Meu nome é Daiane. Na época eu tinha 20 anos, estava no último ano de Medicina, loira, 1,72 m, corpo malhado, seios grandes e firmes, bunda empinada e pernas longas. Eu usava o que queria: decotes, shortinhos, calças coladas, saltos altos. E eu tinha acabado de ficar noiva de Bruno, um advogado de 27 anos, bonito, de família rica, que morava num prédio chique de 12 andares, um apartamento por andar.
Bruno me avisou sobre o porteiro. Disse que o cara era antipático, bajulador com os ricos e mulherengo pra caralho. O nome dele era Vanderval. Baixinho, moreno, cabeça grande, bigode largo. Eu achei graça da descrição.
No dia em que fui conhecer os pais de Bruno (que estavam viajando e só voltariam no domingo), ele me levou de carro. Antes de entrar, me deixou pegando as malas enquanto ia chamar o elevador. Quando ele voltou, me apresentou o porteiro:
— Aqui, amor. Esse é o porteiro simpático que te falei…
Vanderval abriu um sorrisão, pegou minha mão, deu um beijo no rosto e falou:
— Prazer, meu nome é Vanderval, mas pode me chamar de Vandi. Estou ao seu inteiro dispor, querida.
Eu sorri, toda educada, e disse que Bruno tinha falado bem dele. O safado já estava com a mão na minha cintura me levando até o elevador, os olhos grudados nos meus peitos. Quando o elevador chegou, ele barrou Bruno dizendo que as malas tinham que ir pelo elevador de serviço. E se ofereceu para me acompanhar.
Bruno ficou para trás. Vanderval me levou até o apartamento, mas antes passou pela cobertura “só para eu ver a vista”. Segurou minha cintura o tempo todo, dizendo que eu tinha medo de altura. Eu deixei. Quando desci de novo, ainda troquei beijinhos de despedida com ele na frente do Bruno.
Bruno estava excitado. Eu percebi.
À tarde ele me levou à praia e pediu para eu descer só de microbiquíni rosa, sem saída de praia. O elevador estava gelado de propósito. Meus mamilos ficaram duros, furando o tecido. Ele fingiu que esqueceu a carteira e me deixou sozinha na portaria com Vanderval.
Quando voltou, o porteiro já estava passando protetor solar em mim. Mãos demoradas nas pernas, esbarrões na bunda, massagem nos ombros.
— Ai, Vandi… como você é bom nisso — eu falei, sem nem disfarçar o prazer.
À noite, na cama, eu zoava Bruno. Dizia que o pau dele era minúsculo (tinha mesmo só 13 cm), que eu sentia pena. Ele acabou confessando que Vanderval era o safado e que diziam que o pau do porteiro era enorme. Eu fiquei molhada na hora e continuei provocando, chamando ele de corninho enquanto transávamos.
No dia seguinte Bruno saiu cedo. Disse que tinha um vazamento no banheiro e que o prédio mandaria alguém. Eu fingi que ainda dormia, deitada de bruços só de calcinha fio-dental, sem sutiã.
A porta abriu. Vanderval entrou. Eu senti os passos. Ele tirou a roupa em silêncio. Quando me cutucou, eu abri os olhos e vi aquele pau: grosso, veiúdo, uns 22 cm, apontado para mim.
Ele sorriu:
— Onde é o conserto, gostosa?
Eu demorei só um segundo. Tirei a calcinha devagar, abri as pernas e falei com um sorriso safado:
— É aqui, seu pintudo. Está esquentando muito rápido e precisa de uns jatos de leite pra esfriar…
Ele caiu em cima de mim. Chupou meus peitos com fome, lambeu, mordeu. Eu gemia alto:
— Chupa mais, seu pirocudo… chupa como aquele meu corninho nunca chupou!
Depois eu chupei ele. O pau era tão grosso que mal cabia na boca. Eu lambia as bolas, engolia o que conseguia, babava tudo. Ele batia o pau no meu rosto e me chamava de puta, safada, vagabunda. Eu respondia:
— Nunca vi um pau tão grande e lindo… você é muito macho, Vandi…
Ele me colocou de frango assado e enfiou de uma vez. Eu gozei só da penetração. Ele metia sem parar, fundo, forte.
— Sua puta… sua vaca… vou te deixar bem larga pro corno do seu noivinho!
Me virou de quatro e continuou arrombando. Eu uivava, rebolava, pedia mais. Quando ele avisou que ia gozar, eu me ajoelhei e abri a boca. Ele gozou no meu cabelo, no rosto, na boca, nos peitos. Eu lambi tudo.
Foi aí que a porta do armário se abriu. Bruno estava lá dentro, pau duro na mão, todo melado de porra.
— Seu corno! Sai daí! Vem ver de pertinho esse macho me comer!
Vanderval riu e me mandou ficar de quatro de novo. Dessa vez enfiu no meu cu. Eu gemia alto, olhando para Bruno:
— Olha, seu corno… olha como um macho de verdade come uma gostosa… anda, Vandi, soca fundo no meu cuzinho!
Ele gozou dentro do meu cu com tanta força que escorreu pelas minhas pernas.
Aquele fim de semana inteiro Vanderval me comeu. Bruno ficava na portaria “quebrando o galho” enquanto o porteiro antipático me fodia no apartamento.
E eu adorava cada segundo.