Conto Gay – Metendo com Meu Cunhado Delicioso

Olá tudo bem, meu nome é Rodrigo tenho 28 e o que vou contar pra vocês aconteceu a uma semana. Eu sou moreno alto e pouco atlético. A uns 8 meses comecei a namorar uma mina ae de 20 anos. Ela mora num bairro meio distante aqui do meu e tem um irmão de 18 anos que mora com ela. Sempre que chego do trabalho e como moro sozinho sempre fico de cuecas em casa para arrumar as coisas. Tal dia, ela me liga dizendo que precisaria trabalhar até mais tarde no trabalho dela e que não poderia vir em casa hoje, mas se não tivesse problemas, pediria pro irmão dela RAUL, ficar aqui em casa até ela chegar, pois ele estava sem chave e não teria como levar pra ele. Raul é um garoto magrelo, branco, alto e com tipo de maninho. Eu não vi problemas e autorizei ele sair do trampo e colar aqui no ap para tomar banho e esperar a irmã, alias, ela demoraria pra chegar.


Deu umas 18h30 o interfone toca, era Raul vestido com o uniforme azul do trampo de operador de maquina. Abri, ele entrou:
– E ai Rodrigo, blz? minha irmã te avisou que vinha né?
– Claro mano. Cola ae.
Até então, eu nunca tinha olhado Raul com outros olhos, mas tudo foi mais forte que eu e mil coisas passou pela minha cabeça. Eu ainda de cueca em casa, mexendo nas coisas, nem fiquei com vergonha e vi que ele tbm não se importou em me ver daquele jeito.
– Onde posso colocar essa mochila?
– Poe no quarto la fera, fica a vontade ae.
– Ou, pode tomar uma ducha ae cara no seu banheiro? minha irmã vai demorar e eu to maior cansado. Até ela chegar tem chão.
– Logico cara, pode sim, mas vc tem roupa?
– Coloco a mesma cueca e a calça, chegando em casa eu troco e coloco uma limpa.
– Não mano, eu tenho shorts limpo e cueca aqui que acho que fica largo um pouco mas pelo menos vc fica com roupa limpa. Depois sua irmã me traz.
Raul, com cara de cansado topou e aceitou a sugestão. Alias, como estava cansado certamente iria tomar banho pra dormir um pouco.
Ele foi pro quarto e gritou de la se poderia tirar um cochilo depois do banho. Eu gritei que podia ficar a vontade. Passou meia hora ele veio ate mim e pediu uma toalha. Eu dei e ele entrou no banheiro ainda com a roupa de trampo. Como eu ja tinha começado a lavar umas peças minhas, fui ate o banheiro e perguntei para ele se ele queria que eu passasse uma agua naquela troca, alias iria usar de novo no outro dia. Ele disse que não queria incomodar. Eu insisti e ele me passou a calça, a cueca e a camiseta. Neste momento entreguei a toalha.
Chegando na lavanderia, não resisti ver aquela cueca boxe preta. Comecei a cheirar e sentir aquele cheiro de saco branco e me detrestraí cheirando aquela cueca deliciosa de Raul.
Passados uns 15 minutos do banho, ele sai enrolado na toalha e vem pra lavanderia sem eu ouvir ele abrir a porta do banheiro e se aproximar de mim. Quando vi, ele já estava perto de mim e me flagrou cheirando a cueca dele. Eu, meio desconsertado, disfarcei e fingi que estava separando roupas escuras. Ele, meio com cara de desconfiado, disfarçou também e me pediu a troca de roupa que havia oferecido:
– Ou, pega a cueca e um short pra mim la que vc disse que vai me emprestar.
– Claro cara, vamos la no quarto. Ja separo
Chegamos no quarto e ele ainda de toalha ficou esperando eu procurar alguma que servisse nele.
– Acho que vou ter que experimentar até achar uma que sirva viu.
– Pode ser. Ve ai qual fica melhor e pode pegar.
Nessa hora ele larga a toalha e fica pelado na minha frente pegando cueca por cueca e começa a experimentar todas, dizendo que iria ficar e cueca um pouco pois queria tirar um cochilo.E concordei vendo aquela bunda branquinha e aquele pau mole com saco grande.
– Achei… Acho que essa ficou menos larga que as outras mas ta bom. As coxas estão largas mas é a melhor.
– Blz. Pode por então e ficar com essa.
Ele ajeitou o pau na cueca. Meio larga quase caindo. Ma continuou. Pra minha surpresa, ele diz:
– Cara vou tirar um cochilo mas tenho sono pesado. Me acorde se não eu passo e perco a hora. Pode cair o mundo que nada me acorda ta.
Nessa hora minha mente começou a maturar. Será que foi uma dica ou será que está falando serio mesmo?
– Blz, te acordo sim. Vou terminar as coisas la.
– E lava pra mim aquela cueca que você estava cheirando pra eu não esquecer de pegar blz. Nesse momento deu um sorriso safado e se virou ajeitando a cama. Eu, fingi que não ouvi. Passou uns 5 minutos, voltei no quarto e ele ainda estava deitado acordado. Perguntei se tinha algo errado e ele respondeu:
– Não. Ta tudo certo. Nessa hora ele tava com a mão dentro da cueca larga que emprestei.
– Blz, dorme ai. Jaja te chamo.
Não resisti e voltei pro quarto. Ele intacto parecendo que estava dormindo com a barriga pra cima. Nessa hora vi aquele volume dentro da cueca larga. Parecia medir uns 19cm. Comecei analisar. Não roncava. Não mexia. Não sei se estava mesmo dormindo ou fingindo. Meu coração nessa hora pulando do peito. Resolvi chegar mais perto e chamá-lo com voz baixa. Ele não respondeu. Chamei unas 3 ou 4 vezes e nada. Resolvi arriscar.
Comecei passar a mão de leve no cabelo, fui descendo no peito até chegar na barriga. Vi que as bolas saltavam pra fora da cueca larga e o vergão de pau duro la estava gritando. Resolvi seguir em frente. Comecei a passar a mão naquele volume duro ate chegar na região das bolas. Passei as mãos na coxas e coloquei devagar as mãos por dentro da cueca por baixo, em sentido à virilha. Enchi minha mão com as bolas de Raul. A cueca larga facilitava meu desejo. Resolvi acelerar. Bem devagar, comecei a erguei a cueca larga e tentar tirar as bolas pra fora, tudo foi dando certo. Raul parecia em sono profundo mas não roncava nem se mexia. Comecei a cheirar e depois a lamber aquelas bolas brancas com poucos pelos e delicioso. Abocanhei as duas bolas e chupei sem dó. O tesão falava mais que o medo. Continuei meio que segurando a perna da cueca. Mamei muito as bolas até que decidi abocanhar aquela vara dura feito pedra. Comecei a tirar a cueca devagar até o pau dele estar totalmente fora. No mesmo momento consegui ai puxei a cueca pra baixo deixando na altura no joelho. Raul não se movia. Peguei aquele pau com as duas mão e comecei a cheirar a cabeça até que não resisti e comecei a chupar engolindo inteira. No mesmo momento comecei a intercalar chupando o pau e as bolas. O pau latejava. Não satisfeito, fui mais além… tirei minha cueca e fiquei pelado. Meu pau tbm duro igual ao dele. Comecei a passar meu pinto no pinto dele. Ele se mexei um pouco mas não abriu os olhos. Continuei. Nesse momento tive uma ideia: queria ver a bunda dele. Comecei a vira-lo devagar ate ficar de bruços. foi aqi que aquela bunda saltou na minha frente. Rapidamente comecei a passar a mão até abri-la e ver aquele cu vermelho sem pelos. Resolvi passar a lingua. Ele não mexei, ai segui num rtimo maior chupando muito aquele cu. Quando parei, pra minha surpresa:
-Nossa mano, vc ta chupando meu cu Rodrigo?
– Não cara, to so brincando.
– Então brinca. Mete a lingua então.
Nesse momento continuei muito. Até que eele virou, pegou minha cabeça e colocou minha boca no pau dele. Eu engoli tudo ate engasgar.
Como eu ja estava pelado, ele disse:
– Quero fuder seu cu cunhadinho. Já que vc não fode minha irmã eu vou te fuder.
– Então vem Raul, soca tudo.
Raul levantou e me deitou na cama. Nesse momento chupou meu cu e colocou a cabecinha. Dei aquela gemida de dor mas suportei. Começou a fuder.
– Ai, vai cunhado, soca tudo no meu cu vai.
– Ta gostoso cunhado? ta curtindo levar rola do seu cunhadinho hein safado?
– to gostando muito. Soca ate o talo.
Raul começou a fuder meu cu com vontade.
– vai seu viado. Pensa que eu não vi você cheirando minha cueca. Era essa rola que você queria né?
– isso Raul, era. Me da rola vai, Soca.
Raul sabia o que estava fazendo. Me colocou de frango assado, de quatro, de lado, em pe.
– Vai cunhadinho, quer porra quente onde?
– Quero leitinho na boca.
– Então vem, vou gozar muito.
Depois te uns 50 minutos dando o cu pro meu cunhado, eu ajoelhei em frente aquela rola branca, grande e dura e ele começou a bater punheta.
– Vai Rodrigo, abre a boca, vou gozar
Num gemido de tesão, Raul espirrou um jato de porra na minha boca . Saiu muita porra. Nesse momento encheu minha boca. Ele socou o pau na minha boca e fez eu engolir tudo. Cada gota. Nesse momento, chupando e engolindo porra, comecei a bater punheta até gozar também num jato de tesão que atingiu o pe de Raul.
Levantamos suados e fomos tomar banho. Raul ainda ficou ali comigo deitado e beijando até umas 23h00 até minha namorada, irmã de Raul, ligou dizendo que estava la embaixo esperando ele e que não iria descer pq estava com pressa. Eu dei um beijão nele e me despedi. Ele pegou um short e desceu. Depois no outro dia, fui na casa deles e agimos como se nada tivesse acontecido. Hoje, eu e Raul ainda saímos pra meter gostoso às escondidas, mesmo agora que ele também começou a namorar. Somos amantes eu e meu cunhadinho.

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