Dando gostoso pro meu cliente

Meu nome é Mônica, tenho 24 anos, 1,60m, corpo atlético.

Passados alguns dias, minhas amigas vieram até a mim para dizer que um cachaceiro espalhando para todo mundo que me fudeu até eu desmaiar. Que comeu todos meus buracos. Fiquei puta da vida, e claro, neguei:

– Até parece que vou ficar dando para pau d’água, vocês me conhecem né, sabe que não dou trela pra esse tipo de gente.

– Sim, é claro, mas você tem que tomar alguma atitude. Ele está contando no bar, para os amigos dele e todos estão espalhando, mesmo não acreditando nele.

Meu sangue subiu, peguei o contato na pasta de clientes e tentava ligar incansavelmente, até que ele atendeu:

– SEU FILHO DA PUTA, PARA DE FALAR POR AÍ QUE VOCÊ ME COMEU, CARALHO.

-Clama dotora, vamo conversa pessoalmente.

-PESSOALMENTE O CARALHO, VOCÊ PODE PARAR, VOCÊ SE APROVEITOU DA MINHA SITUAÇÃO …ele desligou, antes que eu terminasse.

Liguei novamente, e quando ia falar ele desligava. Liguei novamente.

– O dotora, não adianta ficar me ligando não, só vou falar com você se for pessoalmente. E se não quiser falar comigo pessoalmente vou continuar falando pra todo mundo como a dotora é gostosa de fuder.

Desligou novamente. Liguei de novo:

– Tá bom, onde?

– Aqui em casa.

– Nem pensar.

-Se não vier aqui, vou continuar falando.

Ele marcou o dia e a hora, me deu o endereço, e disse que era para eu entrar direto.

Passou cinco dias, eu acabei bebendo quase uma garrafa de vinho para tomar coragem e fui na casa dele. A casa ficava num terreno sem portão, sem nada que impedisse de alguém entrar. Ficava mais ou menos 5 metros da rua. Entrei, tinha apenas dois cômodos e um banheiro, era uma casa muito suja. Fiquei uns 15 minutos esperando e ele saiu do quarto.

– Oi dotora, vamos conversa.

Ele pegou uma garrafa de vinho e me serviu um copo. Neguei e ele disse que se eu não aceitasse podia ir embora e que ele ia continuar falando que me fudeu gostoso. Acabei aceitando e bebi duma vez para começar a conversa. Ele encheu de novo e me fez beber. Fiquei muito alta, zonza, o álcool subiu. Eu ainda estava de pé. Ele me pegou pela cintura e me puxou pra um sofá velho e me colocou sentada no colo dele.

– SEU FILHO DA PUTA, O QUE ESTÁ PENSANDO QUE ESTÁ FAZENDO.

-Calma dotora, meu colo é mais macio que este sofá, mas se quer sentar no sofá sente.

Senti que não estava bem, tentei levantar e ele me puxou novamente e me jogou deitada e durante a queda, enquanto eu estava tentando me segurar em alguma coisa, ele puxou meu shorts e caiu de boca na minha buceta por cima da calcinha. Dei um grito, e ele continuou, puxou minha calcinha de lado e começou a chupar minha buceta. O álcool me fez lembrar da chupada que ele me deu no escritório e comecei a sentir prazer. Me chupou até eu gozar.

Depois ele me pegou no colo e me levou pro quarto. No quarto não tinha muitos moveis, tinha uma cômoda e um colchão velho e fedido no chão. Não havia cama.

Ele começou a me beijar e eu acabei correspondendo. Depois de uns minutos dentro do quarto meu celular não parava de tocar. O som do whatssap vinha uma atras do outro. Tentei pegar para ver por que tinha tanto gente me mandando recado e em ligando, mas ele pegou minha bolsa e jogou no canto.

– Agora não, depois a dotora ve o que é, por que agora eu vou te fuder, sua vagabunda.

De pé ele foi me despindo, e me chupando, fiquei peladinha. Depois ele tirou a roupa e me puxou pelos cabelos e me fez chupar sua rola. Eu tentava chupar com gosto aquela rola descomunal, mas não cabia na minha boca, então comecei a lambe-la a colocar o que cabia na minha boca.

Depois ele me colocou deitada em cima daquele colchão sujo e começou a chupar minha buceta:

– ISSO, CUPA MINHA BUCETA, CARALHO, ME CHUPA.

Enquanto isso, meu celular não parava de tocar, terminava uma tentativa de chamada e começava outra. Estava recebendo muitas mensagens no whatsapp, também, e isso nunca tinha acontecido. Mas naquele momento eu estava muito ocupada para atender.

– ME CHUPA, MEU CHUPA, EU VOU GOZAR, AAHHHHHHH.

Minhas pernas tremiam, meu ventre quase entrou em choque por causa do orgasmo. De repente ele levantou minhas pernas na posição frango assado, posicionou sua rola e socou duma vez:

-AAAAIIII, FILHO DA PUTA, DE VAGAR, SE NÃO VOCÊ ME RASGA.

Ele ria. Estava se divertindo com o que estava acontecendo. Ele começou a meter freneticamente.

– TOMA VAGABUNDA, VOCê QUER ROLA, TOMA, VOCÊ VEIO ATRÁS DE MIM PRA SENTIR MINHA ROLA DE NOVO, PIRANHA. TE FUDI NO TEU ESCRITÓRIO AGORA VOU TE ARROMBAR NO MEU QUARTO, PUTINHA.

As estocadas ficavam cada vez mais fortes. E fazia muito barulho do saco dele batendo em mim.

– ME COME SEU PUTO, ME FODE, METE COM FORÇA.

Ele ficava alucinado e batia no meu rosto até que eu tive outro orgasmo e ele nem se importou, continuou socando com força e rapidez. Pedia para parar porque não estava aguentando mais, mas ele nem ligava.

– AAHH, huuummm, para que eu não estou aguentado, PARA.

Até que enterrou até no fundo.

– AAHH, EU TO GOZANDO.

– NÃO CARALHO, VOCÊ VAI ME ENGRAVIDAR, PORRA, GOZA FORA.

Senti de novo aqueles jatos quentes dentro de mim. Ele continuou dentro de mim e me beijando, chupando meus seios. Até que senti aquele membro acordar para o segundo round.

Ele me colocou de quatro e já começou a me foder com força. Ele socava muito forte e rápido. Estava vendo estrelas.

– Aaahh, huummm, aaaiiii, eu não vou aguentar.

– Aguenta sim, gostosa, olha esse rabão lindo empinando pra mim.

Como eu estava naquela situação, resolvi me entregar mesmo não aguentando. Ia transar até exaustão. Ele começou a bater nas minhas nádegas, a puxar meus cabelos.

-METE, METE VAI, ME FODE, COME SUA PUTINHA.

– Tá gostando, tá, tá gostando de ser vagabunda.

– TO, TO GOSTANDO MUITO, É MUITO BOM SER VAGABUNDA. ME ARROMBA, ME BATE, CARALHO, DEIXA MINHA BUNDA EM CARNE VIVA, BATE FORTE.

Desde que entrei naquele quarto, meu celular não parava de tocar, e o som do whatsapp mostrava que eu estava recebendo muitas mensagens.

– GOSTOSA, PUTINHA, FILHA DA PUTA, COMO É BOM TE FUDER, SUA CADELINHA, TOMA ROLA, TOMA, TOMA, PIRANHA.

Ele grudou forte nas minhas nádegas e enfiou sua rola bem no fundo da minha buceta. Eu já sabia que minha glutinha ia ser inundada de porra novamente.

– VOCE GOZOU DE NOVO DENTRO DE MIM, SEU FILHO DA PUTA.

Sua rola ainda estava com fome, ele tirou da minha buceta e já foi enfiando no meu cú.

– AAIII, CARALHO, ENFIA DE VAGAR NO MEU CÚ. NÃO ESTÁ VENDO QUE DOI, SEU PAU D´ÁGUA.

Ele foi se ajeitando e meteu no meu cuzinho até gozar novamente dentro de mim. Ele saiu de dentro de mi e deitou com a barriga pra cima. Instintivamente, me deitei e cai de boca na sua rola. Chupei até que ela ficou dura de novo.

Sentei em cima, mesmo toda arreganhada, comecei a cavalgar devagarinho e depois fui aumentando o ritmo e comecei a gemer muito. Ora quicava, ora rebolava. Depois me deitei em cima dele e comecei a beija-lo enquanto eu mexia meu quadril pra frente e pra trás, fazendo vai e vem com minha bucetinha, com o pau dele dentro de mim.

Gozamos juntos ao som dos toques do meu celular. E dormimos juntos.

Deixe um comentário