Da delegacia para minha cama

Trabalho como escrivão de uma delegacia num bairro periférico da cidade de Belém, já se passava das 8 da noite e finalizando meu plantão na delegacia, chega uma vitima de agressão – violência domestica – querendo fazer uma ocorrência contra seu esposo por agressões verbais e físicas. Estava em minha sala, enquanto ela ainda estava no saguão e no primeiro momento nem dei tanta importância ao caso e também a vitima, pois estava pensando mesmo era em ir pra casa, porem quando saio da minha sala e encontro aquela bela mulher, uma morena linda, com seus 1,70 m, vestida numa mini-saia bem justa e body bem coladinho, fiquei de queixo caído, então solicito sua entrada na sala para realizar o B.O.


Seu semblante era triste, pois vivia num relacionamento conturbado com esposo, eram casados a 2 anos, não possuíam filhos, esposo estava desempregado a pouca mais de três meses e somente ela estava trabalhando como enfermeira e provendo a casa, e com isso começaram as discussões pois ela na tentativa de ganhar um plus a mais no salario realizava bastante horas extras e cobria alguns turnos dos amigos e assim chegava tarde em casa, porem o que somente discussões hoje passou a ser agressão, o que a fez vir corretamente fazer esta ocorrência.

Camila é seu nome, 24 anos, morava ha dois anos na capital, enquanto ela relatava o fato eu não conseguia tirar os olhos de seus seios volumosos naquele body coladinho. Ela percebendo minhas secadas sempre ficava ajustando os seios, e a cada mexida ficava mais excitado, cacete estava duro como pedra. Finalizamos o depoimento e mandei pra impressora que ficava afastada de minha mesa, logo atrás da cadeira onde ficava Camila, ao levantar para buscar o B.O meu cacete ainda estava uma bala. Notei o olhar dela no mesmo instante para o volume da minha calça. Fingi que não percebi nada, e ao passar próximo a ela tive que esfregar meu cacete em seu braço esquerdo. Ela fez um movimento de pressão com o braço querendo sentir mais ainda o volume de meu cacete sobre a calça. Fiquei por uns instantes parado sentindo aquele prazer fingindo que mexia na impressora.

Depois retornei pra mesa e informei Camila que ao amanhecer o melhor procedimento era ir à Delegacia Especializada da Mulher, pois lá ela teria um suporte melhor. Já que tinha encerrado meu turno, me ofereci a leva-la de volta pra casa ou de seus parentes, então Camila me diz que não tinha parentes na cidade, mas que eu a poderia deixar na casa de sua colega de trabalho, ficava um pouco longe do bairro porem fazia quase a mesma rota da minha casa. Assim fomos.

No percurso ela estava silenciosa, pensativa e olhava triste pela janela, em certo momento tentei quebrar o gelo, peguei em sua mão e falei coisas positivas tentando anima-la, só então começamos uma boa conversa e ela foi se soltando, falou que estava decepcionada com o esposo e que sentia saudades da família, apesar de ter um bom emprego aqui na capital disse-me que preferia voltar para seu município. Certo momento seu telefone toca, era seu marido, ela o atende e é questionada onde ela está? Em resposta ela diz que foi dar queixa dele na delegacia e que não retornaria pra casa e desligou o celular na cara do marido. Ele liga novamente e ela desliga o celular de vez. Informei que ela fez foi um ato de coragem que poucas mulheres fazem, pois sentem medo ou são dependentes do marido.

Ela diz que nunca apanhou de homem algum, sempre foi bem tratada pelos pais e irmão e não seria seu marido que iria lhe violentar. Chegamos à casa de sua amiga por volta da 10:30 da noite, porem ela não estava no imóvel… Tentamos ligar pra ela e não conseguimos contata-la, o desespero bate em Camila, informando que não tinha para onde ir naquela noite. Falei pra ela não se preocupar, pois ela poderia passar a noite em minha casa, no primeiro momento ela ficou receosa, perguntou se eu morava sozinho? Se era casado? Respondi que ela poderia ficar tranquila, pois morava sozinho e que estava separado a mais de dois anos. Esperamos sua amiga mais um tempo e como não apareceu ela aceitou meu convite.

Já ia dar meia noite quando chegamos ao meu apartamento. Camila estava com uma mochila e com algumas roupas nelas. Perguntou se poderia tomar um banho, respondi que a casa era toda dela. Perguntei se ela queria comer algo, respondeu-me que estava sem fome e foi ao banheiro, então fui até ao quarto e dei uma arrumada nele, pois estava uma bagunça. Retornei a sala e Camila ainda estava no banho, fui à geladeira e peguei material pra fazer hamburguês, fiz dois lanches arrumei a mesa e aguardei Camila sair do banheiro, como estava demorando resolvi bater a porta do banheiro.

– Camila tudo bem ai dentro? Perguntei.
– Tudo bem sim, já estou de saída! Vc tem uma toalha para me emprestar? Pergunta Camila.
– Sim, já lhe trago!
Vou ao guarda roupa e escolhe a melhor toalha, chego próximo ao banheiro a porta já estava semi-aberta, pelo reflexo do espelho da pia consigo ver os seios de Camila, ela estende a mão pra fora do banheiro e pega a toalha, eu fico estático a frente da porta do banheiro olhando ela se enxugar, até que ela nota eu a observando pelo espelho e fecha a porta do banheiro. Retorno a aguardo na mesa para fazer um lanche antes de dormir. Ela sai enrolada na toalha do banheiro, pega sua mochila e pergunta onde pode trocar sua roupa, então a levo até meu quarto e mostro que hoje ela poderá dormir no meu quarto e eu iria dormir na sala. A deixei trocando de roupa e digo que lhe aguardo para um lanche.

Fui pra frente da TV a ligo, sento no sofá e sinto a pistola ainda na minha cintura. Retiro-o e tambem o pente carregado colocando-a em cima da mesa de centro, nesse instante Camila aparece na sala vestida numa bermudinha bem soltinha, e uma blusinha com um desenho animado estampado, perguntando o que tinha para merenda. Camila estava linda com aqueles cabelos cacheados molhados, um perfume gostoso que incendiou a casa toda. A levo até a cozinha e merendamos e depois retornamos a sala, então a digo que seria minha vez de tomar uma ducha enquanto ela poderia ficar na sala assistindo.

Ao entrar no banheiro vejo a calcinha cor de vinho de Camila pendurada no cabide da porta, a pego e começo a cheirá-la, meu pau lateja de tesão, esfrego sua calcinha no meu pau, tomo um banho rápido e ao sair do banheiro enrolado na toalha e encontro Camila manuseando minha arma. Pedi que tivesse cuidado com aquilo, ela então me disse que era a primeira vez que tinha visto e tocado em uma arma e que sempre teve esse desejo. Então sento ao lado dela ainda de toalha e começo a explicar as partes e funcionamento da pistola, pego sobre sua mão e faço mira com a pistola para tv, ao toca-la meu cacete fica ereto, forçando abertura na toalha, ainda segurando em sua mão faço-a devolver a pistola na mesa de centro e levo sua mão diretamente no meu cacete, a envolvo com o outro braço e minha boca vai de encontro a dela, começamos a nos beijarmos e ela continuava a acariciar meu cacete lentamente, beijávamos deliciosamente quando comecei a despi-la, retirei sua blusa e comecei a acariciar seus seios, ela gemia de prazer, e começou a socar meu cacete com mais velocidade. Fiquei em pé na sua frente e ela caiu de boca no pau, chupava com maestria, já estava em ponto de gozo, quando a levanto e retiro sua bermudinha, ela estava sem calcinha, a deito novamente no sofá e me ajoelho, abro suas pernas e enfio minha língua na sua buceta quente e molhadinha de tesão, chupo ferozmente sua buceta levanto suas pernas pro ar e começo a lamber também seu cuzinho, ela vai ao delirío com isso e me pede pra fude-la bem gostoso.

Assim a coloco de quatro no sofá, dou mais umas boas chupadas em seu cuzinho e buceta, seguro meu cacete e começo a esfrega-lo bem na portinha de seu rabo… ela implora para ser penetrada, então vou adentrando sua gruta quente lentamente, sinto seu corpo ter espasmos de prazer, vejo ela se contorcendo toda… Aumento a velocidade da picada, ela enlouquece mais e mais em poucos instantes ela grita de prazer, sinto seu orgasmos, sua buceta fica bem mais úmida, suas pernas ficam tremulas, ela aperta meu cacete com a pernas, fico socando mais violentamente ainda, aquilo estava me deixando tão excitando que também não contive meu gozo, esporrei todo minha gala na sua buceta, sentia e também fiquei com as pernas tremulas, fomos deitando lentamente no sofá e depois se jogamos no chão da sala.

No chão não dei descanso, comecei a dedilhar seu clitóris, e também chupava seus seios, ela se contorcia mais e mais, seu gozo não tinha fim. Meu cacete começava novamente a dar sinais de vida, enfiava dois dedos em sua buceta e sentia que ela estava para gozar e comecei a chupar novamente sua buceta, que agora tinha gosto de orgasmos de ambos, chupei seu grelinho até ela gozar novamente. Ela então pede uma agua, vou buscar e quando retorno ela já está deitada no sofá, dou-lhe agua e a levo para meu quarto e junto levo minha arma.

Já no quarto ela se joga na cama de bruços com a bunda bem empinadinha, com a arma ainda nas mãos passa a esfrega-la em seu corpo, enfio o cano entre suas pernas, assim ela vai se abrindo mais ainda, chego com o cano da pistola até sua buceta, passo entre suas nadegas, ela começa e rebolar o bumbum, desço o cano novamente pra sua buceta e ela se contorce mais ainda, fazendo com que o cano da arma a penetre, ela força seu quadril e vejo a arma sumindo dentro de sua vagina. Com a outra mão abro seu bumbum e dou lambidas no seu cuzinho deixando bem relaxando, enfio um dedinho naquele buraquinho quente, sinto que esta bem receptivo a ponto de levar rola no cu, deixo a arma de lado e me concentro no anus de Camila. Soco duas vezes os dedinhos dentro de sua vagina e coleto seu liquido e passo a lubrificar seu cuzinho, digo ao seu ouvido:
– Vou fuder seu cuzinho agora!!!
– Isso!!! Fode esse cuzinho!!! Eu adoro!!! (responde Camila)
Vou enfiando lentamente meu cacete naquele cu, ela se contorce, aperta os lençóis, ouço gemidos de prazer e dor, meu cacete vai adentrando ao ponto de eu está todo dentro dela, dou uma pequeníssima pausa para que seu cuzinho se acomode ao meu cacete e então começo a socar. Lento logo no começo, e depois com mais velocidade, agora só escuto gemidos e frases de prazer e de pura excitação.
– Soca essa pica no meu cu, seu caralho!!! Gritava Camila
– Faz eu gozar de novo nessa pica!!! Repetia ela.
Aquilo me dava tanto prazer que comecei a fude-la com violência, dava tampas e sua bunda, a chamava de puta, cachorra e vagabunda. Coloquei ela de quatro na cama e com uma das mãos a peguei pelo cabelo e a cavalgava feita uma égua no cio. Quando percebi que não iria suportar mais e iria gozar, tirei meu cacete de dentro do seu cu, levantei em cima do colchão mesmo e a puxei pelo cabelo fazendo com que meu gozo fosse direto em seu rosto, ela como uma boa mulher puta na cama, começou a chupar meu cacete, engolindo a restante da gala que saia, aquilo me deixou de pernas bambas, ela sugou tudo, pegou meu cacete e começou a dar bofetadas com ele em seu rosto, depois ambos se jogamos no colchão, ficamos abraçados sem dizer uma palavra, apenas curtindo aquela viagem, assim pegamos no sono…
E a parir desse dia passamos a ser amantes, uma vez que Camila resolveu se vingar do marido agressivo da melhor maneira… Mas essa historia conto depois…

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