A crente descobriu o orgasmo

Sempre devotada á igreja, fazia piada de minhas investidas, mas dava risadinhas como se gostasse daquilo. Me chamava de safado e tarado quando “sem querer” passava a mão na sua bunda.

Laís gostava de usar vestidos longos, porém justos que delineavam sua bunda e eu não resistia, sempre que tinha oportunidades, passava a mão na bunda dela descaradamente, que apenas sorria de volta.

Como também era pessoa de confiança do pastor, seu pai, estava sempre envolvido nas atividades da igreja, e um dia, recebi uma ligação do pastor dizendo que precisava viajar ás pressas, mas que Laís iria ficar e que eu ficasse de olho nela… Ok pastor.

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Pagando a divida do marido

Lucia tem 27 anos e seu marido 31. São casados há cinco anos e ainda não tem filhos. Ela trabalha como secretária em um escritório de advocacia. Ã? morena, 1, 69 de altura, 59 kg, corpo bem feito, seios médios e um belo bumbum. Seu marido é vendedor de carros e levavam uma vida até certo ponto monotona.

Ela sempre teve um relacionamento estável, nunca traiu seu marido, embora ele foi o seu terceiro namorado. Havia transado antes do casamento, mas nenhum deles foi muito longe, nem mesmo o marido foi muito além do papai e mamãe. Mesmo no sexo oral, antes mesmo de gozar, o marido tirava o pênis da boca, como se não quisesse que ela provasse o gosto do leite dele, mesmo ela tendo curiosidade. Sexo anal nem pensar, embora tivesse curiosidade e medo do que ele fosse pensar.

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Depravações de um casamento IV

Junior entra na suite e se dirige ao banheiro pra urinar. Lá ele encontra sua noiva Ylena se banhando.
– Pensei que estavas ajudando a Leilane pra se preparar pro casamento! Outro banho!? Não bastou o de hoje de manhã? O que houve?
– Marcamos pras quinze horas… Eu fui cavalgar e estou um pouco cansada. Vou dar uma cochilada.

O casamento está marcado para as dezessete horas. Será numa antiga fazenda que foi transformada em local de eventos daquela rica região de fazendeiros.
Nesse caso especial, Leilane é filha de um poderoso cacique político local. Entre os convidados estão Ylena e seu pai Yuri, seu noivo Junior e juízes políticos de todas as categorias e os ricos fazendeiros com suas famílias.

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Fim de expediente

Em uma sexta de muito trabalho, se encerra mais uma semana para a jovem Naty, ao sair do escritório sempre o mesmo horário ela se depara com o segurança que sempre á comprimenta, na cabeça da jovem sempre se passa a mesma coisa.

-esse segurança é muito sexy com esse uniforme.

Mas a jovem nunca teve coragem de ao menos passar do simples – Boa noite segurança e bom trabalho.

Mas isso estaca prestes a mudar, naty voltou para o escritório naquela noite pois havia esquecido seus óculos de leitura, em casa ao perceber que não tinha os óculos logo tratou de se trocar cm a primeira roupa que tinha em seu guarda roupa, uma calcinha rosa, fio dental, ah e que calcinha, aquela que usa quando busca transparência com vestidos apertados, um sutia fino preto, um shorts meio rasgado e o Croope branco, quase transparente, que realçada cm o sutiã preto e assim foi para o escritório para buscar seus óculos.

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Meu amigo

Uma noite inesquecível, tenho 50 anos , sou magro e tarado. Certa noite fui visitar um amigo de infância, bebemos e nem vimos passar a hora. Então acabei dormindo no sofá da casa dele , qdo de madrugada ele levantou pra mijar e fumar um cigarro. Eu estava acordado ainda , sempre fomos amigos,mas nunca tinha me mostrado. Então naquela noite resolvi fazer um teste, coloquei uma calcinha preta, e qdo ele passou pelo sofá em direção ao banheiro, coloquei minha bundinha pra fora das cobertas com a calcinha atoladinha! Ele viu e não resistiu veio e falou baixinho q

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Despedida de solteira

Quem é que nunca deixou um trabalho na faculdade para fazer na última hora ? Quem não deixou não é normal, principalmente se o trabalho era para ser feito em grupo. Ai é que não sai nada antes da última noite. No meu caso sempre foi assim, mas uma destas ocasiões foi empolgante. Último dia, um trabalho enorme que era para ser feito em um grupo de 8 alunos, ainda estava na metade quando bateu o desespero geral. Toca todo mundo para a biblioteca da faculdade, aquela puta zona, correria e discussões. Lá pelas dez da noite conseguimos finalmente concluir o estudo, só que faltava passar a limpo e a biblioteca estava para fechar. Combinamos que o Marcão, a Valéria e eu iríamos virar a noite para passar a limpo o trabalho, e os outros fariam a apresentação. Valéria era a

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Fantasias loucas de uma mulher casada

A história que vou contar é real. Omitirei apenas nomes e trocarei os lugares. Fui a Goiás visitar um amigo de infância que há muito tempo não via. Quando recebi seu convite não pensei duas vezes, estando de férias peguei a estrada e parti.

Ao chegar na cidade onde ele mora não demorei a encontrar sua casa. Era uma linda casa por sinal. Apertei a campainha e logo uma linda garota veio me atender. Devia ter 10 anos, era muito bonita, morena, olhos castanhos claros e cabelos também castanhos e muito longos.

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Dando pro amigo e pra prima

Eu sou leitora assídua deste site e já me deliciei com vários contos, mas nunca tive experiências loucas o bastante pra relatar… até ontem. Tenho 21 anos, 1,65 m, 53 kg e me considero atraente, adoro sexo em todas as suas formas, mas como moro no interior de Pernambuco, minhas fantasias ficam restritas aos forasteiros, e como eles passam sempre pouco tempo na cidade, não dá pra colocar todas em prática. Minha história começou quando um, até então, amigo meu me ligou e disse que ia até minha casa à tarde. Ele chegou e começamos a conversar besteira como sempre fazíamos. No meio da tarde chegou uma prima minha, que ele não conhecia, na minha casa eu os apresentei e notei

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Fui a tia que ele sonhou

O que passarei a relatar a seguir ocorreu há bem pouco tempo, menos de seis meses. Ainda vivo sob a tensão dos fatos, pelos quais jamais imaginei passar.

Tomei a iniciativa de falar sobre o que aconteceu, aqui nesta página, depois de ler a experiência vivida por um rapaz que se denominou James e suas tias Sônia e Elisa. Fiquei muito impressionada com o que li e como as coisas que aconteceram comigo foram bastante semelhantes cheguei a remeter-lhe uma mensagem, para que pudesse conversar, com ele ou com suas tias, a respeito de nossa situação, mas não obtive resposta, infelizmente.

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Sou Casado e Gosto de Dar o Cu

Ola, meu nome é Rick (nome fictício) vou aqui narrar um conto verdadeiro que aconteceu comigo este ano 2022.
Tenho 35 anos, branco, 1,70m, cabelos castanhos sou casado, gosto de mulheres e sou louco por sexo em várias formas, e um fetiche que sempre tenho é de ser bi-sexual. Gosto também de dar o cuzinho (sim, isso mesmo…. gosto de dar ssrsrs).
Certo dia entrei na internet e pesquisando em alguns sites conheci o Carlos (nome fictício) solteiro, 40 anos branco de cabelos castanhos, corpo médio e uma pica de mais ou menos 20cm. Então depois de várias conversas e mensagens pelo whats combinamos de marcar uma foda.

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Iniciado por uma amiga da mamãe

Hoje tenho 30 anos. O fato que passo a narrar, porém, aconteceu quando ainda contava apenas 11 anos.

Éramos, à época, três irmãos. Eu era o mais novo dos três. Como nossas idades não diferiam muito, sempre tomávamos banho juntos, auxiliados por uma amiga da minha mãe. Com o tempo, em virtude dos mais velhos se tornarem pré-adolescentes, apenas eu continuava sob os cuidados da Camila – chamarei assim a amiga da mamãe.

Camila era uma senhora de quase trinta anos. Era casada, mãe de duas garotas lindas, estatura mediana – creio que em torno de 1,67m. Descreverei apenas depois as características do corpo de Camila para não perder o foco cronológico da narrativa porque somente depois é que também comecei a olhar pra ela não como uma amiga da mamãe, mas como uma mulher fogosa e safada!

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Minha segunda primeira vez

Morei três anos no Rio de Janeiro. Nesse período, tornei-me leitor assíduo de uma revista pornô de circulação mensal. Gostava dos anúncios, das fotos, dos ensaios das modelos, mas minha atenção especial estava sempre voltada para a sessão de contos. Confesso que, assim como a maioria das pessoas que têm oportunidade de ler esses relatos, não os levava muito a sério, achava mesmo que eram apenas sublimações de pessoas de boa imaginação e nada mais.

No meu segundo ano de permanência no Rio, fui à casa dos meus pais durante as férias. Nesse período, vivi uma transa louca. Retornando ao Rio, resolvi, no mês de agosto, enviar para a revista a história dessa tarde de amor que me marcou. Qual não foi minha surpresa quando, cinco meses depois, ao abrir a revista, observei meu relato estampado nas páginas iniciais. Tirei disso duas conclusões: os relatos eram, de fato, o resultado de uma triagem dos relatos enviados pelos leitores e eram verdadeiros.

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