Rasgando a calcinha da mamãe Clarice

Clarice e Décio, mãe e filho acabam de chegar em casa, e são recebidos na entrada pelo marido que com lágrimas nos olhos abraça o filho que já não vê por seis meses. Décio veio com uniforme da marinha da escola onde estuda. O pai, bastante orgulhos, é efusivo em seu abraço e chega até a beijar as bochechas do filho. Décio fica encabulado, mas não tem coragem de se desvencilhar do pai.

– Chega querido! Assim voce vai sufocar nosso pimpolho!
– Ah, sim sim. E voce meu amor, como foi lá no Brasil?
– Muita conversa. Depois te conto.
O marido lhe dá um ligeiro abraço e a beija na bochecha. E só.
Isso não passa despercebido de Decio. Durante a estadia no Rio de Janeiro, Clarice contou toda sua mágoa com o casamento infeliz que ela tinha e que apenas eles dois, Décio e sua irmã mais velha Dassine, eram as únicas alegrias.
No quarto, Clarice está se despindo quando o marido entra e pede que lhe conte as novidades. Enquanto fala, vai se despindo e não percebe que seu marido está de boca aberta olhando fixamente seu belo e escultural corpo.
– Clarice, o que são essas marcas roxas em volta da… das… do…das coxas?
Clarice tem um leve tremor pelo corpo por se ver descoberta aos olhos do marido e devido a verdadeira causa daquelas manchas.
“ Cacete! E agora? Como vou explicar que essas manchas são chupões e chupões que levei durante dois dias seguidos! Meu deus, é mesmo! Tô toda marcada aqui entre as coxas! E minha nossa! Olha só minha bunda!”
Enquanto ela própria examina seu corpo e se perde em devaneios, o marido parece ter perdido o interesse nas tais manchas arroxeadas e volta a perguntar como foi a entrevista com o advogado.
– Mosquitos. Eu acho que peguei alergia a alguma coisa e também os mosquitos me morderam. Ah, a entrevista… bem, sou agora a única proprietária da fazenda. Não sabemos ainda quanto vou pagar de imposto. Huuum, antes que me esqueça, por onde anda dona Dassine? Ela já é maior, mas vivendo nesta casa, ela tem que nos dar satisfação!
– Parece que foi junto com o Sr. Rafer até a Grécia. Ele tem negócios por lá…
– O máximo que pudermos, vamos evitar que este tal de Rafer venha a nossa casa. E voce, pare de ficar chamando ele de senhor. Ele é um tremendo canalha!
– Mas… mas, nós não podemos fazer isso! Nossa filha está enamorada dele. Temos que tratá-lo bem, não é?
– Pois é. Aquele patife poderia ser meu pai. Meu pai! E anda minha filhinha que ainda não fez dezenove aninhos! Por que voce permitiu isso?
– Aaah, Clarice… não começa. Que culpa tenho eu?
– Não tem? Se voce se esforçasse mais e não tivesse medo de desafios, estaríamos numa situação bem melhor e nossa filha não teria se engabelado pelo primeiro milionário pedófilo que apareceu!
– Dassine está com dezoito anos. Isto não faz o Sr. Rafer um pedófilo. E… o que houve com voce? É a primeira vez que lhe vejo tão agitada, tão brigona!
– Aarrrg, esquece!
Clarice sai da suíte batendo a porta do banheiro atrás de si.
Durante o dia, Clarice e o filho descansam devido ao fuso horário. Ao anoitecer, Décio diz que vai rever os amigos. Clarice e o marido jantam sozinhos. Ela tem um misterioso sorriso nos lábios e quase não fala. Na cozinha, o marido a encontra lavando os pratos e cantarolando baixinho. Ele se sente feliz porque sabe que sua esposinha está feliz e então tudo volta a paz de novo. Ele foi incapaz de ir até a esposa e abraçá-la.
Por volta das dez horas, o marido está sonolento e diz que vai dormir. Clarice vai junto.
Uma hora depois, Décio chega e passados alguns minutos entra no banheiro pra tomar uma ducha. A casa era antiga e o boxe na verdade era uma banheira com uma cortina de plástico não transparente.
Décio está esperando a água esquentar quando a cortina é afastada e é sem surpresa que ele pega a mão de sua mãezinha ajudando-a a subir na banheira.
Clarice, completamente nua com seu corpo escultural, é abraçada fortemente pelo filho que procura por sua boca com avidez. Ela corresponde ao beijo, segurando com ambas as mãos a face de seu filho enquanto as duas línguas trocam caricias se enroscando entre si.
“Que loucura, meu deus, que loucura! E como esse filho sabe beijar! Ai ai ai, essa piroca se esfregando entre minhas coxas, Aaaah! Eu vou me acabar já já! Ai ai que gostoso! Eu sinto o pulsar do pirocão dele! Ai aiaii, o pirocão está pulsando por baixo de minha xerequinha, aaaaaah ai ai! E essa língua que me faz até perder a respiração! Aia ai ai eu vou gozaar! Num agüento, num agüento!!”
Uma das mãos do filho segura firmemente uma das nádegas pela parte inferior, a outra mão passa pela outra coxa e a levanta, fazendo com que Clarice deixe de apertar-lhe a piroca. Em compensação, sem mesmo tocá-la, Décio consegue introduzi-la na vagina de sua mãezinha.
Clarice urra dentro da boca do filho e começa a se esfregar violentamente de encontro a virilha dele. Ela interrompe o beijo, passando um dos braços em volta do pescoço dele e com a outra mão ela pega um punhado de cabelos e puxa a cabeça do filho pra trás.
Ela parece dominada pelo demônio da luxuria. Seus lábios estão abertos mas os dentes estão cerrados e respirando através deles sai um sensual chiado. Ela puxa a cabeça para si e o beija por alguns segundos. Novamente o afasta puxando-o pelos cabelos.
O filho sente quando o corpo dela começa a tremer e sem deixarem de se olharem, a mãe joga a cabeça pra trás uma vez, deixando escapar um longo gemido. Quando retorna a posição anterior, lhe diz.
– Voce é uma perdição! É minha perdição, seu sacana! Voce não tem remorso de estar fazendo isso comigo? Por que? Por que, querido, por que logo eu e voce? Se nos pegarem… aaah…. se nos pegarem… eu vou… vou ser presa… aaaah, mas pouco me importo… pouco me importo! Voce me enlouquece de prazer! Que coisa mais depravada… voce me fudendo… me fudendo enquanto… teu pai está… dormindo!! Aia ai ai, voce corneia teu pai! Voce me fode e está… está corneando teu pai, aaaah! Me beija, me beija, moleque safado!
O berro do gozo de Clarice ecoa dentro da boca do filho por uns longos segundos. Depois ela começa a deslizar inerte pelo corpo de Decio, que prontamente a ampara.
A água fria no rosto faz Clarice voltar a si, ainda ofegante. Ela está ajoelhada aos pés do filho com a água lhe caindo no rosto.
– Huuuuu! Que frio! Abre a água quente, querido! Caramba Décio! Voce é um pecado em forma humana! Só em pensar em voce me vem logo a vontade de dar… tudo!
– Eu não gozei… ainda!
– E o que é que voce quer? – Pergunta falsamente Clarice.
– Ah, voce sabe…
– Voce tá pedindo à sua mãezinha que ponha seu pintinho na boca e chupe até voce gozar, é isso? Voce gosta mesmo, que eu, tua mamãe, faça da tua piroca minha chupeta?
– Voce agora não é minha mãezinha, é dona Clarice, minha amante. A mulher de meus sonhos!!
– Continue falando…
Aspirando todo odor da piroca a poucos centímetros do rosto, Clarice dá um longo chupão na ponta da cabeçorra, tentando introduzir a ponta da língua na uretra do filho.
– Voce agora é só Clarice, nada de mamãe nem de senhora! É minha putinha boqueteira!
As palavras de Decio tem efeito imediato na libido de Clarice. É maravilhosa ser depravada pelo próprio filho, pensa ela. Nada tem a temer, pois reina a confiança mútua e Clarice quer ser muito e muito a fêmea devassa de Decio, seu macho.
– Todo dia, tá escutando?, todo dia, pelo menos uma vez, quero que voce venha me mamar… me mamar bem… bem gostoso… como agora! Assim… assim mesmo… bem gostoso… como eu te ensinei… se lembra? Num faz dois dias que… voce… voce me chupou o cacete… pela… primeira vez…aaaaaah, boquinha gulosa… que voce tem!
Clarice está em êxtase ouvindo o filho lhe dizer aquelas coisas. Ela que mais e mais do cacetão dele dentro da boca. É como se quisesse estourar com a rola dele. Ela necessita do arrombamento em seus buraquinhos pela rola dele.
Ela se treme toda tentando engolir mais rola e sente a cabeçorra roçar o fundo da garganta. Clarice se engasga e tossindo deixa a rola escapar de dentro da boca com um rastro caudaloso de gosma branca.
O filho vai com a ponta da piroca até os seios dela e coleta parte desta gosma. Em seguida, pegando a mãe por um dos braços a faz levantar-se e ficar de costas pra ele.
– Voce… voce vai me enrabar? Vai enrabar sua mãezinha? Voce tem coragem?
– Eu vou enrabar a Clarice… minha putinha… assim… assiiiiiiiiiimm!
– Ai ai aaaiaaaah… voce… voce gosta… gosta da minha bunda, gosta? Voce acha que… que eu… aaaaaai aaah… eu tenho… a bunda bonita? Aaaaah… mete, mete! Mais… mais! Voce gosta… da minha bunda? É bom… é bom… gostoso…é gostoso comer… meu cusinho, é?
Nisso a porta do banheiro se abre e um sonolento marido entra no banheiro. Os dois ficam imóveis e em silencio, morrendo de medo. Enquanto escutam o característico barulho da urina caindo no vaso, lentamente Clarice começa um sensual rebolado com o cacete do filho enfiado pela metade em seu cusinho.
Parece que a urina do marido não tem mais fim, pois Clarice foi rebolando e engolindo a rola com o cusinho até as polpas de sua bunda encostarem à virilha do filho e a urina ainda continuava.
Decio, estourando de tesão, abraça a mãe apaixonadamente e inicia um lento entra e sai no cusinho da sua mãe. Quando ele encosta os lábios na curva do pescoço dela e lhe dá um chupão, ela não consegue evitar que um gemido lhe escape dos lábios.
– Clarice? Voce está tomando banho a essa hora?
– Sim sou eu – responde a mãe sendo enrabada –estou tomando… tomando tudo… tudo que tenho direito!
– Por que voce está gaguejando?
– Não… não enche… marido! Vai… vai dormir. Tá frio aqui!
– Então acaba logo. Temos que economizar gás!
– Sim, sim…siiiiiimmmm!
Ainda bem que o último “sim” foi dito quando o marido já fechava a porta atrás de si.
Pela manhã, Clarice já encontrou pai e filho tomando café. Dizendo bom dia pro marido ela se inclina e abraça o filho por trás e o beija no rosto. Olhando pro marido, ela cochicha perto do ouvido de Décio.
– Olha a cara do corninho! É voce o causador dos chifres dele, seu safado!
O rosto de Decio fica vermelho e o pai aproveita pra fazer piada.
– Arrã, não me diga que sua mãe descobriu o que voce andou aprontando!
– É um safadinho, esse nosso menino. Ele já está até namorando. Uma menina que ele conheceu lá no Brasil.
– Ah é? Mas lá no Brasil… que pena! Bom, já vou indo. Clarice, não vá se atrasar…
– Mas… mas, eu queria ficar com Decinho. Ele só vai ficar um mês aqui!
– Voce é quem sabe. Mas olha o que os outros vão falar… o dever primeiro!
Clarice faz um muxoxo com a boca e sem olhar pro marido, diz baixinho pro filho.
– Sabe aquele filme, O ultimo tango em Paris? Sabe do lance da manteiga? Não! Não sabe? Quando ele sair eu te mostro.
Passaram uns minutos que ambos imaginaram que o pai tinha saído. Clarice ajoelhou-se entre as pernas do filho e iniciou uma mamada de onde ela tinha parado na noite anterior. Conseguiu engolir mais um pouco, mas não foi até o fim pois novamente se engasgou. Seus olhos se encheram de lágrimas e seu rosto ficou todo lambuzado pela gosma.
Um pouco refeita, ela se debruça em cima da mesa, levantando a bainha do robe, expõe sua formosura e atual objeto de desejo do filho. Suas rotundas nádegas.
– Pega a manteiga e passa… com a faca, não, jumentinho. Com os dedos. Assim, assim. Agora passa no cusinho da mamãe, passa. Isso… isso diabinho! Agora, faz o resto!
Passado um minuto, Clarice tinha levantado a parte superior do corpo e está somente com as mãos apoiadas na mesa, sua cabeça está jogada para trás encostada no tórax do filho. Seus olhos estão fechados e sua boquinha semi aberta, esboça um largo sorriso de satisfação.
Décio tem um dos braços passados por baixo dos seios de sua mãe e a outra mão por entre o robe lhe acaricia a xaninha. Ele dá vigorosos trancos de encontro às nádegas de Clarice.
A porta se abre de repente e a figura do pai aparece. Ele não chega a tirar a mão da maçaneta ao ficar paralisado com o que vê.
Dessa vez é o filho que tem a presença de espírito mais rápida. Ele abraça a mãe, agora com os dois braços e a levanta do chão.
Duas bolotas de gosma que tinha ficado na garganta de Clarice são expelidas com força indo parar a poucos centímetros dos sapatos do pai.
– Viu mãezinha, eu não disse! Este é o melhor método pra expelir o que está engasgado!
– Aanrã, já vi que voce aprendeu bem o manual de primeiros socorros! Um telefonema me reteve até agora. Dessa vez, tô indo mesmo.
– Décinho continua.. que ainda estou engasgada!
O marido ainda escutou as palavras da esposa, antes de fechar a porta.

V
Convido meus leitores a visitar meu blog https://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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