Comendo a Amiga da Minha Ex Namorada

Tudo começou quando comecei a trabalhar na minha penúltima empresa. Eu havia acabado de chegar para ocupar um cargo de coordenação, onde fui orientado a fazer o treinamento com duas assistentes bem antigas que me passariam parte do serviço. As assistentes eram Daiane e Girlene, amigas desde que entraram na empresa. Daiane a primeira me vista me chamou atenção pelo lindo par de olhos azuis, uma branquela de cabelos castanhos, coxas grossas, peitos pequenos e uma barriguinha levemente sobressalente que em nada desabonava o conjunto. Girlene era baixinha, um belo par de seios e magra, com longos

cabelos castanhos escorridos e muito lisos e corpo bem normal. Com o tempo, descobri que Daiane era noiva, daquelas que falam o tempo inteiro do companheiro, bem formal, profissional e claramente fiel. Daiane saiu da empresa pouco tempo após minha entrada. Fiquei com Girlene algumas vezes e tivemos um breve relacionamento, que logo terminou, mas o conto que relato aqui, aconteceu ainda na época em que eu namorava Girlene. Era uma quinta feira de verão no RJ, estudava no Centro do RJ, ao sair da aula uma tempestade caía na cidade, algumas ruas alagavam rapidamente e as 22h o trânsito ainda era caótico. Preso no engarrafamento, bati os olhos em uma menina que logo reconheci como sendo Daiane. Ela trabalhava em uma consultoria de RH, também no Centro do RJ e morava na Baixada Fluminense. O céu estava desabando em água, buzinei, ela não olhou, chamei pelo nome e quando me viu demorou a reconhecer, mas dado o volume de chuva, logo aceitou entrar no carro. Inicialmente, eu nem havia pensado em maldade, mas vendo Daiane toda molhada pela chuva, deixando um sutiã branco à mostra numa blusinha social de tecido fino, logo me vieram os pensamentos pervertidos, mas sabia que tentar algo com ela ali era tiro errado, ainda mais que era amiga da minha até então namorada. Conversávamos sobre a chuva, e me guiava pelo Waze e rádio de notícias, enquanto bolava um plano para deixa-la em um lugar em melhores condições para ela ir para casa. O noivo dela ligava de 10 em 10 minutos, não preocupado com a chuva, mas obcecado por ela estar na rua até tarde, não acreditando que a chuva teria causado todo esse caos, já que ele passava a semana trabalhando em outro município. Ela estava extremamente irritada por estar há 2 horas presa na chuva e longe de casa e começou a discutir com o noivo ao celular, mas nem tocou no assunto de estar no carro comigo. Finalmente consegui sair do Centro com ela, estava determinado a deixa-la em casa dado o caos na cidade. Ao chegarmos em certo ponto da rodovia, as rádios noticiavam o transbordamento de um rio que bloqueou a pista, eu teria que dar uma volta enorme por bairros desconhecidos. Para minha “sorte”, a chuva piorou de tal maneira que os carros começaram a encostar no acostamento devido falta de visibilidade. Sugeri a ela, com todo respeito, que entrássemos em um hotel, para jantarmos, nos secarmos e principalmente esperar a chuva passar, embora na minha cabeça, eu também quisesse tirar proveito da situação. Daiane arregalou os lindos olhos com a minha proposta, coçou a cabeça, mas de fato o contexto era desfavorável e a chuva amedrontadora. Acabou aceitando. Entrei no primeiro motel que encontrei, pedi uma suíte e jantar pra duas pessoas. Falei que ela poderia tomar um banho quente, secar o cabelo e parte da roupa no secador, assim ela fez. Saiu do banheiro enrolada em um roupão e com uma toalha na cabeça, tentei manter a discrição mesmo sabendo que ela estava completamente nua por baixo do roupão enquanto suas roupas secavam no banheiro. Entrei no banho e pude ouvi-la discutindo ainda mais com o noivo, o cara era inseguro e chato. Pude ouvi-la falando que se não acreditava nela, era melhor não ligar mais, mas em momento algum comentou estar comigo, muito menos em um motel. Saí do banho também de roupão. Percebi que ela estava desconfortável e chateada com a situação. Procurei descontrair, comentando que Girlene também nem poderia imaginar que estávamos naquela situação, mas a culpa não era nossa e ali estávamos seguros. Nossa janta chegou e liguei a TV, que estava fora do ar, pegando apenas o canal privê do próprio motel. Daiane ficou vermelha com as cenas que passavam, deixei um tempinho de propósito, mas ela apenas olhava as cenas de rabo de olho, enquanto comia. Foi a deixa pra começar um assunto de sexo, ela falou que não curtia muito motéis, na verdade ela nem sabia se curtia ou não, pois tinha ido apenas 2x com o noivo, que por sinal foi o primeiro homem da vida dela em tudo. O roupão era um tanto quanto curto nela, as vezes as pernas ficavam a mostra, e ela puxava pra baixo, mas daí o decote abria e deixava os seios quase a mostra, até que em determinado momento pude ver um dos seios, lindo, pequeno a ponto de caber inteiro na palma da mão e como era muito branca, uma auréola rosada clarinha, sem bico praticamente. Não disfarcei, ela ficou sem graça e apenas falou: – Opa! Enquanto puxava o roupão pra tapar. Brinquei com a situação, ela foi checar a chuva, que não havia estiado 1mm sequer. Voltou comentando que provavelmente passaríamos a noite toda ali e que dormir fora de casa seria um transtorno moral pra ela, além da queimação de ir para o trabalho com a mesma roupa do dia anterior! Ri mais uma vez da situação. A essas alturas, meu pau estava latejando, quase botando a cabeça pra fora do roupão. Ela pediu pra eu ligar o rádio e mais uma vez brinquei, falando que não poderia levantar, pois estava em situação desfavorável. Ela entendeu a piada, se fazendo de brava, falando que não acreditava. Falei que eu não era de ferro, ela se fez de inocente, falando que era amiga da minha namorada, que era pra eu me controlar. Curioso ela não citar em momento algum que era noiva. Ela não alimentou a conversa para o lado da sacanagem. Me mostrou o pé machucado pela sandália, por ter corrido pra fugir da chuva. Logo peguei o pezinho dela e comecei uma massagem, parece que descobri um ponto fraco dela. Falei que havia feito um curso de massoterapia na adolescência e ela falou então que eu devia uma massagem a ela na cervical, pois sentia dores horríveis devido a falta de postura no escritório. Entendi como um convite, ela deitou de bruços, protegeu os seios com o lençol e deixou a cervical a mostra pra mim, com o roupão cobrindo do meio das costas para baixo. Expliquei que massagem não funcionava assim, que precisaria ser em toda extensão das costas, do cóccix até a cervical, e ela concordou, deixando que arriasse o roupão até a cintura. Comecei a massagem, inicialmente seguindo o passo a passo, queria tirar uma casquinha do peito dela, descendo da cervical até as costelas, mas estava muito bem protegida pelo lençol. Foi quando mudei de estratégia. Desci pelas costas massageando até o cóccix, perguntei se doía ali, ela respondeu que sim, e me concentrei na linha da cintura, o roupão desceu naturalmente com meus movimentos e o cofrinho começou a ficar a mostra. Inverti a posição das mãos e passei a palma do cóccix em direção a polpa da bunda. Ela não reclamou e o roupão desceu deixando metade da bunda a mostra. Senti que ela estava entregue. Foi quando pensei que ela nunca havia sido tocada por outro homem. Daiane não era gorda, não tinha bunda grande, mas possuía bastante carne pra apertar, era uma bunda durinha. A essa altura, o roupão já estava na altura das coxas. Voltei a massagem, subi nas costas dela e foquei no pescoço, já tomado pelo tesão, beijei a nuca e ela não resistiu. Virei o corpo dela de frente, e beijamos na boca. Como ela beijava bem, mas eu estava mesmo doido pra vê-la nua de frente. Tirei aquele monte de panos que ainda nos separavam, e pude ver o corpo dela de frente. Seios lindos, agora enrijecidos pelo frio, piercing no umbigo, uma buceta rosada, que na pele muito branca, era quase vermelha. Daiane deixava os pelos crescerem livremente pela buceta, não era muito peluda por natureza, mas tinha as virilhas lisinhas e bem depiladas. Sinceramente, uma das bucetas mais bonitas que vi, com lábios vaginais carnudos e um grelinho que ficava escondido entre eles. Sou um chupador de buceta voraz e caí de boca, chupei aquela garota de todas as maneiras que eu podia, ela se contorcia, era muito recatada e procurava não fazer barulho. Coloquei o grelinho dela entre meus lábios e fiquei sugando devagarinho, não demorou muito e ela logo gozou na minha boca…a bucetinha, agora mais inchada e vermelha, e ensopada de tesão. Daiane estava inerte, levantei e botei meu pau duro na boca dela, o boquete era bem tímido, mas eu percebia que ela se esforçava em agradar e em fazer certo. Fui buscar camisinhas, mas pra minha alegria, ela falou que era alérgica ao látex, mas que tomava injeções anticoncepcionais regularmente. Não tinha visto ainda o cuzinho dela, e feliz da vida, botei ela de 4 no cavalinho do motel e comecei a meter devagar por trás. O cuzinho dela era rosadinho e vez ou outra piscava enquanto eu metia. Cena linda! Ficamos naquele vai e vem, e ela deitou de frente no cavalinho, com as pernas pro alto deixando aquela buceta carnuda a vista. Foi onde ela falou que era a vez dela. Me deitou na cama, jogou a buceta na minha cara e mandou eu chupar novamente, porém com ela regulando os movimentos de vai e vem. Ela deitou sobre meu corpo e rebolava apenas a cintura, anunciei que ia gozar, mas ela pediu pra eu não gozar dentro e parou. Fiquei em pé na cama com ela deitada de pernas abertas num frango assado lindo e meti a pica com força, tirei o pau de dentro e ela levou uma chuva de leite pelo corpo inteiro. Aquela mulher não era gostosa, mas era verdadeiramente linda, com cabelos ainda molhados, seios a mostra, buceta inchada e peludinha e agora com porra espalhada pra todos os lados. Fomos para o banho, tive o prazer de ensaboar aquele corpinho inteiro. Voltamos pra cama, tentei investir no cuzinho, sem sucesso, porém consegui jogar meu leitinho dentro daquela buceta gostosa e deixar a marca das palmas das minha mãos na bunda dela, que com certeza ela teria que ficar uns 3 ou 4 dias sem transar com o noivo para ele não perceber. Daiane, confessou que foi sua primeira traição, mas morria de vontade de “experimentar” outro homem, pois “não queria morrer tendo tido apenas um pau na vida”, mas que não voltaria a fazer isso, pois estava traindo o noivo e a amiga. Logo terminei meu relacionamento e estou tentando amadurecer um novo encontro, que contarei pra vocês aqui caso eu consiga!

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