Sendo pegada por dois negões pauzudos

Fiquei com vontade de andar de bicicleta. Vesti um vestidinho safado que deixava as tetas ao léu sem nada por baixo e peguei a estradinha. Ia no doce enlevo do rodar suave quando encontrei uma sorveteria. Parei para tomar sorvete. Os donos eram dois negões taludos que deveriam ter paus igualmente torudos:

– Oi, da venda, o que é que vocês têm de bom?
Meu vestidinho insistia em mostrar minhas tetas. A cada movimento, era um seio que se mostrava e as picas… mostravam-se arrombadoras por baixo das bermudas.

Eles perguntaram rindo:

– Para comer ou chupar?

– Se for gostoso… eu chupo, eu como, eu lambo, eu mordo…

O mais atirado sorriu maroto:

– Aqui tudo é gostoso. É só pores a boquinha…

Eu queria por a boquinha e otras cositas mas…

Ri, entregando meus desejos:

– O que vocês fazem com uma putinha louca por pau?

– A gente come… com super fodas arrebatadoras.

Oba, eles conhecem minhas preferências. Gritei oba e dei um giro, fazendo a saia subir e as tetas se agitarem para fora do vestido.

O atirado pôs uma bola de sorvete na minha boca e me pegou por trás, me encoxou forte e eu senti a porra me ralar o rego, enquanto ele me mordia o cangote.

Eu ri rebolando na pica desejada de dureza apetecível:

– Tu és bem afoito, hein? Metes com a mesma destreza?

– Uma garota cheia de lindezas e tesões… eu faço uma torta para me deliciar… Eu como todinha.

E tratou de me amassar toda para fazer a torta. Eu protestei:

– Mas eu sou uma garota direita. Ando sempre na linha.

Ele deu uma gargalhada:

– Do trem?

– Geralmente é uma linha reta. E uma garota que anda nela segue em retidão.

– Tu tens talento para retrucar, mas uma garota sem cuidados com as tetas também não tem cuidados com a bocetinha. Faz de conta que está batendo um vento que botou tua bocetinha ao léu. Ah menina dos belos peitos, deixa ver a bocetinha, vai amor.

– Vocês são muito parecidos. São irmãos?

– Somos gêmeos e fazemos delícias com uma bocetinha de finos sabores. Um pode entrar na frente e o outro atrás… e fazemos tu rebolares como puta e subir como lagartixa, perdendo o chão.

– Tu conheces “O GOZO ARREBATADOR DA MULHER”?

– Sim, baixei-o da internet. Foi fácil baixar da amazon.com.br. Tu também o conheces?

– Com certeza! E não tenho de te ensinar.

– Não mesmo! Nós sabemos tudo o que o livro manda fazer.

– Caralho! Uma porra que sabe fazer tudo como eu amo. Deita no balcão de pica para o ar.

– Vem cá!

Levaram-me para um quarto com duas camas. Juntaram-nas e eu rebolei na suntuosa pica e fui comendo a porra que entrava no meu cu e ia arrombando.
Cavalguei o bicho que estava de pé, cheio de tesão. Deitei no vasto peito e ordenei ao irmão:

– Bota uma bola de sorvete na minha bocetinha e chupa tudo de língua tesuda.

Ai o que aquela língua fez na minha bocetinha, no ponto G, e no clitóris, enquanto o irmão mandava pau no meu cu. Eu gemia orgasmos arrasadores. Disse no ouvido do comedor de boceta, mordendo-lhe a orelha:

– Está gostoso demais, mas me faz trepidar num Tratamento de Choque com toda a força que eu dou nós na tua pica para ver se tu os furas.

Ele meteu mesmo, com todo o furor da pica. Empinava no ponto G, furava o nó da boceta e pimba lá no fundo, na grande socada , e seguiu socando, arrasando-me de gozo extremo na boceta, no clitóris e no ponto G. Ele sabia foder como ensina o livro.

Enquanto ele me socava a bocetinha eu gritava para o irmão:

– Já arrombaste a porra do cu. Mete a pica de roldão e rasga o meu cu sem dó.

Ele botou pressão máxima. O cu estava em festa com tanta fornicada arrasadora e eu pedi para o irmão de cima:

– Não para de foder. Mete o Tratamento de Choque com toda a selvageria da pica.

Ele meteu uma estocada tão bruta que eu vi estrelas. Com mais umas dez fornicadas brutas, gritei em êxtase de gozo extremo:

– Basta! Que mais é matar de gozo.

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