Eu e minha esposa sempre tivemos vontade de fazer sexo com alguém nos observando. Fazemos isso poucas vezes por ano e, normalmente, sou eu quem procura, escolhe e organiza tudo. Ela é extremamente tímida: leva meses para criar coragem e só consegue participar se beber antes.
Pela primeira vez pedi que ela tentasse procurar sozinha. Criou um Tinder e, depois de semanas de esforço, me mandou dois perfis. Não gostei muito de nenhum dos dois, mas, para não desanimá-la, aceitei conversar com o que eu menos tinha curtido: um rapaz de 27 anos, recém-divorciado, pai amoroso e fã de futebol. O outro era um psicólogo de 25 anos, mais “experiente” no assunto.
Naquele domingo já estávamos cansados. Tínhamos levado uns dez bolos na semana. Enquanto conversava com o do futebol, descobri que ele estava com o filho em casa e sem veículo. Ele sugeriu que fôssemos até a casa dele. Nunca tínhamos feito isso — sempre preferimos motel por privacidade —, mas a vontade era tanta que aceitei. Combinamos para as 23h.
A ex-mulher atrasou a busca do menino. Às 21h ainda não tinha aparecido. Minha esposa precisava beber para criar coragem e não dava para ficar esperando até a madrugada. O psicólogo também desistiu, dizendo que precisava dormir cedo. Acabamos indo ao motel só nós dois, contrariados, porque o que queríamos era mesmo a exposição.
Antes de sair, pedi que ela colocasse uma lingerie bem provocante por baixo de um sobretudo (nada por baixo).
Saímos na maldade em direção ao motel, já que não conseguimos achar ninguém.
Ao chegar na esquina do motel — uma rua industrial e escura — tinha um motoboy parado, olhando a rota. Passei por ele e perguntei para ela:
— Amor, quer mostrar algo pra ele?
Ela, como é muito tímida, ficou nervosa, mas falou:
— tá, vamos tentar.
Parei a moto um pouco à frente. Ela enfiou as mãos dentro do sobretudo e puxou os peitos para fora do sutiã, que era de um tecido bem levinho e fino. Depois fechou a blusa. Dei meia-volta bem na hora em que o boy estava saindo, encostei do lado dele e disse:
— Amigo, me tira uma dúvida?
O boy parou ao meu lado, solícito. Devia ter uns 35 anos, baixo, magro, de capa de chuva, com um cigarro na mão.
— O que você precisa?
— Tô indo com minha esposa pro motel. O que você acha dela?
O boy parou sério, sem reação. Olhei para minha esposa e falei:
— Mostra pra ele, amor.
Ela, nervosa:
— Mas será que ele quer ver?
Olhei para o motoboy, que estava completamente neutro, sem reação — passava até a impressão de estar bravo — e falei:
— Acho que se ele não quisesse, já teria ido embora.
Ela sacou os seios enormes de dentro do sobretudo. São redondos, perfeitos, bem grandes e empinados. Sempre que ela tira, a pessoa se assusta. O boy não foi exceção: ficou em choque.
— Vocês tão doidos?
— Quer tocar?
O boy parecia incrédulo:
— Você tá falando sério mesmo?
— Sim. Você quer?
— ele parecia incrédulo ainda, claramente com cara de cansado do serviço mas começando a se animar.
— Dia difícil amigo? Sem muita sorte?
— É… bem isso.
— Então toca, pra dar sorte.
Ele estendeu o braço e apalpou os seios da minha esposa. A mão dele, pequena, não cobria nem a metade de um seio. Ficou agraciado e perplexo. Retirei a mão dele, falei boa noite e bom trabalho. Minha esposa guardou as gêmeas e dei meia-volta.
Ele emparelhou do meu lado e perguntou:
— Vocês querem companhia?
Recusei educadamente. Não conhecia a pessoa e não ia convidar ele pro motel. Sempre passo um longo período conversando com a pessoa antes de chamar pra nos ver fazendo, pra ver se é normal, se sabe obedecer, se não é escrota e essas coisas.
Chegando no motel, minha esposa bebeu um pouco da ice que levamos. Fazia quinze minutos que estávamos lá quando recebi uma mensagem do jogador:
“A ex buscou o menino. Meia-noite e quarenta e sete.”
Respondi que a gente já estava no motel e agora não tinha o que fazer. Como ele estava sem veículo, ficou meio abatido, mas fazer o quê? Demos o assunto por encerrado.
Minha esposa pegou meu celular e pediu pra tirar uma foto pra ele, pra pelo menos ver como ela se preparou. Eu deixei. Ela abriu o sobretudo e tirou foto da lingerie (sem o rosto aparecer) e mandou de visualização única. Essa foi a chave de virada que ele precisava.
Ele respondeu:
“Eu vou aí.
eu de risada e disse: mas como doido?
ele: Vou pedir um Uber, kkkkkk”
Já ouvi falar de pessoas que vão ao motel de Uber. Acho diferente e audacioso. Eu teria vergonha da cara do motorista me olhando.
Falei pra ele deixar pra lá, porque ele morava num local ermo e longe e não teria Uber pra voltar do motel. Achei que o assunto tinha acabado.
Uns minutos depois, quando já estávamos nos beijando e íamos começar, ele mandou:
“Fui na casa do meu irmão e implorei pra ele me emprestar o carro. Tá aqui comigo.”
Eu e minha esposa rimos e gostamos da atitude. Ele obviamente queria muito nos assistir. Perguntei pra ela o que achava de irmos embora pra casa dele, já que, apesar de ter que pagar o motel, não era o que procurávamos. Ela achou que seria divertido.
Pegamos a moto, pagamos o motel sem usar e fomos pra casa dele. Pedi que ele voltasse pra casa com o carro, que iríamos até lá. Me arrependi nem cinco minutos depois: a casa era longe, nem parecia a mesma cidade. Tinha trecho de estrada de chão e um breu que parecia filme de terror. Era um bairro bom, com ótimas casas, mas bem isolado. Cheguei lá, mas pensei em voltar umas cinco vezes, kkk.
Ele nos recepcionou na porta. Eu não havia enviado nenhum tipo de foto nossa, porque gosto de manter a surpresa. Nem nossos rostos ele tinha visto ainda — somente a do Tinder, que ela colocou aparecendo um pouco a boca e os seios, o que dava pra entender que era muito bonita, mas não o quanto. Quando desci da moto, pude ver na cara dele o espanto: a mulher era muito mais bonita do que ele imaginava. Muito.
Entramos. A casa era bem organizada pra um solteiro, limpa e cheirosa — um homem cuidadoso. Sentamos no sofá. Puxei assunto. Minha esposa, tímida, não conseguia conversar muito (pra variar) e bebia a última ice pra criar coragem. Puxei uns assuntos, mas depois de quinze minutos já parti pra cima dela. Eram duas da manhã e até agora não tínhamos feito nada.
Falei:
— Sei que a casa é sua, mas vou tomar a liberdade de guiar toda a situação, ok?
— Opa, fica à vontade.
Gosto de guiar porque minha esposa é tímida e só eu a conheço. Eu chamo a pessoa somente para assistir, mas vou perguntando no ouvido dela se permite algo mais — toques e tal.
Começamos a nos beijar. Ela foi se esquentando rápido: a bebida, semanas sem fazer o fetiche, mais de uma ou duas semanas sem sexo. Levantei ela do sofá, coloquei de frente ao rapaz e, devagar, abri o sobretudo. A lingerie ficava estufada no corpaço dela — era cena de encher a boca d’água (ou os olhos). Vi na cara dele a perplexidade.
— Gostou?
— Misericórdia…
Comecei a apalpá-la toda. Ele, vidrado na cena. Pedi pra ela dar uma voltinha e aquela bundona redondinha, empinada e volumosa quase engolia o fio da lingerie. Ele ficou estático.
Voltei a sentar no sofá e trouxe ela. Ela subiu em cima de mim e ficava cavalgando de roupa mesmo, se esfregando em mim a centímetros dele, que estava sentado ao lado. O pau dele claramente estralando de tão duro.
Enquanto ela fazia isso, perguntei no ouvido dela:
— Ele pode te apalpar?
Ela deu um sorriso de quem já estava soltinha do álcool e balançou a cabeça afirmativamente.
Falei:
— Fulano, sei que é só pra você ver, mas ela deixou.
Peguei a mão dele — ele olhando em choque — e coloquei na bunda dela pra ele apalpar. Ele apertou, segurou, e eu tirei a mão dele.
Ele claramente estava gostando, e nós também. Ela me fez oral por uns minutos. Levantei ela, coloquei novamente de frente a ele e falei:
— Fulano, abre as pernas.
Fui no quarto dele (ele sem entender nada), voltei com um travesseiro e joguei sobre a cintura dele. Mandei ela deitar em cima do travesseiro e falei pra ele:
— Nada de mão boba.
Ele colocou as mãos pra trás do corpo. Eu fui no meio das pernas dela e comecei a chupá-la. Da visão dele, estava ao lado da nuca dela; ela deitada em cima dele, com o travesseiro separando. Ele via os peitos dela tampando a visão e eu lá fazendo oral. Ela gemia, se retorcia, e ele vidrado na situação.
Depois de chupar bem, levantei, puxei os dois braços dele de trás, deixei os seios dela à mostra e coloquei ambas as mãos dele em cima. Voltei a chupá-la enquanto ele apalpava e apertava os seios. Ela estava em êxtase: gemia, contorcia, gemia de novo. Parei pra ela não gozar. Ela saiu de cima dele exausta e caiu meio de lado no sofá, ao lado dele.
Esperei ela se recuperar, sentei no sofá e tirei a calcinha dela, ficando somente com a cinta-liga nas pernas e o sutiã agora aberto. Mandei ela vir por cima e ela cavalgou bem. Às vezes ficava ajoelhada em uma perna pra ter mais espaço e lançava o quadril contra o meu. Ainda bem que eu não ejaculo fácil — alguém que não conhece teria perdido a batalha ali, kkk.
Levantei ela novamente, coloquei o travesseiro em cima do colo dele (pra ela não ter contato com o pênis dele, que parecia que estava doendo de tão duro) e mandei ir de frente, por cima do travesseiro, segurando nos ombros dele — meio que abraçando — e gemendo no ouvido dele. Ela se posicionou e, enquanto eu penetrava, ela gemia com gosto. Ele fechou os olhos e só curtia os sons do sexo e os gemidos.
Nesse ponto minha esposa já estava bem no clima. Quando gosto da pessoa, começo a ficar mais ousado. Vi que ele parecia apto e ela também gostou dele. Então mandei ela começar a chupar o pescoço dele. Continuei meu trabalho e agora ele sentia o vai e vem nosso enquanto ela gemia e chupava o pescoço. Parei num determinado momento e mandei ele fazer o mesmo nela, já que estavam pescoço com pescoço. Ela vai ao delírio com isso: começa a gemer e urrar.
No meio, me empolguei e mandei ela beijar — coisa que normalmente não fazemos. Parei de penetrar. Ela montou no travesseiro e os dois começaram a se beijar, ela cavalgando no travesseiro. Mandei ela dar os seios pra ele e ele se esbaldou naquela posição.
Troquei de posição: tirei o travesseiro, sentei ao lado dele. Ela veio me fazer oral e perguntei se ele podia se masturbar nos vendo. Ela deixou. Ele sacou pra fora — não muito maior que o meu, bem parecido, só mais grosso. Ela continuou; ele assistia se massageando. Então pedi pra ela fazer oral nele e ela foi empolgada. Pegou pesado, ficou de quatro e começou sem dó, rápido e selvagem, como se fosse sair suco de lá. Falei pra ele avisar se fosse gozar. Ela continuou sem dó e eu falei pra ela acalmar um pouco, ou ele não ia aguentar.
Levantei, mandei os dois ficarem de pé e falei:
— Vamos pro quarto. Mas antes…
Joguei um travesseiro no chão, mandei ela ajoelhar e ambos colocamos os membros na frente do rosto dela pra mamar alternando. Ela fazia uma cara de puta, revirava os olhos, chupando como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. Me olhava com cara de safada enquanto o pau dele enchia a boca dela. Era uma cena absurda.
Mandei ela levantar e namorar ele. Eles se abraçaram e começaram a se beijar, se apalpar. Deixei um pouco eles se excitarem e falei pra irmos pro quarto.
Fomos. Mandei ele sentar e, enquanto ela mamava nele, eu comia ela de quatro. No ápice da situação, perguntei se ela queria abrir uma rara exceção e dar pra ele. Ela negou. Então pedi pra ele colocar uma camisinha que eu tinha deixado debaixo do travesseiro — era brilhante no escuro — e queria que ela mamasse nele usando. Ela olhou pra minha cara sabendo que eu estava aprontando algo, só não sabia o quê, kkk.
Voltamos à posição: ela chupava o membro e eu nela de quatro. O negócio brilhava mesmo. Comecei a massagear o clitóris dela durante o ato e ela começou a se molhar toda de excitação — nem conseguia chupar ele direito pela falta de concentração e pelo êxtase do prazer.
Tirei de dentro dela, já meio cansado de tanto marretar sem parar, e falei no ouvido dela:
— Vai… vai lá…
Encorajada pelo tesão, ela não pensou duas vezes. Eu sentei ao lado dele e ela subiu no pau dele de uma vez só, já com o joelho levantado pra quicar ainda mais alto e forte. Fiquei assistindo.
Foi quando tive a ideia: corri na sala, peguei meu celular, liguei a luz do quarto (ela não gosta de luz acesa — sempre fazemos meio escurinho, só pra dar pra ver) e comecei a filmar a cena. (Como nos meus últimos contos do outro perfil, todo mundo fica me enchendo o saco pra ver foto ou vídeo. Gravei esse pra vocês mesmo. É curto, mas é real — e inclusive vocês ouvem ela reclamar da luz acesa, kkkk. O vídeo é curto, mas muito bonito. Se alguém quiser, vou postar em algum OnlyFans da vida no meu perfil, só pra vocês verem. Baratinho, só pra cobrir o custo do programa de edição.)
Enquanto ela sentava com violência nele eu filmei um pouco, ela quicava como se parasse fosse morrer, o rabo dela todo vermelho já quando menos espera ele da um tapão que deixa outra marca(podem ver pelo vídeo), eu queria participar então eu subi na cama e dei pra ele me chupar enquanto eu gravava. Parei o vídeo e fui apagar a luz (ela não gosta). Ela já não estava aguentando pirocada de dois: eu já tinha feito um monte e o menino veio com gás.
Pedi pra mudar de posição. Ele jogou ela meio pra trás e, ambos sentados, ela quicava nele e ele tentava meter. Ela jogou o corpo pra trás; eu aproveitei pra chupar os peitos e beijar a boca dela. Pedi pra eles trocarem de posição. Ele foi logo de frango assado, enquanto eu colocava o pau na boca dela pra ela chupar.
Nessa hora ele se soltou e mostrou pra o que veio: começou a socar nela sem dó nem piedade, com força e velocidade, como toda mulher gosta quando está no clímax. Ela urrava de prazer e virava o olho. Até tirei o pau da boca dela pra ela conseguir respirar. Ele, numa velocidade de animal, grudou na garganta dela, enforcando-a e socando com ódio. O rosto dela ficava vermelho de prazer e ela xingava:
— Aaaaaaaain, vagabundo!!
Ela adora que peguem no pescoço. Ele foi com vontade e socou como se não houvesse amanhã. Parou por um momento pra tomar fôlego. Ela estava até desnorteada de tanta pica que tomou. Ficou uns minutos respirando pesado, cansada e exaurida pelo sacode que levou.
Pedi pra ela levantar — o que tivemos que ajudar, porque estava exausta e meio tonta com a bebida ainda. Mandei ele pegá-la de pé pra encerrarmos, pois ela não estava aguentando mais. Ele pegou uma perna dela, ergueu e começou a comê-la de lado, segurando a outra perna na mão, ambos de pé. E ali ele se soltou de vez: começou a meter com força total, sem dó, do jeito que ela gosta. Ela urrava e eu, sentado, só assistia. Me arrependi de não ter gravado essa.
Ela não aguentou: caiu pra frente, de cara no colchão. A posição ficou linda e perfeita. Ele socava e ela urrava, virando o olho. As batidas eram violentas, a cama estava mexendo do lugar e eu assistia me masturbando. Ela olhava pra mim com a cara vermelha, cheia de prazer e tesão, olhando dentro do meu olho enquanto tomava a maior surra de vara da vida dela.
Falei:
— Manda ele te comer, amor.
Ela olhou pra trás, com ele dando a vida na socada, e falou brigando:
— ME FODE! VAI! ME COME!
Chega a ser um choque até pra mim, que tô dez anos casado com ela: a diferença da mulher tímida e recatada pra quando ela já está bêbada no ato… parece outra pessoa. Geralmente quem está nos acompanhando fica literalmente em choque com a vontade que ela esbanja.
Não deu outra. Quem aguentaria um trem desse? Na hora ele anunciou que ia gozar e eu gritei:
— Não, não! Segura!
Ele tirou pra fora e fez o esforço hercúleo de não gozar… e conseguiu. Ela estava jogada na cama de forma que a alma tinha até saído pra passear.
Perguntei:
— Podemos encerrar, amor?
— Sim. Não aguento nem andar.
Coloquei um travesseiro no chão, mandei ela ajoelhar. Deixamos ambas as picas na cara dela e começamos a bater.
Falei:
— Goza na boca dela.
Ela abria e escancarava a boca,
fazia: “aaaaah”.
Tirando a língua toda pra fora, pedindo leite.
Pedi pra ele avisar, porque gosto de gozar junto com a pessoa e encher ela de leite, mas, dada a situação em que ele estava um minuto atrás, não deu tempo.
Ele jorrou porra na cara dela toda, na boca, desceu pros peitos — uma quantidade generosa. Eu ainda batendo.
Ela olhou pra mim com a cara toda melada e eu mandei ela beber o que tinha escorrido. Ela pega com o dedo o que estava descendo, junta uma boa quantia, olha pra ele e derrama na boca.
Olha pra mim e começa a me chupar, mas a porra ainda estava toda dentro da boca — ela não engoliu.
Meu pau encheu da porra dele e, na hora que gozei, explodiu sêmen pra todo lado: na cara, no olho, no cabelo, na boca, no nariz… tudo.
Não sei quem estava mais exausto. Eu e ele, claramente, até com cãibra. Ela levantou e foi pegar a toalha. Eu e ele nos sentamos no sofá da sala, exaustos, exclamando coisas impressionados:
— Nossa…
— Uau…
— Eita…
— Caramba…
Ambos respirando pesado, cansados e extremamente saciados. Começamos a rir à toa.
Falei:
— Aposto que você não imaginou que seu domingo seria assim, kkkkk.
— Nunca, kkkk.
Nos ajeitamos, nos despedimos e voltamos exaustos, felizes e com medo daquela merda de estrada feia.
Mas se postei é porque cheguei vivo.
se puderem comentar e dar like eu agradeço.
Adorei o conto de vocês, algum casal da minha região que quer uma aventura assim me procure ZAP 75 9 83427214 Alagoinhas BA. Sou discreto experiente dotado super super super sigiloso.