Travesseiro – O primeiro amor de toda mulher

Olá, me chamo Maya, tenho 22 anos.

LibidGel

Hoje vou contar minha primeira experiência sexual, que aconteceu em 2011

Eu era bem novinha, por meados dos meus 14 para os 15 anos, nunca havia nem sequer beijado ainda, muito menos sabia sobre alguma coisa envolvendo a sexualidade. Mas, o meu corpo estava no seu auge da puberdade, como toda adolescente, com um tesão instigante que eu chamava de “fogo” que eu sempre me convencia de apagar, achava que estaria sendo safada em obedecer a esses desejos dentro de mim, mas meu pai sempre ensinava, de um jeito erradíssimo de pensar, que mulher que gosta de sexo é piranha, então eu sempre dizia para mim mesma.

– Sossega Maya, pode ficando quietinha.

Pois, eu estava sendo errada em alimentar esses desejos e esse desejo errado eu chamava de “fogo”.

Bom, eu sempre adorei dormir com um travesseiro entre as pernas, eu achava confortável, principalmente, nas noites friazinhas típicas da minha cidade. Foi ae que passei a perceber uma coisa, quando deito para dormir, antes de eu pegar no sono, sempre ficava pensando em algumas coisas, em como o meu melhor amigo estava ficando gatinho, sobre como deveria ser beijar na boca, já que minhas amigas já haviam tidos relacionamento e eu era a única que não havia experimentado ainda, porque sempre pensava em ter com um carinha que fosse importante e por último, eu pensava no “fogo”. E isso tudo me deixava excitada e eu sentia a minha cerejinha (nome que dei a minha ppk) ficando molhadinha e aquilo me deixava louca, e o engraçado que de forma pura e inocente, eu pressionava o travesseiro que ficava entre as pernas e por pressionar com as coxas, ele passava entre as minhas pernas o que causava uma sensação deliciosa quando encostava na região do clitóris, a calça de moletom que eu usava não atrapalhava pois era bem fininho, então dava pra sentir bem. E eu achava que aquilo era apenas uma mania minha ou algo causado pelo tecido do travesseiro e não por estar, de forma indireta me masturbando, mas depois eu me corrigia por causa do “fogo” e ia dormir.

Coincidentemente, no dia seguinte que era uma segunda-feira de aula, eu estudava pela manhã e antes da entrada para a sala, eu encontrei minhas duas melhores amigas, Natasha e a Gi e elas estavam rindo e cochichando sobre algo, e quando me aproximei, perguntei o que elas estavam falando, e era sobre grelo, e eu não fazia a mínima ideia o que poderia ser aquilo, elas riram, porém, me explicaram meio tapeado, o que era e onde ficavam, e fiquei pensativa sobre aquilo.

Segunda coincidência, foi quando entramos na sala, estávamos tendo aula de física e a professora pediu para fazermos duplas, e ae o Nicolas, aquele meu amigo de infância Bonitão, se negou aos vários pedidos das outras meninas e me pediu se poderia se juntar a mim, ele estava ficando cada vez mais bonito, alto, pele branca, um cabelo castanho-ruivo cheios e ondulados, olhos verdíssimos e uma barba preta que ele estava deixando por fazer, parece mentira, mas ele é exatamente assim de pirar a escola inteira, até professora. Eu aceitei que ele se sentasse comigo, então ele pegou uma carteira e juntou com a minha. Até ae nada demais, até uma menina vir e me dar um esbarrão que me fez cair no colo do Nicolas, de forma rápida coloque a minha mão em seu colo para não cair de rosto e quando coloquei a mão, imediatamente senti o volume de seu pau, que fiquei toda sem graça e tirei rapidamente e o pedi desculpa. Ele nem se ligou, mas para mim fiquei com aquilo na cabeça.

De tarde, depois da aula, quando estava em casa, eu estava estudando, porque eu não era saidinha igual as minhas amigas em questão a pegação, mas em questão aos estudos, eu sempre fui dedicada ao máximo, de devorar os livros e tirar as melhores notas, tanto que hoje em dia, eu estou no último período da minha faculdade de direito e trabalho na defensoria pública. Mas enfim, voltando a história, eu estava em casa, estudando a matéria de física, só que de minuto a minuto eu ficava lembrando das coincidências que tinham acontecido naquele dia, e aquilo estava me deixando excitada, e quando senti estar ficando molhada, lembrei do que as meninas disseram sobre o grelo e assimilei com a sensação do travesseiro e fiquei curiosa para explorar aquilo, mas lembrei do “fogo”, e isso me deixou dividida, mas o tesão estava tanto que aproveitei que meus pais estavam no trabalho e minha irmã mais velha estava no estágio, ou seja, sozinha em casa, então fui até a minha cama e peguei meu travesseiro, o coloquei no meio da cama e sentei em cima dele, e me esfreguei onde me davam aquelas sensações, porém, por eu estar de calça jeans eu não sentia muito, então tirei a minha calça ficando apenas de calcinha rosa clara com florzinha branca(muito infantil, não reparem) e comecei a me esfregar e a coisa foi ficando deliciosa, como eu estava sozinha em casa, eu sempre ficava sem sutiã e foi ai que reparei em meus pequenos peitos, que meus mamilos estavam duríssimos, então coloquei meus dedos para senti-los e era delicioso. Eu soltava suspiros de uma sensação deliciosa que vinha dentro de mim, me esfregando no travesseiro e tocando no meu peito direito, aquilo era uma sensação deliciosa que eu nunca tinha sentido, estava muito gostoso, muito mesmo e a coisa foi melhorando… melhorando… melhorando… e booom, subiu um frescor e uma leveza no corpo que parei e me deitei na cama, adormecida.

Quando o corpo foi esfriando, lembrei do “Fogo” e eu me senti a maior vadia de todos os tempos, sei que não tem nada a ver, mas era por causa do que meu pai falava, e aquilo começou a pesar na minha consciência. Então, sentei na cama e abri as pernas e a calcinha rosa clara havia escurecido de tão molhada que eu estava e quando olhei o travesseiro, ele também estava molhado por causa do meu corrimento, e aquilo me fez ficar com nojo de mim. Fui tomar um banho onde chorei baldes e depois liguei para Gi, minha amiga para poder tentar desabafar…

Obrigado por ler meu desabafo.
TODO DOMINGO, contarei uma experiência minha.

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