Sendo Enrabado Pelo Amigo Gostoso

Sou estudante universitário e moro em Campinas. Tenho 25 anos, sou branco, dizem que sou bem bonito, hoje tenho o corpo sarado, os cabelos encaracolados e 1.70m. O fato que vou relatar ocorreu quando eu estava no início da faculdade, quando tinha 19 anos.
Eu sempre fui muito CDF, o melhor aluno da turma. Nessa época era magrinho e usava uns óculos enormes. Um dos caras que estudavam comigo, o Maycon, tinha um físico super bem desenvolvido para a idade. Com 19 anos, já tinha os músculos desenvolvidos. Ele era um pouco mais alto que eu, branco, tinha os cabelos castanhos espetados.

Um belo dia, voltei mais cedo para a sala de aula após um intervalo entre as aulas, Maycon havia jogado futebol durante a aula e no intervalo ele entrou na sala.
Estava sem camiseta e suado. Ele reparou que eu o olhava, deu uma passada de mão pelo peitoral e perguntou: “gostou?”. Ele tava de pau duro sob a bermuda e perguntou se eu queria pegar. Fiquei sem reação e fingi que nada havia acontecido. Nossa! Como me masturbei pensando naquele dia.
Estudávamos na mesma classe. Maycon sempre foi meio burrinho, sempre passava raspando. Passei a ir na casa dele às tardes para ajudá-lo com algumas matérias e a mãe dele me pagava uma grana pelo reforço. Ele estava sempre sem camiseta, mostrando o corpo ainda mais malhado. E sempre zoava comigo, dizendo que eu era muito magro.
Num desses dias, após a aula, Maycon e eu começamos a falar sobre sacanagens. Ele me perguntou se já tinha comigo alguma menina e eu disse que não (morria de medo de alguém saber que eu era gay). Ele disse que já tinha comido uma menina do bairro, “mas só no cuzinho, pois ela tinha medo de tomar na buceta e engravidar”. Comecei a ficar com tesão. Ele estava com um short verde, de jogador de futebol, sem camiseta e com uma havaianas preta. Eu comecei a suar frio notando que ele estava de pau duro, sentado na cadeira de frente para o micro.
Ele comentou: “Olha como estou”, e deu uma pegada no pau, rindo. Perguntou se eu queria ver algum filme pornô e eu disse que sim. Então ele se levantou, trancou a porta do quarto e disse “chega aí”. Sentamos de frente para o micro, ele na cadeira e eu num pufe. Minha cabeça estava bem à altura do sovaco dele, cheio de pêlos, que pude observar enquanto ele abria os filmes. Ele começou a me mostrar uns filmes do Rocco fodendo as bundas de umas mulheres. Passou um tempo e ele perguntou: “vamo socar uma?”.
Não respondi. Estava tremendo. Então, ele começou a socar punheta com a mão dentro do short. Não resisti vendo aquela cena, ele gostoso, seminu, com aqueles pézões à mostra, retesados enquanto batia uma. Tirei os tênis, abaixei a calça até os tornozelos e comecei a mexer no meu pau.
Não aguentei mais e disse “eu quero”. Ele parou e perguntou: “o que?”. Eu respondi meio gaguejando que queria fazer o que não tinha tido coragem de fazer antes. Ele se fez de desentendido e eu pedi: “deixa eu pegar no seu pau?”. Maycon então botou o pau para fora e pela primeira vez pude ver aquela rola grossa, de 18 cm, branquinha, cheia de veias, com um sacão peludo e os ovos pendurados.
A cabeçona roxa saía da pele, já com uma gota na ponta. Ele pegou minha mão e botou no seu pau. Comecei a apertar. Maycon jogou os braços atrás da nuca,
esticando-se para trás. Não resisti e caí de boca no seu suvaco, o fazendo gemer.
Cheirei aquele sovaco gostoso e fui descendo. Ele me pediu para chupar. Eu falei “bota o pé na minha boca”. Ele virou a cadeira na minha direção, tirou o short que estava nos tornozelos e levantou a perna direita. Tirei o chinelo dele com os dentes, enquanto ele continuava a se masturbar.
Comecei a cheirar e lamber seus dedões e fui subindo pela perna peluda, até chegar no saco. Botei um ovo dele na boca e ele gemia. Não aguentei mais e abocanhei aquela pica. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca como se fosse uma boceta. Fiquei uns cinco minutos sugando, sentindo ele arfar e suar.
Ele disse que estava quase gozando e eu parei de mamar. Em 5 segundos, tirei a calça e, num gesto de loucura, subi em cima das pernas dele, de costas, encostando o cu no seu caralho. Ele não esperava que eu fizesse isso, achou que ia ficar só na chupeta. Eu nunca tinha dado o cu, mas já tinha brincado enfiando os dedos no meu anelzinho. Ele me chamava de viadinho e dizia “senta aí que vou comer esse rabo”.
Cuspi na mão, deixei o botão molhadinho e sentei. O tesão era tanto que deslizou tudo de uma vez só, nem senti dor. Maycon me segurou, passando os braços por baixo do meu suvaco, me segurando pelos ombros. Eu estava com as pernas para cima, sentindo o suor dele nas minhas costas. Comecei a bater punheta, enquanto ele socava com força e mordia minha nuca. Parecíamos dois animais.
Não demorou nem cinco minutos e comecei a contrair o cu, prestes a gozar. No momento em que gozei, senti a rola dele inchando e esguichando porra dentro de mim. Ficamos um tempo parados. Parecia que o mundo tinha parado por uns instantes. O pau dele saiu e eu levantei.
Ele segurou a pica e mandou “agora limpa”. Agachei na sua frente e comecei a lamber aquela rola com gosto de porra e do meu próprio cu.
A pica dele endureceu de novo e continuei mamando por mais um tempo, até que ele, com as mãos atrás da própria nuca, gozou de novo na minha boca.

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