Eu tinha 22 anos e andava de moto nessa época. Estava sempre na casa do meu irmão mais velho, que fica em um bairro ao lado do meu.
Sempre me encontrava com uma moça pelo bairro dele: um pouco alta, não era gorda, mas era fortinha, peitos grandes, bem gostosa. Percebia que ela sempre me paquerava e, em um certo dia, resolvi fazer a volta e ir conversar com ela. Era um pouco tímida, mas foi super simpática. Perguntei se ela namorava e disse que não. Falei que tinha gostado dela e, enfim, trocamos números de telefone.
Ela era bem tímida; no começo, mal falava comigo. Cheguei até a pensar que não estava a fim de nada, então resolvi deixar para lá e não a procurei mais. Passado um tempo, recebo uma mensagem dela:
— Oi, Carlos, e aí? Tudo bem?
— Tudo, e você?
— Tá sumido, o que aconteceu?
— Ah, para ser sincero, percebi que você não estava muito a fim e resolvi parar de te incomodar.
— Imagine! Você nunca incomodou, não. Para ser sincera, sou eu que sou muito tímida mesmo e não sabia o que falar. Mas e aí, tá namorando?
Eu estava noivo na época, mas falei que era solteiro e não estava namorando. Passamos a nos falar mais e resolvi ir para cima mesmo para ver qual era a dela. Nossa conversa começou a ficar mais picante. Era difícil a gente conseguir marcar alguma coisa, pois nossos horários não batiam.
Um dia, estava na casa do meu irmão em um churrasco e não ia namorar nesse dia. Quando saí de lá, por volta das 23:00 mais ou menos, por coincidência ou sorte, quem eu encontro no bairro? Ela!
— E aí, tudo bem? Perdido aqui no bairro, Carlos?
— Sim, estava na casa do meu irmão. E você?
— Tô voltando da casa da minha prima!
— Quer uma carona?
— Mas sem capacete mesmo?
— Aqui dentro do bairro não tem perigo!
Ela subiu na moto, desci três ruas e parei na frente de uma construção. Ali começamos a nos beijar e se pegar gostoso. Era um bairro novo, com poucas casas e a maioria em construção. A pegação começou a ficar mais quente, e foi onde a chamei para entrar na construção.
— Ai, Carlos, tenho medo! Não é perigoso?
— Não é, não, fica tranquila! Essa construção é da minha irmã! Não há possibilidade nenhuma de vir alguém aqui essas horas!
Entramos em um cômodo que não tinha acesso à rua e ninguém nos via ali. Começamos a nos beijar gostoso, mas ela era muito tímida. Dava para ver que era safadinha e curiosa, mas tímida. Eu a encostava na parede, puxava para o meu corpo segurando aquela bunda gostosa e esfregava meu corpo nela para sentir meu pau duro. Estava uma delícia aquela pegação toda.
Resolvi erguer sua camiseta, abaixei a taça do sutiã para arregalar aqueles peitos grandes e gostosos. Comecei a mamar nela e ela gemia baixinho:
— Ai, Carlos, que gostoso…
Ela se arrepiava toda. Abri o botão e o zíper da sua calça, enfiei minha mão por dentro da calcinha e sua bucetinha estava molhadinha. Comecei a brincar com o grelinho dela; ela gemia e eu chupava seu pescoço e beijava sua boca. Abri o botão da minha calça, abaixei-a um pouco, coloquei meu pau para fora e recostei a mão dela nele.
— Nossa, Carlos, que pau grande! Que gostoso!
— Gostou? — perguntei.
— Gostei, sim. Nunca tinha visto um grande e grosso assim.
— Brinca com ele — falei.
Ela começou a masturbá-lo devagarzinho enquanto eu mamava seus peitos. Falei para ela:
— Dá uma mamadinha nele gostoso, dá.
— Ai, Carlos, assim no primeiro encontro? O que você vai pensar de mim?
— Vou pensar que você está gostando de sair comigo e que estamos aproveitando esse momento.
— Só um pouquinho, então, tá?
— Tá bom — respondi.
Ela desceu e começou a mamar devagarzinho, dava beijinhos na cabeça e lambia a base do saco até a cabeça, olhando para mim. Que delícia ver aquela menina com os peitos de fora engolindo minha pica. Mamou gostoso por um bom tempo e eu naquele tesão do caralho. Sabia que não podia deixar passar a oportunidade de meter nela ali mesmo.
Levantei-a, virei de costas para mim com as mãos apoiadas na parede e comecei a pincelar meu pau na sua bunda.
— Ai, Carlos, o que você tá querendo fazer? — perguntou ela com a voz quase não saindo.
— Vou te comer bem gostoso!
— Você tem camisinha?
— Não tenho, mas fica sossegada que não vou gozar dentro de você!
Coloquei minha mão no meio de suas costas abaixando ela mais um pouquinho, encaixei minha pica na sua bucetinha e empurrei tudo. Entrou apertado e ela deu um gemido mais forte.
— Ai, Carlos, vai devagar…
— Vai devagar o caralho, relaxa que vou te comer gostoso!
Meti com força. Que tesão ver aqueles peitões balançando conforme eu a estocava forte por trás. Ela gemia gostoso e eu metia forte nela, estocadas firmes, e ela falava:
— Ai, que gostoso! Nunca ninguém me comeu assim antes…
Meti gostoso por um bom tempo, pois queria aproveitar ao máximo aquele momento! Quando vi que não ia aguentar mais e ia gozar, virei ela de frente e coloquei para mamar. Quando o gozo veio, não falei nada: enchi aquele peitão de porra. Saiu muita porra e enchi seus peitos de leitinho.
— E agora, Carlos, como vou limpar isso?
— Coloca a blusa, você tá perto de casa mesmo, lá você se limpa.
— Puta merda, você é foda mesmo, hein!
Demos mais uns beijos, ela se arrumou e a deixei na casa dela.
Comi ela só mais uma vez depois disso, e foi lá na construção também. Ela curtiu a adrenalina do lugar e eu adorei comer seu cu virgem na construção e encher o peitão dela de leitinho de novo.