Esposa na prostituição

Olá me chamo Fábio, tenho 41 anos, casado a 20 com Vera, uma mulata de 42 anos.
Ha algum tempo começamos a brincar com fantasias durante nossos sexo mas as fantasias sempre era ela sendo usada por vários homens em um bar afastado e ela se excitava muito com aquela ideia. Meu desejo de tornar isso realidade era muito forte pois até mesmo nas minhas maturbaçoes sempre inaginava ela em situações assim.
Certa vez durante uma transa com minha esposa perguntei a ela sobre a tal fantasia e ela no auge da excitação disse que gostaria de viver essa experencia mas tinha medo das consequências, o casamento, a violência sexual, e entre outras coisas. Conversamos muito sobre isso e acabei convencendo ela apos dias de conversa sobre a tal fantasia.
Ela um pouco curiosa e tambem com receio do que poderia acontecer acabou topando mas fez as suas exigências: Teria que ser em um local longe e com pouco movimento, tipo bares do interior pois ela é enfermeira em um hospital de Porto Alegre e imagina achar alguem conhecido? Escolhemos uma cidade distante e fomos atras de um bar que aceitasse a realização da fantasia. Saimos de casa em direção ao interior do estado e chegamos a cidade de Montenegro, fomos sem rumo mas decidimos que ali escolheriamos um local para a prática.
Apos rodar pela cidade chegamos em um estabelecimento um pouco afastado da cidade. Entramos pra fazer um lanche e fomos muito bem atendidos pelo sr Manoel, um senhor de aproximadamente 60 anos e muito educado. Sentamos em uma mesa proximo ao balcão e começamos a conversar com ele assuntos normais pois eu precisava

conhecer um pouco sobre ele sem que percebesse. Apos uma conversa de 30 min mais ou menos descobri que ele era viúvo e que morava sozinho e os filhos moravam longe.Apesar da educação do sr Manoel eu percebi que ele olhava pra minha esposa analisando seu corpo. Perguntei pra ela discretamente enquanto ele lavava uns copos na pia o que ela achou do lugar e ela se agradou do ambiente. Um lugar simples, uma mesa de sinuca no canto do bar, caixas de cervejas em outro canto, bem o que procurávamos. Na hora de ir embora ela foi para o carro e eu fiquei pagando a conta e pedi uma atenção dele. Ele um pouco desconfiado me perguntou o que seria e eu ja com a voz tremula perguntei o que ele achou da minha esposa? Ele achou engraçado a minha pergunta e disse de cabeça baixa olhando uns papeis em cima do balcão que ela era linda. Aproveitando a sua resposta disse a ele sobre a fantasia e ele ficou sem reação e vi a suas mãos tremerem talvez pensando que minha mulher poderia ser dele tambem. Manoel me

falou que uma vez por mês os amigos faziam churrasco a noite e que nessas noites seria ideal claro se nós concordasse mas deixou claro que não queria bagunça e que teria que ser muito bem discreto a presença dela no noite. Ele me levou até um pequeno depósito que ficava nos fundos do bar onde minha esposa poderia ficar pois ali havia tambem uma cama de solteiro onde Manoel descansava no intervalo do meio dia. Ele me perguntou quanto que eu cobraria pelo serviço dela e ficou surpreso quando disse que seria sem interesse em valor algum pois seria uma realização de fantasia e ele ja estava contribuindo em emprestar o local.
Anotei seu contato e sai dali cheio de tesão ao imaginar minha esposa sendo puta em uma cama nos fundos de um boteco de beira de estrada. Ao chegar no carro ela estava anciosa pra saber sobre a conversa e suas mãos estavam geladas. Olhei para a porta do bar e Manoel estava ali, de avental amarrado na cintura nos olhando. Ela disse na volta pra casa que com ele ela não ia pra cama pois era um sr barrigudo e não tinha nada nele que chamava a atenção dela. Chegamos em casa e transamos por demais.

Na mesma noite meu telefone tocou e pra minha surpresa era ele, o sr Manoel me avisando que conseguiu organizar uma janta pra Sexta feira e que ela seria bem recebida. Perguntei se tinha muitos convidados e ele respondeu que teria umas 8 pessoas. Vera ja estava deitada no quarto e quando entrei e dei a noticia pra ela, deu um certo arrependimento nela pois ela imaginava que isso ia demorar pra acontecer e aquela era noite de quarta feira.
Na quinta ela trabalhou normal e quando chegou em casa notei a sua aflição querendo desistir da programação. Chegou a sexta feira e Manoel me ligou confirmando se estava tudo certo pra noite e eu ja cheio de tesão respondi que sim, perguntei se tinha que levar algo pra ajudar no churrasco ele riu e disse que a carne eu ja estava levando.
Naquela tarde Vera saiu mais cedo do hospital e passou em um salão de beleza pra se arrumar para a noite que esperava por ela. Ao chegar em casa e olhei pra minha mulher toda produzida e pintada, foi em mim que bateu

arrependimento ao pensar que em poucas horas ela seria devorada por um bando de homens desconhecidos.
Chegando no bar do Manoel que ja esperava por nós, ele nos recebeu e fomos direto para o pequeno depósito atrás do bar. Em um corredor perto do deposito havia dois senhores ja iniciando o churrasco. Vera estava com roupa normal mas eu pedi que ela levasse um vestido curto pra usar a noite. Conversamos ali no deposito sentados na cama e Vera perguntou onde poderia trocar de roupa e Manoel disse que poderia ser ali mesmo. Vera envergonhada tirou a roupa e de costas para nós Manoel passou a mão em sua bunda e adimirou se do que via, uma bela mulata de 42 anos. Manoel percebendo que ela estava tensa pediu a ela que fosse até o bar e pegasse uma bebida pra relaxar. Ao ver ela pasaando no corredor proximo aos dois velhos que estavam na churrasqueira meu tesão foi as alturas. Manoel me falou enquanto ela não voltava que os convidados eram todos senhores pais de famílias e que ela ficaria bem mas que eu não podia permanecer no local, que seria melhor pra ela se soltar mais e os convidados tambem.
Ao retornar Vera ja estava tomando um cerveja e seus olhos ja estavam brilhando pois ela é fraca pra bebida. Manoel disse pra ela na minha frente que eu nao podia ficar junto e que eu só retornava pra buscar ela quando ele me telefonasse. Me despedi dela e ele segurou ele pela mão como se fossem namorados.

Me acompanharam até perto da porta do bar pra ninguem vê que tinha uma esposa que seria puta naquela noite ali dentro. Antes da sair ja havia mais 4 senhores jogando sinuca e comendo Vera com os olhos. Entrei no carro e fiquei imaginado o que fariam com ela e certamente Manoel tambem a comeria naquela noite. Passei na frente do bar varias vezes aquela noite, gente entrando e saindo, Manoel não atendia o telefone e eu ja tinha batido umas 10 punhetas imaginando ela tirando o atraso daqueles senhores e ao mesmo tempo sendo bolinada e abusada por todos. O telefone dela estava no carro e tambem não tinha como eu ligar pra ela. As 2:45 da madrugada eu estava em um posto de combustivel quase dormindo quando meu telefone tocou, era Manoel me chamando pra buscar minha linda esposa.

Ao chegar no bar, as portas estavam fechadas, bati e um dos convidados abriu a porta, me identifiquei e ele pediu pra mim aguardar pois Manoel estava no deposito conversando com ela. Me sentei em um banco e dava pra ouvir barulho de cama rangido. A calcinha dela estava pendurada em um prego acima da porta, aquilo me deixava cheio de tesão em saber que a intimidade dela naquela noite foi revelada pra varias pessoas. Fiquei ali uns 20 min. quando Manoel abriu a porta e saiu abotoando as calças com uma toalha nos ombros usado pra secar o suor. Antes dele fechar a porta escutei Vera pedindo por favor que ela queria ir pra casa. Ele me levou para o bar e me falou sobre a festa com minha esposa. Eu falei que queria saber os detalhes e então ele me falou.

Ela foi usada por todo o tempo que permaneceu ali. Tinha momentos que entravam dois no quarto mas na maioria das vezes era sempre um. Ele teve que dar muita bebida pra ela pra passar nervosismo. A cada hora ela saia do deposito pra tomar banho e se perfumar novamente. Perguntei sobre o movimento de clientes e ele disse que foi muito bom devido o calor que a noite fazia e que no quarto mais ou menos umas 15 pessoas entraram durante a noite. Pra brincadeira não perder o foco Manoel fazia sorteios com quem consumisse mais bebidas ou seja, minha esposa era sorteaada e teve gente que a fodeu mais de uma vez. Apos Manoel me contar quase tudo ele disse que eu poderia ir até onde Vera estava pra pegala e ir pra casa. Ao abrir a porta, Vera estava deitada nua, várias camisinhas pelo chão, a cama com várias partes umidas, de suor, bebida, porra e minha esposa ali desmaiada de tanto ser usada.
Sua bunda com várias marcas de mordidas e chupoes. Seu vestido um pouco rasgado como se fosse tirado as pressas. Toquei nela várias vezes até que consegui acordar. No cabelo tinha respingos de porra e um dos seios com um vermelhidão de chupada forte. Na verdade Vera foi estuprada, e na conversa com Manoel ele me falou que muitos a obrigavam a fazer coisas ou apanhava e ela com medo fazia o que pedia. Sexo anal ela não curtia muito e seu ânus estava vermelho sinal que foi muito usado. Quando ela acordou um pouco tonta e eu a abracei senti um forte cheiro de porra vindo da sua boca. Imaginei quanta porra ela deve ter bebido ali naquele deposito. Após chegar em casa, dei um banho nela e ela apagou quase que um dia inteiro. Ficamos quase duas semanas sem transar devido a dor que sentia em sua vagina e ânus. Até o utero dela ficou dolorido. Vera foi estuprada sexualmente e o culpado foi eu.

2 comentários sobre “Esposa na prostituição

  1. Ola meu nome e diogo sou de sao paulo zona sul . amo mulheres loiras branquinha deve ser uma delicia tenho curiosidade de sair com uma mulher casada ou sair com mae e filha, sair com uma novinha tira uma virgindade. Obs sera que tem mae q transa com filhos ?
    Meu chama no zap 1194785-1246

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