Minha cunhada carente

Aconteceu em uma cidade da região do Rio Grande do Sul, foi alguns anos atrás, a mais perfeita transa que todos desejam ter.
Me chamo Igor, tenho 36 anos, 1,75 cm, 72 kg e me considero atraente, casado há 10 anos, sendo que minha esposa é totalmente ausente no sexo, me deixando sempre com o radar ligado para um lindo rabo de saia.
Estávamos à procura de uma nova casa para morar e achamos uma muito bonita no qual cabia em nosso orçamento, a casa ficava próximo do meu cunhado, no qual não havíamos a tempos.
Nos instalamos em uma semana, meu cunhado sabendo que iriamos morar próximos, nos convidou para comer uma pizza na casa dele.

Sexta-feira à noite da mesma semana, fomos para casa deles, quando vi a esposa dele fiquei surpreendido pela beleza, simpatia e principalmente pelo corpo, surgiu um imenso tesão: Se apresentou Kelly, 26 anos, uma ruiva de cabelos longos até a cintura, pele muito branquinha, 1,60cm, muito sensual, olhos castanhos, um sorriso encantador, parecia uma gostosa de capa de revista, usava um vestido branco, com um decote comportado mas dava para ver que os peitos eram grandes, que dava para preencher a mão inteira, fiquei excitado de ver aquela tentação, o vestido era curto, acabava acima dos joelhos e tinha um par de pernas lindas, grossas e bem branquinhas, acredito que ela pesava uns 55 kg, muito bem distribuídos, um salto alto, estava linda, tive que disfarçar meu olhar e o volume da minha calça, meu pau latejava e notei que ela não parava de olhar, foi uma química à primeira vista, comia ela pelo olhar e ela notou, fiquei em dúvida se ela me curtiu ou era apenas simpática.

Cumprimentamos e fomos todos para a sala, conversar e se atualizar sobre as notícias da família, logo nos dividimos em dupla para conversar, fiquei falando com meu cunhado, mas estava atento as conversas dela com minha esposa, ficaram íntimas e começaram a trocar inconfidências, ouvi que o meu cunhado não curtia muito sexo, logo pensei é de família rsrsrs, ele é o tipo de cara chato que fica só jogando videogame, egoísta e nem ligava para ela, um cara nada atraente, Kelly estava extremamente carente, logo percebi que iriamos nos dar muito bem, pois, estava na mesma situação.

Decidimos comer uma pizza e me prontifiquei para ligar e fazer o pedido, mas não havia sinal no celular, então meu cunhado sugeriu no quarto do segundo piso, pois pegava melhor o sinal, subi as escadas e chegando no quarto, tinha uma cama enorme e muito confortável, era uma espécie de quarto para os hóspedes, vi uma calcinha pendurada com o nome dela, meu pau estava muito duro e se lubrificando sozinho, era muita tará naquela noite, me deitei de barriga para cima, com a minha cabeça no lugar onde ficam os pés da cama, deixando minha cabeça inclinada para baixo, olhando tudo de cabeça para baixo e cheirando a calcinha, liguei e solicitei a pizza, fiquei alguns segundos deitado após a ligação, curtindo o cheiro daquela calcinha usada, então ouvi passos de salto alto subindo as escadas, nossa! Sabia que era ela! A Kelly, parou na porta do quarto e ficou me olhando, veio em minha direção, aquela deusa, parecia um sonho, me perguntou se havia ligado, eu disse que sim, ela estava me provocando com um jeito muito sedutor, e eu vendo tudo de cabeça para baixo rsrsrs, então ela disse mordendo os lábios:

– Vejo que achou minha calcinha, usei ela hoje, o dia inteiro, vamos fazer o seguinte: deixa-me sentar no seu rosto!
Fiquei imóvel, então ela levantou um pouco o vestido, apenas para ajeitar a minúscula calcinha que mal cobria a xoxota molhadinha e como se fosse sentar no vaso sanitário, inclinou suavemente, tocando nos seus peitos e com sua bunda (linda, redonda e grande), sentou no meu rosto, esfregando suavemente, sua buceta, virilha e seu cú, numa delicadeza e suavidade, ficou um pouco imóvel, curtindo eu chupar o clitóris, passava minhas mãos nas suas coxas grossas, fiquei com minha cabeça entre elas, o calor do rabo dela me enlouquecia, achei que aquilo não era real, comecei a movimentar a minha língua, era um suco vaginal que escorria da minha boca, um melado, chupava tudinho, ela se lubrificava demais, nossa que visão, uma xoxota pequena, depilada e lisinha, e o cheiro? hum… parecia cheiro de rosas vermelhas, bem rosadinha, estava louco para tirar meu pau para fora, mas achei arriscado, estava apenas atendendo ao pedido da Kelly.

Isso durou 2 min e então ela levantou, se ajeitou e falou em voz alta saindo do quarto: – Há certinho!!! Que bom que conseguiu.
Eu fiquei ali um minuto, limpei meu rosto (não queria limpar, o cheiro era delicioso e o gosto era de mel) e voltei para sala.
Ela estava sentada no braço do sofá, ao lado do meu cunhado, me comia com os olhos e dava risadinhas para mim, ainda bem que o cunhado e minha esposa não notaram nada, pois estavam colocando o papo em dia. Kelly falou de seu trabalho, no momento era costureira e estudava teatro, estava sempre sobrecarregada com estudos e trabalho, daí entendi a carência que o relacionamento gerava, era sem pegada, sem tato, para ajudar meu cunhado ganha a vida jogando vídeo game.

Chegou a pizza, comemos e depois de uma hora fomos embora.
Ao me despedir dela, ela sussurrou no meu ouvido: – Me procure…
Acenei com a cabeça e indo para o carro com minha esposa, fomos embora.
Estava passando um filme na minha cabeça e me perguntando como isso aconteceu? No trajeto de casa e minha esposa falando da família, nem prestei muita atenção, meu objetivo era terminar o que tinha começado com a doce Kelly.
Sábado pela manhã, acordamos com o celular da minha esposa tocando, ela atendeu e era a enfermeira chefe do hospital, escalou ela para o plantão que começaria às 18:00 e iria até na manhã de domingo, a profissão de enfermagem é assim mesmo, então pensei: mais um sábado a noite sozinho, mas já estava acostumado, iria dedicar à noite para fazer compras.

Fiz tarefas caseiras em casa, mas meu pensamento não parava de pensar na Kelly, aquela gostosa que chupei sua xoxota ardente e quente, aquele rosto delicado mais era uma puta de destruir corações.
Minha esposa saiu para o trabalho, fiz a barba, tomei um banho, me perfumei e em seguida sai para o mercado comprar um lanche, vinho e chocolate, então resolvi passar na frente da casa do meu cunhado, de repente vejo ele saindo com alguns amigos de carro, mas a Kelly não estava com eles, pensei: depois que sair do mercado irei passar lá e transar, fazer de tudo com aquela delícia, agora, se for uma saída rápida do meu cunhado, então fica para próxima e morro de tesão rsrsrsrs.

Entrei no mercado com pressa e tesão, estava ansioso para bater na porta da casa dela, comprei um sanduíche pronto, barra chocolate e quando entrei no corredor das bebidas, avisei aquela bunda inesquecível que havia chupado, lá estava ela escolhendo um vinho, parece que estava adivinhando, cabelo ruivo solto, uma blusa estilo top verde (como não entendo muito de roupas, parecia um sutiã), mini saia jeans, com um cinto com uma fivela larga e salto alto.
Fiquei gelado e com medo, pois, cidade pequena, não queria que houvesse falatórios, cheguei próximo dela e chamei baixinho para não se assustar: – Oi Kelly.

Ela virou sorridente e disse: – Oi lábios mágicos (com um olhar sexy).
Meu pau estava tinindo, cheguei até ficar trêmulo, ela se vestia muito bem, era “de parar o trânsito”. Perguntei se ela estava sozinha, disse que sim, o cunhado havia ido para um torneio importante de vídeo games na Serra, que ela iria junto, mais resolveu não ir, pois havia dito que estava “indisposta” (ironicamente) e resolveu ficar em casa, Kelly disse também que minha esposa havia ligado para meu cunhado que eu iria ficar sozinho e sugeriu que ele me fizesse companhia, mas ele falou sobre o torneio… assim que Kelly soube, inventou uma desculpa para nossa noite de foda.
Pedia a ela para me dar a chave da casa, que iria na frente, para não despertar curiosidade de algum conhecido no mercado, ela me deu a chave e disse para mim ficar no mesmo quarto, deitar na cama na mesma posição que logo estaria chegando, antes de sair do mercado ela colocou sua mão dentro da minha calça, sentindo meu pau duro que já estava se lubrificando, fez um carinho e logo colocou seus dedos lambuzados na sua boca e disse que a noite era nossa.
Peguei minhas compras, saí do mercado e fui para casa dela.
Cheguei na casa da Kelly e subi no quarto do segundo piso e deitei na cama, aguardando aquela rabuda gostosa, em seguida ouço o carro, ela havia chegado, subiu as escadas, me encontrou no quarto pelado com meu pau duro, estava balançando ele, ela ficou com uma cara de tarada, chegou até mim, me beijou, parecia que iria me engolir, enquanto ela pegava meu pau, tirei o top dela bem devagar e aqueles peitos surgiram, bicudos e duros, chupei cada um, ela gemia de prazer, falava no meu ouvido: – me come de todas as maneiras.

Deitei ela na cama e tirei aquela mini saia, ela estava sem calcinha, toda molhadinha, desci minha boca até aquela buceta lambuzada, lambia, chupava, peguei meu pau e enfiei lentamente naquela buceta quente e suculenta, enquanto minhas mãos percorria aquele corpão, nossa, era um fluxo perfeito, ela adorava uma foda mesmo, insaciável, carente, não vivia com meu cunhado desse jeito, eu já estava quase gozando, ela saiu de baixo de mim e me deitou de barriga para cima, chupando o meu pau com vontade, peguei aquelas coxas grosas e aquele rabão e levei até minha boca, estávamos em um delírio, um 69 inesquecível, aquela visão daquele rabo na minha cara, enquanto ela fazia garganta profunda com meu pau, não aguentei e enchi sua boca com minha porra, eu gemia, em seguida ela aumentou o movimento de sua buceta na minha cara e gozou na minha boca, ela tremia e gritava de prazer, ficamos deitados, conversamos sobre tudo, das frustações e complexos da família dos nossos cônjuges, tomamos um banho juntos e voltamos para cama, começou a tocar com seus lábios o meu pau, engoliu que logo cresceu na boca dela, já estava pronto para outra, então ela me pediu para comer o cuzinho dela, estava rosadinho e piscando, pediu para pegar um lubrificante na gaveta ao lado da cama, passei no seu cuzinho e fui enfiando meu pau devagarzinho na portinha do seu cu, notei que ela nunca tinha dado o cu, fiquei com mais tesão, fui enfiando até ela se acostumar, bem devagar, ela gemia muito, então entrou tudo enquanto alisava seus peitos por trás, ela tinha uma mandala tatuada nas costas, estava me segurando para não gozar, tirei o pau do cu dela e ao lado da cama, havia uma poltrona velha, sentei e chamei ela, para cavalgar no meu pau, pois queria gozar dentro daquela buceta carnuda e

quentinha, ela levantou da cama, foi até a poltrona e sentou no meu pau, cavalgou muito, me beijando, eu chupava o pescoço dela até os peitos, não aguentei e gozei, em seguida ela gozou também, estávamos muito tarados, estava ótima a noite, já era 05:00, entre o intervalo de uma transa e outra, ficávamos nos alisando, conversando, bebendo vinho e comendo chocolate, então eu disse a ela que já estava indo para minha casa, pois logo chegaria minha esposa, fui tomar um banho quando voltei para o quarto ela me pediu uma coisa, queria que eu masturba-se ela, enquanto ela tocava uma punheta para mim, achei um máximo e ela disse que sempre tinha vontade de fazer isso, nos deitamos na cama lado a lado e começamos a nos beijar enquanto ela me tocava uma punheta gostosa e eu alisava seu clitóris, ela tinha uma buceta gostosa, escorregava meu dedo dentro dela e no seu cuzinho também, não demorou muito e ela gozou, na minha vez começou a me beijar e gozei na mão dela, me chamava de safado, ficamos deitados e nos beijando um pouco, levantei e comecei a me arrumar para ir embora, ela disse que adorou nossa foda e sugeriu visita-la mais vezes, falei a ela que nunca mais ficaríamos afastados rsrsrs.
Ficamos repetindo nossas fodas até hoje, quando os cônjuges ocupados não estão em casa.

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