A safada do professor

Me chamo Carol, tenho 18 anos, 1,60 de altura, sou morena, tenho olhos castanhos e cabelo ondulado até a metade das costas. Sempre tive um fetiche enorme de transar com meu professor da faculdade, ele é alto deve ter uns 1,85 tem o corpo malhado e um sorriso malicoso, me encantei por ele desde o primeiro dia da aula e sempre percebi que ele me olhava com uma certa malícia.


Até que um dia estavamos em aula e assim que o sino bateu todos saíram da sala, eu fiquei por último porque estava terminando um relatório que ele tinha passado, ele estava sentado na mesa dele e me fitava de cima em baixo, eu estava com um vestido colado e a cada vez que ele me olhava eu o desejava. Quando terminei o relatório, a sala estava inteiramente vazia fui até a mesa dele e assim que coloquei o relatório nela, ele sorriu para mim e disse:
– Eu quero você nessa mesa agora.

Aquilo me molhou por inteira, meu tesão aumentava cada vez mais, por fora fiquei paralisada, então ele levantou me puxou pela cintura e me beijou, ele foi me deitando sobre a mesa apertando minha bunda e passando a mão no meu corpo todinho, aquela altura eu não pensava mais nada, só no tesão que aquele corpo colado ao meu me trazia, então ele tirou minha calcinha e abriu minhas pernas deixando eu toda molhadinha a mostra para ele, e então me chupou inteira, passava aquela língua em toda parte, colocava dentro de mim e tirava, com as mãos apertava meus seios me

 

deixando louca, e eu gemia desejando ele dentro de mim. Então ele tirou o pau para fora e colocou dentro de mim com força, aquele pau todo duro e grande dentro de mim pulsando cada centímetro dentro da minha buceta, ele começou um vai e vem delicioso até que depois de alguns minutos falou que ia gozar, ele tirou de dentro de mim e comecei a chupar ele inteiro, passando a língua na cabecinha e o provocando o máximo que podia, até que ele gozou gostoso na minha boca.

Após isso nos vestimos e saímos da sala como se nada tivesse acontecido, até hoje repetimos a dose, mas em segredo é claro.

Deixe um comentário

CAPTCHA