Sou casado com ela mas dou pra ele

-Estava casado a dois anos, minha esposa era uma mulher incrível, bonita, inteligente, bom astral, eu sempre tive uma vocação para a bisexualidade mas a conheci cedo, ainda jovem e acabei me casando e sossegando, me considerava feliz e bem casado.
-Quando ela me contou que iria passar uns 15 dias na casa dos pais, aproveitando suas férias pois fazia tempo que não os via pessoalmente, moravam longe e ela precisava mesmo ficar um tempo com eles,
-Estava tranquilo, me despedi dela na rodoviária, ela dirige mas não gosta de pegar estrada em viagens muito longas, ia de õnibus e o pai iria buscar na rodoviária.


-Quando voltei pra casa, senti uma sensação de liberdade, apesar de gostar muito dela, era bom estar só, me sentir livre como nos tempos de solteiro.
-A primeira ideía foi entrar na internet, procurar pornografia, coisas diferentes do que estamos habituados, deixei fluir este meu lado bi, e comecei a conversar com alguns caras, alguns são grosseiros, mal educados mas sempre tem aqueles com melhor nível e educação, onde as conversas adquiriram um tom agradável com uma certa reciprocidade.
-Carlos era solteiro mas namorava a mais de dois anos, a namorada não sabia desse lado bi dele também, e não era uma pessoa que iria entender e aceitar na boa, conforme ele contou.
-Ele perguntou se eu dava umas escapadas também, eu disse que não, ainda não havia pulado o muro e estava fiel, afinal eram apenas dois anos de casados.
-Ele ficou surpreso!! sério cara? como consegue?
-Bom eu gosto dela, estamos bem e não foi nenhum sacrificio.
-Mas você nunca ficou com outro cara?
-Bom, fiquei quando era novinho, sabe aquela época do troca troca, percebi que eu gostava mais do que os outros.
Depois que começou namorar com sua esposa nunca mais ficou com outro cara?
-Não mesmo!!
-E do que você lembra daquela época? do que mais gostava?
-Bom eu me lembro que a maioria sempre queria comer antes e depois muitas vezes davam um jeito de ir embora sem ter que dar também, eu até sabia que iriam fazer isso, mas
eu gostava mais de ser passivo eu creio, me satisfazia plenamente assim.
-Bom, disse ele, eu gosto de um cuzinho, quem não gosta, mas minha namorada neste aspecto é uma negação, diz que dói e hoje nem quer fazer mais, por isso eu dou minhas escapadas,
culpa dela, eu gosto de um rabinho e não vou ficar na vontade.
Bom você está certo, geralmente buscamos mesmo o que não temos em casa.
Faz um bom tempo que não como um rabinho e tava até com vontade, você não tem saudades daquele tempo?
-Apesar de não conhece-lo muito bem, estava gostando do pao e até confiando mais nele, sentia uma afinidade. Sim, sinto saudades sim, respondi!!
-Ele me mandou uma foto dele com a namorada, eram um casal bonitos, me pediu uma foto nossa, eu mandei uma foto que estava com ela na praia, a amiga dela tirou, eu de sunga ela de bikine, ele elogiou muito, disse que os dois eram muito tesudos, que pegava os dois, disse zuando.
O papo continuou até que ele propôs:
Já que está sózinho, e pelo jeito não por muito tempo, o que acha da gente se ver bater um papo de boa, ver o que rola, mesmo que seja só um papo cara!! gostei de conversar com você, podemos ser amigos, o que acha.
Abri a cam e conversamos frente a frente, acabei concordando, a minha curiosidade, falou mais alto.
Ele disse que viria no outro dia, no sábado pela manhã, era uma pequena viagem eu falei que ia busca-lo na rodoviária.
Fui dormir bastante ansioso, mal podia acreditar no que havia feito, estava combinado!! a expectativa do que poderia rolar, me fazia lembrar de tempos remotos, aquilo me excitava muito.
Fui tomar um banho e fiz uma higiene especial até com depilação das minhas partes, não gosto muito de pelos e raspei os pelos do saco, lá de baixo também, cortei bem curtinho em volta do penis. Quando me lavava sentia a mão deslizar na pele, o cuzinho liso, tudo raspado era uma sensação gostosa e excitante.
No outro dia, pela manhã, eu demorei pra dormir, ansioso, fui busca-lo e vi ele descendo do ônibus, não era um cara alto mas era atraente, bonito, desses que se cuidam na academia, corte de cabelo bem aparado, roupas finas, me viu e veio até o carro, eu desci e dei a mão pra ele, senti a mão quente dele apertar forte a minha mão, ele me olhava nos olhos, curioso, tinha um jeito confiante e um pouco dominador. Paramos num barzinho que ficava na quadra do meu prédio, apesar de cedo ainda, era sábado, decidimos tomar algo, ele pediu cerveja e eu uma batida.
Depois de um tempo conversando, os dois já mais relaxados, peguei o carro e fomos pro meu apartamento.
La dentro, a namorada dele ligou ele deu uma desculpa de ver um carro, ele trabalhava com revenda de automóveis, eu aproveitei e liguei pra Andréia ver se estava tudo bem, ela ouviu o Carlos conversando, eu disse que estava com um amigo mas ela nem perguntou mais detalhes, contou algumas coisas depois desligou, Carlos a essa altura já havia pego outra cerveja na geladeira, uma long neck e estava observando o apartamento. Legal seu apê disse ele!!
Ainda estamos pagando mas é bem o que queriamos, gostamos bastante daqui e a vizinhança é muito boa também.
Então a conversa mudou de assunto e começamos falar novamente das nossas vontades, fetiches, eu notei que ele estava com o volume na calça bastante saliente e comentei.
Ele falou, depois da nossa conversa de ontem, fiquei com vontade, já estou sim com uma ereção poderosa aqui, quer ver? e tirou pra fora, com uma certa ousadia.
Vi o pau dele duro, tamanho normal, mas era bem grosso.
Ele disse, é disso que gosta?
Eu apenas olhava com aquela cara de quem ta gostando.
Já chupou alguma fez, disse ele?
Mas faz muito tempo. respondi timidamente.
E tem saudades ?
fiz que sim!!
Ele falou vai vestir algo mais confortável depois me chama.
Aquela sunga de praia que você viu na foto, perguntei?
Ele ficou pensativo depois disse!!
Prefiro que vista aquele bikine da sua esposa, se não se importa.
Fiquei um pouco surpreso mas disse, porque não, espera um pouco.
Fui no quarto , abri a gaveta da Andreia não achei aquele bikine, mas era um de lacinho que ela gosta muito, mas tinha um tipo asa delta, um tom roxo, me despi e coloquei, era apertado, fiquei ajeitando e me olhando no espelho. Vi uma camisolinha preta, transparente e achei que ficaria melhor colocar por cima. Vesti e me surpreendi, ficava aparecendo a polpinha da minha bunda por trás, o preto transparente, deu um ar sexy.
Carlos, falei olhando pra porta, ouvi ele chegando, havia tirado as roupas e usava uma cueca box preta também.
Ele entrou me olhando e disse!! Melhor do que eu esperava!!
Seu volume era bem visível na cueca box, ele se sentou na cama de casal, olhou em volta, viu a foto minha com a Andréia na cabeceira da cama, depois disse:
Agacha aqui, e tira ele pra fora.
Eu entrei no meio das pernas dele, agachado, obedecendo e levantei a cueca, aquele pau pulou pra fora como uma mola.
Peguei na mão, gostei de segurar, a quanto tempo havia feito algo assim, masturbei ele olhando pra ele, que me olhava vestido como uma garotinha, ele disse, isso brinca com ele, é seu!!
Fiquei masturbando, chacoalhando, sem pressa, ficava cada vez mais duro, então levei até a boca, passei e lingua na cabeça e a coloquei dentro da boca, senti a carne dele na minha lingua, era o pau dele dentro da minha boca, algo totalmente diferente e o contrário do que estava acostumado, agora eu estava ali agachado e chupando.
Fiquei uns minutos chupando e ouvi os gemidos dele ficarem mais fortes e constantes, então ele me deu uma camisinha e mandou eu colocar nele.
Eu obedeci, coloquei olhando pra ele, ali agachado, entregue aos desejos dele, então ele se levantou e me erguei colocando de quatro na cama, a bunda pra trás, agora ele se agachou e senti a lingua dele me lambendo as coxas, subindo pra polpinha do bumbum, depois puxou o tecido e enfiou a lingua no meu cuzinho, me fazendo gemer, senti os bicos dos meus seios enrijecerem ficaram pontudos, senti meu pau pulsando também, a excitação me deu uma ereção forte, meu pau apertado dentro do bikine da minha esposa.
Senti o dedo dele me invadir, fazer um reconhecimento do lugar, se estava pronto pra receber sua virilidade, enfiou dois dedos depois senti as mãos dele segurando minha cintura, seu corpo sobre o meu, seu pau roçando meu cuzinho, forçando, forçando até que a cabeça entrou. UHHHH um gemido me escapou, senti ele se ajeitando sem se importar muito, foi forçando devagarinho e enquanto eu olhava o retrato sobre o gaveteiro, minha esposa abraçada em mim, sentia ele me invadindo as entranhas, cada vez mais fundo, até que senti ele todo dentro,
ele largou o peso sobre mim e começou a fazer movimentos mais vigorosos, entrando e saindo do meu rabinho, gemendo, falando obcenidades, como meu cuzinho apertado, estava mordendo o pau dele, socou com força, os movimentos bruscos e rápidos, me chacoalhava, a cama rangia, eu senti prazer nisso, senti meu pau se contraindo, derramando meu semen, molhando o bikine,
senti ele gozar também, gemeu alto e gozou bem dentro, no fundo. Foi diminuindo o ritmo, até parar, depois respirou um pouco ainda dentro e saiu de cima de mim.
Sentou se na cama, me olhando, talvez querendo ver minha reação, o que estava sentindo. Me virei e ele viu a mancha no bikine, eu havia gozado talvez até mais do que ele.
Nem vou perguntar se gostou, disse ele sorrindo.
Notei o jeito que me chupava, o jeito de segurar todo delicado, a maneira que sugava meu pau querendo meu leite, da pra perceber o quanto você gosta disso, não sei como ficou tanto tempo sem.
Agora com você, percebo isso também, o quanto eu gostei, e acho que vou sentir falta se ficar algum tempo sem novamente.
Eu não moro muito perto, mas não vai ser dificil você achar um cara que goste de um rabinho apertado e bonito como o seu.
Eu posso vir de vez em quando, sei que vou ficar com vontade do seu rabinho quando estiver longe e vou dar um jeito de vir.
Ele tirava a camisinha, eu me agachei e ajudei ele, quando saiu, levei o pau dele na boca novamente, chupando o pau dele melado de esperma, era ainda melhor.
Fui pegar mais uma cerveja pra ele, e ficamos deitados na cama, conversando até que, notei seu pau quase pronto novamente, olhei pra ele que viu minhas intenções e ele o ofereceu pra mim.
Levei a boca e fiquei chupando, talvez uns 15 minutos, acho que eu queria ir até o fim, sentir o gozo dele dentro da minha boca, mas ele se demorou tanto que estava me dando cãimbra na boca, ele colocou outra camisinha e disse que eu ia perceber que ele realmente gostava de um cuzinho apertado.
Mandou eu ficar com as pernas fechadas, o travesseiro sob minha barriga, e entrou novamente, ja com o pau muito duro, e bastante excitado, senti o pau dele deslizando dentro do meu rabo e ainda sentia ele raspando a polpinha da minha bunda. Era uma sensação única, muito gostosa, eu percebi que realmente gostava daquilo e não me sentia nem um pouco constrangido por gostar disso. Eu havia conhecido o cara certo, comprometido também e que gostava de estar ali em cima de mim, socando e me alargando o cuzinho.
Ouvi seus gemidos se intensificarem, e senti o pau pulsando em gozo novamente. Meu rabinho já estava bem laceado, largo, depois de receber tanto vai e vem desse calibre.
Ainda transamos mais uma vez, desta vez pedi pra ele parar na hora de gozar, tirei a camisinha dele e levei na boca, ele despejou todo seu semen restante na minha boca, senti o gosto do prazer do homem ser despejado na minha boca, tive certeza que gostava daquilo de uma maneira muito intensa.
Ele saciado, disse que precisava ir, pois tinha uma pequena viagem pra fazer e ia encontrar a namorada ainda.
Fiquei pensando em administrar esse lado de uma forma discreta, secreta e não muito frequente, assim poderia continuar com a Andréia e até dar mais espaço pra ela sair, viajar, assim eu poderia ter um tempo só meu também.
Eu ainda estive com o Carlos mais uma vez antes da Andréia voltar, e depois que ela voltou, eu fui até a cidade dele no meio da semana, onde nos vimos num motel.
Não encontrei outro como ele, assim perto, mas achei até melhor, ter algo assim, mais distante e longe dos olhos do povo, a a vida segue normal como sempre.

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