Uma transa inesquecível

Olá! Sou o Lucas, tenho 25 anos, sou moreno dos olhos castanhos, magro uns 60 Kg, tenho 1,70 de altura… Atualmente estou solteiro. Este conto resolvi escrever há pedido dela. Vamos ao conto?
Conheci Aline em uma rede social (facebook)… Uma baixinha de dar água na boca, pele clara, olhos verde, cabelos castanhos e lisos, bundinha empinada, seios pequenos e uma um rostinho angelical. A princípio houve um pouco de resistência da parte dela, ou ate mesmo cautela, já que não nos conhecíamos pessoalmente. Nada que atrapalhasse, eu gostava do seu jeito mais reservada as vezes grossa, mas sem deixar de ser simpática, extrovertida e é claro bem espontânea.


Morávamos na mesma cidade e nossos bairros eram bem próximos, tínhamos alguns amigos em comum… ela muito religiosa, frequentemente estava envolvida com algo da igreja, catequese, missas, reuniões, enfim…
Estudávamos no mesmo período, final da aula umas 22h mandei mensagem:
Eu: oi meu anjo!
Ela: oi Mb.
Eu: então, to afim de sair com vc hj… oque acha?
Ela: aé e pra onde seria?
Eu: bom o lugar seria o menos importante com uma companhia dessas… rsrs
Ela: entendi, bom jaja acaba minha aula tbm, te espero no portão principal.
Nos encontramos no local combinado, ela linda como sempre (apesar do uniforme e a mochila nas costas) e cheirosa como nunca. Nos cumprimentamos com um beijinho e um abraço apertado e gostoso, entramos no carro e fomos. Como queria um lugar bem simples e sem nenhuma formalidade resolvi leva ela pra minha casa, eu morava sozinho, então pedi uma pizza e algumas bebidas e fomos. Começamos bebendo no carro mesmo, a pizza seria entregue depois.
Uns 20 minutos estávamos na minha casa, já sem nenhuma cerimônia e um pouco alegres pela bebida já fomos tirando a roupa e ficando apenas com peças intimas. Foi aí que ela pegou a mochila, entrou no banheiro sem me falar nada e saiu vestida em um jaleco brando, touca na cabeça e um estetoscópio no pescoço… eu relaxado no sofá só pude deixa o queixo cair e espera oque aquela baixinha safada faria.
Daí em diante Aline usava um linguajar bem técnico (coisa de enfermeiros) era bem séria nas perguntas tornando aquela fantasia bem realista. Eu sentado no sofá de cueca e com pau já bem duro ela montou no meu colo de jaleco e apenas uma calcinha (vermelha) por baixo, começou me examinar com o estetoscópio no meio peito, evidente que meu coração estava acelerado ne kkk e pra ajudar ela da suaves reboladas na ponta da minha pica deixando o clima safado e sensual. Me deitou no sofá mesmo e começou a fazer o exames de “toques” deslizava a mão por todo o meu corpo perguntando oque sentia e eu com a voz já de excitação respondia o básico levando ela a examinar com mais detalhes… quando perguntado sobre minha ereção:
Ela: e esse volume todo na sua cueca Sr. Anderson?
Eu: n sei Efma. A alguns dias fico assim sempre que lembro da Sra.
Ela: Eu acho que sei como tratar.
Me olhando com aqueles olhos verdes, mordendo os lábios e com um cara de puta ela enfiou a mão por dentro da minha cueca e começou a “punhetar” meu pau que já estava latejando… desceu então minha cueca, se ajoelhou ao meu lado, deu um beijinho na cabecinha da minha rola, começou a passar a língua em todo o meu pau, ela começa embaixo nas bolas e subia toda a extensão ate chegar na cabeça, onde engolia meu pau completamente, fazendo por algumas vezes engasgar com ele na boca… era um boquete muito molhado. Eu já sem me aguentar segurei os cabelos dela e tentava meio que controlar os movimentos da maneira que gostava, e as vezes prendia a cabeça dela pra ela sufocar com meu pau na boca. Ainda deitado no sofá ela monta em mim, abre um pouco seu jaleco revelando seu corpo e a lingerie vermelha… com a maior cara de puta, apenas puxa a calcinha para o lado e começa se ajeitar no meu caralho, de uma só vez ela senta e engole toda a minha pica, fazendo eu me esforçar pra segurar o gozo. Ela por sua vez nem se preocupa em sufocar os gemidos. Gemia espontaneamente e muito alto. Que sede tinha aquela mulher. Sentava muito firme e forte, fodia como se não houvesse amanhã. Alternava os movimentos, hora rebolava hora apenas galopava… minha pica totalmente dura percorria cada centímetro daquela bucetinha linda, apertada e suculenta. Eu dava tapas na cara dela, puxava seu cabelo, mamava gostoso aqueles peitinhos, sem deixar ela para de foder. Eu xingava muito ela:
Eu: isso puta! Fode gostoso essa pica. Monta no seu cavalão vai. Senta nesse caralho… grita pra mim vai… aaahh desgraça… vadia, vagabundaaaa. Queria pica? Então toma biscate. Vai sai toda assadinha daqui hoje. Vc encontrou um macho de verdade… vou comer sua bucetinha a noite toda. Vc n vai ter descanso, vou goza dentro e continua te fodendo puta…
Não demorou muito ela gozou ao som de meus xingamentos e provocações… já tomado pelo tesão inverti a posição jogando-a no sofá e eu em pé colocava meu cacete na boquinha dela fazendo-a engoli os litros de porra que saiam em jatos cheios de pressão. A safada engolia tudo e as vezes abria a boca exibindo meu gozo na boquinha dela… depois voltava a me mamar apertando minhas bolas para sair até a ultima gota de porra do meu caralho. A puta deixou meu pau totalmente limpo. Com a cabeça bem vermelha e inchada ele continuava duro como se ainda fosse a primeira. Então a coloquei de quatro no sofá e comecei foder aquela mulher novamente, so que agora ela quem me xingava:
Ela: vai puto gostoso. Fode sua cadelinha vai. Mete gostoso. Me come meu cachorrão… aaaiiii pirocudooo. Assimmm assimmm, isssoo! mete gostoso puto… come essa bucetinha, me faz gozar de novo vai…
Eu atendia seus pedidos e com estocadas firmes e precisas desbravava aquela buceta que parecia nuca ter sido fodida de verdade. algumas estocadas seguidas de tapas na sua bunda que já estava vermelha com as marcas dos meus dedos intercalando com puxões de cabelo fazendo ela se agarrar no sofá inclinando a cabeça para trás eu fodi ela gostoso fazendo-a gozar 2x seguidas naquela posição… eu queria sentir seu gozo. Como um animal a peguei no colo e a joguei sobre a mesa da cozinha, ergui bem suas pernas dei alguns tapinha naquela bucetinha inchada fazendo ela se contorcer de tesão sobre a mesa, cai de boca e comecei a chupar toda aquela bucetinha. Lambias os grandes lábios, o clitóris, já bem inchado e volte e meia enfiava a língua lá dentro da bucetinha dela, eu massageava seu ponto “G”. Aline era só tesão e gemidos, segurava minha cabeça firme e pressionava me fazendo engolir mais aquela xota. E foi assim, com minha boca enterrada na sua buceta que ela gozou pela terceira vez.
Fomos para o banheiro, e ainda lá de dentro o entregador anuncia no interfone que estava com nossa pizza no portão. Sai enrolado na cueca enquanto ela terminava o banho. Devido o calor resolvemos comer tomar mais algumas cervejas ali na área frente ao carro, com ela não tinha nenhuma cerimônia, adorava as coisas simples e casuais.
Comi refém de muitos olhares libidinosos de Aline , que ainda surpresa com meu desempenho e com a intensidade dos gozos tidos por ela me comia com os olhos. Eu amava ter aquela puta do meu lado e enrolada somente com a toalha. Era uma noite linda… próximo as 2h da manhã. Levantei e puxei ela comigo trazendo-a pra junto de mim. Instantaneamente derrubei sua toalha e a apertei mais ao meu corpo sentindo aqueles peitos e biquinhos duros roçarem meu corpo. Com uma pegada firme segurava aquela bundinha, fazendo sua buceta esfrega na minha rola dura novamente. Eu chupava seu pescoço e seus peitos, dava algumas mordidas com a intenção de deixar maracas…
Movido pela minha sede insaciável, e alegre por ter encontrado uma parceira a altura joguei Aline sobre o capo do carro, ali mesmo na área e em um “frango assado” comecei a penetra novamente. Foram apenas algumas metidas para ela começar gemer forte e com alguns arranhões ela castigava meu e peito e abdome. A safada se satisfazia com aquele castigo, as vezes se chegava a mim e mordia meu peito, cravava as unhas nas minhas costas e segurava tudo quanto podia. Era incrível o quanto ela se doava na transa nunca me deixando fazer tudo sozinho, mexia em sintonia comigo os quadris e com palavras e gemidos me conduzia. Eu queria muito aquela mulher e já tinha de tudo com ela até então… Só me faltava uma coisa… Eu queria foder aquele cuzinho também! A virei de costas fazendo-a colocar a cara sobre o capo do carro, já ciente das minhas intensões e um pouco apreensiva por não ter tido muito sucesso em anais ela consentiu com um descarada empinada na bunda e uma frase:
Ela: então come meu cuzinho seu puto desgraçado! Vou te dar ele como presente hoje.
Abrindo um pouquinho aquele rabinho pude ver aquele cuzinho delicioso, com todo o cuidado posicionei a cabeça na entradinha e aos poucos fui deixando cai o peso do meu corpo sobre ela entrando bem devagar naquele buraquinho… Aline era muito apertada, com palavras mais carinhosas fui fazendo-a relaxar e aproveitar cada centímetro do meu pau… já todo dentro daquele cuzinho eu deixava ela se acostuma com o volume e tamanho. Já acostumada e segura comecei a acelera as estocadas e forçar mais as penetrações… comecei ouvir novamente seus gemidos, agora de prazer e pedidos de quem estava gostando e queria mais… eu comia como se fosse meu primeiro cuzinho na vida, estava muito gostoso aquele cuzinho e eu queria aproveita ao máximo… já mentíamos em um intensidade boa, Aline rebolava e me xingava muito… fiquei realizado no momento em que ela pressionava a bundinha contra mim e bem ofegante anunciava o quarto gozo… só pedi pra ela se solta e porque aquele aviso era o que me faltava para gozar gostoso… ela gozando me pediu:
Ela: vai cachorro goza no meu cuzinho, enche de porra ele que agora vai ser só seu!
Gozei como um louco e ela já de pernas bambas deitava sobre o capô do carro e com um sorriso d orelha a orelha me puxava pra cima dela em um beijo lento e molhado… os dois realizados, agora era só tomar um banho e a levar para casa.

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