Sexo com a sogra

Todo sábado de sol é sempre a mesma história. Vou pra casa da minha namorada tomar café e depois descemos pra piscina pra beber cerveja com os pais dela. Em meados de janeiro, subimos pro apartamento dela pra pegar mais cervejas, uns petiscos e ir ao banheiro. Com ela de biquini, começamos a dar uns beijos no quarto dela e logo o tesão veio forte. Ela tirou minha sunga e me levou pra sala. Começou um boquete gostoso como ela sabe fazer muito bem.
Minutos depois, a mãe dela abriu a porta e nos pegou no flagra. Eu no meio da sala dela pelado, com o pau duro, e a filha dela ajoelhada chupando meu pau. Foi um susto danado. Constrangida, minha namorada foi correndo para o

quarto. E eu fiquei lá sem reação. Não sabia o que falar ou fazer. Minha sogra não tirava o olho do meu pau. Ficou meio desconcertada, mas encarando meu pau o tempo todo. Como minha sunga estava no quarto, eu fiquei alguns segundos só com ela na sala. Ela de biquini, eu pelado e o meu pau a milhão.
Já com a sunga de volta, chamei minha sogra pra conversar na cozinha. Pedi desculpas e reconheci que nossa postura foi errada. Falei que estava com vergonha e que isso não se repetiria. Ela foi super compreensiva, falou que já foi jovem e que já fez suas besteiras também, mas disse pra gente tomar cuidado e que graças a Deus não tinha sido seu marido que presenciou a cena. No fim, com um sorrisinho malicioso, disse que eu não deveria ter vergonha de nada. Pelo contrário.
A reação safada da minha sogra meu deixou com tesão danado. Aos 52 anos, Sílvia é mulher bonita, bem cuidada e tem um corpo bacana pra idade dela. Adora ir à academia e está sempre elegante. Mais tarde na piscina, o clima continuou. Ela claramente estava encarando meu pau e abusou dos charminhos comigo. Chegou até a pedir pra eu passar protetor nas costas dela. Eu aproveitei pra acariciar bem o corpo dela.
Nos próximos dias, o tesão continuou no ar. Estava decidido a comer minha sogra, mas a abordagem não é fácil. Sempre que tentava ser mais direto, a Sílvia recuava. Mas era perceptível que ela queria também. O meu pau mexeu com ela. Um dia, enquanto ela cozinhava, dei uma encoxada forte nela com o pau duro. Ela foi receptiva e deu uma rebolada gostosa. A cena, porém, não foi pra frente. À medida que o tempo passava, meu tesão por ela só aumentava. Toda vez que comia a minha namorada só pensava na mãe dela.
Numa tarde de domingo de fevereiro, minha namorada estava com dor de cabeça e foi dormir. Meu sogro, como toda semana, foi dormir meio bêbado. A Sílvia estava saindo de carro e me ofereceu uma carona até a estação de metrô mais próxima. Era a oportunidade perfeita. Só nós dois no carro. Logo na saída do condomínio, pedi pra ela estacionar um pouco mais à frente porque eu precisava falar com ela. Fui direto ao ponto: disse que a achava uma delícia e que estava doido nela. Disse que percebia que ela também tinha tesão em mim, pra gente ir num motel perto resolver isso. Falei que ninguém nunca iria saber dessa nossa aventura. No começo, ela deu uma assusta. Mas, aos poucos, foi se abrindo. Contou que o marido dela comia ela poucas vezes, que ela sentia falta de sexo. Com muito esforço, consegui beijá-la. Um beijo devagar e gostoso. Ficamos minutos nos beijando e sentindo o corpo do outro. Alisei sua barriga, costas e peito. Seu corpo estava uma delícia. Pedi pra ela pegar no meu pau e ela me mandou abrir o zíper. Veio com a mão esquerda, lisinha, brincar com meu pau. Pegou com vontade mesmo. Naquele momento, tive certeza que ela gostava de sexo. Apesar do clima quente, ela não quis ir pro motel. Falou que tinha tomado banho cedo, que estava com lingerie velha e não foi mesmo.
Pelo menos combinamos de que iríamos meter na quarta-feira depois do meu trabalho. É o dia que o marido trabalha até mais tarde e eu poderia pegá-la 16h na casa dela. Ainda ganhei um beijo de despedida no metrô e falei no ouvido dela: quero você cheirosa, maquiada e de salto alto na quarta. Finalmente, eu teria minha sogra peladinha na cama. Estava doido nessa mulher. Sempre curti uma coroa gostosa.
O tempo demorou a passar, mas enfim chegou o grande dia. Por volta de 16h, o porteiro ligou pra ela avisando que eu estava esperando. Ela chegou linda e cheirosa no carro. Um sapato alto preto, com uma calça branca colada ao corpo e um top preto que ressalta seus peitos. Era uma baita mulher de 52 anos. E ela seria minha em poucos minutos. Confesso que o começo foi meio constrangedor. Nós dois estávamos tensos, fui acariciando suas pernas e mãos. No primeiro semáforo, a Sílvia me deu um beijo e falou: é loucura o que vamos fazer, então, vamos aproveitar bastante pra valer a pena.
Fomos para um motel perto e pedi a suíte de luxo. Aquela mulher merecia. Beijamos bastante enquanto eu tirava sua roupa. Ela estava com uma lingerie branca deliciosa. Depois a deixei peladinha só com o salto alto. Ela tirou minha roupa e logo agarrou meu pau. Ela estava com fome de sexo. Beijei ela inteirinha e chupei gostoso sua buceta. Estava depiladinha e muito cheirosa. Era uma buceta bonita e quente. Ela ficou louca e disse que seu marido não a chupava há mais de cinco anos. Com ela molhadinha, meti gostoso por cima dela. Ela gemia e curtia intensamente cada momento. Gozamos juntos após alguns minutos.
Depois ela veio por cima e passou a cavalgar gostoso. Chupava seus peitos e alisava suas costas enquanto ela rebolava no meu pau. Ela gostou de ditar o ritmo do sexo. A terceira metida foi de conchinha. Cansados e suados, ela falou que queria dar de quatro. Que era a posição preferida dela e que o marido por causa da barriga ou do pau pequeno não conseguia mais meter com ela de quatro. O pedido dela me deixou com tesão violento. Coloque ela de quatro, com a bunda e coxas lindas. Tente brincar com o cuzinho dela, mas logo ela cortou. Me concentrei, então, naquela buceta linda. Com a mão no pau, comecei a brincar com aqueles lábios. A buceta ia ficando cada vez mais aberta e molhada. Coloque meu pau inteiro dentro da buceta. Com a mão na cintura e tendo aquela visão linda das costas e cabelo loiro e rabo gostoso, meti forte e com vontade. Pressão total. Ela gemia como uma menina nova que acaba de descobrir os prazeres do sexo e rebolava como uma mulher experiente para aproveitar ao máximo aquela penetração.
O sexo continuou gostoso por mais de uma hora, com muitos beijos, boquete e meteção. Cansados, ficamos conversando sobre putaria. Ela gostou de se abrir e mostrou que realmente gosta de uma bagunça. O marido, coitado, não aguenta apagar o fogo dessa mulher. Mesmo sem admitir, ficou claro que ela já traiu o marido algumas vezes. Não ultimamente, mas no passado já pulou a cerca. Ela gostava e sabia meter. Pagou um boquete bem gostoso. E me contou da primeira vez que chupou um pau: tinha 15 anos quando pagou um boquete pra um amigo do irmão mais velho que ela era apaixonada. Segundo ela, até hoje o homem ainda dá umas cantadas nela quando a encontra no interior paulista. Não duvido. A Sílvia realmente é uma mulher bonita. E, agora, com ela pelada nos meus braços na cama de um motel do Morumbi eu podia ver isso com mais clareza ainda.
Ainda demos mais uma antes de tomar um banho pra partir. Tentei aproveitar ao máximo aquele corpo dessa mulher que queria tanto comer. As marquinhas de sol de biquini me deixavam doido. Debaixo do chuveiro, depois de um beijo gostoso e demorado, ela se ajoelhou pra chupar meu pau de novo. Ela realmente tinha curtido meu pau. Fez questão de engolir toda a minha porra e lambeu meu pau até ele ficar limpo. Tinha gozado oito vezes nessa tarde. Trocamos de roupa e partimos, depois de quase de três horas de muito sexo. Não conseguíamos esconder a felicidade. Sexo é bom demais. Deixei a Sílvia no apartamento por volta das 20h. E combinamos um novo encontro na próxima quarta-feira. No meio do beijo de despedida, falei no ouvido dela: Loirinha, te quero maquiada, cheirosa e de salto alto na próxima semana. Minhas quartas-feiras com minha Loirinha prometem.

No próximo capítulo falo do segundo encontro.

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