Putaria no Hotel

Em 2024 precisei viajar para outro estado a fim de realizar uma prova.
Cheguei ao hotel por volta das 13h, fiz o check-in e subi para o quarto. Estava entediado, então aproveitei para ir conhecer os pontos turísticos que ficavam mais próximos ao hotel.

Passei a tarde nesse passeio. Ao final do dia, retornei ao hotel e resolvi descer para o restaurante do próprio hotel para jantar.

Fiz o pedido do prato e peguei uma cerveja pra acompanhar. Enquanto comia e bebia, reparava no movimento em volta. Como era um final de semana onde teria aplicação de prova, haviam muitas pessoas de outro estado no hotel.

Como já estava sentindo o efeito do álcool, somente reparei de longe o tanto de mulher e homem gostoso que circulavam por alí. Isso foi o suficiente pra chamar a minha atenção e minha cabeça já começava a pensar em putaria.

Depois que jantei, subi para o quarto, tomei um banho e fiquei deitado na cama.

Como havia bebido um pouco e tinha visto cada macho e mulher gostosa, os sentimentos sexuais tomaram de conta da minha mente. Enquanto fingia que assistia televisão, comecei a alisar minha pica e pensar em algumas dessas pessoas. Logo meu pau despertou, então resolvi tirar meu short e comecei a tocar uma punheta gostosa.

Após alguns minutos e com minha pica ainda bem dura e extremamente molhada, resolvi baixar um app para sexo. Sim. É um que chamam de Ifood amarelo, voltada ao público majoritário de homens.

Criei minha conta e prossegui. Para a minha felicidade, haviam muitos homens pertos de mim. Alguns tinham o nome do hotel no nome e isso facilitou que eu puxasse assunto.

Puxei assunto com um que estava muito próximo. Entretanto, quando a pessoa falou sobre as vontades e gostos, perdi o interesse e o bloqueei. A pessoa tinha uns fetiches que EU considero bizarros (mijos, sujeiras, chutes… essas coisas).

Continuei olhando “o catálogo” e logo vi um que só tinha o nome do hotel na bio. Não havia distância visível. Fiquei curioso e resolvi mandar um tap. Como já estava meio bêbado e ficando com sono, fechei o app e voltei a pensar em sexo. Passou uns 3 minutos e o cara devolveu o tap.

Parecia ser uma pessoa decidida, porque logo que devolveu o tap, ele me mandou mensagem.

Conversamos rapidamente e com isso descobri que ele estava no mesmo andar que o meu.

Isso foi o suficiente pra me deixar nervoso. Mas um nervosismo bom.

Não trocamos fotos de rosto, nem nudes. E acho que foi isso que deixou tudo mais especial ainda.

Ficamos alguns minutos conversando e eu perguntei o que ele curtia.

– Quero brotheragem com algum macho.

ERA TUDO O QUE EU PRECISAVA.

Eu não curto ser penetrado, nem meter. Curto sarrar pica com pica, beijar, mamar, ser mamado, beijar, gemer, ouvir gemer, sentir um pau sarrando no meu rabo e curto sarrar em algum rabo também. Quando parte pra penetração, isso me deixa sem vontade. Eu perco o interesse. E é engraçado falar isso porque AMO METER EM UMA BUCETA OU UM CUZINHO DE MULHER. Mas com homem, não curto.

Enfim. Continuamos falando das nossas vontades e o fato dele querer somente brotheragem me deixou mais molhado ainda.

Apesar do tesão, eu estava muito nervoso. Não sabia se teria coragem de fazer algo com alguém que nem foto de rosto tinha visto.

Acabamos que nos descrevemos por texto.
Eu tinha 26 anos na época e ele 27.
Eu sou magrinho e tenho 1.73 de altura. Ele era magrinho, tinha uma barriguinha de cerveja (com 27 anos) e a mesma altura que a minha.
Eu tenho uma pica relativamente grande, veiuda e grossa. Ele tinha a pica menor, mas grossa e cabeçuda.

As descrições se encaminhavam pra ser o suficiente. Mas eu ainda estava muito nervoso e falei isso para o macho. Ele logo me disse:

– Cara, a gente se vê. Se a gente não se curtir, a gente não faz nada.

Quando li essa mensagem, fiquei alguns segundos encarando e resolvi aceitar.

– Ótimo. Você vem no meu quarto ou eu vou ao seu? Questionei.

– Tanto faz. Antes eu quero ir na recepção comprar uma água. Se você quiser, passo aí na volta e bato na porta quando chegar.

– Ok. Pode ser assim então. Vou deixar a porta destrancada. Estou no quarto 403

– E eu no 407. Pertinho.

– Melhor ainda. Te aguardo.

Após a conversa terminar, foram uns 5 minutos até ele chegar no meu quarto, porque antes, como dito, ele iria na recepção.

Durante o período que fiquei esperando, sentei na cama e fiquei olhando para a janela. Estava MUITO nervoso. O nervosismo estava tão alto que o meu pau já estava baixo. Já imaginava tudo dando errado.

De repente, apesar da porta já estar destrancada, ouvi batidas na porta do meu quarto. Respirei fundo e disse:

– Pode entrar. Está destrancada.

A única luz presente no quarto era a da TV e isso foi o suficiente pra ver o cara: EXTREMAMENTE GOSTOSO.

Ele estava com um camisa branca e um short. Tinha as pernas bem grossas e estava com uma havaianas.

Eu estava muito nervoso e só consegui dizer “oi”.

Assim que eu disse oi, ele se sentou ao meu lado e ficamos uns segundos em silêncio. Ambos olhando pra parede. Eu queria tomar uma atitude, mas estava com medo dele não ter gostado de mim.

Após um tempinho, ele puxou assunto e perguntou o que eu estava achando do hotel. Eu estava tão nervoso que gaguejei. Acho que isso me ajudou, porque assim que terminei de falar, ele pegou em minha mão e disse:

– Calma, mano. Eu também fico nervoso, mas a gente vai relaxar.

Foi o tempo de olhar para o rosto dele que ele me puxou mais pra perto e chegou perto do meu rosto.

Um beijo super molhado rolou entre a gente. Comecei a relaxar e senti que ele também. Ficamos parecendo adolescentes se beijando, até que eu criei coragem e pedi pra ele deitar na cama.

Assim que ele deitou, ele ainda com roupa, resolvi tirar o meu short. Lá estava a minha pica: duraça e babando. Não perdi tempo e sentei no colo dele e continuamos a nos beijar.

Enquanto isso, ele passava a mão na minha bunda e dava uns tapinhas de leve. Eu, por cima, sarrava meu pau nele e sentia a tora dele duraça por debaixo do short.

Após um tempo nos beijando e ele brincando com minha bunda, pedi pra ele tirar a camisa.

Quando ele tirou, havia um peitoral com poucos pelos. Fui descendo minha boca, dando beijinhos e passando a lingua, até que cheguei em seus mamilos.

EU não tenho tesão nos meus mamilos. Mas o macho gemia toda vez que eu passava a minha língua. Chupei e beijei bastante aquele peitoral. Mas eu queria mais.

Fui descendo minha língua até que cheguei em seu short. A pica estava marcando muito no short, mas eu queria ir por partes.

Primeiro, fui descendo o seu short enquanto aproveitava para beijar a perna e alisar ainda mais aquele corpo.

Segundo, ao ver que a rola estava muito dura, beijei sua cueca e fui lambendo o seu pau por cima. Ele urrava de tesão e me perguntava se eu estava gostando.

Por fim, ao ver que a baba daquela rola já estava marcando a cueca, fui devagar mente abaixando a cueca e a tirei completamente.

Assim que tirei, o macho abriu as pernas e disse:

– Chupa meu pau, vai. Chupa que eu sei que tu quer.

Foi ele falar isso que eu, aos poucos, fui botando aquela rola grossa em minha boca.

Aquele cheiro de pica (limpa, por sinal) me deixava doido de tesão. Fui chupando a cabeçona e descia levemente até o saco. Queria botar tudo na minha boca. Então fui aos poucos engolindo aquela jeba. Cada engolida era um gemido mais alto do macho. Em certo ponto, ele começou a foder levemente minha boca. Aproveitei muito aquela rola, mas como sempre, eu queria mais.

Depois de mamar, voltei a sentar no colo daquele macho. Agora, nossas picas se tocavam e faziamos um movimento de vai e volta. Ambos os paus estavam molhados. Eu já nem sabia mais aonde estava, de tanto tesão que sentia.

Deitei em seu colo, ainda sarrando nossos paus e ele me puxou para outro beijo. Cada vez mais gostoso. Sentir aquela língua na minha boca era muito bom, mas ainda podia melhorar.

Decidi que iria mudar de posição. Mal terminei de sentar e o macho disse:

– Senta na minha cara. Quero aproveitar essa rolona sua.

Não vou negar: nesse momento fiquei um pouco constrangido, mas o constrangimento passou assim que senti aquela boca no meu pau.

O cara, mesmo com dificuldade, fazia questão de empurrar meu pau inteiro na boca. Chupava a cabeça com maestria. Lambia toda a minha vara. Chupava meu saco. Eu só gemia e relaxava.

Quando pensei que não podia melhorar, senti aquela língua quente brincando com o meu buraquinho. O macho passava a lingua em volta do meu buraquinho e eu gemia de tesão. Eu estava agindo como um puto. E isso era bom.

– Caralho… não basta ter a pica gostosa ainda tem um cuzinho desse. Lisinho e apertadinho.

Ele me falou isso e continuou beijando meu rabo.

Eu não queria sair de cima daquele macho. Sentir aquela barba roçando na minha bunda era mágico.

O macho ficou brincando com meu rabinho por algum tempo. Depois, pediu pra eu deitar na cama.

Assim que deitei, trocamos de posição. Agora ele, que antes estava por baixo, assumia a posição de cima. Nossas rolas se encontravam novamente. Cada sarrada eram gemidos mútuos. Ele me beijava desesperadamente.

Em certo ponto, aquele macho levantou as minhas pernas e me deixou na posição de frango assado.

O tesão não era o suficiente pra eu autorizar penetração, então pedi que ele sarrasse aquela pica no meu rabo.

Sentir aquela cabeçona molhada e quentinha pincelando meu buraaquinho era uma sensação única. Ele pincelava meu buraquinho enquanto se lamentava:

– Porra, me deixou desse jeito e não vai liberar esse cuzinho pra mim. Assim você me maltrata.

Minha posição sobre penetração não mudava e eu disse:

– Deixo você sarrar o quanto quiser, mas não curto dar.

Ele então fez uma cara de triste, mas continuou sarrando e falando:

– Cuzinho gostoso. Apertado. Lisinho. Se fosse meu namorado ia dormir com minha pica dentro todo dia.

Ouvir aquelas palavras aumentava ainda mais o meu tesão. Eu gemia e aproveitava pra tocar uma enquanto ele macho estava “por cima” de mim.

Ficamos nisso por mais um tempo, até que eu pedi pra ele deitar de bruços na cama.

Ele não se opôs e assim que deitou, reparei no tamanho daquela bunda. Não era lisinha como a minha, mas dava muito tesão.

Dei uns tapinhas de leve e aproveitei para apalpar aquele rabo. Aproveitei e deixei ele bem aberto.

Reparei que o cuzinho, sem dúvida alguma, já tinha sido penetrado. Mas ao passar meu dedo, sentia que também era muito apertado. Passei meu dedinho por mais um tempo, enquanto ele gemia e empinava o rabo.

Resolvi então que era a minha vez de pincelar. Sentei em cima daquelas pernas grossas, mirei meu pau naquele cuzinho e comecei a pincelar. O macho gemia como uma puta e empinava cada vez mais o rabo.

Acabei me deitando sobre aquele corpo e simulei que estava metendo. Minha pica pingava de tesão.

Aproveitando a posição, beijei a nuca daquele macho e comecei a falar putaria em seu ouvido:

– Rabão gostoso. Tenho certeza que se eu meter eu encho ele de leite.

O macho gemia e falava:

– Curtiu meu rabo, foi? Pena que não curte meter.

Continuei sarrando naquele cu por algum tempo. O macho sarrava no colchão, como se estivesse metendo.

Estava cansado daquela posição e pedi pra ele ficar na posição de frango assado.

Ao ver aquele macho nessa posição, comecei a tocar uma e desci pra mamar mais.

Fiquei com tanto tesão que, enquanto mamava e ouvia aqueles gemidos, comecei a passar meu dedo naquele cu de novo. Começava a enfiar e parava. O puto gemia e falava:

– Você gosta de provocar, né? Safado. Mete esse dedo no meu cu, vai.

Continuei brincando com aquele rabo, mas já não aguentava mais tanto tesão.

Parei de mamar e disse:

– Vou gozar. Minha pica tá estalando. Preciso gozar.

Na posição que o macho estava ele ficou. A diferença foi que, o próprio segurou suas pernas e disse:

– Goza em cima do meu cuzinho, vai. Já que não quer meter, ao menos me dá esse leite em cima do meu rabo.

Foi ele falar isso que eu, já atordoado com o tesão, voltei a tocar uma punheta acelerada e botei a cabecinha do meu pau em cima do cuzinho dele. Não demorou e meu corpo se contraiu de tesão. Jorrei meu leite por cima daquele cu. Foram varias jatadas em cima daquele buraquinho. Meu leite quente pingava naquele rabo e molhava o lençol. O macho gemia de tesão e rebolava. Ficamos nisso por algum tempo.

Depois, eu já mais cansado após a gozada, pedi que ele permanesse naquela posição, pois queria fazê-lo gozar.

Assim que relaxei um pouco mais, peguei aquele pau em minha mão e botei em minha boca. A pica do cara estava inchada de tanto tesão.

Comecei a mamar e bater uma pra ele ao mesmo tempo.

Deixei aquela rola posicionada em minha boca e acelerei a punheta pra ele. Aproveitei aquela cabeçona e passava minha língua. O macho sabia gemer.

Não demorou muito e o macho anunciou que iria gozar.

Então, acelerei ainda mais a punheta, tirei o pau da minha boca e mirei no meu rosto. Foi questão de tempo até sentir aquele pau pulsando em minha mão e sentir as jatadas de leite na minha cara. O cara gozou muito. Meu rosto ficou cheio de leite. Fiquei nisso até sentir o pau amolecendo em minha mão.

Dei um beijinho na cabeça e me joguei ao lado dele na cama.

O orgasmo nos manteve calados por algum tempo. Durante esse tempo, eu com meu rosto todo gozado, só passava minha mão naquele peitoral.

Ele, em contrapartida, alisava meu pau, que já estava ficando meia bomba novamente.

– Gostei muito de ter ficado contigo. Pau e cu gostoso. Pena que não dá e nem come.

Se ele morasse perto, era certeza que iriamos fazer isso sempre. Mas infelizmente ele era de outro estado.

– Você é muito gostoso também. Beija bem. Mama bem. E ainda tem um rabo que deixa qualquer um doido.

Mal terminei de elogiar e o macho virou meu rosto (ainda gozado), e me beijou. Imaginei que tinha acabado alí, mas o macho lambeu a própria porra do meu rosto. Depois, voltou a me beijar… e eu senti, mesmo que de forma mais indireta, o gosto daquela porra.

Nos beijamos por um tempo e nos levantamos. Chamei o macho pra banhar comigo, mas ele disse que iria dormir e só banharia quando acordasse.

Ver ele vestindo a roupa me deixou levemente triste, porque eu sabia que ali era o fim.

Antes dele sair do meu quarto, ainda me deu outro beijo e deu um tapinha na minha bunda.

– Gostei muito de ti. Espero algum dia ir em Brasília e te reencontrar.

Foi um desejo até hoje não alcançado. Não trocamos contato algum.

O macho então saiu do quarto onde eu estava e eu, aos poucos, fui recuperando a minha energia. Aproveitei pra tomar um banho e capotei na cama.

Mal deitei e o sono veio. Dormi completamente pelado.

No outro dia, acordei, lembrei da noite passada e toquei uma até gozar. Dessa vez, minha própria porra molhou o meu rosto.

Tomei banho e resolvi ir comer algo. Ao sair do quarto, não vi mais o macho e nem nos falamos mais.

Quando entrei no app que tinhamos combinado tudo, o perfil dele e nossa conversa ainda estavam lá, mas optei por apagar o meu perfil e perdi tudo.

Às vezes, na vida, a gente encontra a pessoa ideal. Nem que seja somente pra uma putaria. Aquele cara tinha sido feito pra mim. Pena que não mantivemos contato.

Mas a vida tem disso, né?

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