Insaciável

Tudo aconteceu tão naturalmente, mas também tão surpreendente que eu não supunha que pudesse chegar onde chegou …, de início, foi apenas uma brincadeira; foi numa noite de inverno; ela veio até o meu quarto e perguntou se eu não queria assistir televisão e comer pipocas; quem resiste a um convite como esse? Aceitei de pronto!

Fomos para a sala e eu sentei no velho sofá de tecido enrugado; ela ligou o aparelho e correu para a cozinha para preparar as pipocas; voltou com um enorme balde nas mãos e sentou-se ao meu lado. Ela usava uma camisola larga de cor rosa, com botões na parte superior e alguns estavam abertos. Eu estava de pijama, pois estava frio.

Começamos a zapear pelos canais, procurando algo interessante …, de repente, parei em um canal erótico (aliás, nem sabia que ela aquele tipo de canal disponível no seu pacote!); a cena era de um casal jovem e atlético fazendo sexo de todas as formas possíveis; não conseguia esconder minha excitação, pois um calor tomava conta do meu corpo, e meu membro latejava dentro da calça larga do pijama.

-Nossa! O que é isso? Você está com tesão? – ela perguntou olhando fixamente para o volume que pulsava dentro da minha calça quase querendo rasgá-la.

Não pude responder; estava hipnotizado pela visão que se descortinava ante meus olhos; quando ela virou-se para mim, a camisola abriu um rasgo largo, mostrando um de seus peitos e parte de seu mamilo. Era lindo! Redondo …, liso, e de uma brancura estonteante! Fui sacado do meu pequeno idílio ao sentir a mão dela pressionando minha virilha; ela apertou meu pau, sentindo sua rigidez provocativa.

-Que bonito, hein? – ela disse em tom de brincadeira – ele está bem duro mesmo! E é grande, não? Você já se masturbou? Conta pra mim.

Novamente, eu não respondi, limitando-me a acenar com a cabeça e confessando meu pecadilho; ela sorriu e inclinou-se um pouco mais, permitindo que eu pudesse ver um pouco mais do seu peito lindo.

-Acho que assim não vai dar não – ela comentou, enquanto soltava o cordão do meu pijama – Posso pegar nele? Você deixa?

Fiquei em silêncio, e ela seguiu em frente; me fez puxar a calça para baixo, fazendo meu pau saltar pra fora, exibindo toda a sua dureza e pujança; assim que o viu, os olhos dela faiscaram; ela o cingiu com uma das mãos e começou a punhetar bem devagar …, estava muito gostoso, mas, eu ainda olhava para o peito a mostra dela.

-Hum, gostou disso? – ela perguntou, apontando para o decote e seu conteúdo – Quer ver mais? Se pedir com jeito, eu mostro …, então? Quer?

-Quero! – respondi, incapaz de esconder minha ansiedade e sentindo sua mão manipular meu pau duro que latejava de tesão!

Ela, então, parou o que estava fazendo, ficou em pé e tirou a camisola …, ela estava nua! Não tinha nada por baixo! Eu olhava aqueles peitos lindos e suculentos, com os mamilos apontados para a frente, durinhos e salientes. Ela tornou a sentar-se ao meu lado, pegando meu pau e aplicando uma vigorosa punheta, não sem antes, pegar minha mão e pousá-la sobre seu peito. “Vamos, pode pegar! Eu gosto! Principalmente se pegar nos bicos …, eles me dão muito tesão!”, ela disse retomando a masturbação interrompida.

Sem alternativa, deixei-me levar pela situação; apalpei os peitões dela, detendo-me nos mamilos que eu apertei, belisquei e, finalmente, mamei! E como eram saborosos! Uma delícia!
Não demorou para que nos engalfinhássemos, tomados por um tesão insano! Ela me fez deitar no sofá e escorregou entre minhas pernas, abocanhando meu pau. Quando ela começou a me lamber, senti algo que nunca tinha sentido na vida …, era delicioso sentir a língua dela subir e descer ao longo de minha rola; meu corpo todo tremia, e eu parecia possuído pela língua dela.

Senti seus lábios envolvendo a glande inchada e descer, lentamente, fazendo meu pinto desaparecer dentro de sua boca. E quando ela começou a subir e descer sobre ele, eu achei que fosse desmaiar de tesão! Era tudo muito novo para mim …, uma mulher fazendo aquilo em mim era algo que jamais imaginei que pudesse acontecer.

Depois de algum tempo, ela subiu sobre mim, arfante e cheia de si. “Agora, fique quietinho que eu vou fazer uma coisa ainda mais gostosa!”, ela disse ao ficar de cócoras sobre mim, segurando meu pau com uma das mãos; sem tirar os olhos de meu rosto, ela foi descendo …, e descendo, até que eu senti a ponta dele tocar nas carnes quentes e úmidas dela.

Foi com se ela engolisse meu pau dentro de uma luva quente e macia; soube quando ela terminou porque senti o peso de seu corpo sobre meu ventre, com a rola desaparecida dentro das entranhas dela …, no momento em que ela começou a subir e descer, eu enlouqueci! Sentia ondas de tesão de dentro para fora, explodindo em toda a superfície da minha pele, com arrepios, tremores e pequenos espasmos deliciosos.

Ela se inclinou ainda mais sobre mim, deixando seus mamilos próximos de minha boca, mexendo seu traseiro para cima e para baixo com mais intensidade; novamente, mamei aqueles peitos suculentos, ao sabor do corpo dela engolindo e cuspindo meu pau. “Ai! Não aguento! Vou gozar!”, eu balbuciei tentando, por todos os meios, reter meu gozo …, mas ele sobreveio como uma explosão de dentro para fora.

Ejaculei violentamente, inundando as entranhas dela com minha porra quente; ela gemia enquanto ainda se movia com alguma rapidez, até que, vencida, sentou sobre mim. Ficamos assim por algum tempo, até que ela deu-se conta de que era muito tarde. Ela saltou para ao lado, ajoelhou-se sobre o sofá e segurou minha rola meio dura, meio mole, lambendo-a cuidadosamente sorvendo o excesso de sêmen que escorrera por ela.

-Agora sim – ela comentou, enquanto se vestia – Agora estou satisfeita …, vá se deitar, porque está tarde …, mas não se esqueça …

-Não me esquecer do que? – perguntei eu, procurando forças para levantar do sofá.

-Que amanhã tem mais, viu! – ela asseverou – Quero mais pica! Quero mais da sua pica, viu?

-Amanhã? Outra vez? – retorqui, sem esconder minha surpresa – Você é mesmo insaciável, não é, vovó?

-Eu? Insaciável? – ela devolveu com alguma ironia – Insaciável é você, com essa pica enorme, sempre dura …, sempre grossa …, é tudo culpa sua! Seu moleque safado …, agora, vá deitar.

-Tá bom, vó! – respondi, fingindo inconformismo que era apenas aparente – Boa noite.

-Boa noite, meu machinho pauzudo – ela devolveu com um tom suave – E, olha, dorme pelado …

-Pelado? Porque? – perguntei sem entender a razão.

-Porque? Ora porque! – ela respondeu – Porque posso querer ter essa rola dentro de mim no meio da madrugada …, vai logo, moleque! E faça o que eu mandei!

Não respondi, mas ela não viu meu sorriso safado enquanto saía da sala.

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