A Loira Siliconada Fazendo seu Primeiro Anal

Olá, meu nome é Duda “Jack”, tenho 32 anos, sou um cara do rock, olhos castanhos e cabelo comprido, magro e relativamente alto (1,78cm). O relato que vou fazer para vocês aconteceu creio que em 2010, mas não me recordo exatamente. Era uma noite de sexta-feira e eu estava tocando com uns amigos da época (toco guitarra e canto) em um dos muitos pubs da minha cidade. Fazíamos – se não me falha a memória – um tributo a Pearl Jam e a casa estava bem cheia.

Após o show, aproveitei para curtir a noite que fazia naquele dia. Haviam muitos amigos e amigas no recinto, e também uma garota um pouco mais velha que há tempos eu conhecia de vista, uma loira bem gatinha que aqui chamarei de Francine (nome fictício), mas que até onde eu sabia namorava. Eu pouco havia conversado com ela e o namorado dela em um festival que havíamos ido tocar juntos (minha banda e a banda dele) anos atrás, então eu não tinha muita convivência com eles, mas os conhecia. Naquela noite, ela estava sozinha e puxou papo comigo, elogiando a banda. Seguro que ela ainda namorava, perguntei pelo namorado, mas ela se resumiu a dizer que “estamos dando um tempo”. Me desculpei pela furada, mas ela não parecia ter se abalado em nada, seguindo nossa conversa amistosa.

Muitas pessoas paravam para cumprimentar os membros da banda, como sempre acontece, e eu incluso com maior ocorrência por ser vocal e guitarra, por isso não consegui dar maior atenção ao papo com Francine. Entretanto, seguimos trocando olhares durante a noite e até algum papo aqui e ali. Certa hora, a encontrei na parte de trás do pub, um local semi reservado com o estacionamento. Ela estava fumando, e acabei acendendo meu cigarro próximo a ela. Uma coisa levou a outra, e acabamos nos pegando. Francine usava uma camiseta preta de alguma banda de metal celta, norueguês ou o que fosse, jaqueta e calça de couro e um coturno feminino padrão. Ela não era muito alta, possuia olhos claros, cabelo loiro natural, seios volumosos e chamativos. Suas outras curvas não eram um exagero, mas definitivamente combinavam e atraiam com intensidade.

Eu lembro que no dia, como eu estava tocando, usava uma roupa inusitada. Estava vestido com uma legging masculina preta que marcava minhas pernas e meu “pacote”, uma camisa escura estampada – como se tivesse saído de um filme dos anos 90 – e all star. Devido a facilidade de alcançar aquilo que ela desejava e a provocação que a minha roupa causava nela (e eu estava vestido assim para provocar mesmo), a coisa esquentou e eu a convidei para irmos para minha casa. Guardei meu equipamento musical no carro, partimos e logo ela começou as provocações enquanto eu dirigia mesmo. Primeiro, perdeu sua jaqueta de couro, para na sequência atrapalhadamente tirar meu pau para fora da calça. Ela começou a me masturbar, e aquela punheta no trânsito da madrugada estava me desconcentrando completamente. Eu fazia um trajeto por ruas não tão movimentadas, afinal havia bebido um pouco e estava tentando evitar qualquer problema, então a velocidade diminuiu ainda mais quando Francine começou a me chupar. Ela chupava vagarosamente enquanto que com a mão evitava que minha calça subisse novamente.

Não sei bem como, mas consegui estacionar meu velho Kadett na vaga do estacionamento do prédio. Ali mesmo ela seguiu me chupando. Por minutos pensei em transar com ela ali na garagem do prédio mesmo, mas meu carro estava apertado com duas guitarras e equipamentos, então resolvemos subir para o apartamento. Meu velho apartamento não possuia elevador, e subimos nos provocando, eu com minha guitarra nas costas (não quis deixa-la no carro). Ao chegarmos em casa, começamos a nos despir na sala enquanto nos pegávamos. Ela era gostosa, mas não era muito de falar qualquer coisa, e eu apenas deixei rolar. Ela usava um sutiã preto e uma calcinha de oncinha, a qual propositalmente não tirei enquanto nela roçava meu pau já de fora. Ela me provocava começando uma punheta, para logo em seguida acariciar minhas bolas e minha bunda. Já eu apertava sua cintura, seus seios nus que agora havia notado, eram siliconados, e seus mamilos pequeninos me chamavam com tesão. Nossos beijos eram babados e enlouquecidos, e eu não podia aguardar mais um minuto para comer ela ali mesmo. Coloquei uma camisinha, tirei sua calcinha e penetrei na sua bucetinha pelada com ela sentada em cima da minha mesa da sala!

Bombava com intensidade para dentro dela, e ela gemia baixinho, dando voz maior para minha mesa que mostrava sinais de que iria se entregar sem demora. Por isso, tivemos que mudar de local da transa, indo para o sofá. Francine meio que se deitou de pernas abertas nele, e eu ergui sua bunda deixando sua buceta de encontro ao meu pau, a comendo de frente. Transamos por alguns minutos naquela posição, e depois voltamos a repetir a posição da mesa, desta vez no sofá. O sofá estava bom, mas na loucura a peguei no colo e sem sair de dentro dela a coloquei encostada na parede do corredor, onde a comi de pé de frente mesmo enquanto dávamos beijos molhados. Na sequência, a levei para cama e a joguei, onde bombei com força até arrancar dela gemidos altos para seu padrão. Ela estava gostando, mas eu não conseguia ler muitos suas reações, e no esforço para satisfazê-la acabei gozando intensamente.

Nos deitamos e ficamos um tempo só curtindo o momento. Depois de um certo tempo, ela me perguntou se eu havia gostado e se não havia me arrependido de ter ficado com ela naquela noite. Óbvio que não! Repliquei a pergunta, pois também tinha dúvidas, já que ela não era propriamente escandalosa na transa (nada contra). Ela então explicou que havia transado apenas com um cara – seu ex – até aquele dia e que não sabia exatamente se havia agradado ou deixado a desejar. Dúvida boba, ela havia sido maravilhosa, e eu retribui o favor perguntando se havia algo que ela gostava e que havia faltado – claramente imaginando um oral em mente. Ela, entretanto, me surpreendeu me dizendo que nunca havia feito anal e que tinha curiosidade, mas tinha medo! Eu conduzi bem aquele momento, expliquei que eu tinha lubrificante em casa, que eu faria de um jeito que ela iria gostar, que estava ali para agrada-la e tentei deixa-la relaxada. Eu sempre tive lubrificantes e alguns acessórios para transa por causa das minhas fodas fixas, as bucetas amigas para aquele momento de tesão, portanto expliquei para ela que poderíamos fazer aquilo da melhor forma, caso ela quisesse, mas sem pressão.

Após algum tempo descansando e conversando um pouco, ela se aproximou do meu cacete semi duro e começou a me chupar novamente, propositalmente babando ele bastante. Quando me deixou pronto pro “round dois” e encharcado de saliva, se virou e se deitou com aquele rabo gostoso para cima, me convocando com um olhar. Pedi para ela relaxar e me avisar se quisesse que parasse, vesti uma camisinha, passei bastante lubrificante no pau e também no seu cuzinho delicioso. Devagar eu comecei a empurrar a cabeça do pau, apoiando a mão na base dele enquanto que com a outra fazia uma siririca nela. Pedi para que ela pegasse minha mão e me guiasse, fazendo com que ela focasse suas sensações no seu clitóris com nossas mãos, enquanto devagar seguia entrando no seu rabo. Eu tenho um pau um pouco acima da média (cerca de 15cm), e já havia empurrado quase metade dele! Estava esperando que a qualquer momento ela pedisse para tirar, ou com medo que algo pior pudesse acontecer, mas a sua reação era das melhores, portanto recuei um pouco para voltar. Seguia passando lubrificante vez ou outra, e ela ensaiava gemidos, parte por causa da siririca, parte por causa do seu cuzinho enrabado. A intensidade foi aumentando, pagando com juros minha paciência com a primeira vez da Francine. Entretanto, mesmo com uma grande intensidade, naquele ritmo (o melhor que Francine aguentava) eu não iria gozar, por isso depois de um tempo paramos e tirei a camisinha, pronto para colocar outra e seguir na sua bucetinha. Francine, entretanto, estava exausta e muito suada, por isso terminamos com ela me chupando, me fazendo gozar na sua boca. Ela engoliu parte do meu gozo, deixando metade escorrer pelo meu pau, para logo depois sugar e “limpa-lo” com sua língua. Dei um cansaço naquela loirinha safada!

Notei que Francine parecia um pouco incomodada, felizmente ela somente não sabia o que fazer naquele momento, se era convidada para ficar ali, se deveria chamar um táxi… ela não tinha experiências de transa na primeira noite. Falei para ela relaxar e que seria bem-vinda a dormir na minha casa se quisesse, ou então daria carona para ela também, caso desejasse. Estava sendo um “perfect gentleman”, afinal, se nada além merecesse, ela havia me dado seu cuzinho virgem. Acabamos dormindo algumas horas do final da madrugada, trocamos contato e a levei para casa pela manhã. Fiquei mais duas vezes com Francine depois desta vez, as quais foram também muito boas também e com um anal mais relaxado, porém sem um oral durante o trânsito.

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