Dei para o pai da minha amiga

Aos 19 anos eu estava trabalhando numa loja de departamentos e era noiva de um rapaz legal quando fui comunicada que seria dispensada do emprego. Voltei pra casa arrasada, mas no mesmo dia telefonei para uma amiga dos tempos do segundo grau para saber se o pai dela ainda trabalhava no banco e se poderia me indicar para um trabalho. No dia seguinte marcamos um encontro no banco, onde ele pegaria o meu curriculum e me indicaria para seus conhecidos. Fiz isso. Ele me recebeu bem e me apresentou aos seus colegas de trabalho, sempre ressaltando que eu era amiga da filha dele.

Ele tinha uma cara de vilão mexicano e uma barriga de quem tem mais de 50 anos, mas sempre simpático. E foi rápido, pois em uma semana eu fui chamada para trabalhar num escritório por indicação dele.

Todo dia ele me ligava para saber como eu estava indo no trabalho e estranhei tanto interesse, até que um dia eu resolvi tirar a dúvida de quais seriam as intenções dele. Estiquei a conversa e ele acabou me convidando para tomar um café depois do expediente. Topei, mas pretendia dar um fim nisso.

Nos sentamos numa mesa afastada e depois de um café ele frisou que só conseguiu aquele emprego porque tinha interesse em mim desde os tempos em que frequentava a casa dele. Disse que agora que sou adulta ele tomou coragem para se declarar. Eu disse que estava noiva e ele riu, só para dizer que não queria se casar comigo, mas “ter um caso”.

À medida que ele confessava seu desejo por mim, eu nem podia acreditar. Ele contou que quando queria me ver de biquíni, fazia seus churrascos na piscina e pedia para minha amiga me chamar, pois queria me ver o quanto “mais nua possível”. Numa cara de pau sem limites, me mostrou uma foto minha, de biquíni aos 16 anos, que estava salva no seu celular e que dizia ter outras.

Fiquei estarrecida quando ele me contou que fantasiava fazer sexo comigo amarrada na cama. Perguntei se ele era algum tipo de pervertido, mas ele retrucou dizendo que como adultos poderíamos falar. O problema é que durante a conversa ele mencionava a amizade com o meu patrão. Entendi a indireta e não me preocupei. Se tivesse que me mandar embora, mandasse. Antes que ele me confessasse outra perversão, disse que meu noivo me esperava e fui embora.

O mais engraçado é que naquela noite eu sonhei que estava amarrada num tronco e ele, por trás, metia fundo em mim. Acordei suada e trêmula.

Na semana seguinte, meu patrão me chamou na sala dele. Pensei que ia ser despedida porque recusei a proposta do amigo dele, mas era para anunciar que eu receberia um aumento salarial por conta da minha dedicação.

Fiquei muda. Passei a ganhar quase o dobro do que ganhava no meu antigo emprego e estava bom demais para ser verdade. À noite, meu pretendente pervertido me ligou e perguntou se gostei do meu aumento de salário. Estava explicada a minha “promoção”.

Ele voltou a insistir para que nos tornássemos amantes porque éramos adultos e que ninguém tinha nada a ver com o que fazíamos. No meu caso não era verdade porque eu estava noiva. Minha resposta foi “não”.

Ele teimava e insistia e, um dia, me deixei levar pela curiosidade e perguntei se eu topasse poderia ficar só naquela vez, sem esse papo de amantes. Ele topou e marcamos numa quinta-feira, logo após o almoço, que uma colega poderia me cobrir na parte da tarde. Antes, eu fiz ele me prometer que ia parar de me importunar com seus telefonemas pervertidos. Ele aceitou.

Na hora combinada, ele veio me buscar e fomos até um apartamento que ele havia alugado para encontros. Como não tivéssemos o dia inteiro, fomos logo para o quarto, que era decorado por quadros bizarros que retratavam mulheres nuas e amarradas. Aquilo me assustou.

O quarto estava iluminado por uma luz fraca. Ele se sentou na cama e pediu que eu me despisse na frente dele. Fiquei nervosa e tirei até ficar só de lingerie, quando travei. Ele fez sinal para eu continuar, mas não dava. Eu com apenas 1,62m e ele com mais de 1,80m insistindo para eu não parar.

Então ele se levantou, tirou a roupa e ficou nu na minha frente, de pau duro. Fiquei morrendo de vergonha. Ele era pai da minha amiga e eu o via como um tiozão, mas agora ele estava ali, todo excitado e louco para me comer.

Eu tirei o sutiã e ele, afoito, se abaixou e tirou minha calcinha. E eu continuava nervosa. Então, ele me segurou pelos pulsos e mandou que eu me ajoelhasse. Entendi o que ele queria. Me ajoelhei e ele manteve meus braços suspensos, sem soltar meus pulsos. Eu me sentia intimidada, com o meu rosto na altura daquele pênis em ponto de bala. Ele reclamou da demora e eu olhei pra cima, bem nos olhos dele. Eu torcia para ele desistir e me mandar embora, mas não. Respirei fundo, fechei os olhos e abocanhei aquele pênis quente e duro. Chupei com vontade porque queria que ele gozasse logo, para acabar com aquilo o mais depressa possível, mas antes que ele gozasse, me pediu para parar e me pegou no colo, me deitando na cama. Notei que ali havia algumas cordas e algemas, mas nem tive tempo de protestar, pois ele começou a botar suas perversões em prática. Me amarrou na cama em forma de “Y”, com as duas mãos algemadas na grade da cabeceira e as pernas escancaradas de tão abertas que ele as prendeu com cordas nas extremidades da cama. Depois de me prender, ele colocou uma daquelas máscaras de dormir em meus olhos e não via mais nada. Isso me deixou muito nervosa. Logo senti que ele colocou a cara no meio das minhas pernas e começou a me chupar vigorosamente, enfiando sua língua em minha vagina e lambendo meu clitóris em movimentos rápidos. Eu não me entregava. Não queria sentir tesão algum, só queria que ele metesse logo e aquilo acabasse.

Aquela língua sabia o que estava fazendo e ficava cada vez mais ousada, até que ele me segurou pelas nádegas e ergueu um pouco o meu quadril. Por essa eu não esperava. Passei a sentir a língua dele no meu cuzinho. Aquilo era novidade pra mim. Uma língua quente e úmida brincando com maestria no meu cuzinho, alternando com lambidas em meu clitóris. Comecei a ficar excitada. Eu não queria, mas não tinha como lutar contra aquilo. Eu torcia para ele achar que eu estava excitada e me penetrar para eu poder ir embora, mas aos poucos o tesão tomava conta do meu corpo. Ele parecia ter todo tempo do mundo, e continuava a me chupar de um jeito tal que me senti a mulher mais desejada daquele momento. Toda vez que a língua dele tocava meu ânus, eu lutava para segurar um gemido. Minha boceta estava úmida. Foi quando aconteceu algo inesperado.

Ele parou por alguns segundos e voltou a chupar minha boceta, da vagina ao clitóris. De repente, senti uma leve dor e soltei um grito: ele enfiou um dedo em meu ânus. Num primeiro momento, aquilo me incomodou e quase pedi para que ele parasse, mas o sincronismo do dedo enfiado no meu cuzinho com a língua em minha boceta me excitava. Quanto mais excitada, mais envergonhada eu ficava. O dedo num vai e vem no meu ânus e a língua na minha boceta, comecei a sentir calor e arrepios por todo corpo. Minha respiração ficou tão ofegante que piorou a minha situação, pois acho que ele percebeu que estava tendo sucesso e intensificou os movimentos da língua e do dedo. Aí não deu mais para segurar.

Apesar do constrangimento, comecei a gemer e a fazer movimentos com o quadril. Em pouco tempo gozei aos berros. Gozei tão forte que pensei que fosse desmaiar. Eu nunca havia sentido um prazer tão intenso.

Ele tirou o dedo e parou de me chupar. Não dava para ver nada. Aos poucos fui me recompondo quando senti ele se deitando sobre mim.

Ele sugou meus seios e lambeu meu pescoço. Depois, ele colocou a cabeça de seu pau duro bem na entrada na minha boceta e começou a me penetrar com firmes estocadas. Meteu tudo e começou os movimentos de entra e sai num ritmo surpreendentemente vigoroso. Agradeci por estar vendada e não ver a cara de tarado que ele deveria estar fazendo enquanto brincava na minha vagina. Em pouco tempo voltei a sentir tesão. Tentei não pensar em nada, mas me sentia culpada por aproveitar a situação. Ele mantinha o ritmo e senti calafrios ao mesmo tempo tentava inutilmente me soltar das cordas e das algemas.

Pouco depois gozei de novo e ele retirou o pênis ainda duro e saiu de cima de mim, mas não sem antes chupar meus seios.

A verdade é que gozei pra valer e fiquei na expectativa do que ele faria comigo a seguir. Imaginei a visão do paraíso que ele tinha em me ver nua, amarrada na cama, com as pernas arregaçadas e a vagina escancarada.

De repente, eu senti as cordas que prendiam meus pés serem removidas, mas as mãos continuavam presas. Confesso que torci para ele lamber meu cuzinho de novo, mas logo vi que ele tinha outros planos em sua mente pervertida. Não era um sedutor, mas um tarado usando sua vítima indefesa. Ele me virou de bruços e voltou a amarrar meus pés, retornando àquela posição de “Y”.

Para meu prazer, ele voltou a lamber meu cuzinho e enfiava dois dedos em minha vagina, enfiando e tirando. Eu gostava daquilo e ia aos poucos me entregando. Nunca ninguém fez algo assim em mim. Nunca imaginei que pudesse ser tão bom. Eu comecei a mexer os quadris e a gemer. Que estrago aqueles dedos e aquela língua estavam fazendo em meu caráter. Com a língua em meu ânus e os dedos em minha vagina, eu ia esquecendo minha amiga, meu noivo e meus princípios. Queria mais era que ele me usasse e me fizesse gozar. E quando veio, o gozo foi forte, aos gritos, suada, melada e satisfeita.

Fiquei ali, parada, na expectativa de que ele repetisse tudo aquilo, mas senti que ele se deitou sobre mim. Aos poucos, ele foi ajeitando seu pênis na entrada do meu cuzinho e eu tremi de medo. Eu não curtia sexo anal e nas pouquíssimas vezes que fiz, não tive prazer algum, só dor. Por isso eu nunca mais fiz, nem com o meu noivo, mas aquele homem ia fazer e me preparei para ver estrelas. Ele começou a enterrar aquele pau duríssimo em meu ânus e soltei alguns gritos de dor. Ele nem ligou e continuou a meter firme, sem dó. Eu não protestei nem mandei ele parar. Aquilo incomodava e doía, mas não opus resistência alguma, como seu eu já esperasse que aquilo ia acontecer e que deveria aceitar por ter ido até ali. E o pau dele ia enterrando cada vez mais fundo e eu sentia, além da dor, calafrios e minha boceta parecia latejar. Então ele enfiou tudo, mas a dor diminuiu ao invés de aumentar. Como aquilo poderia ser possível?

Ele começou o vai e vem em meu ânus e comecei a ganir, gemendo como uma cadela no cio e senti prazer de tal maneira que esqueci a dor. O pau dele saía e enterrava novamente no meu ânus, sempre no mesmo ritmo. Eu me contorcia, apesar de quase imobilizada. O tarado em cima de mim, metendo com vontade e saciando seus desejos. Aquele homem passou anos se masturbando imaginando-se dentro de mim e me submetendo como se eu fosse seu brinquedo sexual. Agora, eu estava ali, como ele queria, do jeito que ele queria. E ele estava me comendo impiedosamente.

Ele metia cada vez mais forte, mas a dor era pequena diante do prazer. Pelo contrário, queria que aquilo não acabasse, que me comesse mais e mais. E ele me comeu mesmo! Muitos minutos depois, nós dois gozamos juntos. Foi um gozo forte, aos berros e escorreram lágrimas de dor e de prazer.

Ele me desamarrou e tirou a máscara. Olhei para ele, com aquela pança e o pau mole. Acabou o tarado. Não falei nada, só sorri. Fui tomar um banho sozinha e me vesti para ir embora. Neste dia não quis ver o meu noivo e aleguei estar com muita dor de cabeça e que a menstruação veio antes. Mentira.

Mantive meu emprego, meu noivado e minha amiga. Casei meses depois e fui morar com o meu marido em outro bairro. O problema é que o tarado não me esquece e, de vez em quando, eu me arrisco encontrar-me de novo com ele só para ser usada e abusada, mas desde que meus olhos estejam vendados.

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