Meu cunhado, nosso segredo

Cheguei do trabalho como de costume, por volta das 15h, no mesmo instante em que meu cunhado, Beto, estava chegando ao portão de casa. A visita era inusitada, pois Beto pensou em fazer uma pausa no trabalho como motorista de aplicativo para almoçar com o irmão e comigo. Ele raramente nos visita, então é provável que tenha ido mesmo planejar, sem prestar atenção aos nossos horários. Entramos e, como eu já havia almoçado, coloquei a comida para esquentar para o Beto. Pedi a ele para olhar as panelas enquanto eu trocava de roupa. Quando retornei à cozinha fiquei chocada: Beto estava só cueca andando de um lado para o outro com o meu celular à mão. E antes que eu falasse alguma coisa ele já se dirigiu a mim com a voz alterada:

– É isso mesmo? Meu irmão se mata no trabalho para tu ficar aqui na putaria no celular, recebendo foto de pica e enviando foto da boceta. Meu irmão sabe que tem uma cadela morando na casa dele?
– Me respeita, Beto! – adverti aquele homem que se comportava como um canalha. Eu estou na minha casa e tu não tem o direito de falar assim comigo. Tu não tens o direito de pegar o meu celular e nem de ficar de cueca. Eu vou ligar pro teu irmão e falar desse desrespeito.

– Liga pro otário do meu irmão que eu vou mostrar pra ele a puta com quem ele se casou.
– Homem, isso é brincadeira. Eu nunca traí o Zeca!
– Brincadeira de puta! Tem mensagem com a tua voz aqui dizendo que quer mamar pica. Isso é brincadeira de uma mulher de respeito.
Fiquei em choque com as coisas que estava ouvindo. Senti-me culpada pelo meu descuido. Nunca imaginei que meu cunhado teria a ousadia de pegar meu telefone.
– Eu não vou falar pro Zeca, mas tira a roupa agora – ordenou meu cunhado.

– Tu estás louco! Nunca que eu vou fazer isso. Tu é que tens que te vestir ou sai da minha casa agora!
– Caralho, eu não tô brincando! Tira a tua roupa agora ou vou foder o teu casamento e teus filhos vão te odiar.
Subitamente senti a minha pressão baixar. Fiquei gelada ao me dar conta de que Beto não estava brincando. Em segundos passou filme diante dos meus olhos vendo a minha família se desfazendo por conta de algumas palavras, imagens e áudios trocados em um aplicativo de comunicação. Pensei em todo o constrangimento social pelo qual eu passaria com os meus pais, com a vizinhança, a igreja e, quiçá, no meu trabalho. Perdi as palavras. Vi-me ser argumentos. A única coisa que me pareceu sensata ali era obedecer a aquele homem raivoso e cheio de indignação. Tirei o vestido quase sem saber exatamente o que estava acontecendo de tão confusa que fiquei.

– Tira a calcinha e senta aqui na porra dessa cadeira. Tu gosta de pica de outro macho, cachorra, então vou te dar pica – disse Beto de forma bastante incisiva.
Sentei-me completamente nua e Beto caminhou em minha direção abaixando a cueca. Eu não me recordo se ele estava excitado ou se excitou na medida em que apalpava os meus seios e tocava a minha boceta. Lembro, porém, de ter sentido os dedos dele dentro de mim se movimentando com vigor. Sequer consegui olhar no rosto de Beto. Eu olhava para o lado oposto tomada por vergonha. Nem mesmo conseguia ficar excitada. Eu apenas sentia um desconforto imenso com o meu cunhado me tocando daquele jeito. Então senti o membro dele nos meus lábios e entendi que ele queria ser chupado. Agi de forma tão mecânica que gemi como faço de costume quando chupo o pau do meu marido. Lembro do meu cunhado ter dito:

– Bora pra cama que eu vou foder a tua boceta.
– Não, por favor, na minha cama não. Em respeito ao teu irmão te peço que não seja na nossa cama. Vamos pra sala – pedi ao menos alguma decência diante daquela situação bizarra.
Deitei-me no sofá, abri as pernas e meu cunhado encaixou o pau dele em mim. A falta de lubrificação tornou a penetração muito desconfortável. Quando olhei nos olhos de Beto, dei-me conta de que aquilo não tinha nada a ver com a honra do meu marido. Era só o desejo de um homem indecente que aproveitou da fragilidade da cunhada para possuí-la sexualmente. Essa monstruosidade me fez chorar pela minha condição de estar à mercê de um homem que nunca desejei. Creio que meu choro surtiu efeito. Beto interrompeu a penetração e resolveu consolar-me. Ele passou a mão no meu rosto, perguntou se havia me machucado e pediu-me desculpas, mas ele não imaginava que eu

pudesse ser tão imoral, pois sempre viu a mim como uma cunhada muito decente. Mesmo chorando tentei explicar que aquilo foi só uma brincadeira, uma distração que eu nunca pretendi concretizar. Tentando ser carinhoso após toda aquela grosseria desnecessária, Beto começou a dar beijinhos no meu pescoço e no meu rosto até alcançar a minha boca. Eram beijos leves, curtos… lábios tocando lábios. Talvez por estar fragilizada, acolhi os beijinhos e abri a boca. Um longo e demorado beijo apaziguou a tensão. As coisas começaram a mudar. O homem bruto e

desrespeitoso revelava-se a mim como um homem carinhoso e gostoso. Sim, meu cunhado é um homem gostoso e bastante viril. O comportamento selvagem sumiu diante do modo atencioso com o qual Beto chupou e acariciou os meus seios. Eu podia sentir o pau dele pulsando sobre a minha região pubiana. Gemíamos e isso indicava que as coisas estavam bem gostosas entre nós dois. Então levei a mão direita até o pau do meu cunhado e o conduzi em direção a minha boceta. A penetração agora era desejada por mim. Finalmente senti o prazer de ter o pau de Beto todo dentro de mim. Eu estava bastante lubrificada.

Durante a penetração eu abracei o corpo de Beto como se quiséssemos nos tornar um só corpo. Se alguma vez me imaginei traindo o meu marido, a pegada do meu cunhado comprovou a minha ideia de que também é gostoso transar com outros homens.
– Quero olhar o meu caralho entrando na tua boceta, Teresa – e assim Beto fez. Agora nos olhávamos de um modo diferente. Era só tesão. Depois de 10 anos de casada, pela primeira vez eu estava sentindo prazer com o pau de outro homem, justamente o irmão mais velho do meu amado esposo.

Permiti-me explorar todas as sensações: a barriguinha do meu cunhado massageando a minha região pubiana, as mãos de Beto segurando as minhas coxas; a sensação de completo preenchimento da boceta; o cheiro do suor de Beto na sala; o calor da minha boceta; o meu cuzinho se contraindo cada vez que Beto penetrava. Rebolei o quadril para que ele soubesse que estava me dando muito prazer. O membro que antes machucava a minha boceta agora deslizava macio para dentro de mim, tal era a minha lubrificação.

Fechei os olhos e, ao invés de pensar em todos aqueles homens com quem conversei pelo celular, só consegui pensar em Beto. O meu gostoso Beto.
– Vou gozar no teu pau, Beto! Isso tá muito gostoso – abri completamente as pernas, tensionei a boceta apertando o pau do meu cunhado e então soltei o corpo trêmulo em uma gostosa descarga de prazer que arrepiou a minha nuca.
Beto retirou o membro da minha boceta, lubricou a cabeça com saliva e o introduziu no meu cuzinho. Meu buraquinho estava muito contraído pelo orgasmo. Isso causava uma leve dorzinha, mas ele conseguiu me penetrar o suficiente para deixar alguns jatos de sêmen dentro do buraquinho. Não imaginei que ele gozasse gemendo tão alto. Como ele parecia uma fera selvagem, temi que vizinhos e passantes pudessem ouvir o grunhido rouco de Beto.
– Que cu gostoso. Bebeu todo o leitinho do jeito que você queria. Quando ouvi a tua mensagem de voz dizendo que queria sentir o cuzinho cheio de porra fiquei maluco de tesão. Não te imaginava com todo esse fogo. Eu decidi que precisava te foder hoje – confessou o meu cunhado dando algumas batinhas com o membro sobre a minha boceta como se ele quisesse se livrar de toda a porra que insistia pingar do pau dele.

Entendi que tudo aquilo não passou de encenação, tal como suspeitei. Toda a discussão havia se convertido em prazer. E continuamos nos beijinhos pelo tempo que ainda tínhamos naquela tarde de quarta-feira.
Depois de Beto voltar ao trabalho e ter tomado um banho acabei dormindo, o que não é comum no meu dia a dia. O cansaço do trabalho, a tensão que havia se instalado em casa e o orgasmo me apagaram por completo. Acordei sentido alguém tocando a minha boceta, como se quisesse me siriricar. Era Zeca, meu marido, perguntando se eu estava bem, pois estranhou me ver dormindo tão cedo. Fiquei muito feliz ao ver Zeca em casa. Como de costume, ele é sempre muito carinhoso comigo. Coloquei a minha são sobre a mão do meu marido que me acariciava e reafirmei a nossa união:

– Essa pepeca é toda sua, meu amor. Pode pegar, beijar, chupar, meter e fazer ela gozar quando e como você quiser. Eu te amo, Zeca!
Meu marido e eu transamos. E transamos de um modo como não fazíamos há muito tempo.
E assim, Beto não precisou contar nada ao irmão, eu tenho outro parceiro que me proporciona muito prazer, e meu casamento continua feliz

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