Saciando a esposa

Estávamos casados há pouco mais de dois anos. Eu com 30, ela com 34. Uma mulher menina de sorriso fácil, tinha 1.58m, branca dos cabelos castanhos, curtos. Seios médios de mamilos rosas, suculentos. Era delicada, quando a colocava para mamar, chupava meu pau com cuidado, não babava muito e tinha medo de levar gozada no rosto. Transávamos muito, eventualmente deixava eu comer seu cuzinho, muito apertadinho, porém aconchegante. O gemido era fácil e provocante. Éramos um casal norma.


As vezes ficávamos na sala, conversando sobre o passado, ela sempre pareceu muito trivial no sexo,mas algo me dizia que ali, diante de mim não estava só a minha esposa. Estava uma vadia insaciável.
Certa vez fomos dar um passeio, subimos um morro próximo a cidade onde morávamos. O local outrora havia sido turístico, agora parecia de cuidados e visitantes. A subida foi exaustiva, mas a vista compensava.
Ela subiu de vestido, feito de um pano molinho. Lá em cima após alguns minutos descansando e curtindo a vista, comecei a admira-la. Linda naquele vestido que se dobrava em suas curvas, foi inevitável, meu pau começou a latejar. Abri a calça e mostrei a ela, dizendo que eu estava louco de tesão.
Ela me abraçou, disse que me amava. Eu passei a mão entre suas pernas, e percebi que ela havia se depilado. Ela então passou a me punhetar. Beijos e abraços, meus dedos já estão dentro de sua xotinha, rosa e cheirosa.
Eu estava bufando de tesão, então a chamei para entrar dentro de uma casa que servia de apoio para turistas quer pernoitavam em cima do cume.

Entramos, da mochila que tinha nas costas saquei uma toalha e forrei o chão, ela se abaixou e caiu de boca, numa gulosa deliciosa.
Naquela altura tudo estava perfeito, mas nunca passou pela minha cabeça que não estávamos sozinhos ali. Grupo de jovens havia chegado e não os notamos. Eles sim, já haviam percebido que nós estávamos de putaria. Minha amada ficou apavorada, eu a acalmei e disse que nada iria acontecer.
Disse a ela para que fingisse que não havia ngm ali e que continuasse a me chupar e que depois transaríamos. Ela relutou, estava com medo.
Foi quando eu perguntei brincando se ela não queria meter com algum deles, ela me olhou espantada, e comentou que jamais me trairia. Eu respondi que não seria traição e que seria nosso segredo, ela apenas me chamou de bobo e me beijou. Novamente eu perguntei se ela toparia meter com algum dos meninos, ela disse que não. Eu a questionei novamente, ela disse que eu era pervertido, eu a retruquei dizendo que todos somos.
Ela concordou comigo, e disse que toparia transar comigo, sabendo que ali haveria mais gente.
Não me contive a encostei na parede , ergui seu vestido e passei meu caralho na sua xaninha, ela empinou e ele entrou, escorreu xota a dentro. Dois minutos se vai e vem e ela começou a gemer alto. Como um chamado, o grupo de rapazes se aproximou e um mais afoito entrou na casa e nos viu.
Ele deu passo para trás assim que nos viu, e eu parei de bombar na minha linda. Ela me olhou de uma maneira diferente e eu sem rodeio chamei o rapaz. Fui até a porta e vi que eles haviam se afastado. Fui e o chamei, perguntei se eles queriam participar.
Um deles veio, logo o outro também, estavam em 5.
Minha pequena ficou envergonhada, eu a abracei por trás e perguntei a eles se alguém ali gostava de mulher. Eles riram. Cochichei no ouvido dela, se ela queria continuar metendo na frente deles, ela só acenou que sim. E então ajeitei minha rola, e soquei nela de novo, mas dessa vez eu desci a alça do vestido e os seios dela saltaram pra fora. Metemos na frente dos rapazes que logo colocaram o pau pra fora e começaram a cada um bater a sua punheta. Conforme eu bombava minha amada a empurrava em direção a eles, quando menos percebi lá está a ela com duas rolas nas mãos.
Os outros três ficaram olhando, aí eu tirei minha rola de dentro dela e a entreguei aos canibais. Os cinco rapazes ficaram nus, cercaram a minha pequena e retiram seu vestido, um deles a beijou, o outro chupou seus seios, ela se agachou e começou o festival de gulosa. Um dos meninos era negro, o gene não falha! O pau dele era grosso, devia ter uns 22 cm, estava uma tora. Os outros todo tinha mais de 17cm com toda a certeza.
Um rapaz a puxou e a colou de quatro, começaram a trepar nela. Minha cadela finalmente estava no cio. Outro pos em sua boca, ela punhetava outros dois. O negro, estava de espreita, todos meteram até que ele deitou no chão e ela começou a cavalgar naquela tora preta, a buceta exalava tesão, o cheiro de sexo estava empreguinado nas roupas e nos corpos.
Enquanto ela cavalgava dei a ideia de alguém por no cuzinho dela, e lá foi, deu um trabalho mas entrou, meu amor urrou de dor e tesão. Um outro pos na boca, os outros dois que sobraram ficaram se punhetando. O que está a sendo chupado não aguentou e gozou no rosto dela, isso disparou o alarme prós outros 4, ela saiu se ajoelhou com os rapazes e tomou uma chuva de porra. O mais magrinho, gozou feito uma cavalo, uma porra melada. Mas os negro, esse foi diferente. Dele saiu uma porra espessa, grossa e branca. Dois jatos, de uma porra cremosa direto na boca dela. Eu estava todo gozado. Ejaculei de ver meu amor sendo fodida de todas as direções. Que dia delicioso. Depois disso, nosso casamento se transformou, fizemos muitas outras loucuras. Hoje somos movidos a prazer.

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