enterrando seu cacete até o talo. O vai e vem lento e contínuo, do cacete duro esfolando as paredes da gruta me enlouquecia. Ah, aah, aah delicia…

Eu só gemia com o timbre da voz alternando à mercê das estocadas. Escapava urros do fundo da garganta quando a enfiada era profunda, só deixando os culhões de fora.

Se Binho alternava a velocidade, eu protestava de imediato. Pedindo que não parasse de me foder.

– Não para! Vai, mete! Me rasga, me arrebenta! Não para! Mete tudo!

Escutando aquilo ele se transformou num touro cobrindo a vaca. Passou a estocar mais forte o cacete rígido, dilacerando minhas carnes. Caracas, nessa altura eu já estava urrando de tesão. Sendo possuída sem reservas de forma bestial.

Senti que estava para acontecer de novo. O êxtase. Espasmos intensos tomaram conta do meu corpo. Ondas de prazer indo e vindo da cabeça aos pés. Uma atrás da outra. Parecia que eu estava morrendo de gozo. Minha visão escureceu. Vi então estrelinhas, os tais pontinhos brilhantes.

Fiquei ali semi desmaiada, enquanto Binho continuava a estocar. Até gritar que ia gozar, enchendo o preservativo com seu leite viscoso. E se deixou cair sobre mim. Ficamos os dois ali, prostrados e satisfeitos.

Depois do banho, enquanto alisava minha bunda, perguntou se eu já tinha feito anal. Disse que não. Verdade verdadeira. Binho garantiu que eu deveria experimentar. Na hora pensei, se for tão gostoso como aquela vez, eu deveria deixar.

Cada vez que ele tinha chance de despistar a esposa e dar uma escapada, a gente ia pro motel. Eu me sentia cada vez mais uma puta safada sendo comida por um macho pegador. Fizemos de tudo que era jeito, de ladinho, de quatro ou eu por cima cavalgando como uma verdadeira amazonas.

Binho é um homem carinhoso que me proporciona muito prazer. Sabe transar que é uma beleza. Me deixa saciada, proporcionando altos orgasmos. É só ele me ligar que eu já ficava molhadinha, pronta para me entregar.

O inevitável aconteceu. Ele me comia de quatro, dando tapas acariciando minha bunda. Tirou o cacete me fazendo sentir o vazio, a xoxota piscando. Sem mais nem menos deu uma lambida no meu cu. Fui ao delirio. Jamais senti tanto prazer.

Deve ter cuspido ali e sem eu esperar, segurou no cacete, colocou a ponta na entradinha do cu e forçou. Senti minhas pregas estalarem. Gemi alto e ele pediu para eu me relaxar. Estava nervosa, porém a excitação era maior.

Binho tinha me deixado ansiando para tê-lo dentro de mim. Era na frente, mas naquela hora, tanto fazia se fosse atrás. Estava difícil entrar o resto. Cada vez que eu afrouxava o anel, ele entrava mais em mim. Me senti arrombada, apesar de colaborar rebolando o quadril.

A dor no começo era intensa. Quase insuportável. Pensei até em desistir e pedir para ele parar. Acho que meu cu acostumou um pouco com a invasão. A dor diminuiu. Ele estocava firme e tirava lentamente. A sensação era que seu cacete estava dilacerando minhas pregas.

Com a mão ele passou a bolinar meu grelho. A sensação agora, além de esquisita, era mais gostosa, com certa ardência suportável. Algo diferente de tudo que eu tinha sentido em toda minha vida.

Quando dei por mim, já pedia para estocar forte. Meter mais fundo. Ele atendeu acelerando as metidas. Acabei tendo um gozo insano, parecia vir da xota e do rabo ao mesmo tempo. Meus gemidos altos deixaram ele maluco. Logo acabou gozando tambem.

A partir de agora, me perdoem as esposas, vou querer muitos homens casados e experientes.

Marcela.

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