Comi a minha madrasta no carro

Essa aconteceu quando eu tinha meus 20 anos. Meu coroa, com 45 anos, namorava uma gata de 29 chamada Luana, bem gostosona, estilo panicat.

Morena, cabelo escuros lisos, uma bundona, pernas malhadas, saradinha e com silicone nos seios. Os dois estavam num relacionamento tinha mais ou menos um ano e meio, até que um dia, quando eu estava chegando na casa do meu pai, vi o carro dela estacionado em frente com ela dentro e fui lá cumprimentar.

Só que chegando perto eu percebi que ela estava chorando. Quando abriu o vidro pra falar comigo, tentou disfarçar, mas eu, que já imaginava o que poderia ser, insisti em saber se estava tudo bem. Entrei no carro, insisti um pouco mais e ela acabou entregando tudo: meu velho tinha traído ela, bem com eu imaginava. A real é que ele traia ela desde o começo e ela só descobriu agora. Acabei abrindo o jogo com ela, que começou a chorar ainda mais, e eu fiquei tentando consolá-la.

Aos poucos ela foi se acalmando e disse que ia embora, que nunca mais ia voltar ali nem olhar na cara do meu pai. Reconheci que seria melhor para ela, que ele não valia nada mesmo e ela concordou. Aí que ela agradeceu minha atenção e sinceridade e fomos dar um último abraço de despedida.

Foi um abraço apertado, demorado. Senti os peitos dela contra mim, seu calor, seu cheiro, e aquilo me excitou na hora. Meu pau endureceu na calça, e pelo visto ela também sentiu algo. Nessas horas, com os nervos aflorados, é muito fácil que o tesão se apresente como válvula de escape. Foi o que aconteceu comigo e com ela. Quando me dei conta, ela me olhava no olho, as bocas muito próximas, e nos beijamos.

Foi um beijo demorado, intenso e bem molhado. Muita vontade e muita língua das duas partes. Logo o beijo se tornou mais que isso. Começamos a nos pegar intensamente. Mãos pelo corpo… Nas costas, no pescoço, na perna… Depois arrisquei na bunda e no peito. Ela foi deixando e entrando no jogo. Senti a mão dela no meu pau por cima da calça, depois por dentro… Então eu tirei tudo para facilitar pra ela rs. Mal terminei ela já ia se abaixando para pegar minha pica com a boca. Reclinei meu banco e deixei ela fazer o trabalho como se devia.

Que delícia de boquete ela fazia! Chupava muito gostoso enquanto me punhetava. As vezes descia até as bolas, lambia e voltava a mamar o cacete. Eu delirava na boca dela, me derretia todo, suspirava, me contorcia no banco, mas não gozava. É muito difícil eu gozar com oral e logo ela foi começando a cansar, até por causa da posição ruim que o banco do carro obrigava ela a ficar. Quando notei que a gata perdia o ímpeto, a puxei até mim e comecei a beijá-la. Senti até o gosto da minha própria pele na boca dela, um leve salgado. Foram beijos lascivos como os do começou, mas dessa vez não demorei. Disse a ela que era a minha vez de cair de boca dela, mas ela disse que não. “Quero que você me foda!”, ela respondeu, tirando a calcinha por baixo do vestido e se ajeitando em cima de mim, uma perna de cada lado, a bucetinha já encostando na piroca que ela segurava de mão cheia para facilitar a penetração.

Quando Luana começou a descer e meu pau a invadir a bucetinha dela, nós dois piramos. Ela soltou um longo e prolongado gemido, o rosto contorcido de prazer, e eu devo ter tido a mesma reação. Mal entrou a rola inteira e ela começou a subir e descer, com força, a pele dela estalando contra a minha, os gemidos dela se misturando com os meus. O vidro do carro embaçava e provavelmente dava para ver o carro mexendo ao nosso ritmo, se alguém olhasse de fora com atenção. Meu coroa estava dentro de casa: estaria ele olhando pela janela? Aquela possibilidade me dava ainda mais tesão; como se precisasse mais tesão ainda do que estar comendo aquela morena super gostosa, com corpo de musa do Instagram.

Luana quicava deliciosamente no meu pau. Suas mãos apoiadas no meu peito e me cravando as unhas. Mais de uma vez a safada me sentou a mão na cara me chamando de cachorro, de safado e perguntando se estava gostoso comer a madrasta. Falava que meu pau era bem mais gostoso que o do meu pai e que ela já tinha fantasiado com aquilo outras vezes. Eu, claro, já tinha fantasiado em comer ela mil vezes também, mas não falei nada. Ao invés disso, ergui meu corpo para abraçá-la, sem sair de dentro dela e deixando ela continuar o movimento. Passei a chupar aqueles peitões, a beijar seu pescoço, apertar sua bunda, os dois sentados abraços, o banco do carro deitado. Logo passei também a bolinar seu cuzinho, enfiando a ponta do dedo, e depois um pouco mais, mas eu não comeria ele… Não naquele dia.

Depois foi a minha vez de ficar por cima. A fiz deitar no banco e me enfiei entre suas pernas. Passei a fodê-la com força, chupando seu boca, seu pescoço, sua orelha. Lu rebolava embaixo de mim, gemia intensamente, me agarrava, arranhava. O ritmo ia aumentando conforme seus gemidos se intensificavam e ela pedia mais e mais. O ar já era espesso de tesão e suor. Eu tentava obedecer, tentava aumentar ainda mais a intensidade, comer ela ainda mais forte, e ela cada vez mais alta, cada vez mais ofegante, e eu junto. Quando senti meu gozo vindo ela começou com “não para!”, “não para!”, mais e mais agudo, mais e mais tensa, louca, entregue. E eu continuo, obedeço, me entrego também, sabendo que meu gozo é inevitável a qualquer momento.

É quando ela mesma chega ao orgasmo, e eu imediatamente em seguida. Gozamos juntos ali naquele carro-sauna. Encho de porra a buceta da minha madrasta gostosa (só então me dou conta de que estamos sem camisinha, mas isso seria problema para outro momento… Nada que uma pilulazinha não resolvesse). Aos poucos meus movimento se esvaem e ficamos mais um pouco ali, abraçados, trocando beijos. Minha porra começa a escorrer pela perna dela e forma uma mancha no banco.

Não demorou a meu pau, que não havia perdido completamente a ereção ainda, começou a dar sinais de que ainda queria mais, mas Luana chamou atenção para o risco que corríamos ali. Disse que precisava ir e nos vestimos apressados. Antes de sair do carro, ainda lhe dou um último beijo, seguido pela troca de sorrisos safados, sem muitas palavras.

Depois que ela foi embora, entrei em casa e vi meu pai vendo televisão, completamente alheio ao fato de que eu acabara de gozar na buceta da namorada dele em frente a casa dele. Subi para o meu quarto sem dizer nada.

Ao contrário do que parecia, o relacionamento dos dois não acabou ali. Perduraram “juntos” por mais dois anos, , mas ela passou a seguir as mesmas “regras”, embora ele não soubesse. Continuei comendo ela com alguma frequência, mas Luana também começou a dar para outros, enquanto curtia o dinheiro que o coroa trouxa dava a ela se sentindo o sugar daddy.

1 comentário em “Comi a minha madrasta no carro”

  1. Oi sou doido para conhecer uma uma mulher branquinha aquele que não pode tomar sol ou uma mulher de olhos claros nunca peguei, mamãe que já transou perto de seus filhos e eles escolheram a mamãe gemer pode chamar sem preconceito, casadas ,mãe solteira ,novinha,virgem pode chama 11947841246

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