Enoxando a minha irmã

Olha, essa conto erotico está a pleno vapor aqui em casa. Não sei se agrada quem não está vivendo o que eu estou, mas quando descobri esse site, puxa, achei que tinha tudo a ver. Achei que valeria a pena contar e compartilhar com pessoas que tenham curiosidade, coisa e tal. Uns vão gostar, claro, outros não. Mas é assim.

Eu tenho 25 anos. Tenho uma irmã de 16, faz 17 no meio do ano. E é com ela que está rolando algo que começou há um ano. Ela é loirinha, 1,64m, 56kg, faz natação desde os 12 anos. Bem, já dá para sentir o meu drama. Sempre fomos muito amigos, não tem nada a ver isso de sermos afastados e por isso começou. O fato é que ela tem um corpinho que é impossível não notar. Dos 13 anos em diante, comecei e perceber e ficar bem excitado.

Mas deixava para lá. Tinha namorada, e tal, então eu extravasava bem isso. Mas há um ano, eu estava sozinho há algum tempo já, com muito tesão, e aí comecei a ver a mana com outros olhos. Comecei a ficar mais perto dela, brincar mais de tocar, de agarrar, e achava uma delícia. O pior é que sentia que ela também me procurava. Batia muitas punhetas pensando nela, confesso.

Há um ano, eu passei pela porta do quarto dela. Estava aberta. O que vi me deixou louco. Ela estava de bermudinha, descalça, debruçada na janela. A bundinha era maravilhosa. Fui dar um abraço, por trás, claro. Cheguei “oi, mana” e abracei. Fiquei ali, dei um beijinho na nuca e fiquei papeando. Nisso, grudei nela por trás. Mas uma hora, minutos depois, o assunto terminou, mas não saíamos do lugar. Eu tb estava descalço. Ela chega um pouquinho para trás e sobe os calcanhares dela nos meus pés. Me grudei ainda mais nela. A mana começou a se embalar bem devagar e eu a acompanhar. Nossa! Tava uma encoxada maravilhosa! Começamos a nos mexer diferente, nos esfregando, meu pau completamente ferrado. E ela “tá bom”… Tava delirando de tesão…a bundinha dela era uma delícia…nossas coxas grudadas também…Minhas mãs estavam na cinturinha dela e meu rosto no seu cabelo. Tentei ir baixando as calças dela…mas ela segurou e disse que não…aí tentei subir e agarrei os peitinhos…ela baixou minhas mãos e disse que não de novo…só deixou eu segurar a cintura…se inclinou um pouco, arrebitou…e eu sarrando atrás dela…até que, óbivio..acabei gozando…nas calças mesmo…ela desceu dos meus pés…eu tentei me recompor e tal.

Não falamos no assunto e pensei que tinha sido uma coisa maluca. Mas, quando dois dias depois, passei no quarto e a vi na mesma posição, na janela, vi que ia acontecer de novo. E foi. Delícia, delícia, eu grudadinho atrás dela, me esfregando, ele rebolando devagarinho. Ela descalça, os pezinhos dela em cima dos meus, e mais uma vez eu gozava. Começamos a fazer isso periodicamente. Sempre aos finais de tarde, quando ela voltava da academia e eu da faculdade. Nesse horário, nossos pais ainda não tnham chegado. Mas desde o início havia um pacto de eu não tentar passar daquele limite. Para melhorar, convenci ela de colocar uma calça de tecido bem folgada para a gente fazer. E eu colocava um calção. Aí melhorava muito. Sempre terminava quando eu gozava. Chegava a melecar as calças dela também…

Olha, ficamos nessa “foda” por uns três meses, mais ou menos duas a três vezes por semana. Sempre na janela do quarto dela. A mana tinha namoradinho, mas colocava um monte de freios no cara, Nada de mão boa ou coisa e tal, pelo o que eu sempre percebi. Acho que entrei nessa, mas nunca tocamos nesse assunto, era uma coisa que só se falava ali, na hora da encoxada, e não mais. Claro que eu dava umas encoxadinhas nela em casa, pelos cantos, de vem em quando. Ela escovando so dentes, lá chegava eu por trás e dava uma grudadinha, até fingia um vai-e-vem rapidinho. Não me controlava às vezes. Ela procurando um livro na estante, dava uma passadinha com a mão na bundinha ela. Mas eram aperitivos. O principal era a senha quando ela ficava no quarto, na janela, preparada com uma calça bem folgada para eu ficar atrás dela. Eu fiquei pensando em como poderia deixar mais gostoso o negócio, mas não queria começar a comer, quer dizer, minhas punhetas para ela eram sim, comendo, mas não queria que isso acabasse. Porque comer eu já comia uma namoradinha, uma gatinha que eu conheci. Então aquilo era um plus, um prazer a mais, sabe? O que eu sugeri para a mana foi o seguinte: por que a gente não faz a mesma coisa, mas deitados, ela de bruços, a mesma coisa.

Ela negou. Passou mais uns dias e não toquei no assunto. Uma bela noite, ficamos na sala vendo TV. Era sexta, podíamos ficar até tarde. Os velhos subiram para dormir e ficamos lá. Ela de pijaminha, eu de bemuda e camiseta. Já tava com tesão dela e lembrei que a gente só tinha feito uma vez naquela semana. Ela “pois é”. Sugeri da gente fazer e ela disse que sim, ia se levantando mas eu disse que a gente podia tentar daquele jeito que eu sugeri, deitados. Disse que podia ser na sala mesmo. Se os velhos acordassem, a gente veria a luz ligada lá em cima e nos arrumaríamos. Ela fez umas carinhas, sentou no sofá, e disse “tá, vamos tentar”.

Ela então se arrumou e ficou deitadinha de bruços no sofá maior. Eu tirei as calças e ela se assutou com a minha atitude. Calma, era para tirar as cuecas e ficar mais livre por baixo da bermuda. Ela pensou e saiu um pouco da sala, voltou, disse que também tinha tirado a calcinha, tava de pijama curto, pouco acima do joelho. Deitou de bruços novamente. Aí, bem, fui deitando por cima dela, já muito ferrado. Fui me encaixando, me encaixando…até encontrar o ponto ideal no bumbum dela. Aí começamos a trabalhar. Uma encoxada muito gostosa começou. De cima para baixo, devagarinho, depois aumentando o ritmo. Os corpos suando, as peles grudando…nossa, tava um paraíso. O sofá rangendo…ela gemendo baixinho…eu “que bundinha maravilhosa” ela “ai, vai, não pára”.

Isso era umas 2h da madrugada. Ela chegava a dobrar os joelhos e eu conseguia segurar os pezinhos dela também, botando as minhas mãos nas solas dela. Ela ficava, na maior parte do tempo, com as pernas juntinhas e eu com as pernas mais abertas para poder montar legal nela. Ficamos assim, umas duas horas nessa montaria por cima das roupas. Já estávamos empapados de suor quando eu avisei que ia gozar. Nossa, melei toda minha bermuda e o pijaminha dela. Ficou um grudi, parecia velcro quando me levantei de cima dela, morto de cansado. Cada um foi pro se quarto, depois tomei banho.

A partir daí a nossa fodinha ficou mais gostosa. Começamos a fazer sempre deitados. Ela fica de bruços e eu vou por cima dela, bem gostoso. Quase sempre é no quarto dela, mas tb rola no meu. Nem sonho, quer dizer, até sonho, mas não penso em enrabar ela de verdade. Acho que isso faria acabar nossa coisinha. Já faz mais de meio ano que antes de dormir, ou bem cedo vou pro quarto dela. A desculpa melhor é para jogar no computador. A gente fecha a porta e ela ela deita de bruços. Nas primeiras vezes, ficamos preocupados porque a nossa brincadeira fazia a cama ranger muito. Aí botamos o colchão no chão e ficou silencioso.

Também foi muito gostoso quando fomos à praia. Nós quatro (eu, nossos pais e a mana) fomos juntos ao mar pela manhã, já era uma semana que estávamos na praia. Mais tarde, os velhos ficavam na beira do mar e eu e a mana voltamos para a casa de praia. A gente se olhou e já pintou aquele clima da encoxada. Ela me perguntou se eu estava pensando no que ela pensava. E eu “claro, olha o volume na sunga”. Ela deu uma risadinha. “Nem vamos trocar de roupa, né?” e ela “não, vamos assim”. Era o que eu queria, ela tava de biquini, eu de sunga. Fomos pro quarto dos velhos, como estávams meio salgados do mar, botamos uma tolaha grande em cima de cama. Aí, ela deitou, enfiando um pouco o biquini no bumbum. Bem, deitei em cima dela, me encaixei bem gostoso e começamos o serviço, com um pouco mais de pressa porque os pais poderiam chegar logo.

Já perdi a conta de quantas vezes rolou,depois, aqui em casa. Só sei que com o corpo que ela tem é maravilhoso. O que bão rola com ela eu escarrego na minha gatinha, tamos quase namorando firme.

Não sei se essa história fará alguém sentir tesão ou não. Para mim, tem sido uma coisa maravilhosa. Não sei até quando vai. Mas enquanto ela quiser ficar de bruços para mim e pedir para eu me esfregar nela, vou. Tenho outras variações que rolaram, mas já escrevi demais. Qualquer coisa, escrevam.

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