Como virei putinha do meu primo pauzudo

Há uns anos atrás, morava aqui em casa um primo meu, que tinha vindo do nordeste para tentar a sorte por aqui. Na época eu tinha 18 anos e ele somente 16. Por minha casa ser pequena, dormíamos no mesmo quarto. Mas, nunca tinha acontecido nada íntimo entre a gente.

Ele era um rapaz muito bonito, cerca de 1,80m, uns 75 kg, um corpo bem forte, acho que devido a ele ter trabalhado sempre no pesado na roça. Numa noite que já tínhamos deitado, comecei a perguntar sobre a vida dele.

Ele disse que tinha beijado uma menina na escola, mas só tinha acontecido isso. Eu nem acreditei. Um rapaz como aquele, e ainda virgem. Eu sempre fui muito atirada, perdi a virgindade com 14 anos. Eu já tinha tido um namorado e gostava muito de sexo.

Mas eu já estava solteira há alguns meses e não tinha saído com mais ninguém. Eu estava louca de tesão já, doida pra sentir uma piroca bem grossa e dura me fodendo. Resolvi então investir no priminho matuto.

Nossa, como ele era tímido. Numa noite, fui para a cama dele só de camisolinha e sem nada por baixo. Eu pegava a mão dele e colocava sobre a minha perna e ele tirava. E ele ficava sempre me empurrando pra fora da sua cama, preocupado com meus pais. Era engraçado e sedutor ver um quase homem agindo assim.

Saí da cama dele, mas antes dei um longo beijo na sua boca. Como ele beijava bem! Me retribuiu o beijo com todo o fogo que eu esperava dele. Mas aí fui eu quem não quis. Resolvi botar aquele menino doido. Por três dias aticei ele de todas as formas.

Passávamos o dia quase todo sozinhos e eu ficava o tempo todo dando em cima dele, falando gracinhas e mostrava vídeos de sexo na Internet. Eu investi forte nele. À noite, eu tomava banho e vinha só de toalha para o quarto.

Ele ficava só olhando e disfarçando, mas não falava nada. Eu me deliciava quando percebia o volume do seu pau por debaixo do lençol. Eu via ele se tocando e querendo entender o que ele estava sentindo.

Uma noite resolvi me deitar toda descoberta. Eu vestia uma camisolinha branca e toda transparente que havia comprado na manhã daquele dia. Não demorou muito para que ele viesse para meu lado na cama. Fingi que estava dormindo e sentia ele me tocando.

Ele começou pelas minhas pernas. Era um toque tão macio, tão suave. A mão deslizava, subindo e descendo. Vi que ele estava perdido em como prosseguir com aquilo, então puxei ele pra junto de mim e nos beijamos por um longo tempo.

Entre beijos e amassos fui percorrendo o corpo do meu virgenzinho, perdido em meio a tanto desejo. Mandei que ele ficasse deitado e tirei a roupa dele. Vim beijando seu pescoço, peito, barriga e fui descobrindo aquele corpo que eu tanto queria.

Eu estava ardendo de tanto tesão. Estava me sentindo úmida e latejando. E ele sempre quietinho, só sentindo tudo que estava recebendo de mim. Eu não tinha pressa em cada toque. Deixava-o sentir cada movimento meu. Quando toquei na rola dele, a senti dura como pedra.

Segurei o pau dele com uma das mãos e comecei a punhetar. Ele estava revirando na cama, com gemidos sufocados, por causa dos meus pais. Não resisti e encostei minha boca quente de desejo na rola dele. Eu delirei enquanto chupava ele.

Eu já sentia o melzinho do meu tesão escorrendo pelas pernas. Nunca imaginei que seria tão gostoso ser a primeira garota de um homem. Eu chupava e olhava com cara de safada pra ele. Às vezes tirava minha boca de lá e ele me implorava para não parar.

Brinquei muito com a rola dele. Tentava engolir ela inteira, mas não cabia na minha boquinha. Eu chupava, lambia, não queria sair dali. Quando eu parei novamente, ele me perguntou o por quê. Aí eu lhe disse que ele ia aprender a me chupar também, e fazer do jeito que eu gostava.

Deitei na cama e mandei ele me tocar. Fiquei parada enquanto ele explorava meu corpo. O safadinho mamou com vontade nos meus peitos, e eu adorei cada segundo. Ele pegava com força e me chupava como um bebê faminto.

Eu já não estava aguentando mais. Ele então veio descendo pelo meu corpo, me apertando e me beijando. Até que chegou na minha xaninha, que estava toda quentinha e lambuzada com o meu caldinho. Ele me tocava com tanto cuidado, até que colou a boca nela.

Mandei ele lamber, meter a língua e revezar com dois dedos.
– Pode brincar com ela, amor… hoje eu sou sua namoradinha… pode curtir à vontade, tá? – eu falei baixinho e ele me deu um sorriso maravilhoso, com a boca toda lambuzada da minha xoxotinha.

Logo ele se esqueceu de qualquer timidez e me chupava como se tivesse sempre feito isso, como se fosse um instinto mesmo do homem. Que delícia! Minha pele se arrepiava todinha e eu dava umas tremidinhas deliciosas. Mas eu queria era pica dentro da minha buceta.

Peguei uma camisinha na minha gaveta e ajudei ele a colocar. Em seguida subi em cima dele. Eu queria ter o prazer de olhar na carinha dele quando ele entrasse em mim. Por isso subi e fui descendo bem devagar, engolindo o pau dele com a minha pepequinha pequenina e apertadinha.

Nossaaaaa!!! Fiquei num sobe e desce leve para que ele sentisse como eu estava quente e desejando aquilo. Depois fui aumentando o ritmo e fiquei assim por um tempo. Eu subia, descia, rebolava, e de vez em quando “mordia” o pau dele com minha buceta.

Até que o mandei ficar por cima. Ele veio pra cima de mim, todo cheiroso, todo gostoso, e soltou seu peso. A pica entrou em mim deslizando, indo parar bem no fundo da minha menininha gulosa. Que coisa mais deliciosa! Ele meteu em mim como um veterano.

Meu deussss!!! Eu nunca tinha metido assim em minha vida. Grudei nas costas deles e o mordia de tão gostoso que estava. Mandei ele me xingar e ele ficava me chamando de prima putinha, de gostosinha, de safadinha e outros nomes que eu nem entendia direito.

– Mete, primo… meteeeee bem gostosoooooo na sua priminhaaaaa… ahhhhhh… que delíciaaaaa… come gostosooooo essa bucetinha… você gosta dela, gosta?… fala que você gosta da minha menininha…!! – eu gemia e falava no ouvido dela.

– Simmmmmm… priminha gostosa… safadinhaaaa… essa bucetinha é minha agora, é?… você vai ter que me dar toda noite agora… fala que vai ser todinha minha agora… fala… ohhhhhhhhhh!!! – ele falava e isso me enlouquecia.

Eu nem acreditava que eu estava sendo uma putinha tão gostosa daquele jeito. E olha que eu era bem novinha. Meti muito com ele, dei com vontade mesmo. Pedi pra ele me xingar mais e ele fez. Gemi debaixo dele, chorei, xinguei e babei tanto que minha baba escorria pelo canto da minha boca. E ele chupava tudo, me beijando deliciosamente.

Logo vi que eu não ia aguentar mais e anunciei que eu ia gozar. Ele continuou metendo mais forte e mais fundo. O safadinho não queria parar por nada. Mas, não demorou muito para que ele gozasse também. Tive que beijá-lo para que ele não gritasse.

Foi demais!!! Ele ficou deitado ao meu lado, parado, quieto, e não conseguia falar nada. Dormimos assim, juntos e satisfeitos. Eu me sentia mais satisfeita, é claro. Ser a primeira garota de um homem é muito mais especial. houve muitas outras noites iguais a essa. Mas depois eu conto. Beijos a todos.

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