Genro safado fodeu meu cuzinho guloso

Durante o almoço eu só pensava no que acabara de fazer, havia traído meu marido e o melhor que tinha sido com um cara com seus 20 anos e eu havia gostado, depois do almoço Zé Neto me ajudou a colocar a louça na pia, sempre me comendo com os olhos, e quando ficamos apenas nós, ele chegou no meu ouvido e disse:

– Já que a mamãe das putinhas não quis me dar o cuzinho guloso, vou comer o da Andria porque diferente da mãe ela adora;

fiquei entre enciumada e puta da cara, o rapazinho iria fuder no mesmo dia três da família.

Logo depois do almoço Andria disse que pegaria uma carona com Zé Neto para resolver algumas coisas no centro e que depois da aula dele se encontrariam, eu sabia que era rolo, que iriam aproveitar para ir para a casa dele e fuder, ainda mais que Andria tomou um banho antes de sair e quando fui falar com ela no quarto estava colocando uma calcinha fio dental branca, um conjuntinho novo, ainda me perguntou se eu achava bonito, eu fiquei excitada e imaginei aquele conjunto em mim. Eram 21h30’ quando minha filha volta, o Zé deixa ela aqui em casa, mas não desce, estamos todos no mezanino, na sala de tv, ela chega e fica de pé, convido para sentar, mas diz que quer um banho e dormir. Quando ela entra no banheiro vou atrás, louca para que ela me conte algo, mas não me fala nada, minha filha tem um corpo lindo, e quando vou colocar as roupas no cesto para lavar noto a calcinha toda ensanguentada, principalmente por que a pequena peça é branca, aquilo me da a certeza que ela foi enrabada, que realmente o Zé Neto fudeu o rabo dela e ai pergunto se eles não querem ir para a Estância no fim de semana comigo, pois meu marido tem muitos pós operatórios, a Janice e o Fabri tem um aniversário e a menor combinou de ir para a praia com os pais de uma amiguinha, me diz que tem que perguntar para o Zé se ele quer ir, depois do banho ela telefona e depois me chama, diz que eles topam desde que possam dormir juntos, eu sem outra saída topo na hora.

Sexta-feira, dia de ir para a estância, depois da aula ficamos de pegar a estrada, almoçaríamos no caminho para ganhar tempo, Zé e Andria foram para a Faculdade, e eu fazer o rancho, pegar medicamentos, grana para pagar o casal de funcionários e por volta do meio dia nos encontraríamos para almoçar e partir.

Eles chegaram eu já estava com o almoço pronto, Andria foi para o banho, e voltou com um vestido curtinho estampado, estava linda, seu pai reclamou que estavam indo para fora, e porque usar aquele vestido tão curto, ele era louco de ciumento, ela falou que estava calor e que ele deixasse de ser chato. Almoçamos e depois fui tomar um banho, e escolhi uma calcinha pequena, não é sempre que eu usava, e um vestido curto bege, não tão curto quanto o dela, marido me olhou, resmungou, mas não dei bola, Zé ao contrário do que eu imaginava, que estaria pilchado, estava de bermuda de sarja e camisa polo.

Hora de sairmos, pedi que o Zé Neto fosse dirigindo, e Andria ao seu lado na frente, sentei bem no meio do banco traseiro da camionete, ar condicionado ligado e pegamos a estrada, eu vi quando Zé ajeitou o espelho retrovisor central do carro direcionado para mim, e logo estávamos escutando som alto, cantando, olho e a mão dele nas coxas da minha filha, pensei que se eu dormisse ele ia dedilhar a xaninha dela, e fingi dormir, e fingindo dormir abri as pernas, ele ajeitou o espelho exatamente para o meio das minhas pernas, eu abri mais pernas, e acabei colocando a mão para levantar o vestido, imaginem a cena, ele que deveria estar de caralho duro, porque logo Andria colocou a mão na coxa dele, embora tirasse a todo momento para servir o chimarrão e a sogra no banco de trás pagando calcinha, e assim fomos até o meio do caminho onde Andria pediu para pararmos em um posto de combustível e pegarmos umas garrafinhas de água, ela desceu e ele sem cerimônia e sem me olhar disse:

– Adoro calcinha branca minha sogra;

eu não falei nada, mas quando Andria voltou eu disse que iria aproveitar para fazer um xixi, peguei minha bolsa fui no banheiro e tirei a calcinha, ele iria ter uma surpresa. Voltei a camionete e a filha perguntou se eu não queria ir na frente, se estava bem atrás, eu disse que continuaria no banco de trás, tomamos água e logo Andria adormeceu, era hora de provocar, eu então puxei meu deixando minhas coxas a mostra, abri as pernas e quando ele olhou no espelho eu estava abrindo e fechando as pernas, quando notei que estava olhando coloquei a mão na minha buceta e enfiei um dedo lá dentro, eu estava molhada, e tirei, mostrando para ele que eu estava toda babada, chupei meu dedo, minhas coxas já estavam meladas e eu me cobrando, indo a forra porque imaginava que ele não teria coragem de fazer nada, mas dos bons safados aprendi que não podemos duvidar de nada, o safado vendo que minha filha dormia colocou o braço para trás entre os bancos e passou a mão nas minhas coxas, e eu querendo ser puta cheguei meu corpo bem para frente no banco facilitando que a mão dele alcançasse minha buceta molhada, abri com a mão meus lábios vaginais e enfiou um dedinho lá dentro, mesmo com a música alta eu parecia ouvir o barulho dele me masturbando, da buceta encharcada sendo friccionada pelo dedo, até que depois de uns minutos, acho que com medo que Andria acordasse ele tirou a mão, cheirou, chupou o dedo e continuou dirigindo, e eu escancarei minhas pernas e me tocava de leve, colocava lá dentro e mostrava meus dedos babados, ele só olhando pelo espelho e aquilo levou uma meia hora, ou melhor, até que chegamos na cidade que precisávamos entrar e atravessar para pegar a estrada de chão e ela acordou, me recompus e depois de mais uns 40 minutos estávamos chegando no nosso chalé, um escritório, uma sala cozinha, banheiro e dois quartos, descarregamos tudo, paguei o casal de funcionários e os liberei, ficamos apenas os três na estância, isso já era a tardinha, chimarrão, e depois fizemos uma caipirinha, e decidimos a janta, Andria foi para o banho, ele chegou por trás de mim quando eu estava picando legumes e me encochou, disse no meu ouvido que a noite iria foder o cuda minha filha, e logo saiu para fazer mais caipa e depois já foi para o banho, cachorro me contanto que comeria o cuzinho da minha filha, além de ter me deixado com tesão quando me encochou.

Jantamos tomando cerveja e depois fomos para frente do chalé, ficamos ali no jardim escutando música, bebendo e minha filha e eu dançando, ele só nos observando, e resolvemos ir deitar porque teríamos um dia de trabalho, fui deitar, coloquei uma camisolinha, sem calcinha, e depois de uns 15 minutos comecei a ouvir gemidos vindos do quarto ao lado, já fiquei acesa, e minha filha parecia uma gata no cio de tanto que gemia, minha curiosidade foi a mil, e me toquei, estava já com a bucetinha em brasa, e como estava quente e a janela aberta resolvi pular a janela e ir escutar mais de perto, ou com um pouco de sorte poderia ver, a noite era um breu, cheguei até a janela, que também estava aberta, e vi o Z Neto deitado completamente nu, e minha filha montada em cima de caralho, ela rebolava com a pica enterrada, ele dava tapas no rosto dela, o que ela parecia adorar e se excitar, e pedia para foder o rabo dela, ela por sua vez só pedia para gozar antes e ela gozou, se acabou no caralho grosso e grande do namorado, eu já tinha a mão tocando minha buceta, ela saiu de cima, de quatro se parou a chupar aquela pica toda melada, e quando ele pediu para ela ficar de 4 na beira da cama e se levantou, eu me escondi, eu tinha a respiração já bem ofegante, voltei a olhar e vi ele posicionando o pau todo melado para o rabo dela, esfregou o pau no reguinho, abriu a bunda e cuspiu no cuzinho, apontou a pica de novo e quando forçou a entrada ela gritou, acho que pelo tesão esqueceu que eu dormia no quarto ao lado, e as pregas se abriram, já conheciam aquele caralho, e a cabeça entrou, logo ela pediu TODO e ele foi enfiando, enfiando a mandioca cua dentro, até as bolas baterem na bunda dela, socava e tirava todo, eu consegui ver o cutodo aberto, agora eu me masturbava freneticamente, principalmente quando via o rabo todo aberto e depois quando engolia aquela jeba dura, ele dizendo que ia inundar o rabo dela de porra, mas a safada pediu para sentar no caralho, ele deitou na cama, e a minha filha veio por cima, ficou agachada e posicionou o caralho com raias de sangue para o cú, a cabeça logo entrou e deixou sumir rabo a dentro, como consegui engolir aquilo tudo assim, sentando, quanto se enterrou todo, ela rebolou com uma maestria que nossa, chegava me faltar o fôlego, e a safada ainda pediu que chamasse de puta e batesse na cara dela, ele batia e xingava e ela pedia mais, mas agora pedia porra no cú, e com ela rebolando daquele jeito ele se acabou, gemeu alto e soltou porra dentro dela, ela ainda deu umas 3 ou 4 reboladas antes de começar a tirar aquilo do cú, o pau saiu ensanguentado, mas ainda duro, vi as últimas gotas de esperma saírem do buraquinho da cabeça, e ela ficou de pé e a porra escorria de dentro do rabo, eu mal conseguia andar, mas consegui pular a janela de volta e me deitei, logo ouvi o chuveiro abrir, e acabei pegando uma escova na mesa de cabeceira e enfiei em mim, molhei na buceta encharcada e enfiei a pontinha no meu cú, já tinha me masturbado com escova, mas nunca havia posto nada no cuzinho, e enfiei todinha enquanto me masturbava devagarzinho, e fiquei ali em devaneios, tanto que não vi a porta abrir, havia me esquecido de fechar, na real nunca trancava a porta do meu quarto quando estávamos no chalé, quando notei a presença dele me espiando levei um susto, fiz uma carinha de tarada, de quem quer piça, e quando foi se aproximar de mim com aquela pica semi dura ouvimos o chuveiro fechar, e saiu rápido do quarto, eu que não tinha gozado acabei me esfriando com o risco de minha filha me pegar e dormi.

No outro dia acordo e vejo que na cozinha já tem movimento, abro uma fresta e vejo o Z Neto já de pé, vestindo só bombacha e alpargatas (sapatilhas) fazendo um chimarrão, resolvi colocar uma calcinha e um roupão de seda, e vou direto ao banheiro que entre os dois quartos, lavo o rosto, escovo dentes, arrumo o cabelo e saio, vou até o quarto onde minha filha Andria dorme profundamente, sinto cheiro de sexo, saio e na cozinha/sala pergunto se ele precisa de ajuda, são 6h00’, ele me olha dos pés a cabeça, diz que nada precisa, então começo a preparar um café, e me sento à mesa, me fala que vai alimentar os cavalos que estão encocheirados no galpão, e que vamos usar para a lida do dia, eu peço que me espere e digo que vou junto com ele, coloco uma calça de moletom, uma camisetinha e nos dirigimos até o galpão(celeiro), ele caminha atrás de mim e aproveito e dou uma rebolada mais que o normal ao caminhar, entramos no galpão e me pega por trás, digo, insisto que não, digo que não mas eu quero pica, é só charminho, mas já sinto aquela pica volumosa roçando na minha bunda, lembro dela entrando no cuda minha filha, e com ele me dando beijos no pescoço vou me entregando, cedendo, me encoxando ele coloca a mão por dentro da minha calça e calcinha e sente a bucetinha toda melada, e começa a dedilhar, esfregar meu grelinho, até que me empurra para perto da mesa de carpintaria onde fica o torno e me pegando com força, a mão sobre a parte de trás do meus pescoço, me faz ficar curvada sobre a mesa de madeira grossa, havia um vidro fosco com uma pontinha quebrada na janela que ficava na parede onde a mesa ficava encostada, ele me posicionou ali de propósito, dali ele podia cuidar o movimento da casa, sabe lá quantas vezes fudeu uma ou duas das minhas filhas naquele local, e em um gesto rápido ele puxa a calça e a calcinha até o meio das minhas pernas, fico exposta, com a bunda nua a mercê dele, e ouço o barulho de desafivelar o cinto e o abrir da bombacha e em seguida senti aquele pau duro e melado passeando entre as bandas da minha bunda, e logo ele estava no meio dos meus lábios vaginais forçando a passagem, e como eu estava encharcada de tesão a passagem da cabeça foi fácil, entrou e se alojou me fazendo gemer baixinho, não tive tréguas para me acostumar com o caralho, pois foi empurrando, socando com gosto e força para dentro da minha buceta que se abria como uma flor ao desabrochar, eu sentia meus lábios vaginais cederem e eu só gemia baixinho, quando a socada era muito forte eu gritava baixinho, pedi que socasse no fundo e deixasse eu rebolar, ele deu uma metida estúpida e forte me deixando espetada na vara e lentamente comecei a rebolar com a pica toda dentro da buceta, nossa eu estava delirando, me deliciando naquela pica gostosa, e eu agora judiava do meu genrinho, eu rebolava gostoso, e empurrei o corpo para trás facilitando minhas ações, eu deixava só a pontinha da pica dentro de mim e ele vinha e CRAVAVA o caralho, eu quase gozando naquele pau e o safado cuspiu no meu cú, deu umas duas cuspidas e enfiou sem pedir licença o dedo no meu cua dentro, gemi mais alto, mas rebolei com mais vontade e quando eu estava prestes a gozar começou a dizer que queria meter no meu cú, que meu cudeveria ser um tesão, e eu não me aguentando de vontades acabei pedindo:

– ENFIA SÓ A CABECINHA NO MEU CÚ;

na mesma hora o safado tirou a pica da minha buceta, a deixou aberta e pingando, se agachou atrás de mim, lambeu gostoso o meu cú, cuspiu mais algumas vezes e colocou na entradinha do meu cuzinho cabaço, vi que não tinha saída, ainda mais que eu que havia pedido, e me dizendo coisas obscenas foi forçando o caralho para que rompesse minhas preguinhas, doía muito, eu pensava em pedir para parar, mas com as putarias que ele me falava não consegui pedir para parar, e água mole em pedra dura tanto foi que ENTROU a cabeça, me ardia muito, parecia que havia brasa dentro do meu rabo, comecei a gemer de dor, não de tesão, eu pedia para ir com calma, que estava doendo muito, e ele creio que vendo a dor que eu estava sentindo me disse que iria tirar, e a cabeça saiu, só que eu sou corajosa, senti aquele vazio e alívio no cue mandei, não pedi, mandei que ele atolasse pica no meu cú, e colocou de novo a cabeça que entrou fácil e sem tanta dor, aguentei firme, e aquele caralho grosso foi me invadindo, foi entrando no meu cuzinho a dentro até que todos os centímetros estavam no meu rabo, eu sentia meu cuem brasa, e me disse para rebolar que ficaria gostoso, e eu desatinada rebolei com o caralho no meu cú, o safadinho colocou uma mão a me acarinha a buceta, e logo o dedo esfrega meu grelinho e a coisa começa a ficar melhor, ele soca o pau todo e depois vem tirando até que fica só a cabeça e enfia cua dentro de novo, eu aviso que vou gozar, ele me diz que vai tirar e gozar na minha bunda, eu peço, ordeno que não, que ele ejacule com gosto dentro do meu rabo, e inicio o meu gozo, e ele vem forte, começo a gemer alto e ele tapa minha boca, e recebo os primeiros jatos de gala no meu cú, nossa aquela porra quente com a ardência parece me queimar por dentro e sigo orgasmando até que ele me crava o pau, ficamos entalados por alguns minutos, o caralho começa a amolecer, ele tira, me da um tapão na bunda, me viro para ele, agradeço dando um senhor beijo de língua, ele vai em direção ao banheiro que temos no galpão, entre os dois quartos, diz que vai se lavar, eu subo calcinha e calça de moletom e vou para casa e entro direto no banho. A água escorre pelo meu corpo, me sinto suja, uma puta, mas vejo raias de sangue que escorrem do meu cú, passo a mão nele e me sinto realizada, embora toda arrombada, e saio do banho e encontro minha filha acordando, me pergunta onde esta o namorado, digo que esta tratando os cavalos e logo vem para tomarmos um café.

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