Secretaria casada

Esse relacionamento aconteceu em 2018, quando eu trabalhava em uma faculdade, era tutor de uma turma de graduação. Com o crescimento do número de alunos, a direção teve que colocar uma secretaria em tempo integral. No processo seletivo, Carla foi selecionada e começou seu trabalho com uma certa dificuldade. Mas, aos poucos foi fazendo todas as tarefas com muita desenvoltura. Como eu tinha que cumprir algumas horas em atendimento, eu ficava na secretaria da faculdade à disposição dos alunos e com isso fui estreitando o relacionamento com Carla. Ela é uma morena tipo índia, com cabelos abaixo dos ombros, pele lisa, sorriso safado, olhar que seduz. Em conversas com ela, fiquei sabendo que era casada, mas não usava aliança. Conversamos sobre vários assuntos e muitas vezes a conversa tinha um dupla interpretação com ambos jogando com as palavras.

Sempre que eu ia me despedir, beijava seu rostinho lindo.. e tentava roubar um selinho. As vezes beijava no cantinho da boca.. até que um dia, tive que ir na parte da tarde e ficamos sozinhos, pois a noite sempre tinha algum aluno, começamos a conversar e falar de desejos .. fui aproximando até deixá-la encostada na parede sem poder sair.. busquei sua boca com a minha e fui correspondido num beijo de língua, de tesão. Minhas mãos percorriam seu corpo, massageando os seios e a bundinha empinada. Ela segurou meu pau sobre o tecido da calça. Ficamos nesse amasso rápido e muito quente. Tivemos que parar, pois poderia aparecer alguém. Quebrado a barreira inicial, era só ficarmos a sós que os amassos rolavam, com muitos beijos e pegação.

Até que um dia saímos juntos após as aulas, os alunos não foram e fechamos mais cedo. Ofereci uma carona que foi aceita rapidamente. Com ela dentro do carro, fomos para uma estrada rural onde não tem movimento de carros. Paramos num local estratégico.. uma música suave tocava. Começamos a nos pegar. Os beijos eram gulosos, as mãos não paravam de percorrer o corpo um do outro. Fui beijando o pescoço até chegar nos seios durinhos, médios, com os biquinhos salientes, uma delicia de chupar. Ela gemia e agarrava minha cabeça, quando fui tentar enfiar a mão

dentro de sua calça, ela fechou as pernas e não deixou eu prosseguir. Continuei mamando até ela quase atingir o gozo. Como gemia a safada.. dizia que não era mulher de fazer isso, que era fiel.. e que eu estava corrompendo ela. Isso só aumentava o tesão e a vontade possuir aquela fêmea no cio. Abri minha calça e liberei a pica. Levei a mãozinha dela até meu pau, ela segurou e sua mão quase não fechava. Ela adorou.. começou uma punheta leve.. e ficava encantada com a cabeça e a grossura da minha pica. Perguntei se a pica do corno era igual, ela disse que era menor e bem mais fina. Por fim ela não resistiu e foi tirando a calça. Ai pude sentir sua bucetinha nos dedos. Tentei chupar, mas pelo aperto dentro do carro não deu. Vi que seu grelinho era saliente, muito gostoso e sua rachinha

apertadinha e muito meladinha. Ela foi subindo em cima de mim e começou a pincelar o cacete na xotinha. Teve um momento que ela encaixou a cabeça na entradinha e começou a forçar, mas não entrava. Carla insistiu até a cabeça entrar.. ela deu um suspiro forte e falou que grossa para sua bucetinha. Mas agora eu segurei ela e fui forçando até entrar tudo.. ela gemeu e abriu a boca numa expressão de falta de ar com muito tesão, um gemido alto.. aaahhhhhhhhhh delicia de cacete.. fiquei esfregando seu grelinho saliente e duro, até ela gozar e melar meu caralho.. Filho da puta, desgraçado.. que pica deliciosaaa seu puto. Foi o que ela disse. Saiu de cima e ficou punhetando meu pau, pedi uma chupada, mas ela disse que o aparelho podia machucar e continuou punhetando até eu gozar na sua mãozinha. Nos limpamos e beijamos muito. Combinamos de ir para um motel outro dia.. para poder foder com

calma e tranquilidade. Levei-a até sua casa e fiquei sabendo onde ela morava. Tivemos nosso encontro no motel na semana seguinte.. e também na sua casa, ela gostava de provocar e querer não deixar eu meter, mas no final ela gemia na pica.. e como gostava.. pedia para eu usar camisinha, mas eu não usava e ela perguntava se ficasse grávida?? Eu falava que era para o corninho assumir.. e enchia sua bucetinha de leitinho quente.. ela chegava a chorar de prazer e gozava muiiito. Ficamos nos encontrando até um dia que um sobrinho do marido nos viu em sua casa e ficou questionando o que eu fazia ali.. ela deu uma desculpa.. e disse que não queria por em risco seu casamento. Eu aceitei a sua posição e ficamos amigos.. mas hoje não tenho mais contato com Carla.
Talvez eu conte como foi nossa primeira vez no motel.. e na casa de Carla.. independente de votos.. pois acho que o legal é contarmos nossas experiências.

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