Minha filha e sua amiga travesti

Todo homem que cria ou já criou uma filha sozinho sabe da dificuldade que é… E comigo não foi diferente! Tenho 39 anos e desde os 30 me viro para criar minha filha, que se chama Juliana, sozinho. Consegui aos trancos e barrancos até ela chegar à faculdade. Logo nos primeiros dias em que fui buscá-la na aula, ela me apresentou sua amiga Lia, da mesma idade que ela, 18 anos. Ao dar um beijo na minha filha, dei dois beijinhos em Lia que se assustou, acho que ela não devia estar esperando.

Em outras vezes que fui buscar Juliana fiz questão de beijar Lia também. Mas foi apenas uns meses depois que Juliana foi me contar que Lia não era Lia, e que seu nome verdadeiro era Leonardo. Fiquei chocado! Lia ou Leonardo tinha uma beleza incomum: ruivinha, cabelos curtos, seios pequenos e uma bundinha tão redondinha que era quase impossível pertencer a um rapaz.

Só que Lia passou a frequentar a minha casa pra estudar com minha filha. Nunca fui preconceituoso, mas tinha lá minhas preocupações. Com o tempo acabei me acostumando e até dedicava certa atenção com a Lia, por ela ser muito educada! Às vezes Lia aparecia em casa trajando minissaia e não tinha como não apreciar suas lindas coxas.

Passado algum tempo, Juliana me perguntou se Lia podia dormir lá em casa. Questionei minha filha onde ela iria dormir, pelo fato de termos somente dois quartos, o meu e o dela. Ela me respondeu que dormiria no dela e ainda me perguntou que mal teria de Lia dormir lá! Mesmo contra minha vontade, acabei deixando. No dia em que vi as duas indo tomar banho juntas, tive até vontade de proibir, mas acabei ficando calado. Só que no outro dia, quando fiquei sozinho com Juliana disse que não concordava delas tomarem banho juntas e minha filha respondeu: “O que é que tem papai? Pra mim a Lia é tão mulher quanto eu!”. E eu respondi: “Eu sei que ela praticamente é uma mulher, mas não deixa de ter um pênis, não é?”. “Pô, papai! Ter ela tem, mas pra mim isso não faz diferença nenhuma!”.

Então eu falei sem nem ao menos raciocinar direito: “Mas devia fazer, filha! É a mesma coisa que você tomar banho comigo!”. Aí tive uma resposta que não esperava: “Ué, se for preciso eu tomo! Não vejo nada demais nisso!”. E nossa pequena discussão continuou: “Você está falando assim só pra justificar seu banho com a Lia, eu duvido que você tenha coragem!”. E ela respondeu: “É só você me chamar que eu vou!”. E eu achando que ela ia tirar o corpo fora, joguei mais uma: “Então podemos tomar banho juntos hoje?”. Juliana sorrindo: “Podemos!”.

Mas eu continuava achando que Juliana estava falando só por falar e que ela jamais iria concordar em ficar pelada perto de mim. Desde os seus 12 anos que passou a ter sua privacidade. Mais tarde, estávamos na sala vendo televisão, quando me levantei e disse: “Eu já vou tomar meu banho, filha. Vou ficar te esperando, tá bom?”. Juliana respondeu: “Tá bom, papai! Eu vou logo em seguida!”.

Eu já estava sob o chuveiro, ainda duvidando que ela ia aparecer, foi quando ouvi um barulho. Abri um pouco a cortina do box e vi Juliana tirando sua blusa e ficando só de calcinha. Uma calcinha bem pequenininha e toda enterrada em sua bundinha!

“A água está boa, papai?”. Não consegui desviar meu olhar vendo-a terminando de tirar a calcinha. “Está sim, filha! Está ótima!”. Juliana simplesmente abriu toda a cortina do box e entrou no banho comigo. Eu estava com o coração disparado vendo minha pica crescendo na frente da minha própria filha. Mas Juliana parecendo nem se importar me pediu licença e entrou molhando seu corpinho. Enquanto ela esfregava as mãos molhando o rosto, aproveitei e olhei pra direção de sua bucetinha vendo um triângulo de pelos bem aparados. Meu pau já balançava de tão duro. “Dá pra você esfregar minhas costas?”, ela pediu.

Um pouco nervoso, peguei a esponja e comecei a esfregar suas costas lentamente. Quando cheguei perto da bundinha fiquei na dúvida. Mas quando ela se empinou toda, não exitei, passei sentindo a firmeza de suas nádegas antes de abaixar mais um pouco e passar em suas coxas. A minha vontade era de beijar aquela linda bundinha. Ela virou e pegando a esponja começou a esfregar a frente de seu corpo. Depois somente com a mão suja de sabonete ficou lavando sua xoxotinha sem se importar de eu estar olhando. Terminamos nosso banho e ela demonstrava ter sido uma coisa muito natural. Normal não foi pra mim que fiquei com o pau duro bastante tempo. A partir daquele dia, Juliana passou a tomar banho deixando sempre a porta aberta. Só que mesmo tendo vontade de ver minha filha novamente nua, eu não entrava. Mas no dia em que as duas entraram para o banho e deixaram a porta aberta, me bateu uma curiosidade tão grande que não me contive e entrei no banheiro.

Quando Juliana percebeu a minha presença disse: “Você quer tomar banho com a gente papai?” Isso aumentou a minha curiosidade e não meu aguentei: “Se a Lia não se importar, eu quero sim!”. Juliana responde: “A Lia falou que por ela não tem problema nenhum, papai!”. Tirei minha roupa rapidamente e de pau quase ereto fui abrindo a cortina do box e vendo aqueles dois corpinhos já molhadinhos. Entrei e Lia ficou com o olhar fixo na minha piroca. Juliana começou a esfregar a esponja no corpo de Lia que tinha um pênis do tamanho normal pra sua idade e que aos poucos, pra minha surpresa, foi crescendo e ficando duro. Quando vi minha filha lavando até o pênis de Lia que estava duro fiquei imaginando se as duas não faziam nenhum tipo de sacanagem entre elas. Quando Lia passou a lavar o corpo de minha filha, resolvi ajudar. Lia esfregava as costas de Juliana e eu pegando somente o sabonete comecei a passar na parte da frente. Juliana sorria parecendo estar gostando. Resolvi arriscar e sujando minha mão com o sabonete levei no meio das pernas de Juliana e esfreguei sua bucetinha. Juliana se apoiou no meu braço e abriu bem suas perninhas deixando alisar por um bom tempo.

Quando as duas saíram e foram se enxugar, aproveitei e toquei rapidamente uma punheta. Terminado o banho, fui para a sala assistir um filme. Já era quase meia-noite quando percebi a presença de Lia. Então eu falei: “Vem cá, meu amor. Está sem sono?”. Ela veio e deitando do meu lado colocou a cabeça sobre minha coxa e disse: “Não estou conseguindo dormir, tio!”. Comecei a fazer carinho em seu braço e quando achava que ela estava dormindo ela fala baixinho: “Tio! Amanhã você vai tomar banho com a gente de novo?”. “Se vocês quiserem, eu posso tomar!”, e ela respondeu: “Eu quero! Gostei de tomar banho com você!”. “Eu também gostei de tomar banho com vocês duas!”, emendei. E Lia mais do que depressa: “Mas amanhã eu quero que você esfregue meu corpo também!”. Levei a mão na sua bundinha e fazendo carinho, respondi: “Pode deixar! Amanhã sou eu que vou te dar banho!”.

Enquanto eu fazia carinho na sua bundinha, Lia começou a passar a mão na minha coxa e disse: “Sabe o que é? Gostei de ver você pelado!”. E eu respondi: “Eu também gostei de te ver Lia! Você tem uma bundinha linda, com belas marquinhas de biquíni!”. Lia ficou de bruços colocando o queixo apoiado na minha perna e disse: “Você gostou da minha bunda?”. Empurrei o short de seu pijama para o lado e enfiando a mão embaixo da calcinha passei a mão no seu rego, respondendo: “Muito, Lia! Dá até vontade de morder seu bumbum de tão bonito que ele é!”. Lia passando a mão sobre meu pijama justamente onde estava meu pau, fala: “Se você quiser eu deixo você morder!”. Botei o dedo bem no seu cuzinho e fiquei pressionando e ela puxou meu short pra baixo fazendo minha pica pular pra fora: “Nossa, tio! Quando a Juliana me falou que você tem um pinto muito bonito eu logo fiquei com vontade de ver! E realmente ele é muito bonito!”. Peguei sua mão e a fiz segurar meu pau: “Se você quiser, eu deixo você brincar um pouco com ele!”, falei. Lia esticou um pouco o corpo e esfregando o rosto no meu pau disse: “Ah, tio! Morde a minha bundinha, morde!”.

Levantei sem guardar meu pau e indo por trás de Lia acabei de tirar seu shortinho e quando tirei tudo é que vi que ela usava a calcinha bem atoladinha no rabinho e que parte de seu pênis ficava pra fora. Ajoelhei do seu lado e com a boca fiquei mordiscando suas delicadas nádegas. Num ímpeto de tara, puxei sua calcinha pro lado, abri suas nádegas e fui direto com a boca beijando seu lindo e rosado cuzinho. “Ui, tio! Que gostoso!”, murmurou Lia. Passei a língua deixando seu cuzinho bem melado de saliva e ela ficou toda elétrica: “Hummm! Minha vontade é de tar esse cuzinho guloso!”. Ajeitei Lia de quatro, afastei mais a sua calcinha sem tirar, deixando o cuzinho à mostra e molhando bastante a ponta da minha pica fui na direção de seu anel rosado. Forcei e logo o anel abriu envolvendo a base da cabeça. “Ai, tio!!! Entrou? Entrou?”. Fui empurrando lentamente. “Está entrando, Lia! Aguenta que o titio vai colocar tudo!”. “Então coloca! Coloca tudo!”, gritou ela, cheia de tesão.

Empurrei até encostar meu saco e comecei um delicioso vai e vem naquele cuzinho apertado. Quando já estava sentindo que ia gozar, reclinei o corpo e levei a mão em seu pênis que estava durinho. Lia virou o rosto e não me contive, comecei a gozar, beijando sua boquinha e punhetando seu pinto que logo estava soltando porra sobre o sofá. Antes dela ir embora, pedi que não contasse nada pra Juliana. “Sabe, tio! A Juliana disse que tem vontade de dormir com você?”, disse ela. Fiquei espantado e logo me veio na cabeça: “Vem cá, fala a verdade! Você transa com a Juliana?”. Lia sorrindo: “Ah, tio! Isso é um segredinho nosso!”.

Com aquela resposta, passei a não ter dúvida de que as duas faziam algum tipo de safadeza. No outro final de semana elas me chamaram pra tomar banho e como se tivesse a idade das duas comecei a brincar de agarrar uma e a outra. Brinquei de passar a mão em seus peitinhos, bundinhas, xoxotinha da Juliana e também no pênis de Lia. Elas por sua vez passaram a botar a mão no meu pau que já estava bastante duro. Então eu me lembrei do que Lia tinha me dito e soltei: “Vocês querem dormir comigo hoje?”. Juliana toda alegre: “Oba! Eu quero! Eu quero!”. Lia: ” Eu também! Eu também!”. Então falei algo sacana pra ver a reação das duas: “Só que eu durmo só de cueca!”. Juliana: “A gente também pode dormir só de calcinha então!”. Naquele dia resolvi ir bem mais cedo pra cama. Fiquei esperando só de cueca e logo as duas entraram apenas de calcinha e correram pra cima da cama. Com uma de cada lado, puxei-as beijando seus rostos. Fiquei de joelhos entre as duas e com as mãos fiquei apalpando os seios médios de Juliana e os pequeninos de Lia. Comecei dando beijinhos e logo já estava mamando os peitinhos das duas. Chupar os peitinhos da minha filha foi sensacional! As duas só ficavam rindo e levei a mão na xoxotinha de Juliana e no pênis de Lia que logo ficou bastante duro. Aí arranquei a calcinha das duas!

Lia foi a primeira a botar a mão na minha vara: “Tio! Se você quiser pode comer minha bundinha de novo!”. Sabendo que ela não tinha conseguido guardar segredo e contou tudo pra minha filha, resolvi comer. Lia prontamente ficou de quatro e salivando na cabeça do meu pau fui enterrando até o talo. Juliana chegando perto: “Deixa eu ver como entra gostoso papai, deixa?”. Fiquei bombando bem devagar vendo minha piroca indo e vindo dentro do cuzinho e Juliana também de olho: “Nossa papai! Não sei como a Lia consegue aguentar esse seu pinto tão grosso!”. Fui aumentando as estocadas e disse: “Até você consegue aguentar, filha!. Ela: “O pau da Lia eu aguento, mas o seu eu acho que não!”. Perguntei: “Você deixa a Lia comer sua bundinha?”. Juliana sorrindo feito uma safadinha: “Eu deixo, papai! É muito gostoso!”. Gozei e vendo que Lia estava com seu pinto bem duro perguntei a minha filha: “Você quer dar a bundinha pra ela agora?”.

Ela respondeu que queria e ficou de quatro, bem empinadinha. Então Lia foi botando sua piroca, enfiou tudo e deu umas dez bombadas e logo gozou. As duas foram se lavar e voltaram. Resolvi dar um beijo na boca de cada uma e minha filha começou a esfregar sua bundinha em minha rola e disse: “Será que aguento a sua, papai?”. Relutei um pouco, pois era minha filha! Mas não me aguentei e enfiei meu pau naquele belo e delicioso rabinho!

Minha vida tinha virado uma loucura! Mas era uma delícia! Durante a semana metia muito na bucetinha e na bundinha da minha filha e no final de semana era o cuzinho de Lia que me deixava louco de tesão! Ficamos nessa putaria até minha filha se formar na faculdade e foi quando eu descobri que as duas eram namoradas desde o início!!!

7 comentários em “Minha filha e sua amiga travesti”

  1. Tesão do caralho.Sou Moreno claro ativo para o casal ou mulher só.Amo travesti bem feminina já estive com algumas num sexo muito gostoso.Uma das maiores trás de um cara acho que é o incesto ser corno é uma boneca sensual.
    Sou sigiloso e discreto me enviem fotos e me chamem no whats
    Nove cinco dois sete três meia dois quatro três tesão aqui

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