Perdendo as pregas do cuzinho com o vigia

Me chamo Débora, tenho 27 anos, sou mulata, cintura fina, seios médios, bumbum avantajado com medida acima de 105 centímetros, pernas grossas, 1,75 metros de altura e 72 quilos, ou seja, uma verdadeira cavala! Mas vamos ao que interessa…

Quando eu tinha 18 anos já possuía esse corpão e meu bumbum gigante sempre chamou a atenção dos homens. Todo dia quando saia da faculdade, no caminho para minha casa eu passava em frente a um condomínio e o vigia que ficava na guarita sempre mexia comigo, dizendo coisas do tipo: “Que rabão! Ai se um dia te pego, morena!”. Eu por ser um pouco tímida passava direto e nem olhava. O vigia era um quarentão parrudo, cabelos grisalhos e usava um bigode grosso.

Isso durou mais ou menos uns três meses, até que um dia, mesmo no auge da minha timidez, resolvi provocar um pouco. Eu estava de férias e minha mãe pediu para eu comprar carne e o único açougue ficava justamente depois do condomínio, sabendo disso eu vesti uma sainha jeans bem curta e um top tomara que caia vermelho, peguei a grana da carne com minha coroa e fui lá, andando um pouco sem jeito, mas bem provocativa, quando passei pelo vigia me empinei e rebolei ainda mais!

Quando ele percebeu que eu estava ainda mais gostosa como de costume, começou a assoviar fazendo “fiu fiu!” e falou: “Se eu te pego, sua tesuda! Não iam sobrar pregas!”. Eu senti meu rosto pegar fogo, mas não era de vergonha, estava mais para excitação mesmo. Aí o vigia me chamou, eu só olhei mas continuei andando e rebolando. Quando cheguei a uma certa distância, parei no meio da rua, olhei do jeito mais safada que consegui e levantei um pouquinho a saia o suficiente para ele ver que eu estava “pro crime” naquele dia.

Depois abaixei a saia e nem olhei para saber se ele tinha notado, fui ao açougue comprar a carne. Na volta, quando passei lá, o vigia estava lendo jornal e nem prestou atenção em mim, então apressei o passo, mas quando passei bem na frente da guarita ele acenou me chamando. Eu fui meio ressabiada e com o rosto em chamas. Ele me deu aquela olhada de homem safado e perguntou: “Por que você me maltrata tanto, gatinha? Passa me provocando, tá querendo o que? Me deixar louco?!”.

Eu não disse nada e já ia virando e saindo, mas o danado segurou meu braço com força, e quando viu meu olhar assustado soltou dizendo: “Não quero te machucar, não dessa forma! Você veio aqui sabendo que eu queria algo contigo! Quem manda passar aqui me provocando e rebolando com essa bunda deliciosa!?”.

Então o vigia me levou para dentro da guarita, me encostou num canto e tascou um beijo bem molhado, meio que a força, por que eu não reagia nem correspondia aceitando o beijo, totalmente submissa àquele estranho. Colou o corpo ao meu, de tal forma que eu sentia o pau dele endurecendo sob o uniforme. Quando me soltou eu fiquei parada olhando para o chão e respirando descompassadamente. Ele, muito atrevido, me virou de costas, levantou minha saia e deu uns tapinhas no meu bumbum, institivamente abri um pouco as pernas sem dizer uma única palavra, totalmente parada, aceitando tudo que ele fazia. O vigia, percebendo que eu parecia estar gostando, arredou a calcinha e simplesmente cheirou meu cuzinho.

Em seguida deu uma lambida bem molhada me causando arrepios, depois foi mais ousado e começou a passar os dedos. Cuspia no buraquinho do meu rabo e enfiava o dedo. Eu contraí o cuzinho, travando tudo, então ele disse: “Relaxa gatinha! Relaxa senão nem o dedo entra!”.

Eu não sei o que me deu que eu mesma segurei minha bunda com as mãos deixando ela bem arreganhada e o vigia entendeu o sinal. Mais relaxada, o dedo entrou até fácil e eu fiquei rebolando bem empinada, com a outra mão ele dedilhava meu grelinho. Segundos depois, o vigia se levantou, colocou o pau pra fora sem tirar a calça e começou a pincelar minha bucetinha, querendo meter nela, mas eu ainda era cabacinho e falei bem baixinho: “Na buceta não! Eu sou virgem!”.

E ele ficou parado um tempo só com o pau pulsando na minha xota, sem penetrar! Então ele fez a coisa que eu mais queria, mas não tinha coragem de pedir… Cuspiu na mão, passou no meu cú e depois passou o pau na raxinha da minha buceta pra melar mais ainda, falando ao meu ouvido: “Agora relaxa que vai doer! Não grita!”.

Eu senti a hora que ele começou a forçar a entrada do meu rabinho, me arrepiei toda e empinei a bunda o máximo que conseguia. Ele me segurou pela cintura com uma mão e com a outra guiando o pau na entrada do meu ânus foi metendo a cabeça, quando a glande entrou eu me arrependi de ter provocado o cara, a dor foi horrível e eu até tentei escapar, mas ele me segurou pela cintura e falou dando risada: “Agora é tarde! Entrou a cabeça, o resto vai mais fácil!”.

Eu como não teria forças mesmo, fiquei só esperando entrar o restante daquela piroca! Ele me prensou contra a parede e começou a socar o pau falando coisas desconexas e gemendo feito um a****l. “Isso sua putinha! Tá gostando de levar rola nesse cuzinho apertado, tá?! Sente meu cacete te rasgando!”.

Rezei para terminar logo, não sei se sentia mais dor, tesão ou medo de alguém chegar! Aquele caralho de tamanho médio, mas muito grosso me rasgava ao meio e eu gemia bem baixinho. O vigia acelerou as estocadas e me puxava tão forte contra o quadril que chegava a doer, não demorou muito e ele gozou bem no fundo, soltando um grunhido que mais parecia um a****l ferido.

Tirou o pau do meu cuzinho só quando já estava amolecendo, senti sair junto e escorrer pelas minhas pernas uma mistura de sangue e porra, quando vi aquilo só peguei uma flanela que tinha na guarita e limpei como deu… Me recompus e fui saindo, o vigia me pegou pelo braço querendo me beijar, mas não permiti e ele resmungou: “Da próxima vez que passar me provocando daquele jeito eu vou te comer todinha, sua safada!”. Nem respondi nada! Sai de lá caminhando com dificuldades, com o cuzinho em brasa e as pernas bambas.

Fui direto para casa, só quando estava no portão que percebi que não segurava a sacola da carne, ainda pensei em voltar, mas seria mais fácil inventar uma desculpa pra minha mãe do que encarar aquele vigia novamente. Já entrei em casa pensando no que dizer e a única coisa que me veio à mente foi entrar correndo pela cozinha dizendo toda ofegante: “Mãe! Um cachorro esganado avançou em mim e arrancou a sacola da minha mão!”. Minha mãe, toda preocupada, me deu um copo com água e disse que estava tudo bem.

Me dirigi para o meu quarto e curiosamente não fui direto tomar banho, passei os dedos no meu cuzinho, que ainda ardia muito, mas quando senti os dedos melados, a buceta deu uma contraída e eu comecei a me masturbar… Minha bucetinha estava encharcada! Esfreguei meu grelo até gozar, me contorcendo na cama. Desse dia em diante eu fiquei fissurada em dar o rabo!

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