Entre Junho e Julho na minha empresa ocorrem as promoções, e na janela deste ano o Roberto mudou de time e vai se mudar para a capital. O Roberto veio dessa filial da capital há alguns anos, então ele já esperava que aconteceria essa mudança uma hora ou outra.
Para quem não leu meus outros contos, o Roberto é o meu amante desde o final do ano passado. Já se passaram alguns meses nesse caso, o que me rendeu muitas aventurinhas, sendo que algumas cheguei a postar aqui. Sim, teve outras que nem cheguei a postar rsrsrs
Ele me contou no final de Junho que ele teria que se mudar ao longo do próximo mês. Pra ser sincera, bateu uma certa tristeza, mesmo nossa relação sendo puramente sexual. Mas também foi um certo alívio, que eu vinha notando que algumas semanas eu estava gastando mais tempo do que devia com ele.
Bom, combinamos de eu ir lá no apartamento dele antes dele fazer a mudança para pegar umas coisinhas minhas e também fazer uma despedida rsrsrs
Como sempre, fui direto depois do trabalho e me encontrei com ele já no apartamento.
A gente não é muito de cumprimentar, sempre é na base da pegação e dos amassos. Dessa vez foi um pouco mais intenso só.
– Hoje você vai fazer tudo o que eu mandar, gatinha.
– Será… – me fiz um pouco de difícil.
Mas eu decidi que iria na dele aquele dia, que estava num clima de “última vez”, então queria dar esse mimo. Mesmo que por causa do trabalho, talvez no futuro role algo rsrsrs
Achei que já íamos pra cama, mas ele tinha outra ideia em mente. Ele disse pra eu me arrumar pra ir na academia do prédio dele, mas sem calcinha.
Eu imaginei o que ele queria. Ele já havia tentado me convencer a dar pra ele no banheiro da academia, mas eu sempre neguei. Como possivelmente seria a última vez que iríamos lá, na minha cabeça não teria problemas em fazer umas loucuras.
Fomos mais cedo que o de costume, então tinha bastante gente. O treino foi bem levinho e tranquilo, mas beeem longo e demorado pra esperar esvaziar um pouco.
Evitei fazer agachamentos ou coisas relacionadas pra não dar muito na cara que eu estava sem calcinha, que eu estava com medo de marcar minha periquita rsrsrs Pode ser paranoia minha, mas acho que mesmo assim algumas pessoas notaram.
O Rô estava me beijando e passando a mão no meu corpo mais que o normal, que atraiu bastante olhares em nossa direção.
Por sorte o pessoal foi indo embora aos poucos. Quando tinha só umas três pessoas lá, o Rô me puxou de lado e falou no meu ouvido para eu ir ao banheiro.
Tem dois banheiros individuais, um masculino e outro feminino, mas eles são basicamente iguais, e já vi o pessoal usando qualquer um. Entrei no mais ao fundo.
Pouco tempo depois, ouvi um toque na porta e abri pra ele entrar. Até tiramos umas fotinhas nossa com o celular dele. Aliás, foram nossas únicas fotos juntos, que eu sempre evitei ao máximo, por motivos óbvios.
Logo ele me pegou com força e me beijou. Entrelacei meus braços em seu pescoço e deixei ele passar a mão no meu corpo como ele quisesse.
No começo eu achei que ele tinha perdido a noção do barulho que estava fazendo nas apalpadas e tapinhas que me dava, mas percebi que era de propósito, ele queria que nos ouvissem. Aquilo me deixou mais excitada ainda.
Não tinha muito espaço, mas consegui me ajoelhar na frente dele e começar a mamá-lo. Ele me fez engasgar várias vezes de tanto que pressionava minha cabeça. Geralmente eu reclamava quando ele exagerava assim, mas ali só deixei.
O barulho das chupadas foi bem alto, tinha certeza que se alguém estivesse sem fone na academia ouviria.
Levantei e me apoiei na pia. Ele abaixou minha calça até metade da coxa e passou a mão com gosto entre minhas pernas.
– Já tá bem prontinha, hein.
E já estava mesmo. Mal podia esperar para receber aquele pau grosso.
Sem cerimônias, ele posicionou sua peça na minha entrada e foi me invadindo.
– Ain… que delícia de pau – confessei baixinho pra ele.
Isso deu um vigor pra ele que começou a meter bem forte. Eu tentava ao máximo conter os gemidos.
De qualquer forma, o som de penetração em si já estava bem aparente.
Eu sentia suas mãos fortes na minha cintura, controlando completamente o meu corpo. Só pude observar no reflexo do espelho a minha cara de safada apertando os lábios para tentar não gemer. Minhas sobrancelhas arqueadas de prazer, meu cabelo já cobrindo meu rosto, minhas mãos plantadas na pia, e um homem com barba e cabelos grisalhos, cheio de desejo, atrás de mim, começando a suar e gemer um pouco.
Só de me ver no espelho me deu mais tesão ainda. Não aguentei mais e comecei a soltar uns gemidos, ainda contidos, mas constantes e ritmados.
Já sem calça, ele me empurrou contra a porta e levantou minha perna de um jeito que eu nem sabia que conseguia. Fui forçada a ficar de pontinha de pé enquanto ele voltava a me comer. Sua língua agora fazia o trabalho de abafar os sons da minha boca.
A cada estocada, a porta respondia com leves rangidos. Agora mesmo com fone, não tinha como não nos ouvirem. Eu já não me importava mais.
Ele me ergueu pela bunda, minhas pernas apoiadas nos seus braços, fiquei naquela posição de frango assado, encostada na porta. Deixei ele chupar e beijar meu pescoço inteiro, se ficasse marca, depois eu me virava com maquiagem!
Eu sentia seu pau inteiro dentro de mim, pulsando, entrando e saindo. A porta rangendo. Meus gemidos já sem controle. O reflexo do espelho entregando a minha safadeza.
E foi surgindo a onda que senti tantas vezes nesses últimos meses. E o orgasmo chegou com um grito alto, seguido de gemidos e suspiros.
Meu corpo tremia enquanto ele continuava a me comer. Minhas pernas já não tinham mais força, mas ele continuava me segurando na força bruta, sentindo todo o meu longo orgasmo.
Então, ele me deu um tapinha para eu firmar a perna e me colocou no chão de novo.
– Me chupa que eu vou gozar na sua boca e você vai engolir.
Eu nunca tinha feito isso antes, um pouco por nojo e talvez um pouco por preconceito. Já levei gozada na boca, mas sempre cuspi.
Uma coisa que o Roberto me fez, foi experimentar muitas “primeira vezes”. Com a desculpa que hoje eu ia ser obediente, fiz o ordenado.
Comecei a lamber e chupar aquele pau já com cheiro forte de sexo, todo lambuzado também com meus flúidos. Alternava entre punhetas e mamadas, bem do jeito que ele gostava. Senti em minha mão a rigidez que só aumentava. A partir dali, não o tirei de dentro da minha boca, só movimentando minha cabeça bem rápido.
E o jato veio. Senti pingos direto na minha garganta que deu vontade de tossir na hora, mas aguentei. Seu membro quente foi latejando cada vez mais lentamente enquanto todo o gozo preenchia minha boca.
– Não engole ainda que eu quero ver.
E assim o fiz. Esperei ele terminar e tirar o pau da minha boca. Olhando pra mim de cima, ele falou pra eu abrir a boca e mostrar pra ele. Mostrei aquele líquido viscoso envolvendo minha língua. Ficou um tempo bom na minha boca, mas não senti nenhum gosto forte, talvez um pouco salgado?
Dessa vez, não sei o porquê, mas não estava com nem um pouco de nojo. Pelo contrário, me deu vontade realmente de engolir pela primeira vez.
– Engole.
Fechei a boca, e comecei a engolir. Não senti muito gosto novamente, só senti bem quentinho e um pouco espesso. Ainda sobrou alguns resquícios na minha boca e lambi bem para não sobrar nada. E depois mostrei minha boca vazia para ele.
– Gostou? – ele perguntou, e eu fiz “sim” com a cabeça.
E fui sincera, acho que entendo as mulheres que gostam de engolir. Não digo que gostei pelo sabor ou coisa do tipo, mas pela sensação em si.
Aos poucos fomos nos recompondo. Limpei meu corpo melado com papel higiênico e água no que consegui, lavei meu rosto e coloquei de volta minha calça. O Roberto gastou bem menos tempo, só limpando o pau e um pouco das coxas.
Ao sair do banheiro, bisbilhotei de canto de olho, um garoto olhando pro chão forçadamente, outro rindo e senti uma desaprovação de uma mulher mais ao fundo. Não deu bem para reparar na expressão de cada um, mas foi o que imaginei rsrsrs
No apartamento, tomamos um banho juntos, com muita pegação, e depois fomos arrumar minhas coisas, que pasmem, deu duas malas de mão!
Ele então me levou até em casa, e me mandou ir chupando ele no carro, que fiz sem reclamar.
Transamos a noite inteira na minha kit. Ele me obrigou a falar coisas que eu só diria pro meu namorado enquanto me comia (e não vou repetir aqui rsrsrs então que fique na imaginação). Seu último pedido foi dormir na minha cama, e assim deixei. Como minha cama é pequena, fomos obrigados a dormir bem coladinhos.
Naquele dia me permiti passar dos limites. Mesmo achando que nos veremos algum dia, pareceu que ali marcava um pequeno fim deste capítulo da minha vida.
Essa foi a última vez que encontrei pessoalmente com o Rô desde então. De vez em quando ainda trocamos algumas mensagens picantes quando ele reagia à algum stories que eu postava, mas era só isso. Provavelmente ele já deve estar com outra lá, e sinceramente eu não ligo rsrsrs
Com certeza ele me fez abrir o olho para essa parte da vida que eu não conhecia e não posso negar que eu sou grata por isso!
Por enquanto é isso, foi bom contar aqui pra reviver um pouco esse dia rsrsrsr
Beijosss 😉