Sendo fodida pelo Borracheiro

O pneu de seu carro furou em um local esquisito e por sorte, era perto de uma borracharia.
Ela chegou e chamou , até que apareceu um homem negro, forte, musculoso, com uma calça jeans apertada, onde se destacava o seu membro, pelo tamanho, grosso, ela não pode deixar de notar e olhar discretamente, mas que foi percebido pelo borracheiro.

Ele perguntou o que tinha acontecido e ela explicou que precisava de ajuda, pois o pneu de seu carro tinha furado.
Ele disse que não era problema e seria um prazer lhe ajudar. Já imaginando em seduzir aquele tesão de mulher que estava diante dele. Olhou-a devagar, com a paciência de quem já sabia que ia levar o que queria.

Foi fazer o serviço e quando terminou de apertar a última porca do pneu e se levantou, limpando as mãos sujas no pano grosso que sempre carregava no bolso. O sol batia forte na estrada deserta, o cheiro de borracha quente e graxa pairava no ar. Ela estava ali, apoiada no carro, saia curta, blusa colada no corpo suado, olhando para ele com aquele misto de nervosismo e curiosidade. Perguntou quanto era o serviço.

Ele se aproximou sem pressa. Passou o pano pela testa, deixando uma mancha de graxa na pele, e parou bem perto dela. A diferença de altura fazia com que ela tivesse que erguer o rosto para olhá-lo.
— Tá quente pra caralho hoje… — murmurou, a voz rouca e baixa. — Você tá suando toda. Quer que eu te ajude a refrescar?

Antes que ela respondesse, a mão grande e calejada dele subiu pela lateral da coxa dela, por baixo da saia. Os dedos sujos de graxa deixaram marcas escuras na pele clara. Ele não apertou com força. Só deslizou, sentindo o calor dela, subindo devagar até encontrar a curva da bunda.

Ela engoliu em seco, mas não se afastou.
Ele sorriu de canto, os olhos escuros fixos nos dela.
— Sabia que você ia deixar, essa sua carinha de puta não me engaba… — sussurrou, já puxando a saia para cima com as duas mãos, expondo a calcinha fina e já úmida. — Olha só isso… molhadinha só de eu encostar.
Os dedos dele passaram por cima do tecido, pressionando o clitóris com o polegar grosso, fazendo círculos lentos enquanto a outra mão apertava a bunda dela com força. Ele se abaixou um pouco, beijou o pescoço dela, mordendo de leve, e murmurou contra a pele:

— Abre as pernas pra mim putinha.
Ela obedeceu. As pernas se abriram. Ele puxou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos de uma vez, fundos, sujos de graxa, sentindo o quão apertada e molhada ela estava. Os dedos entravam e saíam com um barulho molhado, enquanto o polegar continuava esfregando o clitóris com pressão firme.

— Porra… — ele gemeu baixinho, quase pra si mesmo. — Que buceta gostosa. Já tá escorrendo na minha mão.
Ele tirou os dedos, colocou na boca dela e fez ela chupar o próprio gosto misturado com a graxa. Enquanto ela chupava, ele desabotoou a calça com a outra mão, liberando o pau grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Segurou o cabelo dela e a puxou para baixo.

— Ajoelha.
Ela desceu. Ele enfiou o pau na boca dela sem delicadeza, segurando a cabeça com as duas mãos sujas e fodendo a garganta dela ali mesmo, ao lado do carro. O barulho de engasgos e saliva escorrendo pelo queixo dela enchia o silêncio da estrada. Ele gemiam baixo, olhando para baixo, vendo os lábios dela se esticarem em volta do pau grosso.
— Isso… engole tudo. Olha pra mim enquanto chupa.

Depois de usar a boca dela por um tempo, ele a puxou de volta para cima, virou-a de costas contra o capô quente do carro e ergueu a saia até a cintura. A calcinha foi rasgada de lado. Ele abriu as nádegas dela com as mãos grandes, cuspiu na buceta e enfiou o pau de uma vez, até o fundo.

Ela gritou, as unhas arranhando o metal quente. Ele não deu tempo de se acostumar. Segurou a cintura dela com força, os dedos deixando marcas vermelhas, e começou a foder com estocadas profundas e pesadas. O barulho molhado de pele batendo em pele ecoava. A cada empurrão, a bunda dela tremia e o pau sumia inteiro dentro dela.
— Toma… — ele gemia, a voz grossa, o suor escorrendo pelo peito peludo. — Toma esse pau sujo. Olha como essa buceta engole tudo.

Uma das mãos dele desceu e encontrou o clitóris novamente, esfregando rápido enquanto ele continuava metendo. A outra mão subiu até o pescoço dela, apertando de leve, forçando-a a arquear as costas. Ele se inclinava sobre ela, mordendo o ombro, gemendo no ouvido:
— Goza pra mim. Quero sentir essa buceta apertando.

Ela gozou primeiro, as pernas tremendo, o corpo se contraindo em volta do pau dele. Ele não parou. Continuou fodendo através do orgasmo dela, mais rápido, mais bruto, até que o próprio gozo subiu. Com um grunhido baixo e animal, ele enterrou o pau até o fundo e gozou dentro dela, jatos quentes e densos enchendo-a enquanto ele continuava a se mexer devagar, esvaziando tudo.

Quando finalmente parou, ainda estava dentro dela, ofegante, a mão grande acariciando a bunda marcada. Ele beijou a nuca suada dela e murmurou, a voz rouca de satisfação:
— Agora limpa o pau com a boca… e depois a gente vê se o serviço foi bem feito e se o pneu realmente precisava ser trocado.

Ele a virou de frente, o pau ainda semi-duro e sujo de gozo e dela, e a olhou com aquele sorriso sujo de quem acabara de conquistar exatamente o que queria.
O serviço já estava pago.

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